PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Restauração

domA missão de Jesus suscita em seu tempo uma dupla reação: de um lado, o ódio extremo dos seus opositores que, arraigados ao poder, tramam sua execução; e, de outro a admiração dos discípulos que alimentavam secretamente o desejo de ocupar os cargos mais importantes no seu Reino.

Querendo purificá-los de toda a ambição e falsas expectativas, o Senhor lhes anuncia a cruz que lhe espera. Em meio à perplexidade dos Doze, Pedro o repreende. A reação de Jesus é o centro de nossa reflexão: ser discípulo é tomar também sua cruz e renunciar a si mesmo.

Essa renúncia não significa negar o que somos, mas aquilo em que nos transformamos ao longo da vida. Na criação, Deus viu que tudo era bom. O homem é a obra-prima de Deus. No entanto, com o passar do tempo, o pecado foi fazendo conosco o que acontece com as obras de arte. Esmaecidas, ofuscadas pela fuligem e pela intempéries climáticas, vítimas dos agentes poluentes do mundo moderno, submetidas a frequentes reformas, escondendo a beleza original sob espessas camadas de tinta.

Somente um trabalho sério de restauração fará redescobrir a beleza do início, como aconteceu há algum tempo com a Capela Sistina, por exemplo. São Paulo fala desta restauração, convidando-nos a não nos conformarmos (tomar a forma) com o mundo, mas nos transformarmos, renovando nossa maneira de pensar e agir.

Concretamente, esse renunciar pode ser traduzido em pequenas atitudes: dizer não a um convite para ir a um lugar corrompido; não tomar parte em um programa pouco edificante; fugir das drogas que entorpecem, mesmo quando a renúncia possa parecer covardia junto àqueles que, maldosamente insistem em nos corromper; conter a ira quando o sangue sobe à cabeça; dizer não à preguiça, à corrupção, à infidelidade.

Que neste Dia do Catequista, aprendamos com o profeta Jeremias a nos deixarmos guiar pela Palavra que nos compromete ao anúncio com os lábios e com a vida

por Arquidiocese do RJ.

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31/08/2014 Posted by | Espiritualidade | Deixe um comentário

Todos os tipos de infidelidade

in1A infidelidade não é um desvio de caráter, mas um comportamento-padrão a evitar, afirma um psicólogo após estudar milhares de casais

Não engane a si mesmo: traições acontecem, o tempo todo e desde sempre. Clássicos da literatura, como Anna Karenina, de Liev Tolstói, Madame Bovary, de Gustav Flaubert, e O primo Basílio, de Eça de Queiroz, trataram do poder destruidor delas. Mesmo assim, pesquisas mundo afora mostram que o número de adúlteros, entre homens e mulheres, só cresce – talvez porque mais gente traia, talvez porque mais  gente tenha coragem de admitir. Pouco se avançou, porém, em tentar explicar as razões que levam à quebra do pacto de confiança e exclusividade e entender como evitá-la. Em O que faz o amor durar (editora Fontanar, 248 páginas), o americano John Gottman, doutor em psicologia e pesquisador na Universidade de Washington, apresenta uma nova forma de olhar para esse mistério.

Ao lado da mulher, a também psicóloga Julie Schwartz Gottman, ele estuda o comportamento de casais há mais de quatro décadas. Em seu laboratório, analisa a linguagem corporal, as expressões faciais e tudo o que é dito entre milhares de casais. Para ele, existe um padrão de comportamento que leva à quebra do pacto, e há muitas formas de infidelidade independentes da temida traição física. “Nossa cultura relaciona a infidelidade a um desvio de caráter ou falta de disciplina, mas isso não é verdade”, diz Gottman. “A maioria das traições não é causada por desejo sexual, e sim por alguma carência afetiva.”

Para Gottman, trair vai além da intimidade física com outra pessoa. Um relacionamento amoroso convencional é um contrato de confiança, respeito e proteção mútuos. Tudo que viole esse contrato constitui infidelidade. Além da traição física, ele lista outros dez tipos. Um é o “comprometimento condicional”. Consiste em estar com alguém, mas atento a outras oportunidades. “O indivíduo se sente no direito de flertar e de investir em outras pessoas, mesmo comprometido”, diz. Outro tipo é o “rompimento de promessas”. Uma das partes deixa de cumprir algo previamente combinado, como guardar uma parte do salário ou não sair durante a semana (leia os dez tipos no quadro abaixo).

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Apesar das credenciais acadêmicas de Gottman, estudiosos questionam a busca de padrões na infidelidade. “Em relacionamentos, é difícil definir regras que sirvam a todos”, diz  a antropóloga Mirian Goldenberg, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, autora do livro Por que homens e mulheres traem?. Ela estuda a infidelidade há mais de 20 anos. “Nos casos que estudei, cada casal funciona de um jeito, não há um padrão.”

Gottman discorda. Afirma ter detectado um ciclo de ações e reações que mais comumente levam casais a sucumbir a quaisquer desses tipos de infidelidade, inclusive a física. Chama o primeiro estágio de “estado de negatividade”. Tem início quando um dos dois deixa de dar atenção ou apoio ao outro. As situações podem ser as mais variadas – de faltas sérias, como não estar presente na morte de um parente do outro, a descuidados banais, como se esquecer de cumprir uma tarefa doméstica. Quando o sentimento de mágoa por essa falta não é expressado, ele também não é esquecido. O lado magoado passa a provocar o outro. Isso torna os atritos mais frequentes e leva ambos a assumir uma atitude defensiva. A comunicação fica mais difícil e está instalado o estado de negatividade. Começa a segunda etapa do ciclo que leva à traição: as comparações negativas.

Nesse ponto, um dos parceiros compara seu companheiro ao perfil de um estranho na internet, a um colega de trabalho, a um parceiro do passado ou a um amor platônico.

Na maioria das comparações, o cônjuge perde, porque, no estado de negatividade, é difícil perceber e lembrar das qualidades do outro. O distanciamento e a frustração criam o ambiente propício para a traição física e para os outros dez tipos de infidelidade.

A estratégia mais básica para manter um bom relacionamento, segundo Gottman, é evitar iniciar o ciclo, em vez de tentar interrompê-lo depois.

É preciso expressar as emoções e conversar sobre os incômodos. Importa também manter em dia o pacto e as combinações – se uma parte não tem condições de cumprir o combinado, é melhor conversar e mudar o pacto, em vez de desrespeitá-lo continuamente.

No livro, Gottman ensina técnicas que fazem a conversa render, como usar mais “eu” do que “você”. A ideia é mais explicar ao outro o que se sente, menos fazer críticas. Casais devem atentar para todas as formas de infidelidade e considerá-las sinais sérios. Melhor que tentar resistir às tentações é impedir que elas proliferem.

por Natália Spinacé

31/08/2014 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Gratidão

Este belo vídeo de Louie Schwartzberg sobre Gratidão deve ser sempre visto e revisto.

31/08/2014 Posted by | Reflexões, Videobook | Deixe um comentário

A Religião do Amor

deus 9(…) e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.  – Lucas, 15:20

A religião, em todas as épocas, é um reflexo daquilo que os homens entendem a respeito do excelso Pai.

Nesse aspecto residem as raízes do desvios humanos nesse tema: colocar o cérebro acima do coração. Entender Deus é bem diferente de sentir Deus.

Enquanto nos limitamos a colocar Deus em nossas ideais por meio de raciocínios de filosofia profunda, certamente, guardaremos na alma um vazio dilacerante.

Carecemos sentir o nosso Pai Criador. Sua essência é refletida nos recessos sagrados de nossos corações através dos sentimentos elevados.

Aprender a identificar e desenvolver nossa luz pessoal é o caminho para a conexão transcendental.

A leitura de nosso mundo afetivo é o diferencial de quem está em Deus, porque O sente, O entende pela emoção.

Na consciência estão escritas as Leis de Deus, e o sentimento é espelho translúcido no qual são estampadas as mensagens do Pai na direção de nosso progresso pessoal.

Nessa hora de materialismo e perturbação, a humanidade tem sede do divino. Anseia por paz e sossego interior.

A dor faz o homem se dobrar diante de seu próprio orgulho, e o vazio existencial leva-o à mais cruel provação do ato de viver, que é não sentir a vida.

O resultado inevitável dessa tragédia espiritual é a depressão, o tédio, a solidão, a sensação de abandono, o ódio, a vingança, a mágoa de existir, a tormenta do conflito e a infeliz experiência de se sentir consumido por ter de ser quem não é na passarela das vivências sociais.

30/08/2014 Posted by | Espiritualidade | 1 Comentário

Michael Jackson

Nesta data, em 1958, nascia em Gary (USA) Michael Joseph Jackson.
Famoso cantor, compositor, dançarino, produtor, empresário, arranjador vocal, filantrópico, pacifista e ativista americano.
Michael Jackson é considerado o maior artista de todos os tempos segundo o Guinness Book por ter vendido incríveis 1,5 bilhões de gravações em toda a sua carreira e se manter nos charts musicais desde 1969.
Vamos recordá-lo vendo o show ao vivo em New York (2001), onde ele canta Billie Jean.

29/08/2014 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Não é opção, é orientação

mãos dadasMuito se comenta que as novas gerações vêm experimentando relacionamentos sexuais com os dois sexos, para depois decidir (ou não) qual escolher.
Experimentar não é prerrogativas das novas gerações. Além disso, a orientação sexual de uma pessoa não é definida pela sua prática, mas pela atração. Portanto, relacionar-se com alguém do sexo oposto ou do mesmo sexo não significa a hetero ou a homossexualidade. Importa por quem nos sentimos atraídos sexualmente: se por pessoa(s) do sexo oposto ou do mesmo sexo, o que indica orientação hetero ou homossexualidade, respectivamente.

Vale esclarecer que ninguém se torna hetero, homo ou bisssexual por opção ou escolha. Um conjunto de influências de ordem bio-psico-sócio-culturais nos inclina para esta ou aquela orientação (que não é opção). A homossexualidade (assim como a heterossexualidade) consiste, portanto, de uma tendência, para a qual nos orientamos, movidos pela atração.

Durante muitas décadas, prevaleceram os estudos sobre a importância das influências psicológicas nesse comportamento. Atualmente, cada vez mais os pesquisadores acreditam que nascemos com uma predisposição genética para esta ou aquela preferência sexual, sobre a qual se somam elementos educacionais, sociais e psicológicos, moldando a hetero, a homo ou a bissexualidade, entre tantas outras características sexuais.

Pesquisas sugerem que alguns fatores, os quais vão determinar a orientação sexual, estão presentes desde cedo, mesmo antes do nascimento. Há cerca de vinte anos, os estudos apontavam para uma região do cromossomo X (locus xq28), a qual influenciaria a orientação sexual. Recentemente, um rastreamento do genoma humano retomou essa influência genética, ao localizar outras regiões com genes candidatos à predisposição para a homossexualidade, nos cromossomos 7,8 e 10.

Mais fatores biológicos são implicados na determinação da orientação sexual: a exposição a hormônios durante a vida intrauterina, o número de irmãos do sexo masculino que antecedem o seguinte (resultante em resistência materna aos androgênios), o uso de medicamentos que modificam os níveis de testosterona na circulação da gestante. Há evidências científicas de que esses níveis influenciam o desenvolvimento de determinadas áreas do cérebro, como o hipotálamo, parcialmente responsável pela atração sexual. Estudos com ressonância magnética funcional comprovam que o hipotálamo de homens homossexuais possui características mais similares ao de mulheres do que de homens heterossexuais.

Finalmente, a epigenética explica que um único gene não responde pela definição da orientação sexual, mas são os mecanismos de regulação de androgênios (hormônios masculinos) que favorecem ou impedem a expressão de genes associados ao desenvolvimento dessa orientação. Estes genes seriam, portanto, regulados por marcas epigenéticas, que fazem parte da variação normal, transmitindo-se a novas gerações.

Há pessoas que se tornam cronologicamente adultas sem chegar a uma definição de sua orientação sexual, o que depende também do amadurecimento afetivo-emocional. Contudo, ter algumas experiências com alguém do mesmo sexo, ao longo da vida, é totalmente diferente de ser um homossexual absoluto, conforme já argumento Kinsey, em meados do século XX. Quem não assistiu ao filme sobre este pesquisador, deve fazê-lo.

A diversidade sexual, como todas as outras, merece respeito e mais conhecimento. A discriminação velada é tão negativa quanto a explicita. E só debelada se, a partir da família, as diferenças forem conhecidas e respeitadas.

por Carmita Abdo

29/08/2014 Posted by | Sexo | Deixe um comentário

Como comprar um Bordeaux

Vinhos 12Antes de tudo, vamos entender como Bordeaux funciona. A região está dividida por três rios: o Dordogne, o Garone e o Gironde, que é uma junção dos outros dois. Esses três rios dividem Bordeaux em três partes: a Margem Direita, a Margem Esquerda e o Entre-Deux-Mers. Cada uma dessas partes tem várias outras denominações, e é por elas que você vai viajar agora.

Escolha o tipo de vinho que você procura e descubra em qual região de Bordeaux vai encontrar!

Margem Esquerda
É na Margem esquerda de Bordeaux que temos a cidade de Bordeaux, o centro comercial da região vinícola. As principais áreas ficam ao sul e ao norte da cidade.

Vinho de sobremesa
Se o que você quer é um delicioso vinho doce e licoroso, a região que deve focar é Sauternes e Barsac, consideradas as melhores do mundo para esse tipo de vinho. Estão localizadas a cerca de 40 Km ao sul da cidade de Bordeaux, e possuem um micro-clima muito particular, que propicia o aparecimento do fungo Botrytis Cinérea. Esse fungo é responsável pelo famoso vinho de sobremesa Sauternes. A principal casta dessas regiões é a Sémillon.

Os vinhos de Sauternes e Barsac são brancos, de doçura excepcional e reconhecidos no mundo todo como o top dos vinhos de sobremesa. Outra região da Margem Esquerda que você pode apostar para comprar um bom vinho de sobremesa é Cérons.

Vinho tinto encorpado
Procurando um bom vinho encorpado? As regiões de Bordeaux que vão te ajudar são Médoc e Graves. Em Médoc, que significa “terra do meio”, o solo quente é perfeito para a maturação da Cabernet Sauvignon, trazendo vinhos que, além de encorpados, são robustos e com um bom potencial para guarda.

Já Grave é a região que fica abaixo da cidade de Bordeaux, acompanhando o curso do rio Garonne. O solo é mais argiloso e arenoso, o que traz bastante corpo para seus tintos.

Branco ou tinto, o que importa é ser mineral
Então, a região certa pra você é Pessac-Léognan. Ela é famosa tanto por seus tintos quanto por seus brancos. As principais castas são a Sauvignon e a Sémillon, e os vinhos são característicos pelos toques minerais, aromas de terra fresca e tabaco.

Margem Direita
Vamos para o outro lado!

Eu amo Merlot…

A palavra “merlot” está intimamente associada com a palavra “Margem Direita”, e ainda mais com a palavra “Pomerol”: as regiõs de Pomerol e Lalande-Pomerol têm essa casta como o personagem principal do seu show, por conta do solo de calcário, areia e argila. Produzem vinhos redondos, macios e de rápida evolução. Se o que quer é um bom Merlot, encorpado mas também elegante, com aromas de caça e madeira, aposte em Pomerol.

Vinho tinto elegante
Se são vinhos com “finesse”, elegância e ataque macio que quer, aposte em Saint-Émilion. Os vinhos dessa região foram descritos pelo Rei Louis XIV como “néctar dos deuses”. É a maior apelação de Bordeaux, com mais de 5000 hectares de videiras, produzindo vinhos de classe e que adquirem um bouquet muito rico, com a idade.

Vinho bom e mais em conta
Quer um vinho de qualidade, mas que pese menos no bolso? Entre as denominações menores de Bordeax, são as de Fronsac e Canon-Fronsac que têm a melhor reputação de qualidade e preço. Assim como Pomerol e Saint Émilion, Canon-Fronsac e Fronsac produzem vinho tintos, robustos e surpreendentes, com predominância da Merlot.

Outra opção em conta é a região de Côtes de Blaye (também chamada de Côtes de Blayais), que produz ótimos vinhos brancos vivos e vinhos tintos leves, para serem bebidos jovens.

Entre-Deux-Mers
Apesar de significar “Entre dois mares”, a tradução literal dessa região deveria ser “Entre dois rios”, pois é na área do meio de Bordeaux que ela de encontra.

Vinho branco
Tá cansado de tinto? Quer saber onde encontrar um bom branco em Bordeaux? A região Entre-Deux-Mers é o local certo. Não se confunda: essa denominação tem o mesmo nome da região maior que também abriga as sete denominações que falaremos abaixo, mas essa é especificamente a área triangular abraçada pelos rios Garone e Dordogne.

A denominação de Entre-Deux-Mers é famosa pelos vinhos brancos secos, feitos com uma clássica mistura das uvas Sauvignon Blanc, Sémillon e Muscadelle. São frescos, vivos e frutados, e devem ser bebidos jovens.

Vinho frutado
Quer um bom toque de frutas no seu vinho? As regiões “frutíferas” que procura são Graves de Vayres e Premiéres Côtes de Bordeuax.

A primeira produz vinhos leves e com bastante fruta, das vermelhas às amarelas, produzindo também um pouco de vinho branco. A segunda tem a Merlot, Cabernet Sauvignon e Franc como castas principais, e, além de serem frutados, são vivos e com corpo suficiente para ser consumidos entre 3 a 5 anos.

Vinho de sobremesa mais em conta
Se quer fugir da ostentação do Sauternes, o Entre-Deux-Mers oferece outras três regiões que produzem vinhos de sobremesa fantásticos. São menos potentes e concentrados que os Sauternes, mas também têm muita qualidade. Grave esses nomes: Loupiac, Saint-Croix-du-Mont e Cadillac.

Para saber mais o que o espera, Loupiac traz vinhos de sobremesa mais frescos; Saint-Croix-du-Mont traz vinhos mais frutados, com destaque ao pêssego; enquanto Cadillac tem estilos que vão do rico e exótico ao meio-doce.

Vinho raro
Se exclusividade e uma boa história pra contar é o que você procura, a região certa é Saint-Macaire. Lá, existe uma casta (que tem o mesmo nome) que está quase extinta. Ela nasceu nessa região de Bordeaux e, apesar de ser difícil de achar, é lá que você tem mais chances, pelo menos dentro da França.

Variedades
Sainte-Foy-Bordeaux produz desde vinhos tintos frutados até brancos de sobremesa. Vale a pena experimentar essa região pouco falada de Entre-Deux-Mers.

O que isso significa?

Algumas palavras que aparecem em rótulos de vinhos de Bordeaux podem te deixar confuso. Veja o que significam.

Cru – Em Bordeaux, o termo “cru” é o mesmo que “terroir”, uma faixa de terra que produz vinhos, que se diferenciam de seus vizinhos, e reproduzem as mesmas características em seus vinhos, com o decorrer dos anos. Como na França o terreno da videira é considerado uma das coisas mais importantes para a produção de um vinho, criou-se uma espécie de classificação para diferenciar vinhos de maior qualidade, de acordo com seus “crus”. Cada região tem uma qualificação diferente, mas o básico é saber que vinhos “Premier Cru” e “Grand Cru” são os que receberam a maior qualificação nesse quesito.

Bordeaux Simples e Bordeaux Superior – Além de serem classificados pelos “crus”, os vinhos de Bordeaux também são classificados com relação à sua qualidade e ao vinho em si. Um Bordeaux Superior é um vinho feito com castas melhores, que vêm de vinhedos que já receberam o título de Denominação de Origem e geralmente passou por barricas de carvalho. Um Bordeaux Simples, o próprio nome já diz, é simples – mas isso não significa que tenha pouca qualidade, pois um vinho pode ser simples mas muito bem feito.

29/08/2014 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário

My Sweet Lord

Este foi um show em tributo a George Harrison, com a música My Sweet Lord, com Billy Preston no vocal e no piano, na guitarra acústica Erick Clapton e o filho do George Harrison, no orgão Paul MacCartney, na bateria Ringo Star e Phill Collins entre outros…. Vale a pena ver.

28/08/2014 Posted by | Songbook | Deixe um comentário

Dia Nacional do Voluntariado

dia do voluntárioNesta quinta-feira (28) comemora-se o Dia Nacional do Voluntariado.

Parabéns a todos que doam sua dedicação e seu tempo para uma instituição ou uma causa sem pedir nada em troca.

Em geral, o trabalho dessas pessoas beneficiam instituições filantrópicas que contam com a força da caridade para continuar funcionando.

28/08/2014 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Quatro maneiras de acelerar o metabolismo

metabolismo1Para a maioria das pessoas o metabolismo diminui progressivamente após os 40 anos.
Veja quatro maneiras de acelerar o metabolismo:

1) Apimente a comida e tome café: Comidas apimentadas têm compostos químicos naturais que ajudam a aumentar o metabolismo. O efeito pode ser temporário, mas o consumo frequente aumenta os benefícios. E com o café acontece o mesmo: a cafeína ajuda a reduzir a sensação de cansaço e aumentar a resistência durante o treino.

2) Beba bastante água: O corpo precisa de água para processar calorias: em um estudo recente, adultos que bebiam oito ou mais copos de água por dia queimaram mais calorias do que aqueles que bebiam quatro. Para ser manter hidratado, beba um copo d`água antes de cada refeição e lanche frutas e vegetais frescos.

3) Coma entre as refeições: Comer mais vezes por dia pode ajudar a perder peso. Grandes intervalos entre as refeições fazem com que o metabolismo fique mais lento neste período. Um pequeno lanche a cada três ou quatro horas aumenta a queima de calorias ao longo do dia.

4) Crie mais músculos: O corpo queima calorias mesmo sem fazer nada. E essa taxa metabólica de repouso é muito maior em pessoas com músculos. Cada quilo de músculo usa cerca de seis calorias por dia apenas para se sustentar, enquanto cada quilo de gordura queima apenas duas calorias diárias.

25/08/2014 Posted by | Fitness, Saúde | Deixe um comentário