PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Antoni Gaudí

Nesta data, em 1852, nasceu em Riudoms (Espanha), Antoni Placid Gaudí i Cornet.

Antoni Gaudí foi um arquiteto catalão, um dos símbolos da cidade de Barcelona, onde se educou e passou grande parte da vida. Aparece como um arquiteto de novas concepções plásticas ligado ao modernismo catalão (a variante local da art nouveau).

Seus primeiros trabalhos possuem claras influências da arquitetura gótica (refletindo o revivalismo do século XIX) e da arquitetura catalã tradicional. Nos primeiros anos de sua carreira, Gaudí foi fortemente influenciado pelo arquiteto francês Eugene Viollet-le-Duc, responsável em seu país por promover o retorno às formas góticas da arquitetura.

Com o tempo, entretanto, passou a adotar uma linguagem escultórica bastante pessoal, projetando edifícios com formas fantásticas e estruturas complexas. Algumas de suas obras-primas, mais notavelmente o Templo Expiatório da Sagrada Família possuem um poder quase alucinatório.

Gaudí é conhecido por fazer extenso uso do arco parabólico catenário, uma das formas mais comuns na natureza. Para tanto, possuía um método de trabalho incomum para a época, utilizando-se de modelos tridimensionais em escala moldados pela gravidade (Gaudí usava correntes metálicas presas pelas extremidades: quando elas ficavam estáveis, ele copiava a forma e reproduzia-as ao contrário, formando suas conhecidas cúpulas catenárias). Também se utilizou da técnica catalã tradicional do trencadis, que consiste de usar peças cerâmicas quebradas para compor superfícies.

Ridicularizado por seus contemporâneos, Gaudí encontrou no empresário Eusebi Güell o parceiro e cliente ideal, tendo sido praticamente seu mecenas.

Politicamente, Gaudí foi um fervoroso nacionalista catalão (ele foi certa vez preso por falar em catalão em uma situação considerada ilegal pelas autoridades). Em seus últimos anos, devotou-se exclusivamente à religião católica e a construção da Sagrada Família.

Antoni Gaudí trabalhou essencialmente em Barcelona, a sua terra natal, onde havia estudado arquitetura. Originário de uma família não muito abastada, Gaudí tendeu para a procura do luxo durante a juventude; no entanto na idade adulta e no final da vida essa sua tendência diluiu-se por completo. Quando jovem aderiu ao Movimento Nacionalista da Catalunha e assumiu algumas posições críticas face à igreja; no final da sua vida essa faceta desapareceu também. Gaudí nunca se casou.

Em Barcelona a sua arquitetura assume foros de excepção, num ambiente essencialmente funcionalista de uma cidade de desenvolvimento industrial. Gaudí deixou-se influenciar por inúmeras tendências, não tendo nunca dedicado a sua arquitetura à tentativa de cópia de um estilo determinado. Uma das mais fortes influências que recebeu foi a de Viollet-le-Duc através do qual conheceu parte do seu gótico inspirador. Morreu aos 72 anos, vítima de atropelamento. Encontra-se sepultado no Templo Expiatório da Sagrada Família, Barcelona, na Espanha.

Estilo

Uma primeira fase que se pode identificar na arquitectura de Gaudí poderá ser chamada de “mourisca” uma vez que o arquitecto buscou inspiração naquele tipo de construções: as formas, as cores, os materiais, tudo aponta na mesma direcção.

Outra fase importante da obra de Gaudí foi aquela que decorreu sob o mecenato de Güell. Este rico habitante de Barcelona era o retrato do industrial bem sucedido. A sua casa estava aberta aos artistas e Gaudí foi também acolhido e aí contactou com a chamada “Arte Nova”, que viria a usar mais tarde. As encomendas de Güell a Gaudí montam a cinco obras de arquitetura.

Uma outra fase identificável na obra de Gaudí é o que se pode classificar de período “gótico”. Gaudí utilizará os princípios deste estilo, bem como algumas das suas formas mais típicas; no entanto o gótico em Gaudí manifestar-se-á também em inovações ousadas, como são, por exemplo, os seus arcos parabólicos.

Já arquiteto de créditos firmados, Gaudí buscou um estilo próprio e se quisermos citar exemplos desse estilo as casas Batló e Milá serão certamente as que nos acudirão ao espírito. De tal forma ousadas eram essas construções que o público de Barcelona, apesar da estima e do prestígio de Gaudí, não deixou de as alcunhar e de as considerar quase aberrantes. A obra de Gaudí por excelência foi, no entanto, o templo expiatório da Sagrada Família, obra a que dedicou uma parte importante da sua vida e em que trabalhou aturadamente nos seus últimos 12 anos de existência. Está em curso um movimento em prol da beatificação de Gaudí pela Igreja Católica, promovido desde 1992 por uma associação secular.

Beatificação

No Vaticano está em andamento o processo de beatificação de Gaudí, depois do encerramento da fase diocesana em 2003, todos os documentos da positio com a sua biografia passaram por Roma para serem submetidos à Congregação para as Causas dos Santos. Para o Arcebispo de Barcelona e Presidente da Comissão do Padroado da Sagrada Família, Cardeal Martínez Sistach, “Gaudí era um grande cristão. Tinha uma espiritualidade franciscana, de amor e contemplação das belezas da natureza, imagens da beleza do Criador.”

Sagrada Família (Barcelona) “http://www.youtube.com/embed/Bpc0NIGwuVo

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Antonio Gaudí

On this date in 1852, in Riudoms (Spain), Antoni Gaudí i Cornet Placid.

Antoni Gaudi was a Catalan architect, a symbol of the city of Barcelona, where he was educated and spent much of his life. Appears as an architect of new concepts related to plastic Catalan modernism (a local variant of Art Nouveau).His early works are clear influences of Gothic architecture (reflecting the revival of the nineteenth century) and traditional Catalan architecture. In the early years of his career, Gaudí was strongly influenced by French architect Eugene Viollet-le-Duc, in your country responsible for promoting the return to Gothic forms of architecture. Over time, however, began to adopt a highly personal sculptural language, designing buildings with fantastic shapes and complex structures. Some of his masterpieces, most notably the Atonement Temple of the Holy Family have an almost hallucinatory power. Gaudí is known to make extensive use of the parabolic arc catenário, one of the most common forms in nature. To do so, had an unusual method of working for the time, using three-dimensional scale models shaped by gravity (Gaudí used metal chains attached at the ends, when they were stable, he copied the shape and reproduced them rather as part its well-known catenary domes). Was also used in the art of traditional Catalan trencadis, which consists of using ceramic parts broken to form surfaces. Ridiculed by his contemporaries, Gaudí found in businessman Eusebi Güell ideal customer and partner, was almost his patron. Politically, Gaudí was a fervent Catalan nationalist (he was once arrested for speaking in Catalan in a situation considered illegal by the authorities). In his later years, he devoted himself exclusively to the Catholic religion and the construction of the Sagrada Familia. Antoni Gaudí worked mainly in Barcelona, his hometown, where he had studied architecture. Originating from a family not very wealthy, Gaudí tended to demand of luxury during his youth, yet in adulthood and late in life that their tendency is completely diluted. As a young man joined the Nationalist Movement in Catalonia and took some critical positions against the church, at the end of his life this side also disappeared. Gaudí never married.In Barcelona takes its architecture forums except in an environment of a city essentially functionalist industrial development. Gaudí was influenced by many trends and was always dedicated to your architecture to trying to copy a particular style. One of the strongest influences he received was that of Viollet-le-Duc by which met part of its gothic inspiring. He died at age 72, victim of trampling. It lies buried in the Temple of Atonement Sagrada Familia, Barcelona, Spain. StyleA first phase that can identify the architecture of Gaudí may be called “Moorish” since the architects drew inspiration from that kind of construction: forms, colors, materials, everything points in the same direction. Another important phase of the work of Gaudí that was held under the patronage of Güell. This rich inhabitant of Barcelona was the portrait of successful industrial. His house was open to artists and Gaudí was also accepted and then contacted with the “Art Nouveau”, which would later use. Orders for Gaudí’s Güell amount to five works of architecture. Another phase identifiable in the work of Gaudí is what you can sort of period “Gothic”. Gaudí uses the principles of this style, as well as some of its most typical forms, yet Gothic by Gaudí will manifest itself also in bold innovations, as are, for example, their parabolic arcs. Already signed credits architect, Gaudí sought their own style and we want to cite examples of this style houses Batlló and Mila will certainly be those in helping spirit. So daring were these buildings that the public Barcelona, despite the esteem and prestige of Gaudí, the nickname did not stop and consider the most aberrant. Gaudi’s work was par excellence, however, the expiatory temple of the Holy Family, a work to which he devoted a major part of his life and he worked at length in his last 12 years of existence. There is an ongoing movement for the beatification of Gaudí by the Catholic Church promoted since 1992 by a secular association. Beatification The Vatican is an ongoing process of beatification of Gaudí, after the close of the diocese in 2003, all documents with the positio of his biography went to Rome to be submitted to the Congregation for the Causes of Saints. To the Archbishop of Barcelona and President of the Commission of the Patronage of the Holy Family, Cardinal Martínez Sistach, “Gaudí was a great Christian. He was a Franciscan spirituality, love and contemplation of the beauties of nature, images of the beauty of the Creator.”

25/06/2012 Posted by | Cultura, Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Memórias do amanhã

Temos a tendência de imaginar que o futuro será melhor. Estudo revela que ao nos lembrarmos do que pensamos no passado nos inclinamos a tomar melhores decisões

Um novo estudo publicado na edição de janeiro deste ano de Psychological Science pode explicar por que somos todos tão otimistas sobre os tempos que (acreditamos que) estão por vir. Uma equipe de psicólogos experimentais, liderados por Karl K. Szpunar, pesquisador da Universidade Harvard, criou um método para produzir simulações futuras, usadas para estudar as características e a permanência desses fenômenos mentais. Szpunar e seus colegas começaram registrando detalhes biográficos reais lembrados por universitários. Alguém poderia, por exemplo, contar aos pesquisadores sobre tomar uma cerveja com uma amiga no bairro onde mora, emprestar um livro ao primo ou comprar um aparelho de televisão durante a liquidação anual do shopping.

Uma semana depois, os pesquisadores reviram todas as pessoas, lugares, situações e objetos de passados recentes e remotos citados pelos voluntários e misturaram tudo. Apresentaram aos estudantes combinações aleatórias de suas lembranças e os instruíram a pensar em cenários imaginários futuros. Seria possível, por exemplo, a pessoa imaginar uma cena positiva na qual estivesse se divertindo com o primo no bar; um cenário negativo em que estivesse discutindo com o primo por causa de um livro, com a TV ligada ao fundo; e uma simulação neutra, na qual o voluntário estivesse comprando um livro no shopping.

Depois, os psicólogos testaram as lembranças dos voluntários sobre esses cenários futuros, fornecendo-lhes dois dos três detalhes digamos, o bar e o primo, e pediram que completassem o detalhe que faltava no caso, a televisão, para recriar a cena simulada. Foram aplicados testes em alguns dos estudantes dez minutos após eles terem imaginado futuras situações e avaliados outros participantes no dia seguinte. A proposta era descobrir se o conteúdo emocional dos futuros imaginados – positivo, negativo ou neutro – influía para que fossem mais ou menos fixados.

Os resultados foram intrigantes: após dez minutos, os voluntários conseguiam recordar todas as simulações igualmente bem. Um dia depois, porém, detalhes de cenários negativos eram muito mais difíceis de ser resgatados que os dos positivos ou neutros.

Essa descoberta é consistente com o que se sabe a respeito de lembranças negativas – tendem a desaparecer mais rapidamente que as positivas –, reforçando a ideia de que, de fato, prevalece a idealização do passado. Assim, as versões negativas do que está por vir desaparecem com o tempo, enquanto as positivas permanecem – deixando, no balanço, basicamente uma visão predominantemente rósea do amanhã. Esse processo pode acarretar ilusões, mas parece sinal de saúde psíquica. É importante lembrar, por exemplo, que pessoas que sofrem de depressão e outros transtornos de humor tendem não apenas a ruminar os acontecimentos negativos passados, mas também a antever cenários tristes. Adultos psicologicamente saudáveis costumam ser otimistas sobre o que o futuro lhes reserva. Talvez seja um processo adaptativo imaginar o pior, de vez em quando, para em seguida nos esforçarmos para driblar o que pode ser evitado – para, posteriormente, deixarmos fantasmas que não podem ser combatidos desaparecer aos poucos.

Wray Herbert: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Memories of Tomorrow

We tend to imagine that the future will be better. Study reveals that by remembering the past than we think we tend to make better decisions A new study published in the January issue of Psychological Science this year may explain why we are all so optimistic about the times that (we believe) to come. A team of experimental psychologists, led by Karl K. Szpunar, a researcher at Harvard University, created a method for producing future simulations, used to study the characteristics and permanence of these mental phenomena. Szpunar and his colleagues began recording actual biographical details remembered by students. One could, for example, tell the researchers about a beer with a friend in the neighborhood where he lives, lending a book to his cousin or buy a television set during the annual settlement of the mall. A week later, the researchers reviewed all the people, places, situations and objects of recent and remote past mentioned by volunteers and mixed everything. Students had random combinations of memories and instructed to think of imaginary future scenarios. You could, for example, the person imagine a scene in which positive was having fun with his cousin at the bar; a negative scenario that was arguing with his cousin because of a book with the TV on in the background, and a simulated neutral in which the volunteer was buying a book at the mall. Then the psychologists tested the volunteers’ memories about these future scenarios, providing them with details two of the three say, the bar and cousin, and asked them to complete the detail that was lacking in this case the television in order to recreate the scene simulated. Tests were used in some of the students ten minutes further after they have imagined situations other participants and evaluated the following day. The proposal was to discover whether the emotional content of the imagined future – positive, negative or neutral – influía to be more or less fixed. The results are intriguing: after ten minutes, the volunteers were able to recall all the simulations equally well. One day later, however, details of negative scenarios were more difficult to be rescued from the positive or neutral. This finding is consistent with what is known about the negative memories – tend to fade faster than positive – reinforcing the idea that, in fact, the prevailing idealization of the past. Thus, the negative of what is to come away with time, while the positive remains – leaving on the balance sheet basically a mostly rosy view of tomorrow. This process can lead to illusions, but it seems a sign of psychic health. It is important to remember, for example, that people suffering from depression and other mood disorders not only tend to ruminate negative past events, but also sad to envision scenarios. Psychologically healthy adults tend to be optimistic about what the future holds. It may be an adaptive process to imagine the worst, from time to time, to then strive to get around what can be avoided – to then let ghosts that can not be tackled gradually disappear.

24/06/2012 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Para que serve uma relação?

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara o omelete, para ter alguém com quem viajar para um pais distante, para ter alguém com quer ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores, um do outro, num momento de melancolia, e cobrirem o corpo, um do outro, quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro ao médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho, e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois

Drauzio Varella: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

What is a relationship?

A relationship has to serve to make you feel 100% comfortable with someone else, feel free to agree to disagree with her and her to have sex without touch-me-not, or to fall asleep right after dinner, preached. A relationship has to serve so you have to go to the cinema hand in hand, to have someone install the new sound while you prepare the omelet, to have someone to travel to a distant country, to have someone who wants to remain silent without which none of them bother with it. A relationship has to be used to sometimes stimulate you to produce, and often encourage you to be the way it is, face flushed and beautiful in its own way. A relationship has to serve one another and feel supported in their concerns, to teach trust, respect the differences that exist between the people and should serve to make the two have fun too, even at home, especially at home. A relationship is used to cover the cost of each other in a tightening torque, and to cover the pain from one another at a time of melancholia, and cover the body from one another when the cover down. A relationship has to be used to monitor the other one to the doctor to forgive one another’s weaknesses, to open a bottle of wine, and the other to open the game, and for both open to the world, aware of that the world is not limited to two.

22/06/2012 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Provações

Assim como as pedras são polidas pelo atrito, as provações tornam o homem brilhante.

Provérbio Indiano

As the stones are polished by friction, the trials become a rich man.

Indian Proverb

22/06/2012 Posted by | Provérbios | Deixe um comentário

A cor do copo

O vinho nada mais é que um alimento que passa por diversas mudanças ao longo de sua vida. E a cor da bebida pode contar um pouco dessa história.

A cor dos vinhos é resultado dos pigmentos presentes na casca da uva, as antocianinas, que ficam em contato com o mosto durante a prensa e a fermentação das uvas. Mas cada variedade, tem sua pigmentação típica, mais uma das características que diferencia cada cepa e torna seu vinho único.

A gama de cores dos vinhos brancos vai do amarelo-pálido para o âmbar, e os vinhos tintos variam do púrpura ao marrom. Os vinhos rosés podem ser salmão quando mais jovens, e de casca de cebola quando mais envelhecidos. A mudança da cor está ligada a idade do vinho: os vinhos tintos e rosés ficam mais claros com o passar do tempo, enquanto os brancos tornam-se mais escuros.

O processo de observação da cor ajuda a descobrir características do vinho, como quão tânico ele é de acordo com a intensidade da cor, ou sua idade pela opacidade da bebida. Deve-se olhar o copo de cima para baixo, mantendo-o inclinado mais ou menos 45º contra um fundo branco. As cores secundárias do vinho, aquelas observadas da borda para o centro do copo: quanto menos variações houver, mais jovem é o vinho. Outro indicativo que a coloração pode dar sobre o vinho é a respeito da sua conservação: quando a bebida é bem acondicionada, mantém sua cor jovem por mais tempo, ao passo que o mau armazenamento da garrafa acarreta em cores “velhas”, como o vermelho-tijolo.

Apesar do ditado “em cavalo dado não se olha os dentes”, saber a idade do vinho não é proibido, e faz a diferença na hora de apreciar cada rótulo.

Wine Spectator: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

The color of the glass

The wine is nothing more than a food that goes through many changes throughout its life. And the color of the drink that can tell a little story. The color of wine is the result of pigments present in grape skins, anthocyanins, which are in contact with the juice during the pressing and fermentation of the grapes. But each variety has its typical pigmentation, most of the features that differentiate each strain and makes its unique wine. The color range of white wines ranges from pale yellow to amber, and red wines ranging from purple to brown. Rosé wines can be as young salmon and onion peel when more aged. The color change is related to age the wine red wines and rosé become clearer in the course of time, while the white becomes darker. The process of observation of color characteristics helps to uncover the wine, such as tannic how it is according to the intensity of the color, opacity or their age by the beverage. One should look to the cup top to bottom, keeping it inclined about 45 ° against a white background. The secondary colors of wine, those observed edge to the center of the cup: the less variation there is, is the younger wine. Another indication that the color can take on wine is about conservation, when the drink is well-conditioned, maintains its youthful color for longer, while the poor storage of the bottle carries color “old” as the red -brick. Despite the saying “at does not look a gift horse in the teeth”, to know how old the wine is not prohibited, and makes a difference in time to enjoy each label.

21/06/2012 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário

Sua taça de vinho tinto parece ter sabores que você não consegue identificar?

Cranberry (ou oxicoco), raspberry (ou framboesa), black currant (ou cassis), blackberry (ou amora negra) e blueberry (ou mirtilo) são frutas tipicamente europeias, mas podem ser encontrados traços nos vinhos, em virtude da origem das variedades.

Strawberry é o nosso já conhecido morango, plum é ameixa, e jam, que significa geleia, representa a fruta mais madura, com alta concentração de açúcar.

Agora é só encher a próxima taça e tentar desvendar os aromas e sabores do vinho.

Wine Spectator: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

His cup of red wine seems to have flavors that you can not identify?

Cranberry (or cranberry), raspberry (or raspberry), black currant (or cassis), blackberry (blackberry or black) and blueberry (or bilberry) fruits are typically European, but traces can be found in wines, based on the origin of varieties . Strawberry is our familiar strawberry, plum is plum and jam, jelly meaning, represents the most mature fruit with high sugar concentration. Now just fill the next cup and try to unravel the aromas and flavors of wine

20/06/2012 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário

Microsoft anuncia tablet próprio, o Surface, com teclado de 3 mm de espessura

A Microsoft anunciou um tablet próprio, o Surface, com sistema Windows 8, num evento nesta segunda-feira em Los Angeles, nos EUA.

O equipamento vem com um teclado de 3 milímetros acoplável, além de um suporte. Também inclui uma caneta digital.

O teclado é embutido na capa que recobre o Surface, a Touch Cover, que terá várias opções de cor.

O Surface tem tela de 10,6 polegadas. Há duas versões, uma com Windows RT (uma versão do Windows 8) e outra com Windows 8 Pro.

A com Windows RT tem peso de 676 g e 9,3 mm de espessura, com opções de espaço interno de 32 Gbytes e 64 Gbytes.

A com Windows 8 Pro tem 903 g, 13,5 mm de espessura e opções de espaço interno de 64 e 128 Gbytes.

Todas as opções têm entrada USB.

O Surface virá com o pacote Microsoft Office. Ainda não foram definidos preços.

Mashable: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Microsoft said tablet itself, the Surface with pad 3 mm thick

Microsoft announced a tablet itself, the Surface with Windows system 8, an event on Monday in Los Angeles, USA.  It comes with a 3 mm attachable pad, and a support. It also includes a digital pen.  The keyboard is built into the hood that covers the Surface, Touch Cover, which will have several color options. The Surface display is 10.6 inches. There are two versions, one with Windows RT (a Windows version 8) and another with Windows 8 Pro  The Windows RT has a weight of 676 g and 9.3 mm thick, with options for internal space of 32 Gbytes and 64 Gbytes.  The Windows 8 is Pro 903 g, 13.5 mm thick and options internal space 64 and 128 Gbytes.  All options have the USB port. The Surface will come with the Microsoft Office suite. Prices have not yet been defined.

18/06/2012 Posted by | Tecnologias | Deixe um comentário

Corrida em jejum, certo ou errado?

São muitos os corredores que madrugam para se exercitar antes de começarem suas atividades diárias no trabalho. Uma boa parte sai para correr em jejum, por falta de fome pela manhã ou tempo. Há aqueles que acham que correr em jejum pode ajudar a emagrecer. A ideia é acelerar o metabolismo. Porém, vários especialistas descartam esse hábito.

Cientistas citam 33 estudos sobre o tema que não encontram tantos benefícios assim na prática da corrida em jejum, por várias razões.  Uma delas é que a perda de fibra muscular se acelera quando corremos em jejum. A solução: ingerir uma pequena quantidade de alimento, como pão, bolacha e um copo de suco para ativar o metabolismo.

Os entusiastas da corrida pela manhã ainda argumentam que o metabolismo da gordura é acelerado quando você corre com o estômago vazio porque os depósitos de glicogênio do corpo estão vazios.  E você, o que acha?

Runners USA: Author

Haroldo Wittitz: Editor and Publisher

Race fasting, right or wrong?

Many runners who madrugam to exercise before they begin their daily activities at work. A good portion goes to run fast, for lack of time or hungry in the morning. There are those who think they run fast can help you lose weight. The idea is to speed up metabolism. However, many experts dismiss this habit. Scientists cite 33 studies on the subject that there are so many benefits in the practice of fasting race for several reasons. One is that the loss of muscle fiber accelerates when we ran fast. The solution: eat a small amount of food such as bread, biscuits and a glass of juice to activate metabolism. The morning of the race enthusiasts still argue that fat metabolism is accelerated when you run on an empty stomach because the body’s glycogen stores are empty. And you, what do you think?

18/06/2012 Posted by | Fitness | Deixe um comentário

Providência Divina ou Coincidência: Você decide.

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém  .

O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa – mas ele não dispunha de tanto tempo.

Indeciso e impaciente pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.

Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.

Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador.

Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera.

O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s… Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou-se do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.

Certamente ele ainda estava na pizzaria.

Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.

A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.

As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada

Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma

Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários

Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda

Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu ‘salvador’ entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo

Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.

Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.

O senso de gratidão fez com que se esquecesse da importante reunião que o aguardava.

Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado. Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.

Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera.

Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida.

Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.

Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.

Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.

Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica à uma hora de avião de Nova Iorque.

Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito ‘Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila ‘

Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.

Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo – e deixou de ir trabalhar.

Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.

Por Rabino Issocher Frand

Divine Providence or Coincidence: You decide.

On Thursday, nine days, between one meeting and another businessman took the opportunity to go for a quick snack at a pizza parlor on the corner of Jaffa and Melech George in downtown Jerusalem.

The establishment was overcrowded. Immediately upon entering the pizzeria, Moses realized he would have to wait long in a long line, if you really wanted to eat something – but he did not have much time.

Indecisive and impatient began to zigzag around the counter orders, hoping that some solution to fall from the sky.

Sensing trouble from abroad, an Israeli asked him if he would accept to get in line in front. More than gratefully accepted Moses. He made his request, ate quickly and walked toward his next meeting.

Less than two minutes after he left, he heard a terrifying roar.

Startled, he asked a boy who came down the same road he had to go through what happened.

The young man said that a bomb had just detonated a bomb at the Sbarro pizzeria `s … Moses was white. For two minutes he had escaped the attack. Just remembered the Israeli man who had offered him a place in line.

Certainly he was still in the pizzeria.

That guy saved his life and could now be dead.

Frightened, she ran to the scene of the attack to see if the man needed help. But he found a chaotic situation on site.

Islamic Jihad’s suicide bomb filled with thousands of nails to increase its destructive power. In Terrorist, twenty-three, eighteen other people died, including six children. About ninety other people were wounded, some in critical condition.

The chairs were scattered about the restaurant’s sidewalk

People shouted and jostled in the street, some in panic, trying to help others in some way

Among the wounded and dead straight on the floor, bloodied victims were rescued by police and volunteers

A woman with a baby covered in blood begging for help

An additional device was already being dismantled by the army. Moses sought his ‘savior’ of endless sirens but could not find it

He decided he would try in every way to know what happened to the Israeli who had saved his life. Moses was alive because of him.

Needed to know what happened, if he needed some help and, above all, thank you for your life.

The sense of gratitude made to forget the important meeting that awaited him.

He began to walk the hospitals in the region, where the wounded had been taken in the attack. Israel has finally found a bed in a hospital. He was injured but did not run the risk of life.

Moses spoke to the son of man, who was accompanying his father, and told all that had happened.

He said he would do whatever was necessary for him. That was extremely grateful to this man and that he owed his life.

After a few moments, Moses parted the boy and left his card with him. If his father needed help of any kind, the young should not hesitate to communicate it.

Almost a month later, Moses received a phone call at his office in New York that boy, telling his father needed an emergency operation.

According to experts, the best hospital for that delicate surgery in Boston, Massachusetts.

Moses did not hesitate. She arranged everything so that the surgery was performed within a few days. Furthermore, he insisted on going personally receive and track your friend in Boston, which is one hour by plane from New York.

Maybe someone else had not done so much effort just for the sense of gratitude. Another person might have said ‘After all, he had no intention to save my life: just offered me a place in line’

But not Moses. He felt deeply grateful, even a month after the attack. And he knew how to return a favor.

That morning of Tuesday, Moses was personally accompany your friend – and left to go to work.

Thus, shortly before nine o’clock that day September 11, 2001. Moses was not in his office at 101. Floor of the World Trade Center Twin Towers.

18/06/2012 Posted by | Artigos | Deixe um comentário

O Julgamento

Pouco importa o julgamento dos outros.

Os seres são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas, satisfazê-los.

Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro.

Dalai Lama

The Judgment

Never mind the judgment of others.

Beings are so contradictory that it is impossible to meet their demands, to satisfy them.

Keep in mind just being authentic and true.”

18/06/2012 Posted by | Pensamentos, Reflexões | Deixe um comentário