PrimeLife (Ano VIII)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Características de pessoas mentalmente fortes

Pessoas mentalmente fortes mantêm hábitos saudáveis. Elas administram suas emoções, pensamentos e comportamento de forma a obter sucesso na vida. Confira a seguir hábitos que pessoas com psicológico forte não praticam.

Não sentem pena de si mesmas

Elas não sentam e têm pena de si mesmas por causa das circunstâncias ou de como foram tratadas. Ao invés disso, elas assumem responsabilidade pelo seu papel na vida e entendem que nem sempre as coisas são fáceis e

Elas não dão seu poder a ninguém

Elas não permitem que outras pessoas as controlem. Elas não falam coisas do tipo ‘meu chefe faz com que eu me sinta mal’, porque elas entendem que elas mesmas tem controle sobre as próprias emoções e escolhem como irão reagir.

Elas não têm medo de mudar

Elas recebem bem mudanças positivas e tentam se manter sempre flexivas. Elas sabem que mudanças são inevitáveis e acreditam na sua capacidade de se adaptarem.

Não gastam energia naquilo que não podem controlar Você não ouvirá uma pessoa de mente forte reclamando que sua bagagem foi extraviada ou que o trânsito estava terrível. Ao invés disso, ela se concentra nas coisas que pode controlar. Mesmo que em cercas situações, a única opção possível é sua atitude.

Não se preocupam em agradar todo mundo

Elas reconhecem que não precisam agradar a todos o tempo todo. Elas não têm medo de se expressar e se impor quando é necessário. Elas buscam ser justas e gentis, mas sabem lidar com alguém que fica chateado com algo que elas fizerem.

Elas não têm medo de riscos

Elas não correm riscos desmedidos, mas não têm medo de riscos calculados. Elas ponderam os prós e contras antes tomar uma decisão importante, e sabem dos potenciais danos antes de agirem.

Elas não são apegadas ao passado

Pessoas de mentalidade forte não remoem o passado pensando no que poderia ter sido diferente. Elas aceitam seu passado e sabem dizer o que aprenderam com ele. Entretanto, não revivem seus tempos difíceis nem fantasiam sobre seus dias de glória. Elas vivem no presente e planejam seu futuro.

Elas não cometem o mesmo erro várias vezes Elas assumem responsabilidade pelo seu comportamento e aprendem com seus erros passados. Como resultado disso, não cometem o mesmo erro repetidamente. Elas seguem em frente e tomam decisões mais sábias no futuro.

Elas não desistem no primeiro fracasso

Elas não enxergam o fracasso como motivo para desistência. Na verdade, elas o usam como oportunidade para crescer e melhorar. Estão dispostas a continuar tentando até acertar.

Elas não têm medo de passar tempo sozinhas Elas toleram o ‘estar sozinho’ e não têm medo do silêncio. Elas não têm medo de ficarem sozinhas com seus pensamentos e usam esse tempo para produtividade. Elas gostam da sua própria companhia e não dependem de terceiros para serem felizes.

Elas não acham que o mundo deve algo a elas Elas não se sentem predestinadas a ganharem coisas do universo. Não têm essa mentalidade de que os outros devem cuidar delas, ou de que o mundo deve dar alguma coisa a elas. Elas procuram por oportunidades baseadas no seu mérito próprio.

Elas não esperam por resultados imediatos Seja trabalhando, cuidando da saúde ou começando um negócio do zero, pessoas mentalmente saudáveis não esperam resultados imediatos. Elas na verdade utilizam seus talentos e tempo da melhor forma possível e entendem que mudanças reais exigem tempo.

 

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21/03/2018 Posted by | Comportamento | 3 Comentários

A Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir, e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete.

É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer…

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…. Sobrenome, joias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

É elegante a gentileza; atitudes gentis falam mais que mil imagens… Abrir a porta para alguém?

É muito elegante. Dar o lugar para alguém sentar?

É muito elegante. Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma…

Oferecer ajuda? Muito elegante.

Olhar nos olhos ao conversar? Essencialmente elegante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver em si mesma a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licença para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.

Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.

Marta Medeiros

15/03/2018 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Nunca se culpe por fazer a coisa certa.

Nunca se culpe por ter amado. Por ter confiado. Por ter ajudado. Nunca se culpe por acreditar na bondade humana, na amizade verdadeira, no amor eterno.

Nunca se culpe por pagar as contas em dia, ser dedicado ao seu trabalho, honrar seus compromissos.

Nunca se culpe por dizer a verdade construtiva e pregar pequenas mentiras a fim de não magoar as pessoas. Nunca se culpe por algo que não deu certo apesar de todo empenho empregado. Nunca se culpe por fazer a coisa certa. Amou e não foi amado(a)? Paciência. Acreditou que tinha um amigo(a) de verdade e não tinha? Azar do falso amigo(a) que perdeu o seu carinho e atenção. Ajudou alguém e recebeu ingratidão? O problema não está com você com certeza. Por alguma razão que não sei explicar algumas pessoas ficam ressentidas quando são amparadas e transformam o gesto de carinho em uma arma contra quem as ajudou. Uma espécie de sentimento de inferioridade. Uma raiva forte por ter dependido da bondade alheia. A tristeza por deparar-se com as próprias limitações. Limitações comuns à raça humana. Ninguém é autossuficiente.

Se o(a) outro(a) mentiu, não é você que deve se sentir magoado(a).

Se o(a) outro foi desleal, não é você que deve se sentir traído(a).

Se o outro(a) foi ingrato(a), não é você que deve se sentir tolo(a).

Tolo(a) é quem não consegue ver a beleza da solidariedade. Tolo(a) é quem acha perda de tempo ajudar as pessoas.

Tolo(a) é quem se acha superior aos outros, autossuficiente.

Tolo(a) é quem ignora o sofrimento alheio.

Tolo(a) é que nunca se permitiu acreditar em nada e deixa a vida passar sem cor, sem odor, sem gosto. Pode soar como loucura ou poesia barata, mas tolice é deixar de viver, de amar, de acreditar, de se entregar aos sentimentos, sensações e desafios da vida. Tolice é deixar de amar por medo de ser desprezado.

Tolice é deixar de fazer uma prova por medo de ser reprovado(a).

Tolice é deixar de fazer um convite por medo de ouvir um não.

Tolice é dizer que nada muda no mundo por preguiça de arregaçar as mangas.

Sim, estamos no mundo para sofrer por amor, para sermos enganados(as) por nós mesmos e pelos outros(as), manipulados(as), ignorados(as), mas também amados(as), queridos(as), acolhidos(as).

Estamos no mundo para rir de nós mesmos, da nossa ingenuidade, dos absurdos que dizemos quando estamos tristes, confusos e sozinhos. Estamos no mundo para ganhar e perder. Ganhar aprendizado perdendo o que julgamos mais querer.

Estamos no mundo ao sabor das intempéries da natureza e precisamos aprender a nadar na marra quando formos arremessados no mar das incertezas. Viver é não saber. É não entender. É perdoar …é se perdoar e seguir em frente.

Nunca se culpe por fazer a coisa certa.

 

29/01/2018 Posted by | Comportamento, Reflexões | 3 Comentários

O silêncio e a tolerância

Pensar antes de reagir é uma das ferramentas mais nobres do ser humano nas relações interpessoais.

Nos primeiros trinta segundos de tensão, cometemos os maiores erros de nossas vidas, falamos palavras e temos gestos diante das pessoas que amamos que jamais deveríamos expressar.

Nesse rápido intervalo de tempo, somos controlados pelas zonas de conflitos, impedindo o acesso de informações que nos subsidiariam a serenidade, a coerência intelectual, o raciocínio crítico.

Um médico pode ser muito paciente com as queixas de seus pacientes, mas muitíssimo impaciente com as reclamações de seus filhos.

Pensa antes de reagir diante de estranhos, mas não diante de quem ama.

Não sabe fazer a oração dos sábios, nos focos de tensão, o silêncio.

Se vivermos debaixo da ditadura da resposta, da necessidade compulsiva de reagir quando pressionados, cometeremos erros, alguns muito graves.

Só o silêncio preserva a sabedoria quando somos ameaçados, criticados, injustiçados.

Cada vez as pessoas estão perdendo o prazer de silenciar, de se interiorizar, refletir, meditar.

O dito popular de contar até dez antes de reagir é imaturo, não funciona.

O silêncio não é se aguentar para não explodir, o silêncio é o respeito pela própria inteligência.

Quem faz a oração dos sábios não é escravo do binômio do bateu-levou.

Quem bate no peito e diz que não leva desaforo para casa, não pensa nas consequências de seus atos.

Quem se orgulha de vomitar para fora tudo que pensa, machuca quem mais deveria ser amado, não conhece a linguagem do auto controle.

Decepções fazem parte do cardápio das melhores relações.

Nesse cardápio precisamos do tempero do silêncio para preparar o molho da tolerância.

Para conviver com máquinas não precisamos de silêncio nem da tolerância, mas com seres humanos elas são fundamentais.

Ambos são frutos nobres da arte de pensar antes de reagir. Preserva a saúde psíquica, a consciência, a tranquilidade.

O silêncio e a tolerância são o vinho dos fortes, a reação impulsiva é a embriaguez dos fracos.

O silêncio e a tolerância são as armas de quem pensa, a reação instintiva é a arma de quem não pensa.

É muito melhor ser lento no pensar do que rápido em machucar, é preferível conviver com uma pessoa simples, sem cultura acadêmica, mas tolerante, do que com um ser humano de ilibada cultura saturada de radicalismo, egocentrismo, estrelismo.

Sabedoria e tolerância não se aprendem nos bancos de uma escola, mas no traçado da existência.

Ninguém é digno de maturidade se não usar suas incoerências para produzi-la.

Todo ser humano passa por turbulências na vida. Para alguns falta o pão na mesa; a outros a alegria na alma. Uns lutam para sobreviver, outros são ricos e abastados, mas mendigam o pão da tranquilidade e da felicidade.

Os milionários quiseram comprar a felicidade com seu dinheiro, os políticos quiseram conquistá-la com seu poder, as celebridades quiseram seduzi-la com sua fama, mas ela não se deixou achar.

Balbuciando aos ouvidos de todos, disse: “…Eu me escondo nas coisas simples e anônimas…”.

Todos fecham os seus olhos quando morrem, mas nem todos enxergam quando estão vivos.

13/12/2017 Posted by | Comportamento, Desenvolvimento Pessoal, Reflexões | Deixe um comentário

Mindfulness

As grandes mudanças vêm precedidas de pequenas sacudidas, de tímidas variações diárias que têm o poder de mudar a nossa vida na direção correta. O Mindfulness pode nos ajudar a conseguir isso, e essas cinco chaves nos permitirão aprender a ser mais conscientes do momento presente para realizar mudanças reais em pouco tempo.

Todos sabemos que quando falamos de felicidade, não existem milagres. O que existe é a força de vontade e a mente aberta que dia após dia e pouco a pouco vai sendo mais perceptiva a tudo o que acontece ao seu redor para intuir oportunidades. Para cruzar a porta certa no momento certo.

Um dos maiores inimigos que nos separa destes limiares de oportunidade é sem dúvida a “mente errante”. Tanto é que, segundo nos revelam vários estudos, nós passamos cerca de 30 a 40% do nosso tempo na posição de “piloto automático”.

Viver uma vida rotineira onde nos transformamos em meros passageiros em vez de comandantes é como deixar a nossa própria felicidade nas mãos do destino.

Isso não é o mais adequado. Por isso, propomos que você faça algumas mudanças. Te convidamos a incluir no seu dia a dia essas cinco chaves para ver resultados diretos em 15 dias.

  1. Seja receptivo às suas emoções, o melhor momento para lidar com elas é AGORA

O Mindfulness é, acima de tudo, uma filosofia de vida; uma ferramenta para desenvolver uma consciência mais plena com o nosso momento presente e o que acontece nele.

  • Nada disso teria sentido se não prestássemos atenção nas nossas emoções. Aspectos como a decepção, o nojo, a contradição ou a raiva não podem ser colocadas dentro de uma pasta do disco rígido do nosso cérebro.
  • Nós devemos geri-las, entender essas emoções, tomar o controle desse mundo interior sem adiar.
  1. O Mindfulness ensina a parar de julgar

Aprenda a viver sua própria realidade sem julgar. Os outros têm todo o direito de fazer, entender e viver sua vida como desejam.

  • A sua vida é sua, seja responsável por ela e evite fazer julgamentos sobre os universos alheios ao seu. Algo tão simples permitirá que você disponha de um estado de calma e equilíbrio adequado a partir de hoje.
  1. Seja receptivo, escute, aprenda a estar presente

Faça isso, apague neste exato momento o som incessante e repetitivo dos seus pensamentos.

  • Agora abra os olhos, mas não só para olhar: “veja” com maior calma tudo aquilo que o rodeia.
  • Diminua o ritmo da sua vida, pare e respire.
  • Agora, aprenda a escutar. Você tem “ouvido” sons durante muito tempo, mas é hora de sentir, de ver e ouvir com o coração, com o centro da sua mente.

“Em um coração livre de tensões, o amor flui em todas as direções.”-Maharishi-

Da mesma forma, outra ferramenta excepcional para aprender a estar mais presente é gerir melhor o nosso tempo. Se você deseja ter uma vida mais plena, é necessário aprender a aplicar filtros mentais adequados e a concentrar todas as suas energias e recursos pessoais nesse propósito de vida que tem em mente.

  1. Deixe de lado o “EU TENHO QUE SER” para praticar o “EU SOU”

Nós passamos grande parte da nossa vida sendo o que os outros esperam de nós. Nos esforçamos para agradar, para ser o que os outros querem… Tudo isso é fonte de sofrimento desnecessário que nos leva a uma dura infelicidade.

  • Faça mudanças. Substitua o “eu tenho que ser” pelo “eu sou”.
  • A meditação pode ser uma grande aliada para lembrar-nos de quem somos e entrarmos em contato com o nosso verdadeiro eu no momento presente.

Não podemos nos esquecer de que a ferramenta essencial do Mindfulness é, sem dúvidas, a meditação.

  1. Pratique a aceitação

Praticar a aceitação no nosso dia a dia não significa nos rendermos diante de tudo aquilo que acontece ao nosso redor.

  • Significa, em primeiro lugar, aceitarmos a nós mesmos e as nossas emoções presentes.
  • A aceitação também nos permite entender realidades alheias às nossas e a respeitá-las.
  • Da mesma forma, saber aceitar é falar o idioma do coração onde se conjugam a tolerância e a compreensão. Só assim seremos capazes de iniciar mudanças, de abrir as portas em direção ao nosso bem-estar interior.

Para concluir, estas cinco chaves são como janelas que espreitamos todos os dias para ver e entender a vida de outro modo.

O Mindfulness é o melhor marco para nos aproximarmos de uma felicidade mais plena e mais autêntica.

Não hesite em aproveitar suas ferramentas, em permitir-se ser guiado por especialistas da área.

A formação é sempre o modo mais simples e prático de conseguir resultados diretos em pouco tempo.

16/09/2017 Posted by | Autoconhecimento, Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário

Não mendigue a atenção de ninguém, e muito menos o amor

Não mendigue o amor de quem não tem tempo para você, de quem só pensa em si mesmo. Nunca faça isso. Quem faz você se sentir invisível e insignificante diante de uma indiferença não te merece. Só te merece quem, com atenção, faz você se sentir importante e presente.

O amor deve ser demonstrado, mas nunca, jamais, deve ser mendigado. O fato de haver necessidade de mendigar amor é o mais fiel reflexo de uma injustiça emocional, de um desequilíbrio do sentimento que sustenta a relação.

Merece seu amor aquele que diz menos, mas faz mais. Não te merece quem só te procura quando precisa, mas sim quem está ao seu lado quando você precisa, e não só quando o interesse pessoal permite. Merece seu amor quem, sem esperar nada, leva esse sentimento dentro de si e faz você sentir que é importante.

Não existe falta de tempo, existe falta de interesse

Dizem que não existe falta de tempo, mas sim falta de interesse porque, quando realmente se quer, a madrugada se transforma em dia, terça-feira se transforma em sábado e um momento se transforma em oportunidade.

Também dizem que quem espera muito, se decepciona e sofre. Assim, temos que checar nossas expectativas e colocar na cabeça o ensinamento:não espere nada de ninguém, espere tudo de você mesmo”.

Quando percebemos o que os outros fazem ou dizem como mentiras, obviamente sentimos dor. Uma dor emocional que a nível cerebral se comporta da mesma forma que uma dor física.

Por que deveríamos ignorar a dor emocional então? Não podemos simplesmente deixar que o tempo cure, temos que trabalhar sobre a dor e extrair dela os ensinamentos cabíveis do mesmo modo que deixaríamos de tomar chocolate quente se descobríssemos que é ele a causa da nossa dor de estômago.

Isso é muito importante porque socialmente há a falsa crença de que o mal-estar psicológico é sinal de fraqueza e que, ao mesmo tempo, o tempo curará as feridas sem necessidade de desinfetá-las, nem de fazer curativos ou cuidados para evitar que sangrem.

Valorize-se, queira bem a si mesmo

Dedique tempo às pessoas que merecem e que fazem você se sentir bem. Não mendigue atenção, amizade, nem amor de ninguém. Quem quiser estar com você demonstrará sua intenção, cedo ou tarde.

Por isso, se você está vivendo uma situação de injustiça emocional angustiante, lembre-se:

– Não procure quem não o procura e não responde aos seus chamados. Não busque quem não sente sua falta. Não sinta a falta de quem não te busca. Não escreva a quem não te escreve, não se submeta ao castigo da indiferença que fica clara diante de mensagens ignoradas ou silêncios infundados.

– Não espere quem não te espera, valorize-se e deixe de mendigar e de implorar por amor. Porque, como dissemos, o amor deve ser demonstrado e sentido, mas jamais implorado. Guarde seu carinho para quem te quer e te compreende sem qualquer julgamento.

– E, sobretudo, não se esqueça do valor do seu sorriso diante do espelho, ame a si mesmo e valorize-se por tudo o que você é, e não pelo que alguém que não te merece faz você pensar de si mesmo. Ame-se e compreenda que o fato de que alguém o trata mal não quer dizer que você não deva fazer o impossível para rodear-se de pessoas que te fazem o bem e te querem bem.

14/08/2017 Posted by | Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário

Conheça as 8 chaves da paz

Primeira chave: SILÊNCIO.

O silêncio é uma forma de bater na porta do salão da verdade. Ele é a base que te prepara para qualquer prática; é o alicerce do edifício da consciência. Tudo que é belo e verdadeiro nasce do silêncio.
Um instante de silencio é suficiente para exorcizar todos os demônios, porque os demônios são os pensamentos. Se existe um pensamento compulsivo constantemente assombrando a sua mente, é porque você deu muita atenção a ele, ou seja, você o alimentou acreditando nele. Mas, ao aquietar a mente, todos os fantasmas desaparecem. Não importa quão antiga seja a escuridão,
uma pequena fresta de luz dissipa toda escuridão porque ela é somente a ausência de luz. O silêncio invoca a luz. Quando a mente se acalma, tudo se acalma.
O preço para a realização espiritual é a solidão. Em algum momento você vai ter que encarar a si próprio. Por isso é fundamental aprender a ficar sozinho e em silêncio. Você também pode chamar esta prática de meditação. Mas, eu não quero que você se perca no labirinto das idéias e conceitos, na ginástica do intelecto. Permita-se apenas ficar retirado e em silêncio, observando a grama crescer. Abandone toda a pressa e todo o desejo de chegar a algum lugar.
Feche os olhos e focalize no ponto entre as sobrancelhas. Brinque de cultivar o silêncio.

Segunda chave: VERDADE.

Falar a verdade não quer dizer que você vai sair por aí dizendo aos outros tudo o que pensa ser verdade, desconsiderando o fato do outro não estar pronto para ouvi-la, o que pode gerar mais conflito, mais guerra. Seguir a verdade significa ouvir o chamado do seu coração.
Se ainda há desconforto e sofrimento na sua vida, significa que ainda há uma camada de mentira te envolvendo. Seja corajoso para encarar suas mentiras. Sem coragem você não será capaz de encarar a verdade. Procure identificar quando você ainda não pode ser honesto com você mesmo e com a vida; quando você tem que usar uma máscara e não pode ser autêntico e espontâneo; quando você tem que fingir que é diferente do que é. Dê uma olhada nas diversas áreas da sua vida.
Você terá algum trabalho, mas é um bom trabalho. Lembre-se que “a verdade vos libertará”.

Terceira chave: AÇÃO CORRETA.

Isso não tem nada a ver com moralismo. A ação correta, ou ação consciente, não se baseia no que está fora, ou seja, não depende da aprovação do mundo externo. Não é seguir um manual com regras sobre o que está certo ou errado. É uma ação determinada pela intuição, que é a voz do silêncio. É ter coragem de ser você mesmo, autêntico e espontâneo. Agir conscientemente significa colocar o amor em movimento, ou seja, trilhar o Caminho do Coração.

Quarta chave: NÃO VIOLÊNCIA.

A não violência é a ação sem ego. É a atitude não contaminada pela vingança e pelo ódio. É não dar passagem para a maldade que provoca sofrimento no outro, não importa em qual nível.
A não violência ou ahimsa, como é conhecida na tradição do hinduísmo, não é cruzar os braços e ficar esperando que as coisas aconteçam. Ela, muitas vezes, envolve ação, atitude. Mas, é uma ação que nasce do coração – é espontânea e sempre vem com sabedoria e compaixão. Não é o ódio ou o medo se manifestando.
Eu mesmo já questionei o poder de ahimsa. Parece que só deu certo com Gandhi, na Índia. Mas, não é verdade. Ahimsa é o remédio que esse planeta precisa. A compaixão é o remédio e ahimsa é compaixão.

Quinta chave: AMOR CONSCIENTE.

Eu uso esta palavra ‘consciente’, porque a palavra amor foi degenerada. Nós demos a ela tantos outros significados que não têm nada a ver com a sua essência. Para o senso comum, o amor está ligado ao egoísmo, a uma satisfação pessoal. Ele é confundido com a paixão, com o sexo e até mesmo com o ódio. Isso acontece de uma forma inconsciente: a entidade acredita estar amando porque não tem consciência do que é amor.
Não é possível definir o amor com palavras, mas eu posso dizer que amar inclui um desejo sincero de que o outro seja feliz. Inclui ver o potencial adormecido no outro e dar força para ele acordar. É querer ver o outro feliz sem querer absolutamente nada em troca. Em última instância, amar conscientemente significa amar desinteressadamente.
Mas, para que possa utilizar essa chave se faz necessário que você reconheça o seu desamor.
Procure identificar em quais situações e com quem você ainda não pode ser amoroso. Aonde e com quem o seu amor não flui livremente? Em que situações o seu coração se fecha? Aí há uma pista para você. Vá atrás dessa pista e você descobrirá muito sobre si mesmo. Essa é uma forma de trazer paz para esse mundo: aprendendo a ser amigo do seu irmão; amigo do seu vizinho.
Aprender a não julgar os erros do outro. Antes de levantar o seu dedo para acusar o outro, olhe para si mesmo, e pergunte: “Será que eu não tenho um defeito igual, ou outros até piores?” “Será que o meu vizinho não tem nada de bom para eu focar a minha atenção?” Comece a focar no bom que o outro tem. Essa é sua grande missão.

Sexta chave: PRESENÇA.

Estar presente significa estar total na ação. É lembrar-se de si mesmo a cada instante. Quando você pode experienciar a presença, a sua energia cresce e você percebe o amor passando por você. Se puder sustentar esse estado de alerta, você terá a percepção de que tudo é sagrado, e a partir dessa percepção, poderá expandir sua energia conscientemente na direção do outro.
Eu sugiro uma prática bem simples para o seu dia a dia. Habitue-se a perguntar: Onde estou? O que estou fazendo? Permita-se parar, apenas por alguns segundos, absolutamente tudo o que você está fazendo. No meio da ação, pare e pergunte-se: Quem está fazendo? Assim você interrompe a
imaginação e volta para o seu corpo, para a presença, para a totalidade na ação. Esse é o caminho.
A presença é a chave mestra. Mas, porque não vamos diretamente para ela? Porque nem todos estão prontos para usufruir dela. Poucos estão maduros para abandonar o pensar compulsivo, já que isso lhes dá um senso de identidade. Então, em muitos casos, é necessário um trabalho de purificação que é este trabalho de transformação do “eu inferior”, para que você esteja pronto para ancorar a presença. Para isso, o corpo é o portal. Sinta-se ocupando o corpo. Sinta seu campo de energia e mova-se a partir dessa percepção.

Sétima chave: SERVIÇO DESINTERESSADO.

Servir desinteressadamente significa colocar seus dons e talentos a serviço do amor. É quando você pode se doar verdadeiramente ao outro, sem máscaras, sem necessidade de agradar ou fazer o que é certo com a intenção de ser recompensado. O único objetivo é ver o outro bilhar. Você se torna o amor que se move em direção à construção.
Acordar pela manhã, consciente de que está acordando para servir, ilumina a alegria de viver. Naturalmente, a consciência do serviço aumenta a conexão com o divino, porque, por mais que cada um tenha seus talentos e dons individuais, ou seja, uma forma particular na qual o amor se expressa através de você – é o próprio amor que está se expressando. No serviço, você se
torna um canal do amor. Por isso, eu digo que o serviço é uma forma de manter a chama da conexão acesa. O amor e a felicidade passam por você para chegar ao outro, não importa o que você esteja fazendo, se está cuidando do jardim, construindo uma casa, cozinhando, cuidando de
uma empresa ou de uma pessoa.

Oitava chave: LEMBRANÇA CONSTANTE DE DEUS.

Lembre-se de que Deus está em tudo: dentro, acima, abaixo, dos lados – em todos os lugares.
Ele é a vida única que age em todos os corpos e é o seu Eu Real. Essa percepção de que tudo é Um e de que a energia espiritual se manifesta em todas as formas de vida, promove um profundo contentamento. Não há palavras para descrever essa experiência, ela só pode ser vivida. A sua vida se transforma numa prece, numa oferenda a Deus. Pode passar um tsunami, mas você não se esquece de Deus. Pouco a pouco, a sua fé se torna constante e inabalável, até que possa sustentar a eterna conexão com Deus.
A partir dessa conexão, você olha para o outro e enxerga além das aparências, porque você vê somente Deus e assim pode reverenciá-lo. Este é um sincero namaste: a divindade que está em mim saúda a divindade que está em ti.
Se verdadeiramente utilizar essas oito chaves na sua vida, inevitavelmente você irá experienciar a paz. Essa é a minha experiência.
Durante a fase do desenvolvimento da consciência que eu chamo de “ABC da Espiritualidade” ou purificação do “eu inferior”, muitas vezes, descobrimos verdades pouco agradáveis sobre nós mesmos. Durante esse processo, enfrentamos obstáculos que precisam ser removidos. Aos poucos, nós aprendemos a identificá-los e removê-los e, ao removermos aquilo que não nos serve mais, podemos nos tornar canais do amor divino, para que ele flua livremente através de nós.”

Prem Baba

24/07/2017 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Essa mania de ter sempre razão vai acabar matando a gente

Não vai ser por território, petróleo ou por hegemonia econômica. A terceira guerra mundial vai brotar da cada vez mais ferrenha disputa pelo título de dono da verdade. Bombas e mísseis cairão sobre os que ousam não concordar com a sentença sacramentada como certa por quem recorre ao ataque para defender seu ponto de vista. Se não bastar o argumento bem elaborado, estará permitido lançar mão de foices e fuzis para saciar o ego daqueles que, incomodados com a divergência, exterminarão na força bruta as discordâncias do caminho. Por fim, restará ao vencedor erguer em praça pública o troféu de senhor da razão.

Essa é apenas uma tola profecia apocalíptica, mas nem tão distante das agressões verbais e ofensas raivosas que têm permeado a internet, os debates televisivos e as salas de jantar. Pode ser que minha memória, tendenciosa a dourar o passado, esteja me traindo. No entanto, não me recordo de conviver durante a infância com essa agonia desenfreada que desestabiliza quem não consegue dar a última palavra. A maioria das discussões era diluída por uma piada qualquer ou um afazer doméstico que dispersava o foco do tema controverso. Hoje, basta um singelo questionamento ao outro para que se inicie uma interminável maratona de duelos.

Discutir é bom. Aliás, só assim a gente abre um pouco essa mente acomodada. Mas discutir só é bom quando estamos tão interessados em ouvir quanto em falar. Há a impressão de que, iniciada a defesa da própria tese, revê-la à medida que as ponderações opostas se mostram mais sensatas é render-se à humilhação. Dar o braço a torcer cada vez dói mais. É como se estivessem em jogo a inteligência e o poder. Perder a discussão equivaleria a perder a própria honra.

E isso serve para a famigerada batalha política que tem nos maltratado e para os embates familiares sobre a hora ideal para o filho dormir. Serve para os desentendimentos sobre conflitos étnicos e sobre a cor da parede do quarto. Ser contrariado machuca no âmago. Nós nos desacostumamos a ter o desejo negado e os ideais rebatidos. No momento da objeção, cai por terra a fantasia de que podemos ter o que quisermos ou conduzir o mundo da forma que nos for mais aprazível. E aí começa uma luta à exaustão para retomar essa gostosa sensação de ter nas mãos controle e soberania.

Ironicamente, nunca se falou tanto em tolerância. E nunca houve tanta picuinha por besteira. Estamos viciados em polemizar. Inclinados a rivalizar, na marra. Às vezes por pura pirraça. Parece um passatempo divertido, mas é só um jeito de prejudicar o miocárdio. Reza a lenda que o homem mais velho do mundo passou a vida dizendo “tudo bem, você está certo” a quem procurava briga. Perdia a discussão, ganhava tempo para completar o livro de palavras cruzadas, regar as plantas e curtir uma soneca.

Não que valha a pena construir a trajetória dizendo “sim” para o mundo e “não” para si mesmo. Defender as próprias vontades é questão de sobrevivência. Mas quando está em jogo apenas o triunfo da vaidade, compensa deixar para lá… Virar as costas para o ringue, poupar desgaste irrelevante, fazer um chá de camomila e degustá-lo com um pacote de bolachas assistindo ao filme preferido. (Sim, não é biscoito. O certo é bolacha. Mas não vamos discutir).

21/07/2017 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Você energiza tudo aquilo que dá atenção

Somos criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo o que pensamos e sentimos!

O funcionamento de nossas células está diretamente ligado aos pensamentos que criamos, sendo constantemente modificados por eles.

A qualidade do funcionamento de nossas células é diretamente proporcional a qualidade das ondas de pensamentos que criamos.

E a qualidade das ondas de pensamentos que criamos está ligado a eles se forem produzidos por baseados no medo, ou no amor.

Se foi produzida baseada no medo, foi produzida pelo ego; suas ondas são baixas e distorcem as ondas harmônicas que entram em contato.

Se foi produzida baseada no amor, então foi produzida por um ego subjugado pela auto-aceitação divina, alinhado à produção de energia magnética do coração, servindo somente à essas ondas cardíacas e sendo instruído pela consciência superior.

Um surto de depressão, por exemplo, pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.

A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.

A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.

Quem está deprimido por causa da perda de um emprego, projeta tristeza por toda parte no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro é reduzido, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.

A boa notícia é que todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa mudar o seu foco de atenção e a fonte de produção de suas ondas de pensamento, permitindo que sua consciência superior opere em seu sistema através do amor, usando o ego somente como o seu instrumento de apoio.

Acessar a consciência superior e alia-la às ondas de energia cardíaca, para manifestar o funcionamento e a imunidade biológica que realmente você deseja ter, é o primeiro passo para começar a refinar e purificar a saúde em todos os seus 4 corpos.

Você quer saber como esta seu corpo hoje? Lembre-se então do que pensou ontem!

Quer saber como estará seu corpo amanhã? Então olhe seus pensamentos hoje!

Lembre-se:

Ou você abre seu coração agora, ou algum cardiologista o fará por você!

Deepak Chopra

20/07/2017 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Por que as pessoas inteligentes preferem menos amigos?

Muitos de nós já nos perguntamos, vez ou de outra, o que faz uma vida bem vivida.

Ser cercado pela família e um monte de amigos?

Pode ser cercado por um punhado seleto de pessoas em sua vida?

Você já observou uma pessoa realmente inteligente em sua vida e os amigos com os quais se cerca?

E a quantidade de pessoas ao seu redor?

Acontece que as pessoas mais inteligentes preferem menos amigos e aqui está o porquê.

O que faria a maioria das pessoas feliz

Uma nova pesquisa, publicada no British Journal of Psychology, trata de questões sobre o que exatamente define uma vida bem vivida. Acontece que, os estilos de vida “de caçadores” de nossos antepassados formam a base do que nos faz felizes agora.

A pesquisa entrevistou aproximadamente 15.000 pessoas entre as idades de 18 a 28 anos de idade.

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas relataram menos satisfação com a qualidade de sua vida. A próxima conclusão sugere que quanto mais frequentes nossas interações com amigos próximos, mais melhoramos a nossa felicidade autorelatada.

Pessoas inteligentes são uma exceção

No entanto, existe uma exceção. Para aqueles com quocientes de inteligência mais elevados, essas correlações drasticamente diminuem. “O efeito da densidade populacional na satisfação com a vida era, portanto, mais de duas vezes maior para os indivíduos de baixo QI”. Assim, quanto mais inteligente você é, menos está satisfeito com a vida se socializando com os amigos com mais frequência. Mas por quê?

Pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo

As pessoas com QI mais elevado e capacidade de usarem sua inteligência, são menos propensas a gastarem tempo socializando. Por quê? As pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo. São obrigadas, e talvez um pouco mais orientadas a usarem sua inteligência para criarem algo maior do que elas mesmas.

Por exemplo, pense em alguém que você conhece que fez pós-graduação ou começou seu próprio negócio. Ao perseguir suas ambições e objetivos, esse alguém teve de minimizar interações sociais para permanecer na tarefa de alcançar seu objetivo. Uma pessoa inteligente, na busca de alcançar algo maior e melhor do que ela mesma, pode considerar a interação social como uma distração, algo que a afasta de objetivos a longo prazo, o que, por sua vez, podem afetar seu bem-estar geral.

Quando buscando um objetivo a longo prazo, o indivíduo mais inteligente prefere ficar em casa e trabalhar no sentido de seus sonhos e ambições, em vez de sair em um sábado à noite com alguns amigos. Não é que ele não valoriza a amizade, mas quando está à espreita de alcançar a grandeza, julga a socialização como distração.

Como as pessoas inteligentes se desenvolveram de forma distinta durante a evolução do cérebro humano

O cérebro humano evoluiu para atender as demandas do nosso ambiente ancestral na savana. A densidade da população era baixa e subsistíamos por um estilo de vida caçador-coletor. Durante estes tempos, ter contato frequente com os amigos ao longo da vida era necessário para a nossa sobrevivência e posterior reprodução da nossa espécie.

Nos dias de hoje, a nossa vida mudou drasticamente, assim como nossas interações com o outro. As pessoas inteligentes podem ser mais capazes de lidar com os novos desafios que a vida moderna nos lança. Ou seja, essas pessoas têm uma melhor capacidade de resolverem problemas evolutivos e novos e mais facilidade de lidarem com novas situações.

Quando você é mais inteligente, é mais capaz de se adaptar às coisas e tem mais facilidade em fundir suas predisposições ancestrais com o mundo moderno.

Pessoas inteligentes valorizam relacionamentos de uma maneira diferente

As pessoas inteligentes valorizam amizades e relacionamentos como qualquer outra pessoa, mas tendem a ser mais seletivas com a forma como gastam o seu tempo. Não é que elas não valorizam amizades e socialização, é que também valorizam os seus interesses pessoais.

Luiza Fletcher

19/07/2017 Posted by | Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário