PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

O Significado da Vida?

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31/01/2016 Posted by | Reflexões, Videobook | Deixe um comentário

O Budismo

Buda 01Para muitos, o Budismo não é bem uma religião, mas sim um estilo de vida que prega a simplicidade em suas mensagens cheias de sabedorias, permitindo uma melhora na nossa qualidade de vida. 

Mas sim, o Budismo é de fato é uma religião, sendo uma das mais antigas, praticada por cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo. Ah! E seguem ganhando novos seguidores.

Porém a nossa ideia aqui não é tentar te convencer a ser praticamente do Budismo, ou transmitir uma mensagem direcionada para os praticantes desta religião. Queremos apenas compartilhar a sabedoria que prega pela positividade, pela alegria, pela paz de espírito.

Para entender e conseguir captar o verdadeiro significado das suas mensagens, as pessoas precisam estar de coração e com a mente aberta, promovendo a positividade e a esperança de dias melhores.

Separamos 7 frases Budistas para você refletir com uma energia toda especial e positiva:

1 – A dor é inevitável, o sofrimento é opcional. Levando em consideração que as pessoas só podem nos machucar se souberem ao que damos importância, evitar o sofrimento inútil pode consistir, simplesmente, em dar um passo para trás, em se desligar emocionalmente e ver as coisas sob outra perspectiva.

Isso requer prática e tempo, mas vale a pena carregar consigo este grande aprendizado. Como guia, outra frase budista nos dá uma pista de como começar: “Tudo o que somos é resultado do que pensamos; está baseado em nossos pensamentos e está feito deles”.

2 – Alegre-se porque todo lugar é aqui e todo momento é agora. Costumamos pensar apenas no passado ou estar excessivamente preocupados com o futuro. Isso nos impede de viver o momento e faz com que nossas vidas passem sem que tenhamos consciência disso. O budismo nos mostra o aqui e o agora. Portanto, devemos aprender a estar plenamente presentes e desfrutar cada momento como se fosse o último.

3 – Para entender tudo, é preciso esquecer tudo. Estamos, desde pequenos, imersos numa contínua aprendizagem. Na infância, nosso mapa mental ainda não está desenhado, o que nos faz sermos abertos a “tudo” e à capacidade de entender qualquer coisa, pois não sabemos julgar.

4 – Não é mais rico aquele que mais tem, senão aquele que menos necessita. Nosso desejo de ter sempre mais, tanto no plano material, como no emocional, é a principal fonte de todas as nossas preocupações e desesperanças. A máxima do budismo se baseia em aprender a viver com pouco e aceitar tudo aquilo que a vida nos dá no momento. Isso nos proporcionará uma vida mais equilibrada, reduzindo o estresse e muitas tensões internas.

5 – Cuide de seu exterior tanto quanto cuida de seu interior, pois tudo é um só. Para encontrar um verdadeiro estado de bem estar, é imprescindível que a mente e o corpo estejam em equilíbrio. Não nos concentrar muito no aspecto físico e, reciprocamente, no aspecto interior, nos ajudará a nos sentir mais plenos e conscientes do aqui e do agora, facilitando, assim, uma plenitude emocional mais valiosa.

6 – Não machuque os outros com o que te causa dor. Essa frase é uma das máximas do budismo, e nos permite eliminar quase todas as leis e mandamentos morais atuais em nossa sociedade. Tendo um significado parecido com o da frase “não faça com os demais o que não gostaria que fizessem com você”, esta quinta reflexão vai muito além, já que consiste em um profundo conhecimento de nós mesmos e numa grande empatia para e com os demais.

7 – Vale mais a pena usar chinelos do que cobrir o mundo com tapetes. Para encontrar nossa paz interior, precisamos ser conscientes dos nossos potenciais pessoais e aprender a dosá-los, assim como nossos recursos. Desta forma, viveremos um verdadeiro crescimento e evolução.

31/01/2016 Posted by | Espiritualidade | Deixe um comentário

Franz Schubert

Nesta data, em 1797, nascia em Himmelpfortfrund (Austria) Franz Peter Schubert. 

Schubert com um estilo marcante, inovador e poético do romanticismo, ele escreveu cerca de seiscentas canções, bem como óperas, sinfonias, incluindo a “Ave Maria”, “Sinfonia Incompleta”, sonatas entre outros trabalhos. Viveu pouco e não teve reconhecimento publico, morreu aos 31 anos. Hoje, o seu estilo considerado por muitos como imaginativo, lírico e melódico, o fez ser considerado um dos maiores compositores do século XIX , marcando a passagem do estilo clássico para o romântico.

31/01/2016 Posted by | Lembranças do Dia, Songbook | Deixe um comentário

Delícias Maduras

audrey hepburnMaturidade acalma. Traz sossego. Nos livra de melindres. Gente madura olha nos olhos. Não faz chantagem emocional nem sufoca com suas carências. Gente madura compreende, não cria caso, não age pra atingir nem faz uso de indiretas. Aliás ser maduro é ser direto, objetivo. É respeitar a opinião alheia pois quer que a sua também seja respeitada. É aprender com os erros, ao invés de paralisar com eles.

É ouvir mais do que fala e escutar com atenção, pois é assim que procede o aprendizado. Gente madura ri de si mesma pois sabe que o sorriso é a chave para muitas portas que a vida nos apresenta. Sabe que o bom humor é chique, que gente feliz brilha, sem precisar de Sol. E sabe também que alegria de verdade não se forja, se exercita com as próprias dificuldades da vida.

Gente madura sabe o que é ser feliz. Anda devagar, por que já teve pressa e percebeu que ela não é só inimiga da perfeição. Gente madura sabe que a pressa faz passar despercebido o que realmente nos ilumina o coração.

Erick Tozzo

31/01/2016 Posted by | Pensamentos, Reflexões | Deixe um comentário

Dia da Saudade

Uma palavra pequena, mas que define muita coisa.

Saudade é uma das palavras mais importantes das poesias de amor. Serve para lembrar-se de alguém que partiu, ou de algo ou lugar que se sinta falta.

Segundo o dicionário, saudade pode significar uma lembrança grata de uma pessoa que está ausente, ou de uma coisa da qual se esteja privado. Saudade também significa mágoa ou pesar originados desta privação.

A saudade muitas vezes nos faz sentir vontade de voltar ao passado.

Com ela é possível ter a sensação de se estar revivendo bons momentos, que muitas vezes são impossíveis de recuperar.

A saudade traz boas recordações.

A saudade é a melhor prova de que o passado valeu a pena.

30/01/2016 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Mindfulness, a técnica para aumentar a produtividade e diminuir o estresse

mindfulness1Acontece sempre ao meio-dia. Na sala com iluminação reduzida, o grupo se reúne. Aos poucos, cada um se acomoda em uma posição confortável, entre almofadas. Todos fecham os olhos e se concentram nas próprias respirações. Por vezes, eles mentalizam a praia preferida e pensam que tocam a água gelada. Em outras, ficam em silêncio, prestando atenção a seus pensamentos. Menos de meia hora depois, a turma abre os olhos e se levanta. Pronto. Todos estão renovados para encarar o resto do dia de trabalho – que, aliás, os aguarda do outro lado da porta.

É assim que funciona o grupo de meditação do Google. De segunda a sexta, antes do almoço, até 15 funcionários do site de buscas se isolam por 20 minutos em uma sala, que lembra uma choupana, na sede da empresa, em São Paulo. Nesse período, essa pequena turma se dedica a exercícios que buscam acalmar a mente e aumentar o foco. Quem participa dessas sessões garante que, após as pequenas pausas, tem um dia mais produtivo e menos estressante.

Hoje, a esse tipo de atividade dá-se o nome de mindfulness. A expressão foi traduzida no Brasil como “atenção plena”. Ela tem origem na meditação budista. No mindfulness, contudo, ela é dissociada do cunho espiritual ou religioso geralmente vinculado à prática. A técnica despertou o interesse de acadêmicos nos Estados Unidos durante os anos 70. Começou a ter seus efeitos pesquisados por Jon Kabat-Zinn, da Universidade de Massachusetts, e Ellen Langer, de Harvard. Kabat-Zinn criou um programa de redução de estresse baseado na meditação mindfulness e fez pesquisas na área da saúde, estudando sua utilização em pacientes com câncer e doenças crônicas. Já Ellen abordou o conceito como o ato de prestar atenção ativamente e o desvinculou da meditação.

Nos últimos dez anos, o mindfulness vem avançando sobre o ambiente corporativo. Hoje, a seguradora Aetna, o LinkedIn, a gestora de fundos BlackRock e o banco Goldman Sachs estão entre as companhias que aderiram a esses exercícios nos Estados Unidos. No Brasil, o método ainda é pouco conhecido. O Google é uma das poucas empresas a adotá-lo, ainda assim por influência da sede americana.

Efeito na produtividade
E o que justifica o interesse crescente pela técnica? Em muitos casos, a prática de mindfulness é mais uma opção oferecida pelos programas de bem-estar das empresas – assim como aulas de ioga ou descontos em academias de ginástica. Alguns adeptos, no entanto, enxergam benefícios também para as companhias. Um deles é a possibilidade de aumentar a produtividade.

Um estudo de Harvard, publicado em 2010, mostra que, de todo o tempo que permanecemos acordados, quase a metade dele (47%) é gasto com a mente no “mundo da Lua”. Ficamos dispersos. Isso, ao longo de um dia, não só prejudica o trabalho, mas pode nos deixar infelizes. “Geralmente, a nossa mente fica presa remoendo o passado ou se volta para um futuro distante”, diz o psicólogo Armando Ribeiro, que tem especialização em mindfulness. É esse comportamento que a técnica pretende combater. Com as breves pausas, os praticantes supostamente desenvolvem a capacidade de prestar mais atenção ao momento presente – o bom e velho “aqui e agora”. Daí, o eventual ganho de produtividade.

O Google é uma das empresas mais engajadas não só em oferecer a meditação mindfulness para os funcionários como também em difundir o tema por outras companhias. Quem começou a pesquisar o assunto na empresa foi o engenheiro Chade-Meng Tan, um dos primeiros funcionários do gigante de buscas. Por interesse pessoal, Meng passava parte do seu tempo lendo estudos sobre o comportamento humano. Além de mindfulness, investigou teses sobre inteligência emocional e neurociência. Até que, em 2007, criou um programa que mistura aspectos das diferentes áreas de pesquisa. O pacote foi batizado de Search Inside Yourself (SIY).

O programa do SIY consiste em dois dias inteiros de palestras e orientações sobre técnicas para a busca desse estado de atenção plena. Depois de testar e aprimorar o modelo no Google, Meng uniu-se ao empresário Marc Lesser e a Philippe Goldin, professor de psicologia de Stanford. Em 2012, o trio fundou o Instituto SIY. Desde então, a técnica criada pelo engenheiro tem se difundido pelas filiais da empresa ao redor do mundo e por outras companhias.
Meng não é o único propagador do assunto no mundo corporativo. Uma das principais precursoras da técnica é a americana Janice Marturano, criadora do instituto Mindful Leadership. Ela trabalhou durante 15 anos na General Mills, dona de marcas como Häagen-Dazs e Yoki. Depois de incorporar a técnica de mindfulness em sua vida, passou a treinar colegas de trabalho e executivos de outras empresas, como a Procter & Gamble. Em 2012, quando resolveu se dedicar ao instituto, 1,4 mil profissionais já haviam recebido suas lições.

Dividir os problemas em partes
No Brasil, o termo mindfulness ainda é pouco conhecido. Um dos adeptos do grupo do Google no país é o engenheiro Tomás Nora. Até dois anos atrás, ele se considerava extremamente estressado. “Não vivia o momento presente”, afirma. Praticar meditação era uma opção que não fazia parte de seu repertório. Só prestou atenção no assunto depois de passar por uma cirurgia em decorrência de uma inflamação intestinal crônica. “Percebi que se eu não parasse intencionalmente, meu corpo pararia por mim.” Por indicação da esposa, leu estudos científicos sobre mindfulness e resolveu fazer um teste. Hoje, a prática faz parte de sua rotina e ele sente os benefícios no desempenho profissional. “A meditação ajuda a dividir os grandes problemas em pequenas partes”, diz. “No fundo, é o que os engenheiros já fazem.”

Além do mindfulness, há diversas práticas similares chegando às empresas. Uma delas é a meditação transcendental. A diferença entre ambas está em detalhes: para se concentrar, em vez de focar na respiração, por exemplo, o praticante da segunda mentaliza repetidas vezes uma determinada palavra – um mantra.

Para alguns, o mindfulness é apenas uma solução “fast-food” contra o estresse

Essa foi a técnica que chamou a atenção de Nestor Sequeiros, presidente no Brasil da multinacional Mead Johnson Nutrition, que fabrica produtos como Sustagen. Ele conheceu os exercícios meditativos quando trabalhou na Ásia. Acompanhou a experiência de uma fábrica da empresa na Índia, que oferecia meditação diária aos 250 operários. Para complementar o programa, havia aulas de ioga duas vezes por semana. Depois da implantação das técnicas, durante dois anos, não houve nenhuma falta entre os funcionários e a produtividade aumentou em 15%.

Desde 2012, ele começou uma experiência no Brasil. Hoje, paga aos funcionários interessados 80% do curso de meditação transcendental. Dentro do escritório, é rotina diminuir as luzes duas vezes por dia, durante 20 minutos. A ambientação é um convite para quem quiser fazer sua pausa em silêncio. Os benefícios descritos pelos participantes vão desde dormir melhor até uma gestão mais eficiente do tempo no trabalho.

Em abril deste ano, outra companhia, a brasileira Mercur, fabricante de produtos tão variados quanto pisos e bolsas de água quente, passou a oferecer meditação para os funcionários. Os interessados reúnem-se por 15 minutos uma vez por semana. Também passaram a praticar meditação antes de algumas reuniões, como as de planejamento estratégico. Segundo Luiz Neumann, coordenador de processos de produção da Mercur, a iniciativa partiu dos funcionários. Eles entenderam que isso poderia melhorar o relacionamento entre as pessoas na empresa. Ainda é cedo, porém, para saber os resultados.

Não é para todos
É claro que nem todo mundo quer passar 15 minutos entre exercícios de meditação. Para muitos, esse tipo de atividade soa como perda de tempo e a empresa é um ambiente inapropriado para praticá-la. “Tem limitações. Algumas pessoas vão achar isso chato ou cansativo”, afirma Tiago Tatton, psicólogo com especialização em mindfulness.
Em tom de brincadeira, a imprensa americana popularizou o termo McMindfulness, comparando a onda da “atenção plena” a uma solução fast-food contra o estresse. Em um artigo recente da Harvard Business Review, o psiquiatra David Brendel afirmou que uma de suas clientes passava tanto tempo meditando (e aceitando a vida como ela era) que não foi capaz de lidar com funcionários que não entregavam resultados. “A meditação deve ser usada para reforçar, e não deslocar o pensamento racional e analítico das pessoas sobre suas carreiras e vidas”, escreveu.

A questão que fica é: afinal, funciona ou não? Para muitos, sim. Steve Jobs, por exemplo, meditava. Ao seu biógrafo, Walter Isaacson, ele disse que o exercício de ouvir os próprios pensamentos e tentar acalmar a mente aflorava a intuição, permitia enxergar as “coisas” (leia-se tudo) com mais clareza. Ou seja, com base no que ele produziu, mal não deve fazer. Vai ver que, por isso mesmo, essa onda de “meditação corporativa” só faz crescer.

Marcela Bourroul e Ariane Abdallah 

20/01/2016 Posted by | Equilibrio, Meditação | 2 Comentários

Hábitos que farão você feliz, segundo a neurociência

pessoa felizque fará com que você seja feliz? O conceito de felicidade pode variar, mas para a neurociência, a pergunta é: o que fará seu cérebro ser feliz? Em um artigo para o Time, o jornalista Eric Barker conversou com Alex Korb, pesquisador com pós-doutorado em neurociência na Universidade da Califórnia e autor do livro “The Upward Spiral”. Korb cita cinco hábitos que poderiam fazer seu cérebro – e, consequentemente, você – feliz.

1.Ouça músicas da época mais feliz de sua vida
A música afeta o seu cérebro de uma forma interessante: é capaz de ativar memórias de lugares e situações em que você ouviu aquela canção. Se você foi muito feliz na infância ou na faculdade, basta ouvir a música que você mais gostava naquele período para ser transportado imediatamente para esse “lugar feliz” – afetando seu humor. “A música tem a habilidade de nos lembrar de ambientes nos quais ouvimos essa canção. Isso é feito por uma estrutura límbica chamada hipocampo, que é muito importante para o contexto da memória dependente”. Trocando em miúdos: ao ouvir uma canção, você se sente conectado ao momento em que era mais feliz e essa memória se torna mais presente em sua vida.

2. Sorria – e use óculos escuros
O cérebro nem sempre é tão “esperto” quanto parece: ao ser bombardeado por informações vindas de fontes diferentes, ele não se sente tão seguro e procura por “pistas”. Esse processo é chamado de “biofeedback”. “Trata-se da ideia de que seu cérebro está sempre ‘sentindo’ o que está acontecendo com seu corpo e revisando a informação para decidir como se sente em relação ao mundo”, diz Alex Korb. “Quando você se sente feliz, você sorri. Mas também funciona de outro jeito: quando você sorri, seu cérebro pode detectar isso e entender ‘Estou sorrindo. Isso quer dizer que estou feliz’”. Portanto, se estiver num daqueles dias difíceis, lembre-se: sorria, pois isso vai produzir felicidade. Pesquisas mostram que sorrir dá ao cérebro a mesma sensação de prazer que 2 mil barras de chocolate.

E essa história de óculos escuros? Em dias ensolarados, quando você está na rua, a tendência é franzir os olhos. O cérebro pode interpretar esse ato como “preocupação”. Ao usar óculos escuros, você ajudará seu cérebro a pensar que “está tudo bem”. “É uma maneira fácil e simples de interromper o processo do feedback. Então sorria. E use óculos escuros – eles vão fazer com que você pareça ‘cool’ e vão te fazer mais feliz”, diz o pesquisador Alex Korb.

3. Pensar sobre objetivos muda a forma como você vê o mundo
Quando você está estressado ou vive um momento difícil, pense sobre seus objetivos de longo prazo. Isso dará a seu cérebro a sensação de que está no “controle” e, portanto, vai liberar uma substância chamada dopamina, que fará você se sentir melhor e mais motivado. “Às vezes, quando temos a impressão de que tudo está dando errado, não é preciso mudar o mundo, basta mudar a forma como você percebe as coisas a seu redor para gerar um efeito positivo. Ao pensar ‘o que estou tentando alcançar com esta meta de longo prazo?’ Ao estabelecer essa linha de pensamento, fazer sua tarefa se torna recompensante, pois o cérebro entende que está trabalhando para chegar lá”, afirma Korb. “O cérebro percebe que o esforço é para atingir esse objetivo maior”.

4. Tenha uma boa noite de sono
Estresse, ansiedade e depressão são capazes de afetar o padrão de sono. Da mesma forma, “dormir mal” também causa depressão. Portanto, é importante garantir uma boa noite de sono. A neurociência tem várias dicas para isso: no meio do dia, saia do ambiente do escritório e vá para a rua ou para um parque a fim de se expor à luz do dia; da mesma forma, à noite, escolha um ambiente escuro e confortável. Estabelecer um “ritual” para o sono também ajuda o cérebro a se preparar para o repouso e o dia seguinte. Por isso, é bom evitar computadores e aparelhos de TV logo antes de dormir. Mais? Anotar em um caderno o que aconteceu de bom no dia ou coisas pelas quais você é grato em sua vida.

5. Como a neurociência pode vencer a procrastinação
Há três regiões no cérebro com as quais é preciso se preocupar: o córtex pré-frontal (que pensa em objetivos de longo prazo), o estriado dorsal (que considera coisas feitas no passado) e o núcleo accumbens (que nos leva a escolher as coisas mais divertidas, em vez de trabalhar). Portanto, quando você se esforça, o córtex pré-frontal se sobrepõe aos outros dois. Ao repetir o processo, você consegue estabelecer um padrão e construir bons hábitos. O que pode atrapalhar o processo? Estresse. “O estresse enfraquece o córtex pré-frontal”, diz Alex Korb.

“Essa parte do seu cérebro não possui recursos ilimitados, então não consegue ficar em alerta o tempo todo. E nisso o seu estriado vem com medidas para aliviar o estresse, como tomar uma cerveja, comer um biscoito”. Resumindo: para estabelecer bons hábitos, reduza o nível de estresse. E se estiver em um momento difícil no trabalho, encontre uma coisa para dar a partida no processo. Isso vai fazer com que se concentre melhor e evitará que o cérebro se “atrapalhe”. “O que eu poderia fazer para avançar em relação a meu objetivo? Dar um passo pequeno de cada vez pode tornar um grande projeto algo mais fácil de ser gerenciado”, explica Alex Korb.

E o que mais? Faça uma caminhada todas as manhãs pela rua ou num local aberto – de preferência acompanhado de um amigo. “Ao caminhar ao ar livre, você se expõe ao sol e colherá benefícios para dormir melhor à noite, além do impacto no sistema de produção de serotonina. Se fizer isso diariamente, esse hábito ficará gravado no seu estriado dorsal e se tornará um bom hábito. Se estiver acompanhado de um amigo, ainda melhor porque você tem o benefício da conexão social”, diz o pesquisador Alex Korb. E se o dia estiver bem ensolarado, vá de óculos escuros.

E sorria.

20/01/2016 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Tolerância

Não há ser humano lúcido que não reaja com estupidez nem pessoa tranquila que não tenha seus momentos de desespero.

Devemos ter consciência que somos uma massa de seres humanos imperfeitos vivendo em uma sociedade imperfeita.

Você vai frustrar as pessoas próximas e elas irão fustrá-lo (a).

Por isso, decifrar o código da tolerância não é uma opção nas relacões humanas, mas uma necessidade insubstituível.

19/01/2016 Posted by | Reflexões | Deixe um comentário

Tolerância

Não há ser humano lúcido que não reaja com estupidez  nem pessoa tranquila que não tenha seu momento de desespero.

Devemos ter consciência  de que somos uma massa de seres humanos imperfeitos vivendo em uma sociedade imperfeita .

Você vai frustrar as pessoas próximas  e elas irão frustrá-lo (a) .

Por isso, decifrar o código da tolerância não é  uma opção nas relações humanas, mas uma necessidade insubstituível.

19/01/2016 Posted by | Reflexões | Deixe um comentário

A Regra Fundamental de Vida

pequeno-prc3adncipeQuando nós dizemos o bem, ou o mal … há uma série de pequenos satélites desses grandes planetas, e que são a pequena bondade, a pequena maldade, a pequena inveja, a pequena dedicação…. No fundo é disso que se faz a vida das pessoas, ou seja, de fraquezas, de debilidades …Por outro lado, para as pessoas para quem isto tem alguma importância, é importante ter como regra fundamental de vida não fazer mal a outrem. A partir do momento em que tenhamos a preocupação de respeitar esta simples regra de convivência humana, não vale a pena perdermos-nos em grandes filosofias sobre o bem ou o mal. “Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti” parece um ponto de vista egoísta, mas é o único do gênero por onde se chega não ao egoísmo mas à relação humana.

José Saramago

17/01/2016 Posted by | Pensamentos, Reflexões | Deixe um comentário