PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Dia Nacional da Mulher

As mulheres brasileiras são inteligentes;

As mulheres brasileiras são carinhosas;

As mulheres brasileiras são batalhadoras;

As mulheres brasileiras são lindas e sensíveis;

As mulheres brasileiras são românticas;

As mulheres brasileiras são GUERREIRAS.

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30/04/2017 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Os filhos e o valor do dinheiro

Não se trata de saber escolher a melhor ação, nem de ser o mais acurado na hora de comprar dólares ou investir em títulos do governo. “Um dos segredos mais bem guardados no mundo das finanças pessoais é que, na verdade, uns poucos conceitos gerais é que fazem toda a diferença”, diz Beth Kobliner, comentarista de finanças pessoais, em seu recém-lançado livro Make Your Kid A Money Genius (Even If You’re Not): A Parents’ Guide for Kids 3 to 23 (Torne seu filho um gênio financeiro – mesmo que você não seja: um guia para os pais de crianças de 3 a 23 anos).
Beth foi conselheira do governo Obama para educação financeira da população e ajudou a desenvolver um site de informações que alcançou 1 milhão de visitas. Ela também assessorou o programa Vila Sésamo em sua iniciativa de educação financeira (e gravou um vídeo em que ensina o personagem Elmo a poupar).

Uma boa parte do livro se refere à realidade americana: fala dos fundos de investimento para aposentadoria e para poupar para a universidade e trata da vida nos alojamentos das faculdades, um fenômeno não tão comum no Brasil. Mas seu aspecto comportamental é valioso para leitores de qualquer lugar, e vai muito além de questões como dar ou não mesada.

A educação financeira vai muito além do dinheiro. Como diz Beth, o melhor investimento que você pode fazer por seu filho é estimulá-lo e prepará-lo para cursar uma faculdade. Essa única ação eleva o salário médio das pessoas em vários milhares de dólares – e é uma lição que vale também para o Brasil.

Eis alguns dos conselhos de Beth para formar pessoas mais equilibradas no trato com o dinheiro:

Para filhos pequenos

+ Nunca é cedo demais para começar: um estudo na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, concluiu que vários dos hábitos que vão ajudar as crianças a gerir seu dinheiro já estão formados aos sete anos de idade. Não tem problema se a criança não absorver todas as informações que forem dadas. Ela vai perceber que aquele assunto é importante, algo com que os adultos se importam.

+ Se a família está passando por alguma dificuldade, é bom contar às crianças a realidade. Mas é importante passar a certeza de que elas, e você, vão ficar bem.

+ Use histórias para falar de finanças. Quando você conta um caso, como o de alguém que não fez seguro do carro e foi assaltado ou de um vizinho que poupou religiosamente durante dez anos e finalmente conseguiu comprar um barco, isso fica na cabeça da criança.

+ Se possível, leve sua filha ou filho para o trabalho, ou passe por lá no fim de semana para mostrar onde você trabalha. Repita a mensagem de que é o seu trabalho que permite pagar por moradia, comida e brinquedos.

+ Como acostumar as crianças a resistir a tentações? Aqui Beth se baseia nas pesquisas do psicólogo Walter Mischel, autor do famoso estudo do marshmallow, em que as crianças tinham a escolha de comer um doce ou esperar algum tempo e ganhar dois doces; décadas depois, Mischel apontou que aquelas que haviam conseguido esperar tinham notas melhores e eram mais bem adaptadas socialmente. As estratégias defendidas por Mischel incluem dizer à criança o que ela vai encontrar antes de entrar em algum lugar com muitas ofertas, e ajudá-la a se preparar para resistir aos impulsos. Vale, por exemplo, lembrar do efeito negativo de compras por impulso (vai demorar mais para ela poupar para um brinquedo que queira muito). Também vale distraí-la com uma história, caso ela comece a fazer birra. Em qualquer caso, lembre-se de elogiá-la por ter resistido.

+ Outra recomendação é transformar a resistência em um hábito. Deixe claro, por exemplo, que sexta-feira é o dia em que você compra sorvete depois da aula; portanto não adianta pedir doces em outros dias, porque a resposta será sempre não.

+ Dê valor à espera. Ajude a criança a ter uma relação positiva com a expectativa. Quando chegar o dia do brinquedo ou do passeio pelo qual ela esperou, não deixe de lembrar a ela o quanto valeu a pena esperar.

+ Beth recomenda ter, desde cedo, um local determinado para guardar o dinheiro. Uma boa sugestão é ter três vasos: um de poupança para comprar coisas que a criança deseje, um para usar no cotidiano e um terceiro para compartilhar com pessoas que precisam de ajuda (estimulando a caridade). Não é preciso que a divisão seja equânime – o dinheiro da caridade por ser 10% ou 30% do total. Se o pai quiser realmente estimular esse hábito, pode dobrar o montante que ela doar, acrescentando do seu bolso.

+ O mesmo vale para a poupança: considere colocar no jarro 50 centavos para cada real que seu filho poupar. Isso vai estimulá-lo a guardar para projetos maiores. (Mas coloque um limite máximo para a sua contribuição.) Com o tempo, incentive-o a poupar sem objetivo definido – apenas para criar um colchão de segurança para o futuro.

+ Poupança é uma questão de confiança. Portanto, pais que cumprem suas promessas ajudam a tornar claro que, se a criança poupar hoje, terá o que quer no futuro. Da mesma forma, evite assaltar o cofrinho da sua filha. Se o fizer, por uma emergência, peça para ela e pague a dívida no dia seguinte.

+ Elogie o esforço, não a inteligência. De acordo com a psicóloga Carol Dweck, crianças elogiadas por sua inteligência ficam mais propensas a encarar desafios como uma possível perda de seu status, e quando se preza o esforço elas tendem a pedir mais oportunidades de demonstrar o trabalho duro.

Para filhos no ensino fundamental

+ Use números. As crianças tendem a ficar impressionadas com exemplos que mostram como o dinheiro se multiplica ao longo dos anos, em um investimento que dê uma rentabilidade razoável.

+ Assim como no caso de drogas, os pais que tiveram alguma experiência de mau uso do dinheiro também não devem mentir, mas não precisam entrar em muitos detalhes. E devem tomar cuidado para não fazer parecer que maus passos (como torrar todas as economias numa viagem com amigos) tenham sido fantásticos.

+ Na hora de dizer não a uma compra, não diga que não pode pagar. Isso abrirá caminho para questionamento caso, em seguida, se decida comprar outra coisa. Diga apenas que aquilo não está no orçamento ou dê um motivo concreto (não quero que você tenha esse tipo de brinquedo, por exemplo).

+ Ao assistir TV, ensine seus filhos a entender a diferença entre os comerciais e a programação normal. E ajude-os a questionar as mensagens dos anunciantes, que têm interesse em vender seu produto.

+ Explique que, ao usar o cartão de crédito, está tomando dinheiro emprestado de uma companhia – e que terá que saldar a dívida no fim do mês.

+ Assim que eles começarem a aprender números negativos, aproveite para dizer que dívidas são uma espécie de “dinheiro negativo”.

+ Se seu filho começar a perder muitos itens na escola, é bom fazer com que ele contribua com parte do gasto de reposição. Isso em geral opera milagres no senso de responsabilidade da criança.

+ Não discrimine sua filha. Pesquisas mostram que os pais costumam falar sobre dinheiro mais com os meninos do que com as meninas.

+ Resista à tentação de comparar as escolhas da sua família com a dos outros. Não é apenas um mau exemplo. Pesquisas mostram que comparar nossas finanças com as dos amigos nos deixa menos felizes.

+ Quando a criança é mais articulada, já é possível introduzir o conceito de custo de oportunidade. Quer dizer que, sempre que se opta por um gasto, outra coisa está sendo deixada de lado. Os dois reais gastos todos os dias num chocolate impedem de comprar mais figurinhas no final de semana.

+ Tente controlar o seu próprio comportamento financeiro. Não é preciso ser perfeito para criar um filho equilibrado financeiramente, mas não se deve ser hipócrita. Adotar pequenas atitudes para colocar sua vida financeira em ordem já passam uma poderosa mensagem às crianças.

+ Nessa fase, as crianças ficam muito curiosas sobre a remuneração dos pais. Não é preciso, diz Beth, ser muito específico. Esta é uma informação que diz respeito aos pais, apenas. Mas é possível informar qual é a média do salário no país ou o salário típico de uma família de classe média e se posicionar em relação a esse número.

+ Quando a criança é muito pequena, convém elogiar o seu trabalho. Com crianças um pouco mais velhas, já é possível dizer que nem sempre se ama o que faz. É até bom que os filhos saibam que há problemas – um chefe chato, um colega que não coopera, uma tarefa especialmente difícil… Na escola, eles também terão professores de quem gosta menos, e nem por isso podem descuidar de suas obrigações.

+ Na altura do quinto ou sexto ano, já é hora de abordar o tema faculdade. Nos Estados Unidos, a universidade é uma das maiores despesas para uma família. Aqui, as federais costumam ser gratuitas, mas é crescente o número de boas faculdades privadas – e há quem queira estudar no exterior. Poupar para a universidade não é apenas uma medida presciente, é também uma excelente maneira de fazer a criança estudar com mais consciência. Pesquisas americanas mostram que as crianças que contribuem com economias para pagar a universidade têm notas melhores no vestibular.

+ Comece a poupar para a faculdade da sua filha quando ela nascer, e assim que ela puder entender, diga a ela o que está fazendo. Ter uma conta específica para pagar a faculdade não é só uma poupança. É um estímulo para as aspirações da criança. As evidências disso são tão fortes que a cidade de São Francisco criou um programa para que as escolas públicas deem a cada aluno da pré-escola uma conta de poupança com pelo menos 50 dólares iniciais.

+ É hora de começar a dar uma semanada? Não necessariamente. Um estudo britânico apontou que crianças que recebiam semanada eram piores em poupar do que crianças que ganhavam dinheiro realizando pequenos trabalhos.

+ Evite, no entanto, pagar pela ajuda que a criança presta em casa. As tarefas essenciais não devem ser pagas, porque seu filho tem que aprender que a contribuição com a família é obrigação. Tarefas extras, sim, podem ser pagas – especialmente se a criança estiver fazendo algo para o qual outra pessoa seria contratada para fazer.

+ Qualquer que seja a fonte do dinheiro da sua filha, seja claro sobre o que ele tem de pagar e o que é sua responsabilidade. Dar calçados é sua obrigação, mas um tênis de 500 reais, não. Se ele quiser o tênis mais caro, deverá contribuir com a diferença.

Para filhos no ensino médio e além

+ Neste momento, o adolescente pode fazer mais trabalhos remunerados, especialmente nas férias. E deve ficar claro que esse dinheiro é para ajudar no período da faculdade. Porém, sem exagero: estudos mostram que a partir de 15 horas semanais, o trabalho prejudica o estudo.

+ Estimule seus filhos a usar dinheiro, não cartão de crédito ou mesmo débito. Estudos mostram que pagar em moeda “dói” mais e ajuda a evitar gastos desnecessários.

+ Agora é hora de incentivar os seus filhos com a matemática dos juros compostos. Mostre a eles o quanto a disciplina de poupar uma determinada quantia todo mês pode representar quando eles tiverem idade para se aposentar. (Há várias ferramentas para calcular juros compostos na internet.)

+ Cuidado com o que o pesquisador Jerald Bachman, da Universidade de Michigan, chamou de “afluência prematura”. Dado que o dinheiro que as crianças ganham, em geral, é usado apenas para pagar os “extras”, já que os pais garantem o básico, é comum que os adolescentes “adquiram uma visão inflada do que eles conseguirão comprar quando forem mais velhos”, como diz Beth.

+ É importante frisar que eles vão encontrar muita gente na faculdade cujas famílias são bem mais ricas ou bem mais pobres. E que não há problema nenhum em ser claro sobre isso. Assim, os programas dos seus filhos não precisam ser tão caros quanto os dos mais abastados, nem pressionar os amigos menos abastados.

+ Deixe seus filhos fazerem escolhas difíceis. Não os recrimine. Mas, quando não puderem fazer uma viagem com os amigos ou ir a um show por falta de dinheiro, não deixe de lembrá-los que as decisões têm consequências.

Make Your Kid A Money Genius (Even If You’re Not):

A Parents’ Guide for Kids 3 to 23

Autora: Beth Kobliner

Editora: Simon & Schuster

Páginas: 372


29/04/2017 Posted by | Livros | Deixe um comentário

Para pensar quando a vida estiver difícil

Sidarta Gautama, o Buda nos deixou um legado de grande sabedoria.

Entre tantas pérolas, separo 13 conselhos deixados para aqueles que vivem momentos difíceis.

Existe, segundo Buda, uma forma de viver esses momentos de uma maneira mais tranquila e o segredo tem a ver com atitude:

1) AS COISAS SÃO O QUE SÃO

A nossa resistência às coisas é a principal causa do nosso sofrimento. Este acontece quando resistimos às coisas como elas são. Se não se pode fazer nada, relaxe. Não lute contra a correnteza, aceite ou então se consuma em seu sofrimento.

2) SE VOCÊ ACHA QUE TEM UM PROBLEMA, VOCÊ TEM UM PROBLEMA

Repare que tudo é olhado através de uma perspectiva. Em um determinado momento as coisas parecem difíceis, no outro não. Sabendo disso, caso tenha uma dificuldade escolha entendê-la como um desafio, uma oportunidade de aprendizado. Se enxergá-la como um problema, essa dificuldade será certamente um problema.

3) A MUDANÇA COMEÇA EM VOCÊ MESMO

Seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior. Temos o hábito de achar que tudo ficará bem quando as circunstância mudarem. A grande verdade, no entanto, é que as circunstâncias só mudarão quando essa mudança ocorrer em nosso interior.

4) NÃO EXISTE APRENDIZADO MAIOR DO QUE FALHAR

O fracasso não existe!!! Entenda isso de uma vez por todas. Todas as pessoas de sucesso já falharam diversas vezes. Aproveite suas falhas como um grande aprendizado. Se fizer isso, na próxima vez estará mais perto do sucesso. A falha é sempre uma lição de aprendizado.

5) SE ALGO NÃO ACONTECE COMO O PLANEJADO, SIGNIFICA QUE O MELHOR ACONTECEU

Tudo acontece de forma perfeita, até quando dá errado. Muitas vezes, quando olhamos para trás, percebemos que aquilo que consideramos errado, na verdade foi o melhor que podia ter acontecido. No entanto, quando dá certo, certamente estamos alinhados com nosso propósito de vida. O universo sempre trabalha a nosso favor.

6) APRECIE O PRESENTE

Nós só temos o momento presente! Portanto não o deixe passar perdendo tempo com o passado. Valorize seu momento presente pois ele é único e importante. É a partir dele que cria sua vida futura.

7) DEIXE O DESEJO DE LADO

A maioria das pessoas vive a vida guiadas pelos desejos. Isso é extremamente perigoso, um desejo não satisfeito transforma-se em uma grande frustração. Frustação desencadeia uma energia negativa muito forte e retrai seu crescimento. Procure entender que tudo o que precisa vai chegar até você se cultivar sua felicidade incondicional. Pratique uma mente isolada, só assim suas emoções permanecerão felizes ou neutras.

8) COMPREENDA SEUS MEDOS E SEJA GRATO POR ELES

O medo é o contrário do amor, é quem mais atrapalha sua evolução caso não saiba entendê-lo. No entanto ele é importante na medida em que fornece uma grande oportunidade de aprendizado. Quando enfrenta e vence o medo, se torna mais forte e confiante. Superar seus medos requer prática, o medo é apenas uma ilusão e, acima de tudo, é opcional.

9) EXPERIMENTE ALEGRIA

Existem pessoas que se divertem com tudo o que lhes acontece. Mesmo na pior situação, riem de si mesmas. São pessoas felizes que enxergam crescimento em tudo. Essas pessoas aprenderam que é importante focar na alegria e não nas dificuldades. O resultado é que atraem muito mais situações felizes do que tristes.

10) NUNCA SE COMPAREM COM OS OUTROS

Você é único, veio aqui com uma missão só sua. E ela é tão importante quanto a de qualquer outra pessoa. Mesmo assim se não conseguir evitar comparações, compare com quem tem menos que você. Isso é uma ótima estratégia para perceber que tem sempre muito mais do que precisa para ser feliz.

11) VOCÊ NÃO É UMA VÍTIMA

Você é sempre o criador de suas experiências! Tudo o que lhe acontece foi atraído por você mesmo e extremamente necessário pra seu aprendizado. Quando algo que considera desagradável acontecer com você, agradeça e pergunte: “Por que será que atraí isso para minha vida?”, “O que preciso aprender com essa experiência?”.

12) TUDO MUDA

Isso também vai passar…palavras de Chico Xavier. Tudo nessa vida é dinâmico, tudo muda em um segundo. Portanto, não fique se lamentando. Caso não saiba o que fazer, não faça nada. O universo não para de mudar, crescer e se expandir, sendo assim espere, por que tudo vai passar.

13) TUDO É POSSÍVEL

Milagres acontecem todos os dia, e nós mesmos é que somos responsáveis por eles. Confie e acredite nisso. Na medida em que conseguir sua mudança de consciência, encontrará em você o poder de realizar milagres. É tempo de mudar e entender sua importância, a possibilidade que você tem de mudar o mundo. Acredite!!!!

24/04/2017 Posted by | Comportamento, Meditação | Deixe um comentário

São Jorge

Muitos países celebram, hoje,  o Dia de São Jorge, que é a data do seu falecimento.

Entre os países que comemoram a data, destacam-se o Reino Unido, Portugal, Geórgia, Bulgária, etc

No Reino Unido, o Dia de São Jorge é o Dia Nacional. O Dia de São Jorge é também comemorado localmente em várias localidades, inclusive no Rio de Janeiro.

Oração de São Jorge na voz de Pedro Bial.

23/04/2017 Posted by | Espiritualidade, Lembranças do Dia | Deixe um comentário

José Guilherme Merquior

“Pessoalmente, há muitos anos eu me espanto com a irresponsabilidade de alguns intelectuais que tendem a minimizar, em nome de uma vesga modernice, o problema do ensino básico, da alfabetização, de dotar as pessoas com instrumental mínimo do pensamento articulado, que é a capacidade de falar e escrever corretamente. Fala-se mal, escreve-se mal, pensa-se mal no Brasil.”

Em homenagem a José Guilherme Alves Merquior, crítico literário, ensaísta, diplomata e sociólogo brasileiro. Professor universitário, foi um pensador que se definia politicamente como um liberal social, nascido nesta data em 1941.

22/04/2017 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Immanuel Kant

“A missão suprema do homem é saber o que precisa para ser homem”

Em homenagem a Immanuel Kant, filósofo alemão, fundador da Filosofia Crítica, que nasceu nesta data, em 1724.

Foi considerado um dos maiores da história da filosofia e um dos mais influentes no ocidente.

22/04/2017 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Homem de Caráter 

Uma mulher bonita é aquela que pode oferecer mais do que sua aparência.

20/04/2017 Posted by | Reflexões | Deixe um comentário

As pessoas mais felizes e bonitas são as fora dos padrões de beleza e juventude

Por que você não faz uma cirurgia para corrigir as pálpebras caídas? E preenchimento ao redor dos lábios para tirar o bigode chinês?
Tenho sofrido um bombardeio de perguntas perturbadoras como estas, especialmente por parte de algumas amigas. Elas insistem que eu preciso, urgentemente, fazer algumas “correções” nas pálpebras, pescoço e seios, além de lipoaspiração e aplicação de botox, lifting facial e outros procedimentos disponíveis no mercado da beleza.

Até recentemente as perguntas para quem pensava em fazer uma cirurgia plástica eram:

Por que você quer fazer? Você acha que vale a pena correr o risco de ficar deformada e até mesmo de morrer?

Hoje, as perguntas mudaram e sou testemunha de um massacre sobre as mulheres: Por que você não faz uma plástica? Você não quer parecer mais jovem?

A resposta mais óbvia é que eu tenho medo de ficar com a “cara plastificada”.

Mas elas dizem: Ninguém vai perceber, fica muito natural. Digo que receio as complicações pós-operatórias. Elas são contundentes: É só fazer com um excelente cirurgião, não tem riscos. Falo que não sou tão vaidosa quanto elas, que só uso filtro solar e nem sei como fazer uma maquiagem básica. Elas reagem indignadas: Você não quer ficar dez anos mais jovem? Você é culpada por estar ficando uma velha!

A verdadeira resposta é que eu acredito que os velhos são lindos. Não consigo achar que uma pele esticada e um nariz perfeito são mais bonitos do que as rugas que contam a história de uma vida plenamente vivida.

Tenho o hábito de ficar observando as pessoas em todos os lugares. Adoro ir à praia só para ver corpos de todos os tipos, tamanhos, cores e idades. As pessoas que eu acho mais bonitas, e que parecem mais felizes, são justamente aquelas que estão completamente fora dos padrões de beleza e de juventude.

Apesar de ter muitos medos com relação ao meu envelhecimento, decidi investir o meu tempo, dinheiro e energia nos meus projetos de vida, e não me angustiar tanto com as transformações inevitáveis do meu corpo.

Afinal, se eu acredito que é possível inventar uma bela velhice, por que faria uma cirurgia plástica para fingir que sou mais jovem?

Mirian Goldenberg

20/04/2017 Posted by | Bem Estar | Deixe um comentário

Roberto Carlos

Nesta data, em 1941, na cidade de Cachoeira de Itapemirim (ES), nascia Roberto Carlos Braga.

Roberto Carlos é o artista solo com mais álbuns vendidos na história da música popular brasileira.  Seus discos já venderam mais de 120 milhões de cópias e bateram recordes de venda.

 

19/04/2017 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Ciência explica: Reclamar altera negativamente seu cérebro

Ouvir alguém reclamar, mesmo que seja você mesmo, nunca fez bem.

Algumas pessoas dizem que reclamar pode agir como uma catarse, uma maneira de descarregar emoções e experiências negativas.

Mas olhar com mais atenção ao que o ato de reclamar realmente faz para o cérebro nos dá motivos reais para lutar por um estado de espírito mais positivo e eliminar o mimimi de nossas vidas.

O cérebro é um órgão complexo que, de alguma forma, funciona em conjunto com a consciência para criar a personalidade de um ser humano, sempre aprendendo, sempre recriando e se regenerando. É ao mesmo tempo o produto da realidade e o criador da realidade, e a ciência está finalmente começando a entender como o cérebro cria a realidade.

Autor, cientista da computação e filósofo, Steven Parton, examinou como as emoções negativas na forma de reclamações, tanto expressas por você mesmo ou vindas de outros, afetam o cérebro e o corpo, nos ajudando a entender por que algumas pessoas parecem não conseguir sair de um estado negativo.

Sua teoria sugere que a negatividade e a reclamação realmente alteram fisicamente a estrutura e função da mente e do corpo.

“Sinapses que disparam juntas, se mantém juntas”, diz Donald Hebb, que é uma maneira concisa de compreender a essência da neuroplasticidade, a ciência de como o cérebro constrói suas conexões com base em tudo a que é repetidamente exposto.

Negatividade e reclamações irão reproduzir mais do mesmo, como essa teoria destaca.

“O princípio é simples: em todo o seu cérebro há uma coleção de sinapses (responsáveis por transmitir as informações de uma célula para outra) separadas por espaços vazios chamados de fenda sináptica. Sempre que você tem um pensamento, uma sinapse dispara uma reação química através da fenda para outra sinapse, construindo assim uma ponte por onde um sinal elétrico pode atravessar, carregando a informação relevante do seu pensamento durante a descarga.

… toda vez que essa descarga elétrica é acionada, as sinapses se aproximam mais, a fim de diminuir a distância que a descarga elétrica precisa percorrer… o cérebro irá refazer seus próprios circuitos, alterando-se fisicamente para facilitar que as sinapses adequadas compartilhem a reação química e, tornando mais fácil para o pensamento se propagar.“

Além disso, a compreensão desse processo inclui a ideia de que as ligações elétricas mais utilizadas pelo cérebro se tornarão mais curtas, portanto, escolhidas mais frequentemente pelo cérebro. Isso explica como a personalidade é alterada.

No entanto, como seres conscientes, temos o poder de modificar esse processo, simplesmente ao nos tornarmos conscientes de como o jogo universal da dualidade atua no momento em que surgem os pensamentos. Nós temos o poder de escolher criar pensamentos conscientes de amor e harmonia, garantindo, assim, que o cérebro e a personalidade sejam positivamente alterados.

A empatia e o efeito em grupo

Vamos além do efeito que a reclamação tem sobre o próprio indivíduo. Essa linha de raciocínio científico se estende até a dinâmica entre duas pessoas, explicando cientificamente como a reclamação joga outras pessoas para baixo.

Assim, quando alguém derrama um caminhão de fofocas, de negatividade e drama em cima de você, você pode ter certeza que está sendo afetado bioquimicamente, diminuindo as suas chances ser feliz. A exposição a esse tipo de explosão emocional realmente provoca stress. E já sabemos que o estresse mata. Portanto, reclamação e negatividade podem contribuir seriamente para a sua morte precoce.

Parton refere-se a essa perspectiva como “a ciência da felicidade”, e este comportamento de reclamação contínua oferece um estudo propício para a ligação entre o poder do pensamento e a capacidade de controle que uma pessoa pode ter sobre a criação de sua realidade tridimensional.

“… Se você está sempre reclamando e menospreza o seu próprio poder sobre a realidade, você não pensa que tem o poder de mudar. E assim, você nunca vai mudar. “

19/04/2017 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário