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Eu fiz sem pensar

 

comportamento compulsivoVocê é do tipo que “ não leva desaforo para casa” ou “costuma engolir seco” para não falar mais do que deveria em situações limite? Com que frequência e em quais situações você age de uma ou outra forma? Agora, a pergunta-chave: por que é que você age assim?

Os comportamentos compulsivos são comuns a muita gente, mas sem consciência sobre eles, a maioria acaba sofrendo consequências desastrosas sem sequer entender porquê.

A expressão “comportamentos compulsivos” pode parecer um pouco complicado, mas garanto que você vai entender do que estamos falando, mesmo porque, todos nós, em maior ou menor escala, tendemos a apresentar algum tipo de compulsividade. Aliás, os comportamentos compulsivos muitas vezes passam despercebidos.

Eles são repetidos à exaustão e nas mais diversas situações, sem que a gente se dê conta. E podem estar tão, mas tão presentes no nosso dia a dia que algumas pessoas até diruam se tratar da nossa personalidade.

Em suma, as ações e atitudes que a gente realiza sem perceber são as que chamamos de compulsivas. Nós as aprendemos há muito tempo e chegamos à fase adulta com cada uma delas profundamente instaladas. O problema é que, se não temos consciência dessas ações, como podemos saber se nos trazem resultados positivos? Como podemos estar certos de que, a partir delas, obtemos o melhor resultado que poderíamos?

Os comportamentos compulsivos costuma impactar diretamente as nossas relações com as pessoas. São elas, aliás, que mais nos indicam nossas compulsividades e chegam, inclusive, a nos revelar as consequências disso. Porém, tendemos a estar tão cegos a esse mode de ser inconsciente que ignoramos não apenas os efeitos que produzem em nossas vidas como também no relacionamento com o mundo ao nosso redor.

Em situações de conflito, por exemplo, a compulsividade pode ser tamanha a ponto de culparmos ao outro: se ele (a) não tivesse feito, dito, agido de determinada forma, nós também não teríamos, feito, dito ou regido da forma como fizemos. Esse impasse tende a ser frustrado para ambas as pessoas envolvidas. Para mim, porque eu ignoro o que fiz, gritei, magoei, fui inconveniente ou autoritário (a) sem me dar conta. Para ele (a), porque fui magoado (a) e, em suma, invalidado (a) por mim (ou vice-versa).

Por isso, temos que, sempre, sair do piloto automático e da nossa zona de conforto. Temos de olhar para nós mesmos de forma que seja possível enxergar nossas ações bem como as suas consequências a partir do ponto de outro ponto de vista, mais sincero, mais verdadeiro e mais condizente com o que somos de fato, não com a ideia pronta que temos daquilo que somos. Temos que ligar o processador entre o que pensamos e o que falamos. Quando conquistamos consciência de que uma determinada situação sempre nos faz “perder a cabeça”, por exemplo, a chance de lidarmos com isso de forma diferente, mais positiva e menos frustrante, cresce consideravelmente.

Pratique este exercício. Enxergue-se sem culpa, Identifique quais são as reações automáticas, seus comportamentos compulsivos, as atitudes que toma sem nem perceber ou pensar. Veja o impacto disso em sua trajetória. Uma vez que o inconsciente se tornar consciente para você, terá a chance de assumir as rédeas de sua vida para decidir: quero continuar nesse caminho ou tentarei de uma forma diferente?

19/09/2015 - Posted by | Autoconhecimento

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