PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Homem meu e eu sua…

LIBERTARIA 2Sem face

Ora loucura, ora realidade

Te sinto, mas não te vejo

Te tenho, mas não te toco

Te falo, não te escuto

Conflagrando meu ser em chamas fulgentes de desejo…

Consumindo meu interior, nada pode conforta-me além do seu corpo….

Corpo candente, intenso…meu balsamo

Tenho sede. Não quero agua.

Quero tua boca…

Ah que consternação percorrendo meu corpo… arrebata-me de mim… me leva

A ti… inteira tua…

Oh lua. Tão suntuoso como ti… são aqueles olhos que ao me fitarem, me demuda em partículas vulcânicas

O movimento das tuas mãos transforma-me em títere

Em beija flor, que aspira o néctar das flores.

Ai de minha pele, sem teu calor

Ai de mim, sem ti.

Homem meu e eu sua…

Karina Máximo

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23/08/2016 Posted by | Poesia | Deixe um comentário

O Vinho e a Madeira

vinho e a madeiraO uso de aço inoxidável ou madeira para fermentação e maturação dos vinhos é uma escolha que depende do custo e da finalidade.

Os dois materiais têm resultados opostos no produto final. Enquanto que o aço é mais durável, fácil de limpar, permite controle da temperatura e ter a propriedade de produzir vinhos com maior frescor, a madeira tem vantagens impossíveis de se obter com o aço.

O carvalho é a madeira mais utilizada nos processos de vinificação, principalmente no envelhecimento.

Outras espécies não são muito apropriadas, seja pela porosidade excessiva ou por conter substâncias aromáticas desagradáveis que seriam transmitidas ao vinho.

A lenta evaporação causada pela porosidade do carvalho concentra os sabores do vinho e o torna mais complexo pela incorporação de aromas bem característicos de baunilha. Além de todas essas vantagens ainda participa com a doação de taninos para vinhos que os têm insuficientes.

O carvalho francês é o mais desejável de todos.

A maior parte é proveniente de uma ou mais florestas que foram plantadas na época de Napoleão para construir navios.

As cinco principais origens dessa madeira para fabricar barricas de vinho são Allier, Limousin, Nevers, Trançais e Vosges.

Cada floresta produz madeiras que se diferenciam pela compactação dos grãos e pelos sabores fornecidos ao vinho.

Muitas áreas dos Estados Unidos também produzem carvalho de alta qualidade, principalmente em Arkansas e Tennessee.

Além de mais barato – quase metade dos franceses – tem a preferência para alguns tintos devido à sua estrutura, sabores característicos e ainda capazes de alcançar resultados similares. Atualmente encontram-se barricas de carvalho americano em vários países produtores, inclusive europeus.

Há grande variedade de opções de tamanhos e formatos das barricas, porém a mais tradicional é a bordalesa com capacidade para 225 litros.

Uma das etapas mais importantes durante sua construção é a chamada tosta.

A barrica parcialmente montada é colocada sobre uma pequena fogueira de lenha para que a parte interna seja carbonizada ou “tostada”. O grau da tosta tem grande efeito no vinho a ser envelhecido.

Enólogos podem normalmente encomendar barricas com tosta leve, média ou pesada baseados na variedade da uva e no estilo do vinho a ser produzido. Considerando que barricas novas contribuem com mais sabores para o vinho que outras já usadas, a porcentagem de barricas novas utilizadas numa vinícola influi muito na qualidade do vinho. Depois de cinco anos de uso elas deixam de ter qualquer participação no gosto do vinho.

Várias técnicas têm sido desenvolvidas para estender o uso das barricas ou ganhar os benefícios do envelhecimento em carvalho sem o custo dos métodos tradicionais.

Um deles envolve a colocação de lascas de carvalho nos tanques. Chamados de chips, eles são acrescentados em vários estágios do processo de vinificação, seja durante a fermentação ou mergulhados nos tanques depois de colocados em grandes “sacos de batata”.

Os chips são vendidos comercialmente e encontrados em grande variedade de tipos, tamanhos, origens, graus de tosta, etc.

Todos esses fatores influem no caráter do vinho. Contudo, nenhumas dessas técnicas baratas são capazes de substituir os resultados do envelhecimento nas barricas tradicionais que se baseiam na micro oxigenação.

23/08/2016 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário

Costumes que empobrecem nossa mente

HABITOSNossos costumes influenciam nosso estado físico e emocional, além de que programam a forma como o nosso comportamento irá definir quem somos. Sendo assim, é muito importante parar com alguns hábitos, entre eles:

  1. O costume da autocompaixão

As raízes da pobreza começam a crescer quando a autocompaixão faz brotar queixas sobre como a nossa vida é miserável. Você começa a pensar que não tem o salário que queria, a educação que você recebeu não é aquela de que precisava, sua casa não é igual à da revista, o clima de hoje não é bom, o vendedor não te escutou como deveria, e tudo, absolutamente tudo ao seu lado, pode ser um motivo para sentir pena de você mesmo e reclamar do azar.

Não obstante, as pessoas que têm o costume da autocompaixão perdem o respeito daqueles que as cercam. É claro que ninguém aguenta uma pessoa assim por muito tempo, sempre com más notícias. Por exemplo, ninguém espera nada de um hipocondríaco crônico e é muito pouco comum que ele seja convidado ou considerado para algum evento. Para alguém assim, é muito difícil manter relações pessoais, estas que são muito importantes para a carreira profissional (o networking) e para conseguir um novo e interessante trabalho. A autocompaixão é a melhor forma de conseguir um salário medíocre e ter uma vida sem graça.

  1. Costume de economizar em tudo

Se você sempre vai na seção de ofertas, se pensa que o salário dos seus colegas é sempre maior do que o seu, ainda que eles trabalhem menos. Se você nunca empresta nada a ninguém, ou se não deixa nada de gorjeta aos garçons, isso significa que o costume da pobreza já fez um ninho ao redor de você.

Os especialistas dizem que economizar em tudo, compulsivamente, está longe de ser um sinal de precaução. Muito pelo contrário, é um sintoma que reflete uma incapacidade de compensar ganhos e perdas.

  1. Costume de medir tudo em dinheiro

Pensar que a única forma de ser feliz é ter um salário cheio de zeros é um sinal de pobreza de espírito. Você está errado se acha que a alegria está numa roupa cara, numa casa própria ou num carro novo. Sociólogos afirmam que, se a resposta para a pergunta ’do que você precisa para ser feliz?’ começa com uma lista de bens materiais, trata-se de pobreza de espírito. As pessoas com um ponto de vista mais equilibrado mencionam sempre o amor e a amizade em primeiro lugar. O interessante é que este último tipo de pessoa quase nunca fala em conta bancária porque pensa que a riqueza se mede na capacidade de gerar valor e ter visão. Uma pessoa realmente de sucesso não depende do tamanho do seu saco de moedas.

  1. Costume de entrar em pânico quando o dinheiro acaba

Se você fica ansioso quando pensa que pode ser o próximo na lista de demitidos da empresa, isso pode ser um sintoma de uma mente programada para a pobreza. A verdade é que o dinheiro é um recurso que vai e volta.

  1. Costume de gastar mais do que ganha

Se você trabalha em dois lugares e ainda assim não consegue pagar as contas, talvez tenha chegado a hora de mudar alguma coisa na vida. Se uma pessoa não consegue entender a sua situação financeira talvez nunca possa conhecer o que é a estabilidade econômica.

  1. Costume de fazer coisas que você não gosta

Se eu não fizer, quem vai fazer? Os psicólogos afirmam que as pessoas cujos empregos não as satisfazem estão potencialmente programadas para a pobreza e para o que se pode chamar de ’azar’. A razão está nos sentimentos que são despertados na pessoa ao ter que tratar de temas dos quais ela não gosta. Para sair desse ciclo, o necessário é fazer não o que alguém mais precisa, mas o que gere em nós mesmos mais satisfação. Apenas assim é possível ver resultados ’milagrosos’. Dizem por aí que, se você for ao sapateiro, ele deve ser o melhor. E com razão: de repente você pode acabar abrindo uma sapataria.

  1. Costume de não ter uma boa relação com as pessoas da família

Ainda que possa parecer não tão grave, ter uma má relação com a sua família pode gerar uma espécie de ’tabu’ mental e um mal-estar que pode se transformar em ódio. O ódio se transforma em amargura e a amargura em pobreza mental

Esta última não permite mudança nem perdão.

23/08/2016 Posted by | Atitudes | Deixe um comentário

Lidando com a agressividade das pessoas

Por que dizemos palavraões

É quase certeza que todos nós precisamos, no decorrer da vida, lidar com pessoas complicadas, daquelas que são muito agressivas. As agressões surgem quando há um conflito no qual alguém sente a necessidade de proteger seus próprios interesses ou de lutar para conquistar algo. E muitas vezes isso acontece as custas dos outros. Ou seja, é algo muito mais comum do que se pode imaginar.

Veja algumas dicas que podem ajuda-lo a fazer de sua convivência com gente agressiva algo menos traumático.

Para começar, você pode reconhecer uma pessoa agressiva quando:

Ela lhe interrompe ou fala alto demais, não deixando que você fale.Não aceita seu ponto de vista, querendo se impor. Você sente que o outro está invadindo seu espaço pessoal.

A interação com aquela pessoa, de forma geral, lhe deixa tenso.

Você se sente emocionalmente esgotado e sem energia depois de interagir com ela.

Aplique as 5 dicas a seguir para lidar com a agressividade.

Mantenha a calma

Combater fogo com fogo só irá piorar as coisas, estimulando a agressividade do outro. Confira alguns conselhos para manter a calma caso sinta que já está tremendo de raiva:

Respire fundo.

Tome um copo d’água, mexa no celular ou faça qualquer coisa que reduza a tensão que está sendo criada naquele momento.

Pense que irá se arrepender por todas as coisas ditas com raiva.

Destaque a irritação do seu interlocutor

Dê nome aos bois. Não continue a conversa como se ela não estivesse te incomodando. Você deve fazer com que seu interlocutor veja que está sendo agressivo, mas usando uma afirmação de empatia, em vez de irritá-lo ainda mais. Evite palavras acusatórias que se refiram diretamente a sua pessoa (’você’, ’o seu’) e use frases como estas:

«Não precisa se estressar, nós resolveremos/encontraremos uma forma de resolver».

«Você pode falar mais baixo, por favor?»

«Desculpa, mas posso falar algo que acho que é importante/que pode ajudar?»

«Entendo que isto pode ser estressante/frustrante».

Se você fizer isso a tempo, ajudará que seu interlocutor agressivo tome consciência do que está fazendo. Como resultado, pode fazer com que a pessoa escute com mais atenção aquilo que você diz.

Crie empatia

Coloque-se no lugar do outro e tente entender por que ele se comporta de forma tão agressiva. A agressão é uma reação natural para proteger ou acalmar algo. Tente considerar os seguintes fatores:

O que seu interlocutor tem a perder? (tempo, dinheiro, amigos e família, status social, reputação, etc.)

Como você se sentiria se estivesse em tal situação?

Será que existo algo mais na vida desta pessoa que a deixa tão suscetível e explosiva?

Seja assertivo

Pode soar contraditório que você deva ser tanto empático quanto assertivo, mas uma coisa não exclui a outra. Entender a postura da outra pessoa não quer dizer que você deva permitir que ela seja agressiva.

Controle sua voz e mantenha-se calmo. Isso irá mostrar sua confiança e não instigará seu interlocutor a falar de forma mais forte que você.

Defenda sua posição e não permita que a outra pessoa monopolize a discussão. Expresse sua opinião.

Seja respeitoso e peça respeito em troca.

Se o nível de agressão começa a aumentar, responda com mais força e assertividade, para mostrar que sua tolerância está diminuindo.

Mantenha o foco

Se você se deixar levar pelas emoções, o assunto em questão irá se perder e você pode até acabar esquecendo de como a discussão começou. Mantenha o foco da conversa em coisas e dados importantes. Assim, irá ajudar o outro a ser razoável. Por exemplo:

«A única coisa que importa é que…»

«Daqui a alguns anos, você irá lembrar desta situação e rir dela».

Tente fazer com que seu interlocutor dê risadas. Isso irá desarmá-lo totalmente.

Boa Sorte

19/08/2016 Posted by | Comportamento | 1 Comentário

Síndrome de Burnout: a doença do esgotamento físico, mental e emocional

sindrome do ter deEm geral a Síndrome de Burnout atinge profissionais do mundo inteiro que lidam direta ou indiretamente com pessoas.

Em todas as áreas, não importa a profissão, o estresse faz parte do nosso dia a dia em um mundo cada vez mais competitivo.

A Síndrome de Burnout é uma das consequências desde ritmo acelerado e atual, um estado de tensão emocional e estresse provocado por condições de trabalho desgastantes e estressantes.

O próprio termo burnout demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos das pessoas acarretando prejuízo da saúde física, mental e emocional.

Há diversos sintomas que em fase inicial e alguns podem até levar a um primeiro diagnóstico de depressão.

Por isso, é importante uma avaliação detalhada.

O esgotamento é refletido através de comportamento diferentes, como agressividade, isolamento, mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa autoestima, ausências no trabalho.

Além desses sintomas citados, há relatos de sentimentos negativos, desconfiança e de paranoia.

Dos sintomas físicos são comuns: dores de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma e distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares. Em algumas mulheres também pode acontecer alterações no ciclo menstrual.

Além do tratamento, que inclui terapia e medicamentos, se faz necessária uma mudança no estilo de vida. A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem entrar para a rotina, pois ajudam a controlar os sintomas.

Uma dica importante é observar se é o ambiente profissional a causa do estresse ou se não as atitudes da própria pessoa que geram a crise.

A qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout ou qualquer outras doenças

18/08/2016 Posted by | Bem Estar, Saúde | Deixe um comentário

Coisas que você precisa saber sobre vinho

vinhos 17Você não precisa ser especialista para apreciar um bom vinho, mas essas dicas vão melhorar sua experiência. Saiba aqui os cinco pontos básicos

  1.       1. Não confunda mais: enólogo, enófilo, sommelier?

Vamos esclarecer a cadeia de profissionais do vinho.

Viticultor é quem planta e cuida do vinhedo. Muitas vezes o viticultor é o proprietário da vinícola e também enólogo. Este ser duplo seria o vitivinicultor.

Enólogo é o profissional responsável por produzir o vinho na bodega. Recebe as uvas e toma as decisões técnicas cabíveis, tempos de fermentação, armazenamento ou não em barricas, etc. Este cargo exige formação complexa, que inclui estudo de agronomia e química. Existem cursos especializados (técnico e superior), mas nem todo enólogo é formado na escola.

Sommelier é o termo francês para denominar o responsável pelo serviço do vinho. Esse profissional cuida da seleção à compra dos vinhos de uma adega, seja de restaurante, hotel ou de um particular, e faz o serviço à mesa, por meio do qual ajuda o cliente a escolher o vinho apropriado ao paladar e ao bolso. Tudo pode ser feito com salamaleque ou não, a depender da ocasião.

Enófilo é o apreciador do vinho. Um amador que muitas vezes se interessa pelo assunto a ponto de tornar-se um especialista nele. Escreve livros, dá palestras, frequenta confrarias, degustações e feiras. Ele cumpre a função mais divertida da cadeia: ele bebe. Em geral, de maneira moderada e com um grau de apreciação mais elevado do que a média, graças a seus conhecimentos adquiridos e à prática.

O único problema do enófilo é que ele corre o risco de se transformar no enochato.

Enochato é o mala que fala mais do que bebe, pontifica mais do que sabe e está em vias de se tornar um cervejochato (ou zitochato, para os eruditos), porque as cervejas especiais entraram na moda.

  1. Café, morango, mel, asfalto…Tá no meu vinho?!

Fique tranquilo. Não colocaram frutas vermelhas, tabaco, asfalto, mel ou café no seu vinho. Quando alguém, seja um crítico ou um enochato, usa algum deste chamados “descritores aromáticos”, muitas vezes considerados esquisitos, está citando aromas que podem ser encontrados nos vinhos porque estes compartilham moléculas com várias outras substâncias presentes na natureza.

Pense assim: a vitamina C existe em várias frutas e não só na laranja, certo?

Muitas outras moléculas presentes no vinho também podem estar no café, no chocolate, na cereja, etc.

É tudo baseado em cadeias de carbono que se repetem e se transformam. Um assunto árido para quem fugiu das aulas de química orgânica da escola.

Recomendo o livro” Taste Bud and Molecules”, de François Chartier, que trata deste assunto de maneira clara.

      3. Equilibrado

É comum designar um vinho como “equilibrado”.

O vinho nada mais é que suco de uva fermentado, ou seja, que sofreu ataque de microorganismos (as leveduras) e com isso transformou parte do seu açúcar em álcool. Mas o suco resultante ainda possui água, ácidos e outros componentes, entre os quais se destacam os taninos.

O tanino é o componente adstringente, que “amarra a língua”, mais comum nos tintos.

Ao colocarmos o vinho na boca, sentimos estes sabores todos (álcool, açúcar e taninos).

Se em uma degustação um deles se destaca demais, dizemos que o vinho está desequilibrado.

Pode estar muito alcoólico, muito tânico ou muito ácido, por exemplo.

Estes excessos são sempre o motivo do desagrado ao paladar.

Quando há uma integração equilibrada entre acidez, álcool, taninos e açúcar, o vinho tende a ser percebido como mais agradável.

As exceções seriam os vinhos de sobremesa, nos quais se espera predominância de açúcar.

Vinhos leves e frescos também puxam mais para a acidez.

  1. Brancos, tintos e rosados

O líquido do vinho se origina da polpa da uva.

A cor, assim como outros inúmeros aromas e sabores, vem da casca. Ou seja, em geral, uva branca faz vinho branco e uva tinta faz vinho tinto. Não dá para produzir um vinho tinto somente com uva branca. Parece óbvio, mas, tradicionalmente, em algumas regiões da França e da Itália, usa-se uma pequena quantidade de uva branca na produção de vinho tinto.

Ironicamente, alguns enólogos afirmam que a uva branca ajuda a fixar a cor da tinta!

Um vinho branco, pelo contrário, pode ser feito com uva tinta. Não é comum, mas há um interessante merlot vinificado em branco produzido pela Dunamis na Campanha Gaúcha, por exemplo.

Para isso ocorrer, basta que a fermentação não seja feita em contato com as cascas, que liberam os pigmentos. Nos cortes mais tradicionais de Champagne, entram, além da chardonnay (uma uva branca), a pinot meunier e a pinot noir, ambas tintas.

O vinho rosado (ou rosé) pode ser feito basicamente de duas maneiras. Pela cuidadosa mistura de um vinho tinto e um branco ou pelo método de sangria, no qual se retira o mosto do contato com as cascas tintas após leve maceração, antes de liberar muito pigmento. A partir daí, vinifica-se como um branco.

Existem aproximadamente 9 mil castas de uva entre as vitis viniferas, apropriadas à produção de vinho, e as de mesa. Mas pode-se dizer que das quase 2 mil cepas adotadas no mundo vitivinícola, contam-se nos dedos as variedades utilizadas na enorme maioria dos vinhos produzidos hoje no mundo.

  1. Guardar ou beber?

A enorme maioria dos vinhos produzidos atualmente pode e deve ser bebida em um prazo de até três anos.

A enologia moderna evoluiu de modo a permitir que vinhos jovens não sejam mais “imbebíveis”.

Antigamente guardavam-se os vinhos jovens que tinham muito tanino e “amarravam” a boca com sua adstrigência.

Os Bordeaux levavam 20 anos para “amaciar” os taninos. Técnicas como microoxigenação e uso de barricas, entre outras, aceleram este processo. Mas isto não quer dizer que alguns não melhorem muito se você aguardar mais uns anos.

Algumas pessoas preferem vinhos mais evoluídos. Mesmo aqueles de que não se espera muito surpreendem. Para evoluir bem, um vinho precisa ter uma quantidade interessante de um dos seguintes componentes conservantes: álcool, açúcar, taninos ou acidez (exemplo: o Vinho do Porto, que tem mais açúcar e álcool do que um vinho tranquilo).

Um vinho seco, seja branco ou tinto, jovem, leve, macio, sem muita acidez ou tanino, não vai ter estrutura para evoluir com os anos.

Por outro lado um vinho jovem com muito tanino, álcool e acidez não é necessariamente desequilibrado. É muito tudo! É um exagero ao paladar.

Sabe aquela pessoa jovem, saudável, mas meio desmiolada, sem estilo ou classe, tímida? Então. Você a reencontra 20 anos depois e ela está mudada, elegante, comunicativa. Isto porque tinha estrutura para evoluir. Mas, claro, depende daquilo por que passou e daquilo que aprendeu.

No caso do vinho, depende muito do armazenamento e da conservação. Importante saber que na maioria das vezes os brancos secos são menos longevos do que os tintos.

Se o vinho estiver bem armazenado, protegido da luz, do excesso de calor e das mudanças bruscas de temperatura, abra quando der vontade.

Dica: para saber se o precioso líquido passou do ponto, o principal sinal é a quantidade de líquido no recipiente. Ponha a garrafa contra a luz e observe o nível do vinho. Se estiver abaixo do “ombro” da garrafa, houve vazamento ou evaporação.

Este contato com o ar é fatal. Leva à oxidação e o vinho perde o brilho, o vigor. Serve para cozinhar e olhe lá.

Mas prove antes para ter certeza.

Santé

15/08/2016 Posted by | Vinhos | 1 Comentário

Dia dos Pais

Na longa jornada da vida muitos mestres encontramos, alguns seguimos, outros abandonamos, dentre todos, um deles é o que mais amamos. Seu nome é simples e fácil de pronunciar, meu Pai, em meu coração você sempre terá um lar.

Feliz Dia dos Pais

14/08/2016 Posted by | Lembranças do Dia | 1 Comentário

Quando todos parecem ter opinião sobre tudo, às vezes é melhor se calar

FA 01 Malidicência1. Só se deve deixar de se calar quando há algo a falar que valha mais do que o silêncio.

2. Há um tempo de se calar, assim como há um tempo de falar.

3. O tempo de se calar deve sempre vir em primeiro lugar e nunca se pode falar bem quando não se aprendeu antes a calar.

4. Não há menos franqueza ou imprudência em se calar quando se é obrigado a falar do que leviandade e indiscrição em falar quando se deve calar.

5. É certo que há menos risco em se calar do que em falar.

6. O homem nunca é tão dono de si mesmo quanto no silêncio.

7. Quando se tem uma coisa importante para falar, é necessário dizê-la primeiro a si mesmo para evitar que haja arrependimento quando já não se tiver o poder de voltar atrás no que se declarou.

8. Quando se trata de guardar um segredo, calar-se nunca é demais.

9. O silêncio do sábio vale mais do que o arrazoado do filósofo.

10. O silêncio muitas vezes passa por sabedoria em um homem limitado e capacidade em um ignorante.

11. Mais vale passar por não ser um gênio de primeira grandeza, permanecendo em silêncio, do que por louco, abandonando-se à comichão de falar demais.

12. A característica de um homem corajoso é falar pouco e executar grandes ações. A característica de um homem de bom senso é falar pouco e dizer sempre coisas razoáveis.

13. Se houver muita paixão em falar uma coisa, este será um motivo suficiente para se calar.

14. O silêncio é necessário em muitas ocasiões, mas é preciso sempre ser sincero; podem-se reter alguns pensamentos, mas não se deve camuflar nenhum.

A arte de se calar provoca uma reflexão mais do que necessária em um momento em que muitos brasileiros parecem ter opinião sobre tudo, falam compulsivamente e são violentos contra os que têm ideias diferentes. Não é à toa que muitas pessoas reclamam que os outros não sabem escutar com atenção e respeito as suas opiniões.

Em tempos de muito ruído, tagarelice e blá-blá-blá, com tantas queixas sobre a falta de escuta e de diálogo, você sabe quando é o momento certo de calar?

Mirian Goldenberg 

 

09/08/2016 Posted by | Comportamento | 1 Comentário

Leia se você estiver cansado de tudo

masculinidadeTodos nós nos cansamos, e não apenas no sentido físico. Às vezes nos esgotamos de tal maneira que ficamos sem forças. Queremos desistir de tudo e nos distanciar do mundo. Mas certamente isso não é a solução.

O mundo em que vivemos é muito cansativo. É muito ingrato. Você está cansado simplesmente por viver nele. Você está cansado de amar muito, dar algo ao mundo que nunca lhe dá nada em troca.

Você está cansado da incerteza e da monotonia da vida cotidiana.

Você já esteve cheio de belas esperanças, o otimismo superava o cinismo e se sentia pronto para recomeçar. Mas, após ter o coração despedaçado, promessas não cumpridas e planos fracassados, você sente que perdeu tudo.

O mundo nem sempre lhe tem sido bom, você perdeu mais do que ganhou e agora não sente absolutamente nenhuma inspiração para tentar novamente. Entendo.

A verdade é que estamos todos cansados. Cada um de nós. Ao chegar a uma certa idade, não somos mais do que um exército de corações partidos e almas doloridas buscando desesperadamente pela harmonia. Queremos mais, mas estamos cansados demais para pedir. Não gostamos de onde estamos agora, mas estamos com muito medo de começar algo do início. Temos de assumir riscos, mas sentimos medo de ver como tudo em nosso entorno pode simplesmente desmoronar. No final, não temos certeza de quantas vezes podemos começar tudo de novo.

Outra verdade é que estamos cansados uns dos outros. Estamos cansados dos jogos que jogamos, das mentiras que contamos a nós mesmos, da incerteza que semeamos entre nós. Não queremos usar máscara, mas tampouco queremos continuar a ser tolos e ingênuos. Temos de jogar nossos odiados papeis e fingir sermos alguém, porque não temos certeza da nossa escolha.

Eu sei quão difícil é seguir fazendo algo ou fingir fazer novas tentativas, quando já estão acabando as forças mentais. E aqueles ideais otimistas que estavam tão próximos parecem inatingíveis e ilógicos. Mas já que você está tão perto de desistir de tudo, vou pedir-lhe uma coisa: tente de novo, com todas as suas forças!

Somos muito mais resistentes e alegres do que podemos imaginar e isso é uma verdade inquestionável. Somos capazes de dar mais amor, mais esperança, mais paixão do que damos hoje. Queremos resultados imediatos e desistimos se não os vemos. Estamos desapontados com a falta de respostas e deixamos de tentar.

Você entende que nenhum de nós consegue estar inspirado todos os dias. Todos ficamos chateados e cansados. O fato de você se sentir exausto e cansado da vida não significa que esteja imóvel. Cada pessoa que você já admirou, quando buscou seus sonhos, também já falhou algum dia. Mas isso não o impediu de alcançar seus objetivos. Não desista, não importa o que você esteja fazendo, seja uma tarefa comum ou planos grandes e magníficos.

Quando estiver cansado, vá devagar. Mova-se com calma, sem pressa. Mas não pare! Você está cansado por razões objetivas. Sente-se esgotado porque está mudando e fazendo muitas coisas. Está exausto porque está crescendo.

Algum dia este crescimento poderá realmente lhe inspirar.

08/08/2016 Posted by | Comportamento | 1 Comentário

Aplicativos para acompanhar as Olimpíadas Rio 2016 no iPhone e iPad

olimpiadasSe você está acompanhando os jogos Olímpicos Rio 2016, que iniciaram no dia 5 de agosto, e não quer perder nada desse grande evento que está sendo realizado em nosso país, alguns aplicativos podem te ajudar a ficar ainda mais por dentro.

Aqui vai uma lista dos 5 melhores apps para seguir e acompanhar as Olimpíadas Rio 2016.

Seja no iPhone ou no iPad, você encontrará diversas opções para ficar por dentro dos placares, resultados, atletas e medalhas conquistadas.

Rio 2016

Desenvolvedor: Comite Organizador dos Jogos Olimpicos e Paralimpicos Rio 2016 Compatibilidade: [iPhone] [iPad]

O aplicativo oficial da Rio 2016 é bem estruturado e acessível. É possível acompanhar uma grande variedade de informações sobre os jogos como locais de competição, atletas, times, resultados, calendários, esportes e quadro de medalhas.

Um ponto interessante é que o aplicativo serve tanto para os torcedores que irão acompanhar de perto o evento, mostrando guias e dicas sobre o Rio de Janeiro, mapas de entrada e saída de estádios, quanto para quem está ao redor do mundo, exibindo fotos e resultados. É também possível adicionar esportes favoritos para que você não perca nenhuma notícia sobre eles.

SporTV Rio 2016

Desenvolvedor: Globosat Programadora Ltda Compatibilidade: [iPhone] [iPad] Esse aplicativo é indicado para quem realmente quer assistir os jogos em qualquer lugar, seja no celular ou tablet. Disponibiliza até 56 sinais ao vivo, direto das arenas de competição e a programação completa dos 16 canais SporTV (especiais para os jogos olímpicos). Para assistir ao vivo, é claro, você precisa ser um assinante de TV paga.

Aos usuários que não são assinantes, é possível ver o quadro de medalhas, compactos das competições, vídeos de atletas brasileiros e destaques dos jogos. Além disso, o app permite que você adicione notificações para te lembrar de determinada competição.

GE Rio 2016

Desenvolvedor: GLOBO COM. E PART. S/A Compatibilidade: [iPhone] [iPad]

O GE Rio 2016 exibe toda a cobertura jornalística das olimpíadas. Assim como o site GloboEsporte.com, o forte do aplicativo é exibir sempre notícias atualizadas ou até mesmo em tempo real.

Como a maioria, também é possível ver vídeos, fotos, quadro de medalhas e outras informações sobre os jogos olímpicos.

365Scores na Jogos Olímpicos Rio 2016 & Brasileirão

Desenvolvedor: 365Scores LTD Compatibilidade: [iPhone] [iPad em modo 2x]

365Scores é um aplicativo de resultados ao vivo, focado principalmente em futebol. Em sua última atualização, os desenvolvedores resolveram incluir os jogos olímpicos Rio 2016 na plataforma.

O diferencial do app fica por conta da seção sobre as lendas do esporte olímpico, descrevendo histórias interessantes sobre atletas que marcaram seus nomes nos jogos. Mas como nem tudo são flores, o ponto negativo é a compatibilidade apenas com iPhone, precisando rodar no iPad em modo 2x

O GlobOlímpico

Desenvolvedor: Infoglobo Comunicacao E Participacoes S/A Compatibilidade: [iPhone] [iPad]

Este aplicativo é a versão digital do GlobOlímpico, uma parte especial do Jornal O Globo que será impresso e distribuído de graça nos locais de competição da Rio 2016. O aplicativo é ideal para quem quer ler notícias mais longas e detalhadas sobre os jogos.

Dentre as pautas das notícias estão os destaques das competições, atletas e a própria cidade do Rio de Janeiro.

Agora você não vai perder mais nada da Olimpíada Rio 2016!

08/08/2016 Posted by | Tecnologias | Deixe um comentário