PrimeLife (Ano VIII)

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Os vinhos e suas tampas

Nove a cada dez garrafas no mundo têm uma tampa alternativa à cortiça natural. Este número descreve a experiência do consumidor e pode ser observado por você na sua casa. Não era assim há dez anos, não é?

Claro que essa única garrafa com a rolha natural não é, obviamente, uma garrafa accessível. Porque enquanto a cortiça é reservada para os preços altos. As tampas alternativas ocupam o terreno dos segmentos de valores médios e baixos.

Quais são as razões para essa mudança e quais vantagens ou desvantagens ela oferece para os consumidores de vinho?

Motivo histórico

Segundo o International Wine Challenge (IWC), o maior concurso de vinhos do mundo, entre 5 e 6% dos vinhos que participam da contenda apresentam algum tipo de defeito associado ao fechamento da garrafa. Sabor de cortiça, oxidação ou redução são os três mais comuns, sendo o primeiro mais conhecido pelo consumidor.

Denominado TCA, trata-se de um aroma desagradável, que lembra um porão úmido ou clausura. E a responsável por isso é a rolha. Por trás desse desagradável sabor, está um grupo de bactérias que atacou o Alcornoque (árvore que produz a cortiça) antes de se produzir a rolha e que, em contato com o vinho, transforma-o em algo que não dá para beber.

Segundo os dados do IWC, do total de vinte mil amostras que são catadas por ano, o TCA é o responsável pelo menos por 2,5% dos defeitos, uma cifra que se mantém há muito tempo. Para resolver esse problema, na década de 1980 algumas indústrias vinculadas à elaboração de plásticos e borrachas apresentaram uma primeira solução alternativa: tampas sintéticas. Elas oferecem um fechamento seguro e inerte ao vinho. Paralelamente, as tampas Stelvin chamadas de tampa de rosca, também foram apresentadas como solução. Mas na corrida para se estabelecer a futura tampa para as garrafas de vinho, as alternativas atravessaram experiências boas e más.

Entre as más, a dificuldade de utilizar o saca-rolhas em alguns tipos de rolha sintética ou a dureza da extração. Já a tampa de rosca não conseguiu cativar o consumidor, que ainda hoje, segundo estudos, as considera desprestigiantes. Entre as experiências boas, por outro lado, é que se eliminaram os riscos de contaminação por TCA. Mas há outros defeitos, como os que estão associados à óxido-redução do vinho, que, em média, representam a metade dos defeitos que se encontram, também segundo o IWC. Por esse grupo de defeitos, são responsáveis precisamente as tampas alternativas. Explicamos:

O futuro das tampas técnicas

Acontece que, uma vez que o vinho está na garrafa, as poucas moléculas tampa de oxigênio que ficaram presas no interior ou que entram através da rolha natural, são a chave para sua evolução dentro do recipiente. Esta questão foi reconhecida recentemente, na mudança de milênio, quando as tampas alternativas foram responsáveis, em certa medida, pelo defeito de redução. Em outras palavras: por falta de oxigenação, em particular nos vinhos tintos, sentia-se um odor de ovo podre.

A solução veio de mãos dadas com a ciência. Empresas como Nomacorc e Diam, começaram a estudar a forma em que o oxigênio penetrava na garrafa, uma vez fechada a mesma. E descobriram que a rolha natural oferecia uma filtração na ordem de uma parte por milhão, que era a chave para que o vinho não se reduzisse e apresentasse cheiro de ovo podre.

O problema é que a rolha natural não garante uniformidade dessa dosagem entre a mesma partida de cortiça. E assim, é a responsável pela oxidação, quando dosificada em excesso. Trata-se do defeito inverso da redução, que é a cor de telha ou marrom, sem aromas atrativos e caráter diluído.

Com isso, a Nomacorc, empresa de origem belga, com fábricas nos Estados Unidos e agora também na Argentina, começou a trabalhar na hipótese de obter uma tampa de goma expandida que, além de evitar o TCA, permitisse dosificar o oxigênio previsivelmente.

Na década de 2000 criaram uma gama de tampas chamadas Select Series, que oferecem diferentes níveis de oxigenação: um vinho tinto, por exemplo, pode resultar em frutado ou reduzido, conforme se utiliza uma ou outra tampa no mesmo prazo de tempo, enquanto que outro reduzido pode ficar frutado assim que for cumprido o processo de oxigenação programado.

Desta forma, a tampa também é uma ferramenta enológica. Para que um vinho chegue ao ponto ótimo de consumo, o enólogo sabe que pode engarrafá-lo com uma tampa que, aos dois meses, permita ao vinho uma evolução plena. Ou propositalmente o contrário. Qualquer que seja o caso, uma coisa é certa: com a nova geração de tampas Diam ou Nomacorc, os defeitos na hora de se tomar um bom vinho são coisa do passado.

Por isso, cada vez mais, os vinhos de alta rotatividade. Os cotidianos e os de gama média são fechados com tampas técnicas, como são denominadas agora. São tampas que oferecem um segredo invisível para o consumidor. E que garantem, na hora de pagar uma garrafa, que você vai beber aquilo que comprou, e não uma surpresa.

Fonte: Wine Spectator (USA)

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16/08/2018 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário

Silêncio

Pensar antes de reagir é uma das ferramentas mais nobres do ser humano nas relações interpessoais.

Nos primeiros trinta segundos de tensão, cometemos os maiores erros de nossas vidas, falamos palavras e temos gestos diante das pessoas que amamos que jamais deveríamos expressar.

Nesse rápido intervalo de tempo, somos controlados pelas zonas de conflitos, impedindo o acesso de informações que nos subsidiariam a serenidade, a coerência intelectual, o raciocínio crítico.

Um médico pode ser muito paciente com as queixas de seus pacientes, mas muitíssimo impaciente com as reclamações de seus filhos.

Pensa antes de reagir diante de estranhos, mas não diante de quem ama.

Não sabe fazer a oração dos sábios, nos focos de tensão, o silêncio.

Se vivermos debaixo da ditadura da resposta, da necessidade compulsiva de reagir quando pressionados, cometeremos erros, alguns muito graves.

Só o silêncio preserva a sabedoria quando somos ameaçados, criticados, injustiçados.

Cada vez as pessoas estão perdendo o prazer de silenciar, de se interiorizar, refletir, meditar.

O dito popular de contar até dez antes de reagir é imaturo, não funciona.

O silêncio não é se aguentar para não explodir, o silêncio é o respeito pela própria inteligência.

Quem faz a oração dos sábios não é escravo do binômio do bateu-levou.

Quem bate no peito e diz que não leva desaforo para casa, não pensa nas consequências de seus atos.

Quem se orgulha de colocar para fora tudo que pensa, machuca quem mais deveria ser amado, não conhece a linguagem do auto controle.

Decepções fazem parte do cardápio das melhores relações.

Nesse cardápio precisamos do tempero do silêncio para preparar o molho da tolerância.

Para conviver com máquinas não precisamos de silêncio nem da tolerância, mas com seres humanos elas são fundamentais.

Ambos são frutos nobres da arte de pensar antes de reagir. Preserva a saúde psíquica, a consciência, a tranquilidade.

O silêncio e a tolerância são o vinho dos fortes, a reação impulsiva é a embriaguez dos fracos.

O silêncio e a tolerância são as armas de quem pensa, a reação instintiva é a arma de quem não pensa.

É muito melhor ser lento no pensar do que rápido em machucar, é preferível conviver com uma pessoa simples, sem cultura acadêmica, mas tolerante, do que com um ser humano de ilibada cultura saturada de radicalismo, egocentrismo, estrelismo.

Sabedoria e tolerância não se aprendem nos bancos de uma escola, mas no traçado da existência.

Ninguém é digno de maturidade se não usar suas incoerências para produzi-la.

Todo ser humano passa por turbulências na vida. Para alguns falta o pão na mesa; a outros a alegria na alma. Uns lutam para sobreviver, outros são ricos e abastados, mas mendigam o pão da tranquilidade e da felicidade.

Os milionários quiseram comprar a felicidade com seu dinheiro, os políticos quiseram conquistá-la com seu poder, as celebridades quiseram seduzi-la com sua fama, mas ela não se deixou achar.

Balbuciando aos ouvidos de todos, disse: “…Eu me escondo nas coisas simples e anônimas…”.

Todos fecham os seus olhos quando morrem, mas nem todos enxergam quando estão vivos.

 

16/08/2018 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

A Elegância do Comportamento

As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.

Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.

No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.

É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.

É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.

Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.

É ser amigo sem conivência negativa.

Ser sincero sem agressividade.

É ser humilde sem relaxamento.

Ser cordial sem fingimento.

É ser simples com sobriedade.

É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.

É superar dificuldades com fé e coragem.

É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.

Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.

* * *

Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.

Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.

de Haroldo Wittitz, com base no texto de Martha Medeiros.

14/08/2018 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Dia dos Namorados

Amar é… sorrir por nada e ficar triste sem motivos é sentir-se só no meio da multidão, é o ciúme sem sentido, o desejo de um carinho; é abraçar com certeza e beijar com vontade, é passear com a felicidade, é ser feliz de verdade!

Aos enamorados, feliz dia.

12/06/2018 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Maturidade Espiritual

Maturidade espiritual é quando você aceita que erra, aprende a se desculpar e a não jogar no colo do outro o que é seu.

É quando você percebe que já não precisa de tanta coisa assim para suprir suas necessidades, que estar em paz consigo mesmo (a) é melhor do que provocar, instigar ou cutucar o outro com vara curta a troco de nada, a troco de de mexer em feridas por vezes já cicatrizadas.

É quando você passa a ser mais seletivo (a) internamente, é quando você sabe que pode contar com poucos, mas que são essências e que mantém uma boa relação de amizade e empatia sem exigir nada em troca.

É quando você olha mais à volta e se coloca no lugar das pessoas e não mensura a sua dor, assim como não quer que mensurem as suas. É quando você não interfere nas escolhas de ninguém e vai aprendendo a digerir os embates da vida com mais nitidez e resiliência.

É quando você percebe que não precisa ter a casa cheia, não precisa de tanto barulho, que estar sós é como ir se retratando diante do que se sente, do que sentiu ou do que não quer mais sentir.

É não precisar ir de um lado para o outro tentando encontrar sossego interior. É quando você se aprimora e abstrai o que não precisa, pede com mais fé e acredita mais no divino e não em falsas promessas ou pessoas que não tem serventia por serem apenas instrumentos prontos a desestabilizar seu coração, prontas a quererem se apossar do que não lhes pertence a troco de fazê-lo (a) sofrer.

É quando você ora, pede pelos que precisam, pede pelos que adoecem a alma, pede para que todos recebam luz por mais que não se queira aproximação.

É quando você esvazia a bagagem, percebe que andar descalço por vezes é libertador e que se o sol não apareceu naquele dia mais nublado, você continuará acreditando em dias melhores e nas possibilidades de superação e cura.

Maturidade espiritual é quando você aprende a calar, a se afastar, a não se agredir e não agredir. 

É quando você sente que a porta do céu é melhor que abrir o chão para que você se afunde em dor ou discórdia.

A maturidade vem com os altos e baixos como entender nas entrelinhas. Com a sensação de que não existe superioridade e sim a humildade de quem precisa manter o olhar atento, os sentimentos honestos e a obrigação de cuidar de si mesmo, para que você tenha força para socorrer aos que também precisam de auxílio.

A maturidade espiritual vem quando você não precisa viver de melindres, não precisa  disfarçar o que é, quando você aceita a própria condição, seja ela qual for, sabendo dos propósitos de Deus.

É quando você abre a porta, não procura discórdia, não se queixa e agradece pelo que tem.

11/06/2018 Posted by | Pensamentos, Reflexões | 2 Comentários

Minha Revolução Solar

Na linguagem astrológica, aniversário se chama Revolução Solar, porque acontece quando o Sol, tendo a Terra se movimentado em torno dele, volta a posicionar-se no mesmo lugar em que estava no momento de nosso nascimento. Motivo de celebração porque finaliza o obscuro e denso período de Inferno Astral, e porque nossa alma recupera o fôlego ao refrescar a consciência de cada um de nós estar aqui, entre o céu e a terra, cumprindo uma “missão”.

No momento de nossa Revolução Solar, retorna com força esse clamor interno. Mas os signos que nós somos não necessariamente são os mesmos sob os quais nascemos, e sim os que colocamos em prática; pois é por meio de nossas ações diárias que somos reconhecidos.

Dizem que as características dos signos foram inventadas por analogia com as tarefas executadas nas diferentes estações do ano no Hemisfério Norte. Sendo assim, os capricornianos, nascidos entre dezembro e janeiro, temporada de duro inverno lá, ficaram vinculados ao trabalho duro. Mas essa generalização é simplória. Os signos são portais por onde circulam potenciais. Se os aproveitamos, as ações que empreendemos acabam nos tornando maiores.

A renovação da vontade de realizarmos nossos projetos, típica dos dias próximos à data da Revolução Solar, é um incentivo a mais para fazer a vida acontecer. Por isso mesmo, aniversário merece ser comemorado com pompa e circunstância. Não é apenas um fato nosso, pessoal, é o momento em que nossa influência é mais marcante.

Se você quiser comprovar essa afirmação, no dia de seu próximo aniversário tente circular de forma anônima em algum lugar público para verificar como, de repente, sua presença irradia uma influência mais brilhante, que atrai o olhar das pessoas e provoca coincidências impressionantes. Valerá a pena você fazer essa experiência e constatar, na prática, o quanto a linguagem astrológica é muito mais do que um discurso. É uma realidade, é a Astrologia Real.

A título de curiosidade, inclusive para você sincronizar melhor essa experiência, saiba que o aniversário de cada ano nem sempre cai no mesmo dia em que nascemos.

Lembre-se que cada ano tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 48 segundos. Esses quebrados e outras questões astronômicas deslocam nosso horário de nascimento, fazendo com que ele se repita, e apenas de forma aproximada, a cada 33 anos.

Há ainda os famosos bissextos, que acontecem a cada 4 anos, com o dia 29 de fevereiro agregado ao calendário, e que empurra os dias de nossos aniversários para frente, quando na realidade eles deveriam ser comemorados antes. No dia 5 em vez do 6, por exemplo. Se você quiser saber o horário e data certos de seu aniversário a cada ano, pode utilizar algum site da internet que calcule a Revolução Solar.

Mas o importante mesmo é que você festeje a data como um meio de se reconectar com sua força interior, aquela que faz você ser quem você é e que o estimula a continuar praticando aquilo a que está destinado.

Agradeço aos amigos e amigas que mandaram os parabéns pela passagem do meu aniversário. É tanta gente que não dá para nomear um a um. Não importa o tempo ou a distância e sim o carinho… É muito bom ter amigos, obrigado de coração a todos vocês!

Obrigado pelo carinho que vocês tiveram comigo no dia do meu aniversário e pelas palavras que me encheram de emoção.

Eternamente grato.

16/05/2018 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

A Arte de não falar nada, só observar

Saber a hora de dizer algo e o momento de não falar nada é uma arte, pois é assim que resguardaremos nossas forças para o enfrentamento do que realmente importa.

Não é por nada, mas vem crescendo deveras a quantidade de opiniões descompassadas, agressivas e preconceituosas sobre os mais variados fatos que ocorrem. Tanto nas redes sociais, quanto na mídia em geral e nas rodas de conversa, ouvem-se verdadeiros absurdos, mensagens de ódio e destempero, carregados de retrocesso e violência, muitas vezes de forma não velada.

Ao mesmo tempo, aumentou o número de pessoas que se prontifica a cuidar da vida dos outros, palpitando sobre o que não lhes diz respeito, intrometendo-se em assuntos estritamente pessoais, incomodados com o que nem deveriam pensar sobre. Quantos fiscais da vida alheia abundam entre os recantos do país, quanta gente rota falando das rasgadas, quanta hipocrisia neste mundão.

Por Marcel Camargo

03/05/2018 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Fique

L016Fique com quem te despe a alma.

Porque a roupa qualquer um sabe tirar.

03/05/2018 Posted by | Reflexões | Deixe um comentário

Preste Atenção

Se você não gosta do que está recebendo, preste atenção no que está emitindo.

30/04/2018 Posted by | Reflexões | Deixe um comentário

Vinícola exclusiva: Redwood Creek

Com vinhos de estilo leve, descontraído e fácil de agradar, a Redwood Creek é responsável pela produção apaixonada e quase artesanal de rótulos que conquistaram os mais diversos paladares ao redor do mundo.

A Redwood Creek é uma vinícola incrível, localizada na Califórnia. Fundada em 2003, eles retratam toda a criatividade e o otimismo do espírito californiano de ser.

O nome da vinícola faz menção à árvore símbolo da região, a Redwood (sequoia). Comandada por Cal Dennison que, desde criança, é apaixonado pela natureza, a Redwood é responsável pela elaboração de rótulos que capturam a essência do estado. Vale muito a pena conhecer cada um deles.

Na infância, Dennison queria ser meteorologista, mas percebeu que o que mais gostava era estar entre os vinhedos e poder ver os fenômenos naturais agindo sobre eles.

Foi assim que esse interesse se transformou em paixão e ele se tornou enólogo. O objetivo principal dele é fazer vinhos que as pessoas irão realmente apreciar, o que consegue fazer com maestria. Os deliciosos Redwood trazem muita fruta, um paladar rico, além de final leve e suave.

Para completar tanta dedicação e cuidado, eles são atraentes e ainda têm preços acessíveis.

A paisagem da Califórnia é heterogênea. Em um espaço de poucos quilômetros, a praia se transforma em planícies, que se transformam em colinas e em uma área montanhosa repleta de árvores centenárias, como as Redwoods.

Devido a essa variação de altitude, o clima se transforma em minutos. Tantas peculiaridades tornaram esse estado o maior produtor de vinhos de alta qualidade e expressão dos Estados Unidos.

Agora que você já conheceu a vinícola Redwood, é hora de degustar os vinhos elaborados majestosamente por ela. Confira:

Redwood Creek Chardonnay – Intenso aroma de frutas cítricas e tropicais balanceadas com notas de baunilha, maciez, doçura discreta e frescor que convidam a um novo gole.

Redwood Creek Califórnia Merlot – Aromas de cereja, ameixa e cereja negra, com notas de caramelo e baunilha. Em boca, é frutado, macio, com bom frescor, sutil dulçor e equilíbrio.

Redwood Creek Pinot Noir – Aromas de cereja negra, violeta e nuances de especiarias que envolve a boca com paladar macio, doçura discreta e final agradável.

30/04/2018 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário