PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

A Gentleman

  

31/03/2015 Posted by | Estilo | Deixe um comentário

My Heart Will Go On

“My Heart Will Go On”” na performance da bela voz da cantora canadense Celine Dion, que faz aniversário hoje.

30/03/2015 Posted by | Lembranças do Dia, Songbook | Deixe um comentário

Come Away With Me

“Come Away With Me” na performance da excelente cantora americana Norah Jones, que faz aniversário hoje.

30/03/2015 Posted by | Lembranças do Dia, Songbook | Deixe um comentário

Tears In Heaven

“Tears In Heaven”  na performance do excelente guitarrista, e cantor britânico, Eric Clapton que faz aniversário hoje.

30/03/2015 Posted by | Lembranças do Dia, Songbook | Deixe um comentário

E se o sexo não desse prazer?

para ser amado.jpdSe o prazer sexual nunca existisse, portanto, provavelmente a única espécie afetada seria a humana.

O prazer é algo tão intrínseco ao sexo para os seres humanos que é difícil dissociar as duas coisas. Quem entende do assunto diz que o prazer sexual é tão importante para nós que se ele não existisse talvez não fôssemos uma espécie tão evoluída.

Se o prazer sexual nunca existisse, portanto, provavelmente a única espécie afetada seria a humana.

Os indícios sugerem que essa é uma característica unicamente humana e que foi um dos fatores que nos diferenciou no processo evolutivo.

“A cópula de um golfinho, por exemplo, dura um minuto, uma satisfação muito efêmera para sustentar sozinha a perpetuação dessa espécie”, afirma o etólogo César Ades, da Universidade de São Paulo.

Nas espécies não-humanas, enfim, o que leva macho e fêmea a copular é uma programação biológica adaptada a cada bicho. Alguns sentem-se atraídos por cantos, outros por odores ou penas.

Já o ser humano é diferente.

“Nossa sexualidade deixou de ser um instinto e se misturou com o psíquico”, diz o psicólogo Renato Mezan, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

No processo evolutivo, isso ocorreu quando começamos a produzir cultura. A partir daí, passamos a escolher o parceiro não mais pela programação biológica. O sexo deixou de servir só para a procriação e cada vez mais é fonte de prazer. A mudança foi também biológica. Tanto que as mulheres, apesar do seu período fértil limitado, copulam o ano todo.

Se o prazer sexual fosse eliminado isso alteraria não só nosso corpo, que provavelmente teria algum gatilho sexual biológico (algo que chamasse a atenção do parceiro, como cheiros, sons e rituais explícitos), mas também nossas relações sociais.

As mulheres, por exemplo, seriam procuradas apenas na época do acasalamento.

Formar uma família seria mais difícil. Há várias hipóteses para o que aconteceria então.

Uma das mais interessantes é a de que sem o sexo prazeroso seríamos uma espécie menos sociável. Isso traria grandes implicações.

Nosso cérebro, por exemplo, talvez não se desenvolvesse tanto. Os bebês nascem tão frágeis porque um cérebro adulto não passaria entre as pernas da mãe. A solução evolutiva foi nascermos com um cérebro pequeno, que cresce depois.

Só aos 5 anos o ser humano consegue ter alguma independência. Sem o apoio social, teríamos que nascer mais acabados, o que acarretaria ter um cérebro menor na idade adulta.

Mas e se o prazer sexual desaparecesse hoje, de uma hora para outra?

Pode parecer estranho para quem acha que o casamento é o túmulo da libido, mas o sexo é o alicerce da união estável.

Sem as delícias da cópula, o casamento ruiria.

“O prazer é um cimento para relacionamentos duradouros”, diz César Ades.

Se isso acabasse, os casamentos precisariam de outras compensações sociais ou simbólicas, como a valorização do marido dedicado à família.

O homem ideal seria o pai de família, bem distante dos prazeres. Filhos, nesse caso, passariam a ser gerados só de maneira programada. Com o passar dos anos, o casal que decidisse procriar leria um folheto explicativo sobre o assunto e repetiria os procedimentos enquanto assiste à novela.

Como não teria graça, mesmo, é provável que o sexo sofresse menos restrições. Não precisaria ser escondido, porque, afinal, ninguém sairia transando à toa. A nudez não ofenderia tanto.

Ou seja, se não fosse tão bom, seria liberado.

30/03/2015 Posted by | Sexo | Deixe um comentário

O Sádico

43495091Seu sorriso
É o acalentar dos meus sonhos
O sentimento inóspito
Que cresce em mim

Seu sorriso
É um paradoxo
Meu, perfeito,
Você nasceu para mim

Seu sorriso
É um aviso
Lúgubre que você é feito para mim

por Nayara Radke

30/03/2015 Posted by | Poesia | 1 Comentário

A Idade

casal de idososA idade não depende dos anos, mas sim da saúde e do temperamento.

Algumas pessoas já nascem velhas, outras jamais envelhecem.

por Tyron Edwards

28/03/2015 Posted by | Pensamentos | 1 Comentário

Em frente

L003Seguir-te-ei, aos cravos e encravos,
Aos trancos e barrancos, aos prantos!
Seguir-te-ei, aos risos e sorrisos,
A tristeza e ao sacrifício, ao que finjo o regozijo…
Sentindo dor, querendo ir, tentar o amor e poder dormir
Aos braços de quem, quero seguir!

por Sirlene Bispo

27/03/2015 Posted by | Poesia | Deixe um comentário

Pessoas ficam mais inteligentes com a idade, mostra estudo

inteligência com idadePor trás de todos os elogios forçados dirigidos aos mais velhos – esperto, astuto, sábio – está um reconhecimento de um fato que os cientistas não conseguem qualificar com facilidade: as faculdades mentais que melhoram com a idade.

 O conhecimento é muito importante, claro. As pessoas que estão além da meia-idade tendem a saber mais do que os jovens, só pelo fato de terem vivido mais tempo, e se saem melhor em testes de vocabulário, palavras cruzadas e outras aferições de inteligência permanente. 

 Ainda assim, os jovens que pedem conselhos aos mais velhos  não o fazem apenas para conseguir informações, terminar as palavras cruzadas ou usar o cartão de crédito deles. Nem, normalmente, estão procurando ajuda para resolver um problema que envolva memória de curto prazo ou para completar um quebra-cabeça. 

Esse tipo de habilidade, chamada inteligência fluida, tem seu pico na faixa dos 20 anos.

Não, os cérebros mais velhos oferecem algo a mais, de acordo com um novo artigo do periódico Psychology Science. Elementos de julgamento social e memória de curto prazo, partes importantes do complexo cognitivo, podem ter seu auge mais tarde do que foi pensado anteriormente. 

Os pós-doutorandos Joshua Hartshorne, do MIT, e Laura Germine, de Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts, analisaram uma imensa coleção de resultados de testes cognitivos feitos por pessoas de todas as idades

.Os pesquisadores descobriram que uma divisão do tipo de cognição em relação à idade – fluida nos mais jovens e cristalizada nos mais velhos – escondia nuances importantes.

“Essa dicotomia em relação aos picos dos mais jovens e dos mais velhos é muito rasteira. Há muitos outros padrões acontecendo e precisamos levá-los em conta para entender de verdade os efeitos da idade na cognição”, avisa Hartshorne. 

 O novo artigo não é o primeiro desafio para a literatura científica sobre o declínio relacionado à idade e não será o último. Um ano atrás, pesquisadores alemães afirmaram que os “déficits” cognitivos da idade eram causados principalmente devido ao acúmulo de conhecimento – ou seja, o cérebro fica mais lento porque precisa fazer a busca em uma maior biblioteca mental de fatos. Essa ideia causou debate entre os cientistas. 

 Os especialistas afirmaram que a nova análise levanta outra questão: existem elementos diferentes e independentes da memória e da cognição que têm seu auge em períodos distintos da vida?

“Acho que eles têm que trabalhar mais para demonstrar que esse é o caso, mas esse é um artigo provocativo e vai causar impacto nesse campo”, avisa Denise Park, professora de Comportamento e Ciências do Cérebro da Universidade do Texas, em Dallas.

A força da nova pesquisa está parcialmente em seus números. O estudo avaliou resultados históricos do popular teste de inteligência Wechsler e os comparou com resultados recentes de testes cognitivos curtos feitos por dezenas de milhares de pessoas nos sites dos autores, testmybrain.org e gamewithwords.org. O único problema desse tipo de abordagem é que, como eles não seguiram as mesmas pessoas durante um longo tempo, a pesquisa pode ter deixado de lado o efeito de experiências culturais diferentes, afirma K. Warner Shaie, pesquisador da Universidade Estadual da Pensilvânia.

Porém, a maioria dos estudos anteriores não foram tão grandes nem tiveram a mesma abrangência de idades. 

Os participantes dos sites estavam entre 10 e 89 anos e fizeram uma grande bateria de testes que mediam habilidades como memória para símbolos abstratos e sequências de dígitos, solução de problemas e facilidade para ler emoções nos olhos de pessoas desconhecidas.

Tão importante quanto a abrangência foi o fato de os cientistas procurarem o efeito da idade em cada tipo de teste. Pesquisas anteriores normalmente agrupavam testes similares, assumindo que eles capturavam um atributo básico comum, da mesma maneira que um treinador dá nota para a capacidade atlética de alguém baseado na velocidade, força e habilidade de saltar.

Qual foi o resultado da nova abordagem? “Encontramos habilidade diferentes amadurecendo em idades diversas. É uma imagem muito mais rica do tempo de vida do que apenas chamar de envelhecimento”, diz Laura. 

 A velocidade de processamento de informações – a rapidez com que cada pessoa manipula números, palavras ou imagens, como se usasse um bloco de rascunhos mental – geralmente chega ao auge no final da adolescência, confirmaram Laura e Hartshorne, e a memória para algumas coisas, como nomes, chega ao pico aos 20 e poucos anos. Mas a capacidade daquele bloco de rascunho mental, chamado memória de trabalho, atinge seu melhor momento pelo menos uma década depois e demora para entrar em declínio. 

As habilidades para lembrar de rostos e fazer contas de cabeça, principalmente, chegaram ao auge aos 30 anos, segundo o estudo, “algo difícil de assimilar usando a dicotomia entre inteligências fluida e cristalizada”.

Os pesquisadores também analisaram os resultados do teste Lendo a Mente nos Olhos. No exame, as pessoas precisavam olhar para fotos de olhos de desconhecidos em um computador e determinar seu estado de espírito de acordo com um menu com opções como “cauteloso”, “inseguro” e “cético”.

“Não é um teste fácil, e a pessoa não sabe depois se foi bem ou não. Achei que tinha falhado, mas na verdade fui bem”, avisa Laura. 

Ainda assim as pessoas em seus 40 ou 50 anos consistentemente se saíram melhor, segundo o estudo, e a habilidade decaiu muito devagar em idades mais avançadas.

A imagem que emerge dessas descobertas é a de um cérebro mais velho que se move mais devagar do que quando era jovem, mas que se tornou mais preciso em muitas áreas e mais experiente em ler o humor das outras pessoas – além de ter mais informações. Essa é uma combinação muito prática, já que várias decisões importantes que a pessoa toma afetam intimamente os outros.

Ninguém precisa de um cientista cognitivo para lhe explicar que é melhor pedir um aumento ao chefe quando ele ou ela estão de bom humor. 

Mas a mente mais velha pode estar mais apta a deixar de lado julgamentos interpessoais errados e se sair bem em situações complicadas.

“Como em ‘Essa pessoa não está feliz com seu pensamento rápido e velocidade de processamento – ele está quase batendo em você”, diz Zach Hambrick, professor de Psicologia da Universidade Estadual do Michigan.

Os detalhes para essa imagem mais complexa do envelhecimento cerebral não são muito claros, e exames sociais como o teste Lendo a Mente nos Olhos ainda não foram extensivamente usados nesse tipo de pesquisa, afirmam Hambrick e outros especialistas. 

Além disso, não se chegou a qualquer conclusão na nova pesquisa se as mudanças que acontecem na cognição por causa da idade são resultado de uma causa só – como o declínio da velocidade das transmissões neurais – ou de várias.

Mas, por enquanto, a nova pesquisa pelo menos dá algum significado ao adjetivo vazio “esperto”. 

 por Benedict Carey (The New York Times)

27/03/2015 Posted by | Saúde | Deixe um comentário

Um estudo que prova que o chocolate faz emagrecer!

chocolate7Adoramos seu sabor, o modo como se derrete na língua, o bem-estar que ele nos traz… 

Infelizmente, nada pior do que o drama de consciência que sentimos logo depois de ter comido alguns quadradinhos de uma barra: quantas horas de ginástica vou precisar para queimar todas as calorias?

Este tipo de culpa poderia pertencer ao passado, pelo menos, se você quiser acreditar nos últimos estudos feitos sobre o chocolate. 

Na verdade, parece que um consumo alto de chocolate poderia lhe ajudar a manter o peso sob controle. 

 Há dois anos os pesquisadores americanos constataram que um consumo alto de chocolate traria, certamente, uma grande quantidade de calorias e matéria gordurosa ao organismo, mas que ela desencadearia também um índice de massa corporal (IMC) incrivelmente mais baixo. 

O estudo foi feito com de cerca de 1018 pessoas com idades entre 20 e 85 anos.

Cientistas europeus se dedicaram também sobre esta questão. Estes últimos levaram em conta jovens entre 12 e 18 anos dos quais eles estudaram sempre a mesma seção de pele através de uma análise bioelétrica: eles puderam assim avaliar a quantidade e a composição de massa gordurosa corporal dos jovens voluntários. 

Além disto, dados referentes ao regime alimentar e atividades físicas dos jovens foram coletadas duas vezes por semana. 

 O resultado é surpreendente! 

 Mais os jovens consumiam chocolate, mais seu índice de massa corporal (ICM), sua cintura e sua quantidade de gordura corporal era baixa. A idade ou o sexo pareciam não ter influência, mas ao contrário, estudos estão em andamento para ver se os hábitos alimentares (consumo regular de frutas e legumes ou tipo de bebidas preferidas) podem explicar este surprendente resultado. 

Qualquer que seja o resultado, o chocolate parece ter um efeito positivo sobre o peso e a quantidade de gordura corporal: para os cientistas, o mérito se deve à ação antioxidante dos polifenóis (em particular dos flavonóides) do chocolate.

 Sabemos de fato que estas substâncias permitem reduzir o risco de doenças cardiovasculares. 

 
Podemos então dar liberdade total à gulodice? 

 Vamos poder devorar tabletes inteiros de chocolate sem remorsos? Não é tão simples assim. Os cientistas insistem sobre o fato de que estes primeiros resultados precisam ainda de confirmação. 

 É preciso principalmente estudar mais de perto alguns aspectos: há uma diferença entre comer chocolate amargo e chocolate ao leite, por exemplo? 

A gente não precisa se esbaldar, mas já sabemos que não faz tão mal assim!

27/03/2015 Posted by | Saúde | Deixe um comentário