PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

The Sound Of Silence

A bela música The Sound Of Silence de Simon & Garfunkel

30/11/2014 Posted by | Songbook | Deixe um comentário

Oração da nau à deriva

nauSenhor, este mar indeciso e muitas vezes encapelado em que estou perdida, dá-me alguma certeza de que existe uma rota firme e fixa, de que o trajeto correto é possível e de que no fim desse nevoeiro me espera uma luz positiva, uma luz boa, não apenas promessas e palavras vãs, mas realidades necessárias para que eu sobreviva com minha preciosa carga humana, moral e material de tantos bens  que vêm sendo mal cuidados.

Dá-me, Senhor, uma tripulação competente, com alta perícia, que me tire destas dificuldades  e aflições, e me faça retornar ao que devo ser: um barco singrando águas promissoras, com possibilidade de sucesso. crescimento, bem-estar e felicidade para os milhões de passageiros que confiam em mim, e pelos quais sou responsável. Pois, no nevoeiro, e com tantas nuvens de tempestade ameaçando, talvez rochedos fatais debaixo da linha d´água, tenho medo de soçobrar.

Dá-me, Senhor, um timoneiro experiente, sério honrado, de pulso firme e ideias claras, coerente, decidido, que saiba o que faz e que deseje fazer o que é preciso para corrigir os rumos, a fim de que esta viagem acabe bem, sem ligar para interesses diversos fora dessa sua missão única: salva a nau, os passageiros, os bens aqui embarcados, e abrindo possibilidade de muitas boas viagens por este mesmo mar.

Dá-me, Senhor, responsáveis que escolham sua tripulação segundo seus merecimentos e preparo, gente boa, corajosa, incansável, que consiga limpar as águas apodrecidas em que de momento estou mergulhada. São sujeiras de alguns anos, às quais tanto nos acostumamos que a ideia de despoluir este oceano chega a espantar, como se isso não fosse possível, e devêssemos todos, meus passageiros e eu, nos acomodar à ideia de que é assim mesmo, de que a podridão é normal e o resto são utopias antiquadas

Dá-me, Senhor, águas limpas para navegar , pois nestas em que navego boiam algas e sujeira e até cadáveres que se prendem na minha quilha ou impedem a hélice de funcionar: flutuo devagar, inclinada, num mar morto, à beira de um naufrágio. Não adianta mentir, nem inventar que estou bem, pois estou naufragando em águas turvas com milhares e milhões de passageiros em meu bojo, a grande maioria dos quais não faz a ideia do que realmente acontece. Meus madeirames  estalam e tremem, mesmo assim há quem diga que estou em boas condições, que os malefícios são mentiras, que tudo está controlado. Contra a mentira e a mediocridade generalizadas, e a resignação de tantos de meus passageiros, iludidos  ou desinteressados, preciso de tua ajuda.

Dá-me, Senhor, gente que acredite que vale a pena mudar, que incômodos, aborrecimentos, e até receios que quaisquer transformações impõem, são essenciais e benfazejos nestas horas, que graves revelações precisam ser seguidas de graves punições, sem as quais nada vai mudar, e continuarei sendo uma nau incerta e ameaçada, enquanto outras muitas seguem em viagens bem-sucedidas, crescendo em importância e benefícios para sua gente, integradas na frota global onde tantos escapam de tempestades e recuperam seus eventuais perdidos roteiros.

Minha esperança, Senhor, é que com tua ajuda eu receba apoio e parceiros na busca da verdade, da honradez, da mudança firme, radical, talvez dolorosa, que me livre de ideologias funestas e arcaicas, por meio de um inaudito e necessário esforço pelo bem geral. Que acabem as maquinações ocultas ou ameaças ruidosas do perverso desejo do poder pelo poder, e da manutenção do poder espezinhando a democracia, única salvação de qualquer povo

E assim, quem sabe, numa difícil e audaciosa empreitada, a gente escape dos redemoinhos fatais e volte a se equilibrar, redescubra as melhores rotas e, com motores liberados de ônus perniciosos, velas abertas a ventos limpos e benéficos, eu retome minha imagem positiva, e talvez me salve, com meus passageiros, da ruína final.

Dá-nos, Senhor, dádiva da renovação pra que eu seja uma nau respeitada e bela, e não restos  de naufrágio em qualquer ilha esquecida.

por Lya Luft

30/11/2014 Posted by | Artigos, Reflexões | Deixe um comentário

Qualidades de pessoas que são ótimas em relacionamentos

homens engraçadosVocê já se perguntou como algumas pessoas têm relacionamentos incríveis, mesmo sem realmente ter que se esforçar neles? Bem, não há mais do que apenas a magia. Na verdade, isso tem muito pouco a ver com o que fazem e muito com que se deixam SER.

Aqui estão 9 qualidades das pessoas que tendem a ter relações surpreendentes. A boa notícia é que, com um pouco de conhecimento e esforço, você pode desenvolver essas características e ter um belo romance:

1.Elas não deixam o seu passado defini-las.

Se você estiver preocupado se vai repetir os erros de relacionamento fracassado de seus pais OU se nunca viverá de acordo com o relacionamento perfeito de seus pais, você não estará livre para criar seu próprio vínculo incrível. Independentemente do que você tem medo, trabalhe para liberá-lo. Comece por reconhecer que o medo está lá, e, em seguida, lembre-se que você não está condenado a qualquer destino em particular. Você é a pessoa executando a sua vida, e você tem o poder de criar uma parceria próspera. Se você estiver saindo do rumo, você pode corrigir isso. Se você cometeu erros em seu passado, você pode aprender com eles.

2.Elas são autênticas.

Pessoas que estão em relações profundas e com alma não têm medo de ser elas mesmas. Elas não têm medo de mostrar seus limites e, portanto, dão a sua permissão de parceiro para fazer o mesmo.

3.Elas são confiantes.

Se você confiar em seu parceiro para fazer você se sentir confiante ou bom o suficiente, a relação vai ser difícil de sustentar. Não estou dizendo que você nunca pode duvidar de si mesmo (isso é impossível), mas eu estou dizendo que a insegurança não pode ser a sua posição padrão, assim como o trabalho nº1 de seu parceiro não pode ser fazê-lo sentir bem consigo mesmo o tempo todo.

4.Elas tentam inspirar seus parceiros, e não mudá-los.

Há uma sutil diferença entre a vontade de mudar alguém e querer inspirar alguém a mudar. A diferença está na motivação: querer mudar alguém serve apenas para um, já querer  inspirar alguém a mudar para seu próprio bem, serve ambos.

5.Elas não se incomodam em ser vulneráveis.

Quando somos vulneráveis​​, permitimos que outra pessoa nos veja e espie em nossa alma. Isto promove um sentimento de confiança que não pode ser alcançado nem com mil palavras.

6.Elas não sacrificam, elas dão de bom grado.

Você pode pensar em dar ao seu parceiro de duas formas diferentes: ou você está fazendo sacrifícios para outra pessoa (o que sugere que você está abrindo mão de algo ou você está dando generosamente (o que sugere que você está livremente dando algo de um lugar de amor para quem você ama). Isso é um interruptor de mentalidade, sutil mas poderoso, que vai ajuda-lo a sentir-se fluido e leve em seu romance.

7.Elas não guardam rancores.

Guardar rancor basicamente significa que você quer que a outra pessoa continue a sentir-se culpada ou envergonhada, emoções extremamente destrutivas. Estar em um relacionamento com alguém que está em um estado emocional culpado ou vergonhoso nunca levará a um vínculo duradouro e próspero, ou de confiança entre duas pessoas.

8.Elas permitem que seus parceiros sejam especialistas em alguma coisa.

Não há nada mais tóxico para uma relação do que competição constante para ver quem é melhor. Pessoas em grandes relacionamentos podem ver qualidades superiores de seus parceiros de forma clara e não sentem a necessidade fazer mais do que uns aos outros o tempo todo. A única maneira de comemorar os pontos fortes do seu parceiro é se você está ciente e orgulhoso de suas próprias forças.

9.Elas fazem seus parceiros darem risada.

O humor liga duas pessoas mais do que qualquer coisa, porque é uma reação espontânea e impulsiva. Nós não estamos guardados ou protegidos quando rimos; estamos permitindo que nosso verdadeiro eu apareça. Compartilhar risos cria uma relação leve e divertida.

Fonte: Mind Body Green

28/11/2014 Posted by | Relacionamento | 1 Comentário

Vamos brindar? Tudo começou com uma história de venenos

brindeNós encontramos no “Caso dos Venenos”, uma história da época de Luis XIV, a explicação do ritual que até hoje seguimos quando tocamos na taça do vizinho e desejamos saúde.

O “Affaire des Poisons” foi uma grande investigação policial e um importante processo envolvendo nomes de pessoas importantes da época.

Tudo começou com a morte brutal de Henriqueta Stuart da Inglaterra, amante de Luis XIV. Henriqueta morreu poucas horas após ter tomado um copo de água com chicória. Suspeitando um envenenamento organizado por alguém contrário à aliança entre França e Inglaterra, Louis XIV pediu uma investigação à Gabriel de la Reynie, tenente da polícia.

Após um ano de pesquisas infrutuosas, o investigador se viu de novo diante da morte misteriosa de dois políticos importantes: o ministro das Relações Estrangeiras, Hugo de Lionne, e o Arcebisto de Paris e confessor de Louis XIV, Hardouim de Péréfixe.

Mas no ano seguinte, em 1672, um oficial chamado Jean de Sainte Croix  morre e o investigador La Reynie encontra, na casa do falecido, frascos com arsênico, opium, venenos de cobras e sapos, folhas de cicuta, ervas venenosas e outros derivados. Foi encontrado também cartas da sua amante, Marquesa de Brinvilliers, onde esta relatava a participação dos dois em vários assassinatos.

O investigador concluiu que tinha posto a mão em um circuito onde poderosos mandavam envenenar poderosos por razões diversas. Ele tentou prender a marquesa mas esta, mais esperta, já tinha desaparecido.

Em 1676, o investigador a encontrou escondida em um convento na Bélgica. Extraditada e torturada, acabou confessando alguns crimes sem fornecer a lista completa de seus ilustres clientes. Ela foi decapitada por espada na atual Praça do Hotel de Ville.

Nestas alturas, o que o investigador desejava era o nome dos principais agentes do comércio de venenos.  Em 1677 ele conseguiu prender alguns suspeitos na morte do Duque de Savoie. Torturados, acabaram entregando os nomes que tanto procurava. Assim, em 1679 ele prendeu a principal especialista das artes ocultas, a star da magia negra, Catherine Deshayes, apelidada La Voisin.

Catherine era convidada famosa nos salões da alta aristocracia parisiense e proprietária de uma farmácia de poções mágicas e produtos misteriosos. Era também praticante de abortos, missas negras, cerimônias satânicas, orgias, feitiçarias e rituais com sacrifícios humanos.

Ela possuia uma rede de agentes do mal: alquimistas, apotocários, bruxos, bruxas, padres de missas negras e charlatões de todas as espécies.

O verdadeiro escândalo começou quando o investigador conheceu os nomes dos clientes da La Voisin. Todos pessoas famosas, sobrinhas de cardeais, ministros, princesas, duquesas, duques, marqueses e poetas.

Os nomes eram importantes demais e o investigador foi obrigado a prevenir o Rei que, horrorizado com as atrocidades que aconteciam no seu reinado, criou uma comissão especial para o julgamento do “Caso dos Venenos”.

Em 1680 La Voisin foi condenada de maneira bárbara, mãos perfuradas e cortadas e queimada viva em praça pública, na frente do Hotel de Ville.

Mas a história não terminou aí. O escândalo ficou imensamente grave quando a filha de La Voisin revelou que sua mãe era fornecedora de poções mágicas para Madame de Montespan, amante preferida do Rei e mãe de seus 4 filhos reconhecidos e legitimados. Montespan, com ciúmes de outra amante, teria encomendado a morte do rei e sua jovem amante. Os dois crimes só não foram realizados porque La Voisin foi presa antes.

Louis XIV interrompeu as investigações pois daí para a frente tratava-se de segredos da corte. Todos aqueles que souberam da ligação de Madame de Montespan e a bruxa foram enviados para prisões distantes de Versailles.

Madame Montespan foi exilada de Versailles. Todos os documentos que a incriminavam foram queimados pelo próprio rei Luis XIV após a morte da sua ex-amante em 1707.

Pois bem, por causa desta longa história, quando o champanhe foi introduzido na corte de Louis XV criou-se o hábito do brinde: a pessoa olhava fixamente nos olhos daquela que tinha servido a bebida, batia seu copo de estanho com força no outro para provocar uma troca de gotas do líquido e dizia: saúde!

Esta desconfiança terminaria somente no final do século XIX.

E tim-tim!

28/11/2014 Posted by | Artigos | Deixe um comentário

Valor

tentativas_de_escapar_do_sofrimento_1__2013-11-01140723Compra-se o que tem preço.

O que tem valor, conquista-se

28/11/2014 Posted by | Reflexões | Deixe um comentário

Ideias de lazer para manter sua saúde mental

coisas-importantes-que-voce-deve-saber-sobre-memoria-noticiasDiversão e mente ativa

Hoje já se sabe que uma mente ativa é um antídoto poderoso para enfrentar as perdas cognitivas associadas ao envelhecimento. Ao estimular funções como a memória, o raciocínio lógico-matemático, a linguagem, a atenção, a concentração e os aspectos motores, só para citar alguns exemplos, retardamos o processo e aumentamos nossas chances de envelhecer com o cérebro mais afiado. Mas não é só o treino mental que ajuda a envelhecer melhor. Uma vida rica, cheia de possibilidades é o único antídoto conhecido contra vários sintomas também associados à velhice, como depressão, ansiedade, solidão. Por isso, para entrar na onda do envelhecimento ativo, participativo e autônomo, você precisa turbinar suas horas de lazer.

Inspire-se nestas sugestões.

Tire uma soneca

Reservar uns 15 minutinhos para o cochilo faz bem para a saúde, além de relaxar. Segundo um estudo na Universidade de Berkeley , na Califórnia, pessoas que tiram alguns minutos de descanso têm um desempenho melhor na assimilação e aprendizado de novas coisas em relação a quem não reserva esse tempo para si. Além de ajudar na parte cognitiva, outra pesquisa realizada em Harvard em Massachusetts, revelou que quem descansa pode diminuir em até 37% o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Pratique exercícios físicos

Movimentar-se não auxilia apenas no controle do peso e do sistema cardiovascular. O movimento libera o hormônio endorfina, que regula o humor, dá uma sensação de bem estar e ainda pode agir como analgésico! E os benefícios não param por aí: recentemente, um estudo na Universidade de Harvard comprovou um aumento de 1.8 ano na taxa de longevidade de quem pratica 75 minutos semanais de exercícios físicos moderados comparado a quem tem vida sedentária.

Tenha um animal de estimação

Ter um pet em casa faz você se sentir melhor, diminui o estresse e os riscos de doenças cardiovasculares. A indicação de que essa hipótese precisa, no mínimo, ser estudada mais profundamente partiu de um estudo australiano feito no Instituto de Pesquisa Médica Baker. Os cientistas da Austrália constataram que os níveis de pressão arterial e de triglicérides diminuíram nos donos de bichinhos de estimação, independente de outros fatores de risco, como fumar e obesidade. Além disso, a convivência com animais provocou uma melhora significativa no humor e os donos de animaizinhos fizeram menos visitas ao médico.

Passe um tempo com os amigos

Ficar com a família é ótimo, mas aumentar as possibilidades de interação com outras pessoas é essencial para manter a saúde mental, sobretudo na velhice. Essa foi a conclusão de um estudo de 2010 publicado na Harvard Health Publications. Os benefícios da convivência social superam até os de alguns marcadores tradicionais de bem-estar, como dieta saudável, sono reparador e não fumar. O isolamento, avisam os médicos, é um dos fatores que levam à depressão na idade madura.

Brinque com crianças sem medo

Você pode se surpreender com o que a gente aprende com elas. Crianças são espontâneas, gostam de ajudar e têm energia para dar e vender. Iniciativas pioneiras nos EUA e no Japão vem testando os efeitos da convivência intergeracional com resultados surpreendentes. A convivência espontânea entre crianças e idosos beneficia tanto uns quanto outros. Que tal entrar no embalo e se divertir com elas por alguns minutos?

Que tal um joguinho?

Xadrez, bridge, cruzadinhas, sudoku e caça-palavras são atividades que tradicionalmente distraem e ajudam o cérebro a se manter afiado. Além das revistinhas que você compra nas bancas, vários sites e aplicativos oferecem exercícios variados para estimular a atividade mental e ajudar a retardar ao máximo o declínio cognitivo. Em vez de fazer isso como obrigação, no entanto, aprenda a brincar. Vídeogames, por exemplo. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, descobriram que adultos maiores de 65 anos que jogavam videogames sentiam-se melhor emocionalmente e, de modo geral, mais de bem com a vida. Além de bem-estar, no mínimo, você vai ganhar bons momentos com seus filhos ou netos…

Encontre um hobby

Dedicar-se a uma atividade prazerosa faz muito bem para a mente. Praticando-a, você se distrai, relaxa e se diverte. E não pense que é preciso talento nato! Você pode tentar desde aeromodelismo, artesanato — como mosaico e pintura — jardinagem, dança, culinária, opção é o que não falta!

Leia

Não importa o que — um livro, o jornal, uma revista, receitas de comida ou até mesmo seu horóscopo — ler estimula a memória e a parte cognitiva do cérebro, isto é, a responsável pela compreensão de informação, como consequência, pode até ajudar na luta contra vários tipos e níveis de demência em idade avançada. A indicação veio de um estudo da Rush University Medical Center, de Chicago, financiado pelo National Institute on Aging dos EUA. Inclua na receita de saúde mental escrever cartas, visitar bibliotecas e buscar sistematicamente informações de qualquer natureza.

Faça trabalho voluntário

Uma pesquisa feita na Carnegie Mellon University, publicado na revista Psychology and Aging, de Harvard, mostrou que quem pratica trabalho voluntário ou ajuda o próximo de alguma maneira tem menos chance de desenvolver depressão e sentimentos de solidão. Altruísmo genuíno, concluem os especialistas, de fato é um dos fatores cruciais para uma apreciação maior da vida. O filósofo grego Aristóteles parece que estava certo, afinal: a essência da vida é “servir os outros e fazer o bem”.

Volte a estudar

Em vez de cultivar a nostalgia dos tempos de escola, volte a estudar! Os benefícios de continuar aprendendo na idade madura são comprovados não por um, mas por vários estudos e pesquisas. Seja aprendendo uma língua nova, fazendo um curso de computação ou uma nova graduação, estudar mantém você jovem de dentro para fora, exercita seu cérebro e melhora sua autoestima, além de enriquecer sua bagagem cultural.

Viaje

Viajar é mágico! Essas pausas forçadas no dia a dia ajudam a lidar com o stress, ampliam os horizontes (literalmente) e são revigorantes! Além disso, a mudança de cenários, comer outras comidas, relacionar-se com pessoas de diferentes culturas é um exercício de flexibilidade e tolerância muito útil para os maiores de 50 lidarem com as ideias e visões de mundo dos outros. E não tem nenhum efeito colateral!

28/11/2014 Posted by | Atitudes, Bem Estar, Saúde | 1 Comentário

Argentina: As uvas que você não conhece

vinhos 14Pensa que Malbec é a única uva da Argentina? É aí que se engana! Descubra as principais variedades do país.

Bonarda? Pinot Noir? Torrontés?! São elas, as uvas!

Para quem pensa que a Malbec é a única cultivada por lá, saiba que variedade é o que não falta para os vinhos argentinos.

Agora, o passo que falta é descobri-las.

Malbec:

A mais argentina das uvas, mas não a única

Se tem uma uva que é a cara da Argentina, é a Malbec. Quanto a sua importância à vitivinicultura nacional, não há dúvidas… O mundo quer Malbec, de preferência argentino (aliás, estes em nada se parecem com os de Cahors, na França, onde a variedade nasceu, ou em qualquer outro lugar que é cultivada).

De acordo com o Instituto Nacional de Vitivinicultura da Argentina, em 2012, 18% dos 221 mil hectares de vinhos da Argentina correspondiam a vinhedos da Malbec, nada mais nada menos que 33 mil hectares.

Ah, e a principal região para seu cultivo é, por certo, Mendoza. De lá, saem os mais encorpados e tânicos do país, com caráter frutado e de especiarias. Frutas pretas, como amoras e ameixas, além de cravo-da-índia e pimenta. Os melhores têm alto potencial de guarda, algo que seus taninos não deixam mentir.

Depois de Mendoza, pode ir para San Juan, segunda maior região, e La Rioja. Para provar outros estilos, é na Patagônia que vai encontrar um Malbec mais sóbrio, equilibrado e rústico (pensou em Velho Mundo?).

Mas não para por aí. Falando nos tintos tranquilos, é possível encontrar Malbecs dos mais frescos e jovens até os envelhecidos em madeira, mais encorpados. Isso sem falar nos rosés, espumantes e licorosos, até Malbec branco já provamos aqui!

Bonarda:

Quantas vezes já ouviu falar na Bonarda ou se deparou com um rótulo que estampasse esse nome numa prateleira de mercado? Não nos surpreenderia ouvir “nenhuma” como resposta. Porém, ela é a segunda uva tinta mais cultivada de toda a Argentina.

Cabernet Sauvignon:

A rainha das uvas é a terceira tinta de maior importância da Argentina. Ela está em praticamente todo o país, mudando de caráter conforme a região.

Melhor se adaptou a San Juan, mais especificamente no Vale de Tulum, onde recebe forte insolação. Nas regiões mais frias de Mendoza, como o Vale do Uco, desenvolve melhor estrutura, que se ainda maior quando estagia em madeira.

Muitos reconhecem notas de tabaco, couro e especiarias nos varietais do país, mas isso se deve à passagem por carvalho.

Syrah:

Desde que começou a ser implantada na Argentina, a Syrah foi muito utilizada em cortes, entretanto, foi na última década que passou a ganhar maior atenção dos produtores. Hoje, produz varietais leves, frescos e de longa persistência.

Melhor se adaptou a San Juan, mais especificamente no Vale de Tulum, onde recebe forte insolação. Nas regiões mais frias de Mendoza, como o Vale do Uco, desenvolve melhor estrutura, e que tornam-se ainda maiores quando estagiam em madeira.

Via de regra, Syrahs argentinos tem coloração intensa e forte marca registrada das frutas escuras. Quando jovens, podem apresentar delicados aromas florais e depois de passagem por carvalho, notas de especiarias e animais.

Merlot

Recentemente implantada na Argentina, a Merlot é uva que começa a ter seu potencial explorado pelos produtores do país. Com preferência aos locais altos e frescos, ganha notoriedade no Vale do Uco ou na Patagônia.

Os vinhos de Merlot são delicados, mas de paladar intenso – e, diga-se de passagem, bastante diferente dos brasileiros. Pimentão doce, cedro, groselha e especiarias estão entre as notas esperadas.

Tempranillo

Ela não é uma das protagonistas do país, mas tem importância histórica inegável. Foi uma das primeiras cepas a chegar à Argentina, com os colonizadores espanhóis. Quando jovens e frescos, seus vinhos transbordam frutas silvestres, principalmente framboesas e amoras.

Muitas vezes, é vinificada no estilo de seu país de origem e passa por repouso em barrica, quando ganha, além de mais estrutura, notas de alcaçuz e torra.

Pinot Noir

Conhecida pelos tintos mais sensuais de todos e pelos espumantes vinificados em branco, a Pinot Noir também está representando o que tem de melhor. Delicada, precisa de um clima frio

para amadurecer na medida exata, e foi em Mendoza e Neuquén, na Patagônia, que encontrou isso.

A Pinot gera vinhos leves, frescos e frutados, com acidez mais alta que outros tintos argentinos e mais baixa que outros Pinots. Independente dos aromas, que são frutados e terrosos na maior parte dos vinhos, pode ter coloração que varia do rubi ao vermelho intenso.

Torrontés: a variedade branca mais expressiva

Nunca provou um vinho branco argentino e não quer errar na hora da escolha? Aposte num Torrontés de Cafayate, sub-região de Salta. A Torrontés é, de longe, a variedade branca mais importante da região, e também uma das mais cultivadas da Argentina.

Seus vinhos têm inconfundíveis aromas florais e frutados, além de corpo médio, alta graduação alcoólica e acidez média. A diferença de Cafayate para as demais regiões é que, lá, sob os efeitos da maior altitude do país, a uva ganha frescor como em nenhuma outra.

Ao todo, existem três clones mais populares de Torrontés na Argentina, o Riojano, o Mendocino e o Sanjuanino. Enquanto o primeiro destina-se a produção dos rótulos mais elaborados, os demais resultam em vinhos para serem consumidos enquanto ainda forem jovens.

Chardonnay

É a segunda uva branca da Argentina, mas provavelmente é a mais conhecida também.

Popular no mundo inteiro, a Chardonnay encontrou em solo argentino um local para amadurecer bem e resultar em diversos estilos de vinhos. Além de destinarem-se à produção de espumantes mais tradicionais, ao lado da Pinot Noir, são também matéria-prima dos vinhos mais frescos e elegantes aos mais encorpados.

Versátil, a uva sofre muito com a mudança de terroir. Regiões mais frias produzem Chardonnays com notas minerais e vegetais, ao passo que as mais quentes, notas tropicais. O mais comum é que apresentem aromas de maçã verde, limão e toranja.

Chenin Blanc

Não de hoje, a Chenin Blanc é uma uva de boa adaptação à Argentina (apesar disso, é mais comum encontrá-la em cortes). Contribui com seu perfume de pêssego, além de frescor e acidez, a muitos vinhos brancos econômicos do país.

Sauvignon Blanc

Diferentemente da Chenin, a Sauvignon Blanc foi implantada recentemente na Argentina e hoje vê a expansão de seu cultivo. Apesar de produzir vinhos com elevado frescor, eles não são o que se pode chamar de leves. Costumam ter bom corpo e notável acidez. Não raras vezes, apresenta notas de defumado e sabor ligeiramente picante, apesar disso, são mais esperados aromas herbáceos, de mel e frutas tropicais.

Viognier

Extremamente aromática e elegante, a Viognier é recente na Argentina. Entretanto, já tem feito muitos produtores abrirem os olhos (justamente para ela!). Podem ser encontrados vinhos frescos, para consumo imediato, com notas florais, de frutas tropicais e caramelo; além dos envelhecidos em carvalho, que ganham toques amendoados muito característicos.

Recomendações: (Todos de Mendoza)

Crios Pinot Noir 2012

Baladero Cabernet Sauvignon 2011

Balbo Malbec Rosado 2012

28/11/2014 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário

Um passeio pelo espaço numa ISS

Depois de quatro meses no espaço, o astronauta americana Sunita Williams gravou um tour pela Estação Espacial Internacional (ISS), antes de iniciar a descida a bordo de um Soyuz. A partir da cúpula de observação para o banheiro, para as caixas para camas, ela oferece uma perspectiva única sobre a vida diária no espaço.

 

28/11/2014 Posted by | Contemplação | Deixe um comentário

Oração

tempestadeÀs vezes, tudo que você precisa fazer é abaixar a sua cabeça, fazer uma oração e resistir à tempestade.

26/11/2014 Posted by | Reflexões | Deixe um comentário

O Lenhador

lenhadorUm jovem lenhador chegou a uma fazenda onde trabalhava um velho lenhador, famoso na região por ser o melhor dos lenhadores.
O jovem era forte, cheio de saúde e vigor. O velho lenhador já estava cansado pela idade. Eis que o jovem, querendo ser o melhor dos lenhadores, desafia o velho para uma disputa. O vencedor seria quem cortasse o maior número de árvores ao final do dia.
A competição atraiu a atenção de todos os moradores da localidade. Muitos acreditavam que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos lenhadores, em função da grande vantagem física do jovem desafiante.

No dia marcado, os dois começaram a disputa. O jovem começou avassalador, entregando-se com muita energia e com a certeza de que venceria. Cortou 10, 20, 30 árvores, e continuava, sem parar. De tempos em tempos olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor.
Ao final do dia, foram medir a produtividade dos dois lenhadores! Todos ficaram chocados. O velho havia vencido a disputa, por larga margem. Havia cortado o dobro da lenha que o jovem cortou.
Intrigado, o jovem perguntou ao velho lenhador:
– Não entendo, muitas vezes quando eu olhei para o senhor durante a competição e notei que estava sentando, descansando. No entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu! Como? Isto é impossível!
– Engano seu – disse o velho lenhador – quando você me via sentado, na verdade, eu estava afiando meu machado.

Compartilhei esta conhecida história para refletirmos juntos.

Você tem “afiado seu machado” diariamente? Lembre-se sempre da importância da estratégia em tudo que você faz. Use sua experiência adquirida com todos os fatos que você já vivenciou. Pare, estrategicamente, reflita e avalie se seus esforços estão adequados aos desafios que você tem que enfrentar.

24/11/2014 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário