PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Dia Nacional da Mulher

a mulher idealSomos o sexo belo.
Não precisamos usar gravatas.
Sentar de pernas cruzadas não dói.
Se resolvermos exercer profissões predominantes masculinas, somos pioneiras, eles bichas.
Nossa inteligência é compatível com a de qualquer homem, mas nossa aparência é melhor.
Se matarmos alguém, e provarmos que foi na TPM, é atenuante.
Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço, mesmo com 6 bilhões de neurônios a menos.
Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo.
Sempre sabemos onde estão as meias.
Se casarmos com o herdeiro do trono, seremos rainhas.
Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias.
Somos nós que decidimos quanto à reprodução.
Sentimos o bebê mexendo.
Amamentamos.
Temos 4 meses de licença maternidade.
Sempre estamos presentes no nascimento dos filhos.
Somos a estrela no casamento.
Alguém já ouviu falar em muso inspirador?
Vivemos mais.
Somos mais resistentes a dor e as infecções.
Podemos dormir com uma amiga sem ser chamada de lésbica.
Não investigamos barulhos suspeitos à noite.
Somos mais sensíveis.
Temos um dia internacional.
E por último, fazemos tudo que um homem faz, e de salto alto! M-a-r-a-v-i-l-h-a!
Feliz dia Nacional da Mulher!

30/04/2014 Posted by | Lembranças do Dia | 2 Comentários

Dia Internacional do Jazz

Hoje é comemorado o Dia Internacional do Jazz.
A data foi criada pela UNESCO e anunciada pelo pianista e embaixador da boa vontade da Unesco, Herbie Hancock.
Em 2012 foi celebrado pela primeira vez o Dia Internacional do Jazz. A comemoração tem como objetivo relembrar a importância deste género musical e o seu contributo na promoção de diferentes culturas e povos ao longo da história. O jazz está associado à luta pela liberdade e a abolição da escravatura.
O jazz teve origem nos Estados Unidos da América, através da comunidade afro-americana no século XIX, tendo-se popularizado nas primeiras décadas do século XX. New Orleans é reconhecida como a cidade onde nasceu o jazz.

30/04/2014 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Aprendendo a ser otimista

enchergar-_1368830379736Dicas essenciais para mudar o seu estado de espírito, elevar o seu discurso positivo diante das adversidades e ajudá-lo a elevar a sua condição do vencedor

Ser otimista é a coisa mais difícil do mundo. Ainda mais quando você cresceu em meio a inúmeras dificuldades desde criança e acabou absorvendo os mesmos modelos mentais negativos dos seus pais. Por isso, não é tão simples quebrar um padrão, remar contra a maré e mudar o discurso de uma hora para outra.

A mente humana é infestada de “nãos”. A maioria das pessoas foi acostumada a ouvir não desde que começou a entender as primeiras palavras. Não mexa! Não corra! Não grite! Posso sair? Não! Posso brincar na chuva? Não! Posso ir pra balada? Não! Posso pegar o carro? Não! Já posso transar? Claro que não!

As estatísticas não mentem. São mais de cem mil “nãos” até atingir a maioridade e, assim mesmo, você continuará ouvindo “nãos” por um bom tempo. Quando não quiser mais ouvir do pai e da mãe, ouvirá do cliente, do chefe, da esposa, do marido, dos filhos e da sociedade.

Não é à toa que você incorpora o não e acaba resignado, conformado em alguns aspectos. Ouvir um não atrás do outro se torna tão corriqueiro que muitos acabam perdendo aquela capacidade de resiliência de quando ainda eram crianças birrentas que conseguiam tudo na base do choro e da persistência.

Eu odeio ouvir não e, de vez em quando, alterno entre picos de otimismo e pessimismo, mas, se o segundo predomina, procuro me redimir o mais rápido que posso. Tenho consciência de que o pessimismo é nocivo e não vai me levar a alugar algum, ao contrário, pode me distanciar ainda mais dos meus objetivos.

Dessa forma, procuro utilizar as estatísticas a meu favor e tento trabalhar a minha capacidade de resiliência para ouvir um sim a cada dez “nãos”. Já programei a minha mente para isso, como se fosse uma meta a ser alcançada. Um sim a cada dez, depois dois, três e assim por diante.

Apesar dos reveses, qualquer um pode aprender a ser otimista, a menos que você seja pessimista por opção e pensa que mundo conspira contra você. Nesse caso não há muito que fazer, afinal, a escolha já foi feita e somente você tem o poder de mudar suas escolhas.

Quer mudar o seu discurso e aumentar as chances de sucesso na vida pessoal e profissional? Aqui estão algumas dicas essenciais:

1) Procure não alimentar o discurso negativo das outras pessoas; quando você faz isso, reforça ainda mais o seu próprio modelo mental negativo.

2) Evite a companhia de pessoas pessimistas; o que elas mais desejam é um ombro amigo capaz de validar a sua condição. Algumas pessoas simplesmente não querem mudar.

3) Faça o seu próprio inventário de realizações, cole na parte interna do guardarroupas e veja diariamente quantas coisas boas você já conquistou ao longo da vida.

4) Se o não é mais nocivo que o sim, risque o não da sua vida, sem ser irresponsável, e use o não com sabedoria. Exemplo: Não posso comprar agora. Sim, posso economizar e comprar numa condição melhor.

5) Aceite os primeiros “nãos” com naturalidade; faz parte do seu processo de crescimento; quando se trata de vendas, por exemplo, o sim é um doloroso processo de aprendizado que passa por, pelo menos, cinco a dez “nãos” antes de se concretizar.

6) Pare de conspirar no corredor contra a empresa, contra o chefe, contra as pessoas que não concordam com o que você diz; se você não está contente com os resultados alcançados, mude suas atitudes ou, então, mude-se.

7) Visualize suas conquistas todos os dias; imagine-se lá na frente, alcançando um objetivo, conquistando um troféu, recebendo uma homenagem, agindo como se já estivesse fazendo aquilo que você gostaria de fazer.

Não importa se você é empreendedor ou empregado. O pessimismo é um parasita persistente e nocivo e, como tal, adapta-se ao hospedeiro. Tudo o que ele precisa é de uma mente pobre de espírito que se diz incapaz de mudar a sua condição.

Pense nisso e empreenda mais e melhor!

28/04/2014 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Reflexões para Viver

gabriel marquez1De autoria de Gabriel José Garcia Márquez, escritor, jornalista, editor, ativista e político colombiano, e sobretudo um gênio da humanidade, estas reflexões que ele nos deixou devem ser lidas com frequência.

01. Quero-te não por quem és, e sim por quem eu sou quando estou contigo;
02. Nenhuma pessoa merece tuas lágrimas, e se houver quem as mereça, ela não te fará chorar;
03. Só porque alguém não te ama como tu queres, não significa que não te ame com todo o seu ser;
04. Um verdadeiro amigo é quem te dá a mão e te toca o coração;
05. A pior forma de amar alguém é estar sentado a seu lado e saber que nunca o poderás ter;
06. Nunca deixe de sorrir, nem sequer quando está triste, porque nunca sabes quem se pode enamorar pelo teu sorriso;
07. Podes ser somente uma pessoa para o mundo, porém, para alguma pessoa tu és o seu mundo;
08. Não passes o teu tempo com alguém que não esteja disposta a passa-lo contigo;
09. Queira Deus que conheças muita gente errada antes de conheceres a pessoa adequada, para que quando por fim a conheças, possas estar agradecido;
10. Não chores porque já terminou, sorri porque aconteceu;
11. Sempre haverá gente que te desiluda, por isso o que tens de fazer é seguir confiando e ser mais cuidadoso em quem confiares duas vezes;
12. Transforma-te numa pessoa melhor e assegura-te de saber quem és antes de conhecer alguém mais e deixar que essa pessoa te veja como eras; e
13. Não te enfureças tanto, as melhores coisas sucedem quando menos as esperas.

28/04/2014 Posted by | Pensamentos, Reflexões | Deixe um comentário

Pouso Noturno em Congonhas em um Boeing 737 300

Um excelente pouso noturno, totalmente por instrumentos, no Aeroporto de Congonhas considerado por uma revista especializada em aviação, o quinto aeroporto mais perigoso do mundo. Na verdade, um verdadeiro, porta-aviões.

25/04/2014 Posted by | Curiosidades | Deixe um comentário

Homens aprendem

certezasCom o tempo e a experiência, mesmo os lerdos descobrem – um dia – o prazer da reciprocidade

A vida parece curta para o ritmo em que a gente aprende. Demora uma eternidade para que coisas óbvias se apresentem diante de nós em sua clareza elementar. Perdemos décadas da nossa existência no interior de uma grossa névoa de burrice emocional. É somente na virada dos 40 anos, às vezes dos 50, que a luz atravessa as nuvens. Não é tarde, mas é uma pena. Se a compreensão viesse antes, talvez a vida fosse melhor.

Falo por mim, naturalmente.

Haverá quem tenha entendido o mundo desde cedo. Deve haver gente extraordinária que percebe – aos 15, aos 20 anos, talvez aos 30 – que é impossível ter tudo ao mesmo tempo e que a arte da renúncia antecede o gozo. Alguém deve ter percebido, antes de ter cabelos brancos, que comprometer-se (pro-fun-da-men-te) é parte da experiência de ser feliz. Comigo não foi assim.

Falo de homens, claro.

Eles se debatem no interior dos relacionamentos como se estivessem se afogando. A mulher é bacana, a vida é boa, o sexo flui como música de câmera – mas o sujeito soçobra em ansiedade, incapaz de aquietar-se. Seu desejo se multiplica em todos os sorrisos, todos os cabelos, todo quadril largo ou estreito que passe requebrando. Ele muitas vezes nem faz sexo além da cerca, mas sua fidelidade se restringe ao sentido forense da palavra – não há contato físico, mas sobra imaginação e sofrimento, com terríveis consequências.

A relação verdadeira, que começara apaixonada, vai murchando. A sombra da tristeza invade a casa dele, a cama dele, o sorriso da mulher dele. Mas ele não sabe que precisa opor-se a isso. Acredita que o amor tem de brotar pronto e perfeito, sem esforço. Assim, ele desiste. Deixa rolar, broxar, o sentimento esvair-se. É um espontaneísta, afinal. Ou uma anta, como perceberá logo depois. Mas então o barco já terá virado.

No fundo, eu temo, ele queria que desse errado.

Estar casado (ou estar junto, ou ter alguém) era um estorvo. Havia muita coisa acontecendo e ele nunca renunciara. O casamento, (o namoro, a relação) sempre lhe parecera provisório. Tinha vergonha de fazer planos. Sentia-se numa farsa onde faltava algo. Ele achava que era amor. Anos depois, descobriu que era maturidade, comprometimento, empenho. Dele. Não sabia que era preciso dar-se. Talvez nem soubesse como. Criatura bruta e triste, cheia de fome.

Ainda bem que o tempo existe.

Com ele, aprende-se a importância das coisas. Com a soma das experiências repetidas, mesmo um sujeito lerdo – e são quase todos – entende que é preciso cuidar da mulher que ele ama. Não apenas como um objeto de prazer que pode irritar-se e partir. Não apenas como algo que ele pode perder. Mas como uma parte essencial da vida dele, que tem de ser preservada e aprimorada. Com o tempo e com boa vontade, o sujeito aprende a reciprocidade. Mas leva tempo.

25/04/2014 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário

Não ame …

ASTA0001Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba.

Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona.

Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação.

por Madre Teresa de Calcutá

24/04/2014 Posted by | Pensamentos | Deixe um comentário

The Eldredge Knot

Se você está entediado amarrando o mesmo nó de gravata, todas as manhãs, você pode ser inspirado por um nó incrível que com certeza você vai adorar. The Knot Eldredge é, sem dúvida, mais difícil de puxar, mas os resultados são impressionantes. Esta é uma nova maneira de colocar uma gravata. Para torná-lo uma boa aparência você precisa de um laço modelado e … muita prática. The Knot Eldredge foi inventado por um sujeito chamado Jeffrey Eldredge, que inventou o nó em 2008, e, posteriormente, postou seu vídeo para saber como fazê-lo no YouTube – que é apresentado a seguir. Divirta-se!

If you’re bored tying the same tie knot every morning, you can be inspired by an amazing knot that for sure you’ll love it. The Eldredge Knot is, without a doubt, harder to pull but the results are stunning. This is a new way to tie a tie. It is a wide knot so, to pull it off you need a shirt with wide spread. To make it look good you need a patterned tie and… lots of practice. The Eldredge Knot was invented by a fellow named Jeffrey Eldredge, who invented the knot in 2008, and subsequently posted his video for how to do it on YouTube – which is featured below. Enjoy!

24/04/2014 Posted by | Elegância | Deixe um comentário

Conte comigo

13 dicas ...Um poema de Mario Benedetti celebra o amor que não se esgota em festas

Outro dia, em circunstâncias suaves e domésticas, lembrei de um poema do Mario Benedetti que costumava me comover até os ossos. Chama-se Hagamos un trato – Façamos um trato, em português – e fala dos sentimentos de um homem por uma militante política, que ele chama de compañera.

Em linguagem simples e direta, o poema diz, essencialmente, que ela pode contar com ele “não até dois ou até dez”, mas contar com ele, em qualquer circunstância. É um poema de amor que expressa um compromisso político. Ou talvez seja um poema épico suavizado por um toque de amor. Não sei. Vocês leiam e me digam.

Mas é evidente, para mim, que qualquer que tenham sido as intenções do Benedetti, seu poema resume uma verdade essencial: afeto é compromisso. Os problemas do outro passam a ser parte dos meus problemas, minhas dores são em alguma medida as dores dele. Eu cuido dele e ele cuida de mim. Não deixei de ser eu, ele tampouco deixou de ser ele, mas há um projeto que nos vincula e nos torna responsáveis um pelo outro. Voluntariamente. Talvez temporariamente. Mas, enquanto estivemos ligados, será assim.

Se isso parece consistir um fardo, não é. Dividir é bom. Cuidar também é bom. Andamos tão acostumados a pensar de forma egoísta que a ideia de ser responsável pelo outro nos apavora. Temos medo também de depender da atenção e dos cuidados alheios. Mas tem sido assim por alguns milênios e acho bom que continue. Somos indivíduos, inescapavelmente, mas algo em nós anseia por ligar-se e partilhar de uma forma que não seja superficial ou declaradamente provisória. Quando isso acontece, nos sentimos parte de algo maior que o mercado ou as redes sociais. E há um profundo conforto nisso.

Talvez essa seja o sentido atual do “conte comigo” de Benedetti. Ele expressa uma forma de amor que não está na moda. É algo que se manifesta não apenas como partilha de prazer e hedonismo, mas como potencial de sacrifício. O poema nos lembra que não estamos nessa apenas pelo riso e pela noite inesquecível. Às vezes será inevitável sofrer, fazer coisas chatas, deixar de lado vontades e interesses imediatos. Às vezes será necessário abrir mão. Seremos capazes? Espero que sim.

Quando li Hagamos un trato pela primeira vez, por volta de 1995, ele me pareceu uma promessa de amor em meio à guerra. Benedetti, afinal, era um homem de esquerda. Fora exilado pela ditadura militar em seu país, o Uruguai, e sempre voltara seu arsenal de palavras contra ela. Hoje, com outros olhos, o poema me sugere outros sentimentos, que vão além do contexto político.

A palavra compañera, que abre o primeiro verso, tem, para mim, um significado menos militante do que afetivo. Companheira é quem ama, quem fica, quem faz parte. Não se aplica a meteoros cintilantes.

O poema, que antes me parecia tão somente romântico, hoje me comove por sua austeridade. Evoca uma promessa de fidelidade que vai além da exclusividade sexual ou sentimental. “Conta comigo” sugere sentimentos e laços profundos, assim como pessoas capazes de sacrifícios e cuidados. Não é a leveza de sentimentos ou a combustão instantânea que estação recomenda, mas me parece aquilo que muitos querem e precisam. Senão hoje, certamente amanhã, quando seremos um pouco melhores e mais sábios.

24/04/2014 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário

Tarima Monastrell 2011

tarisama monastrel 2011Pela cor, um lindo violáceo, este tinto já mostra que é um desses espanhóis para se apaixonar.

É uma paixão! Pelos taninos deliciosos, lembra muito a Tempranillo. Mas é um Monastrell! Conhecido como Mourvèdre na França, a uva é mais usada em blends do Rhône, poucas vezes é encontrada como monovarietal.

Neste caso, a maestria da vinícola é justamente com essa uva. Este vinho veio de uma vinícola que só planta Monastrell nas montanhas da Alicante, perto do mar. Feito a partir de vinhas com mais de 40 anos, seus sabores são concentrados e deliciosos. Este vinho é um show!

Pense em chocolate escuro, tabaco, cravo, jabuticabas frescas e saborosas que continuam evoluindo na boca. Blueberries num vinho?! É isso mesmo, os famosos mirtilos! Encorpado, escuro, sedoso, com taninos longos e deliciosos que integram perfeitamente com as frutas e especiarias do início.

Robert Parket também adorou este vinho, disse que é “sensacional”.

Graduação alcoólica: 14,5%

24/04/2014 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário