PrimeLife (Ano VIII)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Homem meu e eu sua…

LIBERTARIA 2Sem face

Ora loucura, ora realidade

Te sinto, mas não te vejo

Te tenho, mas não te toco

Te falo, não te escuto

Conflagrando meu ser em chamas fulgentes de desejo…

Consumindo meu interior, nada pode conforta-me além do seu corpo….

Corpo candente, intenso…meu balsamo

Tenho sede. Não quero agua.

Quero tua boca…

Ah que consternação percorrendo meu corpo… arrebata-me de mim… me leva

A ti… inteira tua…

Oh lua. Tão suntuoso como ti… são aqueles olhos que ao me fitarem, me demuda em partículas vulcânicas

O movimento das tuas mãos transforma-me em títere

Em beija flor, que aspira o néctar das flores.

Ai de minha pele, sem teu calor

Ai de mim, sem ti.

Homem meu e eu sua…

Karina Máximo

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23/08/2016 Posted by | Poesia | Deixe um comentário

O Vinho e a Madeira

vinho e a madeiraO uso de aço inoxidável ou madeira para fermentação e maturação dos vinhos é uma escolha que depende do custo e da finalidade.

Os dois materiais têm resultados opostos no produto final. Enquanto que o aço é mais durável, fácil de limpar, permite controle da temperatura e ter a propriedade de produzir vinhos com maior frescor, a madeira tem vantagens impossíveis de se obter com o aço.

O carvalho é a madeira mais utilizada nos processos de vinificação, principalmente no envelhecimento.

Outras espécies não são muito apropriadas, seja pela porosidade excessiva ou por conter substâncias aromáticas desagradáveis que seriam transmitidas ao vinho.

A lenta evaporação causada pela porosidade do carvalho concentra os sabores do vinho e o torna mais complexo pela incorporação de aromas bem característicos de baunilha. Além de todas essas vantagens ainda participa com a doação de taninos para vinhos que os têm insuficientes.

O carvalho francês é o mais desejável de todos.

A maior parte é proveniente de uma ou mais florestas que foram plantadas na época de Napoleão para construir navios.

As cinco principais origens dessa madeira para fabricar barricas de vinho são Allier, Limousin, Nevers, Trançais e Vosges.

Cada floresta produz madeiras que se diferenciam pela compactação dos grãos e pelos sabores fornecidos ao vinho.

Muitas áreas dos Estados Unidos também produzem carvalho de alta qualidade, principalmente em Arkansas e Tennessee.

Além de mais barato – quase metade dos franceses – tem a preferência para alguns tintos devido à sua estrutura, sabores característicos e ainda capazes de alcançar resultados similares. Atualmente encontram-se barricas de carvalho americano em vários países produtores, inclusive europeus.

Há grande variedade de opções de tamanhos e formatos das barricas, porém a mais tradicional é a bordalesa com capacidade para 225 litros.

Uma das etapas mais importantes durante sua construção é a chamada tosta.

A barrica parcialmente montada é colocada sobre uma pequena fogueira de lenha para que a parte interna seja carbonizada ou “tostada”. O grau da tosta tem grande efeito no vinho a ser envelhecido.

Enólogos podem normalmente encomendar barricas com tosta leve, média ou pesada baseados na variedade da uva e no estilo do vinho a ser produzido. Considerando que barricas novas contribuem com mais sabores para o vinho que outras já usadas, a porcentagem de barricas novas utilizadas numa vinícola influi muito na qualidade do vinho. Depois de cinco anos de uso elas deixam de ter qualquer participação no gosto do vinho.

Várias técnicas têm sido desenvolvidas para estender o uso das barricas ou ganhar os benefícios do envelhecimento em carvalho sem o custo dos métodos tradicionais.

Um deles envolve a colocação de lascas de carvalho nos tanques. Chamados de chips, eles são acrescentados em vários estágios do processo de vinificação, seja durante a fermentação ou mergulhados nos tanques depois de colocados em grandes “sacos de batata”.

Os chips são vendidos comercialmente e encontrados em grande variedade de tipos, tamanhos, origens, graus de tosta, etc.

Todos esses fatores influem no caráter do vinho. Contudo, nenhumas dessas técnicas baratas são capazes de substituir os resultados do envelhecimento nas barricas tradicionais que se baseiam na micro oxigenação.

23/08/2016 Posted by | Vinhos | Deixe um comentário

Costumes que empobrecem nossa mente

HABITOSNossos costumes influenciam nosso estado físico e emocional, além de que programam a forma como o nosso comportamento irá definir quem somos. Sendo assim, é muito importante parar com alguns hábitos, entre eles:

  1. O costume da autocompaixão

As raízes da pobreza começam a crescer quando a autocompaixão faz brotar queixas sobre como a nossa vida é miserável. Você começa a pensar que não tem o salário que queria, a educação que você recebeu não é aquela de que precisava, sua casa não é igual à da revista, o clima de hoje não é bom, o vendedor não te escutou como deveria, e tudo, absolutamente tudo ao seu lado, pode ser um motivo para sentir pena de você mesmo e reclamar do azar.

Não obstante, as pessoas que têm o costume da autocompaixão perdem o respeito daqueles que as cercam. É claro que ninguém aguenta uma pessoa assim por muito tempo, sempre com más notícias. Por exemplo, ninguém espera nada de um hipocondríaco crônico e é muito pouco comum que ele seja convidado ou considerado para algum evento. Para alguém assim, é muito difícil manter relações pessoais, estas que são muito importantes para a carreira profissional (o networking) e para conseguir um novo e interessante trabalho. A autocompaixão é a melhor forma de conseguir um salário medíocre e ter uma vida sem graça.

  1. Costume de economizar em tudo

Se você sempre vai na seção de ofertas, se pensa que o salário dos seus colegas é sempre maior do que o seu, ainda que eles trabalhem menos. Se você nunca empresta nada a ninguém, ou se não deixa nada de gorjeta aos garçons, isso significa que o costume da pobreza já fez um ninho ao redor de você.

Os especialistas dizem que economizar em tudo, compulsivamente, está longe de ser um sinal de precaução. Muito pelo contrário, é um sintoma que reflete uma incapacidade de compensar ganhos e perdas.

  1. Costume de medir tudo em dinheiro

Pensar que a única forma de ser feliz é ter um salário cheio de zeros é um sinal de pobreza de espírito. Você está errado se acha que a alegria está numa roupa cara, numa casa própria ou num carro novo. Sociólogos afirmam que, se a resposta para a pergunta ’do que você precisa para ser feliz?’ começa com uma lista de bens materiais, trata-se de pobreza de espírito. As pessoas com um ponto de vista mais equilibrado mencionam sempre o amor e a amizade em primeiro lugar. O interessante é que este último tipo de pessoa quase nunca fala em conta bancária porque pensa que a riqueza se mede na capacidade de gerar valor e ter visão. Uma pessoa realmente de sucesso não depende do tamanho do seu saco de moedas.

  1. Costume de entrar em pânico quando o dinheiro acaba

Se você fica ansioso quando pensa que pode ser o próximo na lista de demitidos da empresa, isso pode ser um sintoma de uma mente programada para a pobreza. A verdade é que o dinheiro é um recurso que vai e volta.

  1. Costume de gastar mais do que ganha

Se você trabalha em dois lugares e ainda assim não consegue pagar as contas, talvez tenha chegado a hora de mudar alguma coisa na vida. Se uma pessoa não consegue entender a sua situação financeira talvez nunca possa conhecer o que é a estabilidade econômica.

  1. Costume de fazer coisas que você não gosta

Se eu não fizer, quem vai fazer? Os psicólogos afirmam que as pessoas cujos empregos não as satisfazem estão potencialmente programadas para a pobreza e para o que se pode chamar de ’azar’. A razão está nos sentimentos que são despertados na pessoa ao ter que tratar de temas dos quais ela não gosta. Para sair desse ciclo, o necessário é fazer não o que alguém mais precisa, mas o que gere em nós mesmos mais satisfação. Apenas assim é possível ver resultados ’milagrosos’. Dizem por aí que, se você for ao sapateiro, ele deve ser o melhor. E com razão: de repente você pode acabar abrindo uma sapataria.

  1. Costume de não ter uma boa relação com as pessoas da família

Ainda que possa parecer não tão grave, ter uma má relação com a sua família pode gerar uma espécie de ’tabu’ mental e um mal-estar que pode se transformar em ódio. O ódio se transforma em amargura e a amargura em pobreza mental

Esta última não permite mudança nem perdão.

23/08/2016 Posted by | Atitudes | Deixe um comentário