PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Dia Nacional do Homem

No dia 15 de julho próximo passado, comemorou-se o Dia Nacional do Homem.

Esta data foi inspirada no Dia Internacional do Homem (19/11), e tem o objetivo de conscientizar a população masculina sobre os cuidados que devem tomar com a sua saúde, e seu comportamento.

No Brasil, o Dia do Homem foi criado por iniciativa da Ordem Nacional dos Escritores, e é celebrado no país desde 1992.

Nós sabemos que não existe um “homem perfeito”, mas buscar o auto aperfeiçoamento pode tornar a sua vida mais realizada.

Para ser um homem melhor, você pode ter de fazer algumas mudanças no seu modo de pensar, agir e interagir com as outras pessoas.

Abaixo relacionamos alguns pontos para reflexão:

SEJA FIEL AOS SEUS VALORES

Faça um esforço consciente para definir quais são os seus principais valores, aqueles princípios que permanecem sinceros e inalterados, e aja de acordo com eles, independente de quaisquer inconveniências que possam surgir no caminho.

  • Ter uma base moral fortalecida fará com que você possa ser fiel a si mesmo com mais facilidade, mesmo quando a vida ficar difícil. De tempos em tempos, comprometer-se aos seus valores pode exigir coragem, mas o esforço valerá a pena.

TREINE-SE PARA SER REALISTICAMENTE POSITIVO

Ser idealista ao extremo pode evitar que você lide bem com a realidade da vida, enquanto ser otimista permitirá que você reconheça essa realidade e espere por um resultado melhor.

  • Desafie os pensamentos negativos. Em vez de presumir que as coisas darão errado, tenha ciência dessa possibilidade, mas pense no que você precisa fazer para evitar falhas. Vá atrás dos seus objetivos. Pense com antecedência e faça planos para o futuro. Pergunte a si mesmo o que você quer conquistar e, com base nisso, estabeleça os objetivos adequados. Quando você os tiver em mente, concentre-se em torná-los realidade.
  • De certa forma, precisamos mesmo viver o momento e aproveitar a vida pelo que ela é. Não deixe que as graças da sua vida desapareçam por estar concentrado demais no futuro para prestar atenção no presente.
  • Por outro lado, se você não conseguir estabelecer esses objetivos para si mesmo, pode ficar facilmente estagnado, o que pode fazer com que a vida pareça menos realizada do que realmente é.

MANTENHA-SE FIRME SOB QUALQUER PRESSÃO

O estresse é inevitável. No entanto, quando você se encontrar em uma situação que o deixe irritado ou ansioso, treine-se para manter a calma e controlar essas emoções em vez de deixá-las soltas.

  • Em vez de ter uma reação impensada e instintiva, acalme-se e pense de modo racional. Reaja de acordo com a razão, não com a emoção.
  • É claro que isso não significa que você não possa sentir emoções. Pelo contrário: aceitar o fato de que você as tem pode ser difícil para alguns homens; no entanto, quanto mais cedo você fizer isso, mais fácil será controlá-las em vez de deixar que elas controlem você.

RESPONSABILIZE-SE PELO SEU PRÓPRIO COMPORTAMENTO

Quando as coisas derem errado e a culpa for das suas atitudes, aceite a responsabilidade e siga em frente. Do mesmo modo, quando as coisas derem certo por causa de algo que você fez, aceite o crédito merecido..

  • Não culpe os outros pelos seus fracassos e não se concentre nos comportamentos negativos demonstrados pelas pessoas quando estiver avaliando o que deu errado em determinada situação. Você não controla o que os outros fazem a você; só é possível controlar as próprias atitudes. Assim, faz sentido que você se concentre nelas quando for avaliar o passado e seguir em frente.

AGUCE A MENTE

Busque o conhecimento ativamente e mantenha o cérebro nas melhores condições possíveis.

Ler é uma ótima maneira de fazer isso, mas você também pode manter as habilidades mentais aguçadas resolvendo quebra-cabeças ou encarando novos desafios.

DEIXE A MENTE DESCANSAR

Embora seja importante aguçá-la, é fácil exagerar se você não der a si mesmo uma chance de se afastar do mundo e relaxar de vez em quando.

  • Passar tempo com os seus amigos pode ser uma parte importante desse processo de relaxamento, mas você também deve reservar um tempo para ficar só. Quando isso acontecer, desconecte-se ao máximo do mundo. Desligue o computador e o celular. Passe um tempo isolado e dê a si mesmo a chance de se recarregar.

CUIDE DO CORPO

Lembre-se sempre dos três pilares de uma vida saudável: uma dieta de qualidade, exercícios regulares e horas suficientes de sono.

  • Você não precisa viver à base de saladas e shakes de proteínas para ter uma dieta saudável. Pelo contrário: as melhores dietas são as mais equilibradas. No entanto, você pode ter de resistir à tentação de ingerir “alimentos inadequados” com frequência. O ser humano não consegue viver só de bacon e barras de chocolate.
  • Tente se exercitar pelas manhãs, assim que acordar. Você pode ir à academia, caso isso seja de seu interesse. Se não, pode ainda fazer leves caminhadas ou ficar animado com alguns polichinelos.

MANTENHA UMA APARÊNCIA BEM ARRUMADA

A sua aparência tem um papel importante na primeira impressão dos outros sobre você.

Embora os rituais de beleza das mulheres possam ser um tanto complexos, tudo o que você precisa fazer (como homem) é manter uma higiene básica e vestir roupas limpas e bem arrumadas, que se adequem às ocasiões.

Nada impede, muito pelo contrário, que você cuide da sua pele e do seu corpo. Hoje o mercado está repleto de produtos específicos para os cuidados pessoais do homem

  • Se tiver pelos faciais, mantenha-os raspados, assim com os pubianos. Isto é fundamental para manter uma boa higiene.
  • Vista roupas limpas e de boa aparência, e garanta que sejam adequadas para a ocasião.

MANTENHA-SE INFORMADO

Atualize-se sobre o mundo à sua volta. No entanto, em vez de preencher a mente com informações relativamente inúteis, concentre-se nas pessoas e nos eventos que realmente importam. Isso pode exigir que você sacrifique um pouco do tempo que dedica a esportes ou jogos para aprender mais sobre o estado atual das políticas estrangeiras, ou o efeito econômico gerado pelos últimos desastres naturais.

  • Você precisará entender o mundo em que vive se quiser funcionar nele da melhor maneira possível.
  • É claro que isso não significa que você não possa se dedicar a hobbies e interesses. Essas coisas são importantes, já que ajudam você a relaxar e recarregar as energias. Basta aprender a priorizar a atenção e a aproveitar os hobbies sem deixar que eles controlem a sua vida.

LIMPE OS LOCAIS ONDE VOCÊ VIVE E TRABALHO

Há um motivo por trás da notória fama de desleixados atribuída a homens solteiros. Desafie esse estereótipo e mantenha o seu espaço pessoal em uma condição de relativa limpeza. Não é necessário ser perfeito, mas você provavelmente deva se certificar de que pode, ao menos, olhar para baixo e ver o chão, em vez de pilhas de roupas sujas e embalagens vazias.

SEJA RESPONSÁVEL COM O DINHEIRO

Dívidas podem ser um peso enorme, e ter várias delas fará com que as instituições financeiras se recusem a fazer empréstimos caso você precise bancar as mensalidades de escola/faculdade, carros novos e moradias melhores. Em resumo, ser uma pessoa financeiramente irresponsável impedirá que você avance na vida.

  • Não gaste o dinheiro que você não tem e economize o dinheiro que recebe. Investir com sabedoria ou guardar uma parte do salário na conta bancária poderá dar a você uma boa estabilidade financeira em épocas difíceis.

EXPERIMENTE ALGO NOVO

O segredo de ter uma vida interessante é fazer coisas interessantes. Desafie-se a aprender algo novo ou a conhecer um lugar que nunca tenha visitado.

  • Encontre uma coisa que lhe interesse e aprenda mais sobre ela. Isso pode envolver fazer algo mental (como estudar um novo idioma) ou algo físico (como aprender a lutar krav-magá).

PENSE ANTES DE AGIR

Embora a “síndrome da língua maior que a boca” possa afetar tanto os homens quanto as mulheres, os homens têm uma fama de se encrencarem mais por isso.

Não importa se isso é ou não justo; você deve sempre se esforçar para pensar por alguns segundos sobre as coisas que pretende dizer ou fazer antes de seguir adiante

  • Ter a “cabeça quente” costuma ser uma característica masculina; no entanto, isso não é algo sábio. Embora você não deva ter medo de tomar atitudes, reconheça que alguns impulsos não são necessariamente bons. Uma breve avaliação deve ser suficiente para que você determine se é ou não seguro prosseguir.
  • Por exemplo: se a sua primeira reação for insultar um colega de trabalho ou subordinado por um pequeno erro cometido, será bom para todos se você parar, questionar o seu impulso e escolher uma maneira melhor de lidar com o problema.

ADOTE UMA ATITUDE ALTRUÍSTA

Busque as melhores atitudes para todas as pessoas envolvidas, mesmo que você tenha de se sacrificar um pouco para isso. Ao demonstrar a sua disposição para colocar os outros antes de si mesmo, passará a mensagem de que você é confiável.

  • A compaixão não vem tão facilmente para muitos homens, e é fácil perder as outras pessoas de vista quando você se concentra somente nos próprios objetivos. Mesmo assim, é importante persistir nos seus esforços para alcançar as necessidades (óbvias e não tão óbvias) das outras pessoas.
  • É claro que isso não significa que você deva sacrificar o respeito próprio. Há uma linha tênue entre se sacrificar pelos outros e deixar que os outros abusem de você. Enquanto a primeira é uma opção, a segunda é forçada sobre você e, geralmente, as pessoas a aceitam sem questionamento.

AJA COM SINCERIDADE

Trate as pessoas com a mesma atitude genuína com a qual você gostaria de ser tratado. Seja fiel a si mesmo e permita que essa sinceridade seja exposta em meio às suas interações diárias.

  • Tente não fazer nem dizer coisas da boca para fora, mesmo que você esteja tentando apaziguar os sentimentos de alguém ou aliviar uma situação desagradável. Ser flagrado dizendo algo insincero fará com que as pessoas deixem de confiar em você, o que pode fazer com que ter um relacionamento pessoal e profissional bem-sucedido com os outros seja difícil.
  • Aqui, tome duas atitudes: pare de contar “mentiras brancas” e cumpra todas as promessas que fizer (a menos que uma emergência verdadeira e inevitável o impeça de fazê-lo).

CUMPRA AS OBRIGAÇÕES FAMILIARES

Você pode ter de exercer vários papéis na sua família ao longo da vida: filho, irmão, marido ou pai; você pode ter relacionamentos importantes com parentes mais distantes; pode ver os amigos como uma família, embora não haja laços de sangue. Independentemente da situação, é preciso que você se certifique de que possa cumprir as responsabilidades exigidas pelo seu “papel”.

  • Tanto os homens quanto as mulheres precisam se envolver com as suas famílias de modo igual. No entanto, embora isso seja uma expectativa imposta sobre as mulheres, a sociedade não costuma fazer o mesmo com os homens. Por exemplo: uma mãe de família que trabalhe pode ser questionada quanto à forma com que ela equilibra a carreira e a família, enquanto um pai de família que trabalhe não passa por isso.
  • Ao se esforçar para cumprir as obrigações em família, você poderá melhorar os seus relacionamentos, além de aprimorar o seu caráter moral. As famílias são postas à prova ao longo de toda a vida, e tratar bem os parentes lhe ensinará a tratar as pessoas externas com o mesmo carinho.

TRATE AS MULHERES COM RESPEITO  

Ao contrário da crença popular, babacas não conquistam mulheres, pelo menos, não quando a mulher tem um mínimo de respeito próprio.

Se você ainda não agir assim, deverá parar de tratar as mulheres como objetos e começar a vê-las como seres humanos.

DÊ O PRIMEIRO PASSO  

Em qualquer situação social, deve haver uma pessoa que diga: “Vai”. Não tenha medo de assumir esse papel. Comece fazendo escolhas e criando planos e supere as objeções conforme elas surgirem, em vez de se preocupar com elas de antemão.

  • O “mundo romântico” oferece o exemplo mais óbvio. Se você quiser chamar uma mulher para sair, chame-a. Você pode ser rejeitado; no entanto, mesmo que isso aconteça, a rejeição pelo menos libertará a sua atenção e permitirá que você procure pessoas em outro lugar.
  • Como um exemplo não romântico, considere a dinâmica entre você e os seus amigos. Em vez esperar que eles o convidem para as coisas, comece a ir atrás deles e fazer os convites por conta própria.

ACEITE AS PESSOAS COMO ELAS SÃO

Nem todas as pessoas se dão bem umas com as outras, mas você provavelmente poderá tolerar a maioria delas se puder vê-las sob uma lente objetiva.

  • Ninguém tem uma história exatamente igual à sua ou está vivendo as mesmas circunstâncias que você; assim, ninguém pensará exatamente como você pensa. Ademais, cada pessoa está em um estágio diferente do crescimento pessoal. Se examinar o seu passado, você provavelmente poderá se lembrar de um período da sua vida do qual não se orgulha.
  • Quando aprender a aceitar os pontos fortes e fracos das outras pessoas, você poderá começar a influenciá-las com uma preocupação genuína, em vez de apenas fazer críticas severas.

DEMONSTRE GRATIDÃO

Tornar-se um homem melhor requer muito trabalho, e você deve se orgulhar das próprias conquistas. No entanto, também deverá reconhecer a ajuda que receber dos outros. Seja grato internamente por esse auxílio e, sempre que possível, compartilhe essa gratidão externamente com as pessoas.

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17/07/2017 Posted by | Ética, Bem Estar, Boa Aparência, Cuidados Pessoais, Desenvolvimento Pessoal, Elegância, Equilibrio, Estilo, Etiqueta, Homem de Caráter, Lembranças do Dia, Saúde | Deixe um comentário

Um Novo Homem

simbolo do equilibrioTodos os dias a gente acorda e pensa que algo falta ou pode melhorar na vida.

A insatisfação é, provavelmente, nossa maior companheira. Ela está ali, faça sol ou chuva, frio ou calor, martelando nossa mente com seus desejos e aspirações.

No entanto, apesar de tanto querermos ser pessoas melhores, seguimos sem ter muita certeza a respeito de quais caminhos tomar ou que qualidades cultivar para efetivamente tornar nosso contato com o mundo menos confuso e aflitivo.

Tudo isso, enquanto insistentemente somos bombardeados por heróis e referenciais que, de longe, sempre parecem melhores do que nós.

São inatingíveis na sua pretensa perfeição, mesmo quando estão mais próximos, como nossos antepassados, às vezes cheios de regras e certezas. Mesmo eles, não nos auxiliam muito na nossa busca, frequentemente gerando ainda mais tensão, dúvidas e confusão, por mais que estejam bem intencionados.

Existe isso de se tornar um homem melhor?

Existe.

E é isto que vamos buscar, em todos os nossos relacionamentos, revendo todos os paradigmas, todos os hábitos, todos os vícios, e todos os defeitos.

Em busca do equilíbrio.

Esta busca para se tornar um homem melhor, deve ser diária e constante, para que possamos estar bem conosco e ganhar a confiança, o carinho, o respeito, e a admiração daqueles que nos cercam.

29/07/2016 Posted by | Atitudes, Autoconhecimento, Comportamento, Desenvolvimento Pessoal, Equilibrio, Estilo, Reflexões, Relacionamento | Deixe um comentário

Mindfulness, a técnica para aumentar a produtividade e diminuir o estresse

mindfulness1Acontece sempre ao meio-dia. Na sala com iluminação reduzida, o grupo se reúne. Aos poucos, cada um se acomoda em uma posição confortável, entre almofadas. Todos fecham os olhos e se concentram nas próprias respirações. Por vezes, eles mentalizam a praia preferida e pensam que tocam a água gelada. Em outras, ficam em silêncio, prestando atenção a seus pensamentos. Menos de meia hora depois, a turma abre os olhos e se levanta. Pronto. Todos estão renovados para encarar o resto do dia de trabalho – que, aliás, os aguarda do outro lado da porta.

É assim que funciona o grupo de meditação do Google. De segunda a sexta, antes do almoço, até 15 funcionários do site de buscas se isolam por 20 minutos em uma sala, que lembra uma choupana, na sede da empresa, em São Paulo. Nesse período, essa pequena turma se dedica a exercícios que buscam acalmar a mente e aumentar o foco. Quem participa dessas sessões garante que, após as pequenas pausas, tem um dia mais produtivo e menos estressante.

Hoje, a esse tipo de atividade dá-se o nome de mindfulness. A expressão foi traduzida no Brasil como “atenção plena”. Ela tem origem na meditação budista. No mindfulness, contudo, ela é dissociada do cunho espiritual ou religioso geralmente vinculado à prática. A técnica despertou o interesse de acadêmicos nos Estados Unidos durante os anos 70. Começou a ter seus efeitos pesquisados por Jon Kabat-Zinn, da Universidade de Massachusetts, e Ellen Langer, de Harvard. Kabat-Zinn criou um programa de redução de estresse baseado na meditação mindfulness e fez pesquisas na área da saúde, estudando sua utilização em pacientes com câncer e doenças crônicas. Já Ellen abordou o conceito como o ato de prestar atenção ativamente e o desvinculou da meditação.

Nos últimos dez anos, o mindfulness vem avançando sobre o ambiente corporativo. Hoje, a seguradora Aetna, o LinkedIn, a gestora de fundos BlackRock e o banco Goldman Sachs estão entre as companhias que aderiram a esses exercícios nos Estados Unidos. No Brasil, o método ainda é pouco conhecido. O Google é uma das poucas empresas a adotá-lo, ainda assim por influência da sede americana.

Efeito na produtividade
E o que justifica o interesse crescente pela técnica? Em muitos casos, a prática de mindfulness é mais uma opção oferecida pelos programas de bem-estar das empresas – assim como aulas de ioga ou descontos em academias de ginástica. Alguns adeptos, no entanto, enxergam benefícios também para as companhias. Um deles é a possibilidade de aumentar a produtividade.

Um estudo de Harvard, publicado em 2010, mostra que, de todo o tempo que permanecemos acordados, quase a metade dele (47%) é gasto com a mente no “mundo da Lua”. Ficamos dispersos. Isso, ao longo de um dia, não só prejudica o trabalho, mas pode nos deixar infelizes. “Geralmente, a nossa mente fica presa remoendo o passado ou se volta para um futuro distante”, diz o psicólogo Armando Ribeiro, que tem especialização em mindfulness. É esse comportamento que a técnica pretende combater. Com as breves pausas, os praticantes supostamente desenvolvem a capacidade de prestar mais atenção ao momento presente – o bom e velho “aqui e agora”. Daí, o eventual ganho de produtividade.

O Google é uma das empresas mais engajadas não só em oferecer a meditação mindfulness para os funcionários como também em difundir o tema por outras companhias. Quem começou a pesquisar o assunto na empresa foi o engenheiro Chade-Meng Tan, um dos primeiros funcionários do gigante de buscas. Por interesse pessoal, Meng passava parte do seu tempo lendo estudos sobre o comportamento humano. Além de mindfulness, investigou teses sobre inteligência emocional e neurociência. Até que, em 2007, criou um programa que mistura aspectos das diferentes áreas de pesquisa. O pacote foi batizado de Search Inside Yourself (SIY).

O programa do SIY consiste em dois dias inteiros de palestras e orientações sobre técnicas para a busca desse estado de atenção plena. Depois de testar e aprimorar o modelo no Google, Meng uniu-se ao empresário Marc Lesser e a Philippe Goldin, professor de psicologia de Stanford. Em 2012, o trio fundou o Instituto SIY. Desde então, a técnica criada pelo engenheiro tem se difundido pelas filiais da empresa ao redor do mundo e por outras companhias.
Meng não é o único propagador do assunto no mundo corporativo. Uma das principais precursoras da técnica é a americana Janice Marturano, criadora do instituto Mindful Leadership. Ela trabalhou durante 15 anos na General Mills, dona de marcas como Häagen-Dazs e Yoki. Depois de incorporar a técnica de mindfulness em sua vida, passou a treinar colegas de trabalho e executivos de outras empresas, como a Procter & Gamble. Em 2012, quando resolveu se dedicar ao instituto, 1,4 mil profissionais já haviam recebido suas lições.

Dividir os problemas em partes
No Brasil, o termo mindfulness ainda é pouco conhecido. Um dos adeptos do grupo do Google no país é o engenheiro Tomás Nora. Até dois anos atrás, ele se considerava extremamente estressado. “Não vivia o momento presente”, afirma. Praticar meditação era uma opção que não fazia parte de seu repertório. Só prestou atenção no assunto depois de passar por uma cirurgia em decorrência de uma inflamação intestinal crônica. “Percebi que se eu não parasse intencionalmente, meu corpo pararia por mim.” Por indicação da esposa, leu estudos científicos sobre mindfulness e resolveu fazer um teste. Hoje, a prática faz parte de sua rotina e ele sente os benefícios no desempenho profissional. “A meditação ajuda a dividir os grandes problemas em pequenas partes”, diz. “No fundo, é o que os engenheiros já fazem.”

Além do mindfulness, há diversas práticas similares chegando às empresas. Uma delas é a meditação transcendental. A diferença entre ambas está em detalhes: para se concentrar, em vez de focar na respiração, por exemplo, o praticante da segunda mentaliza repetidas vezes uma determinada palavra – um mantra.

Para alguns, o mindfulness é apenas uma solução “fast-food” contra o estresse

Essa foi a técnica que chamou a atenção de Nestor Sequeiros, presidente no Brasil da multinacional Mead Johnson Nutrition, que fabrica produtos como Sustagen. Ele conheceu os exercícios meditativos quando trabalhou na Ásia. Acompanhou a experiência de uma fábrica da empresa na Índia, que oferecia meditação diária aos 250 operários. Para complementar o programa, havia aulas de ioga duas vezes por semana. Depois da implantação das técnicas, durante dois anos, não houve nenhuma falta entre os funcionários e a produtividade aumentou em 15%.

Desde 2012, ele começou uma experiência no Brasil. Hoje, paga aos funcionários interessados 80% do curso de meditação transcendental. Dentro do escritório, é rotina diminuir as luzes duas vezes por dia, durante 20 minutos. A ambientação é um convite para quem quiser fazer sua pausa em silêncio. Os benefícios descritos pelos participantes vão desde dormir melhor até uma gestão mais eficiente do tempo no trabalho.

Em abril deste ano, outra companhia, a brasileira Mercur, fabricante de produtos tão variados quanto pisos e bolsas de água quente, passou a oferecer meditação para os funcionários. Os interessados reúnem-se por 15 minutos uma vez por semana. Também passaram a praticar meditação antes de algumas reuniões, como as de planejamento estratégico. Segundo Luiz Neumann, coordenador de processos de produção da Mercur, a iniciativa partiu dos funcionários. Eles entenderam que isso poderia melhorar o relacionamento entre as pessoas na empresa. Ainda é cedo, porém, para saber os resultados.

Não é para todos
É claro que nem todo mundo quer passar 15 minutos entre exercícios de meditação. Para muitos, esse tipo de atividade soa como perda de tempo e a empresa é um ambiente inapropriado para praticá-la. “Tem limitações. Algumas pessoas vão achar isso chato ou cansativo”, afirma Tiago Tatton, psicólogo com especialização em mindfulness.
Em tom de brincadeira, a imprensa americana popularizou o termo McMindfulness, comparando a onda da “atenção plena” a uma solução fast-food contra o estresse. Em um artigo recente da Harvard Business Review, o psiquiatra David Brendel afirmou que uma de suas clientes passava tanto tempo meditando (e aceitando a vida como ela era) que não foi capaz de lidar com funcionários que não entregavam resultados. “A meditação deve ser usada para reforçar, e não deslocar o pensamento racional e analítico das pessoas sobre suas carreiras e vidas”, escreveu.

A questão que fica é: afinal, funciona ou não? Para muitos, sim. Steve Jobs, por exemplo, meditava. Ao seu biógrafo, Walter Isaacson, ele disse que o exercício de ouvir os próprios pensamentos e tentar acalmar a mente aflorava a intuição, permitia enxergar as “coisas” (leia-se tudo) com mais clareza. Ou seja, com base no que ele produziu, mal não deve fazer. Vai ver que, por isso mesmo, essa onda de “meditação corporativa” só faz crescer.

Marcela Bourroul e Ariane Abdallah 

20/01/2016 Posted by | Equilibrio, Meditação | 2 Comentários

Como cultivar o equilibrio emocional e mental

O acadêmico e professor B. Alan Wallace é um prolífico autor e tradutor de textos budistas. Com títulos de Bacharelado em Física e Filosofia da Ciência pela Universidade Amherst e Ph.D. em Estudos Religiosos pela Universidade de Stanford, ele dedica a maior parte do seu tempo combinando seus interesses pelas tradições filosóficas e contemplativas budistas e suas relações com a ciência moderna.

24/01/2014 Posted by | Equilibrio, Videobook | Deixe um comentário

Desabafar é bom

desabar é bomO alívio de falar de si mesmo está relacionado a ativação de estruturas cerebrais de recompensa

Ah, como é bom ter para quem contar as coisas. Outro dia cheguei em casa com fumacinhas saindo da cabeça, tamanha minha irritação com questões variadas no trabalho, que vim remoendo no caminho. Se meu marido não estivesse em casa, eu teria continuado insistindo mentalmente no assunto por um bom tempo, e só me irritando mais.

Mas não: ele estava aqui, e me ofereceu seus ouvidos e comiseração. Era tudo de que eu precisava: uma oportunidade para meu cérebro finalmente executar o longo programa motor que ele vinha montando havia horas, desfiando e revisando minhas misérias do dia, e botar tudo para fora, em palavras, para então poder sossegar.

Por isso segurar um segredo dá tanto trabalho – e por isso contar é tão bom. Preocupações, assim como segredos, são representações mentais angustiantes, aflitivas, que levam à ativação de uma estrutura do cérebro especializada em antecipar problemas, o córtex cingulado anterior. Ativado, ele, por sua vez, dispara uma série de alarmes, parte da resposta ao estresse da preocupação, que deixam tanto corpo como cérebro tensos. Além disso, já que o cérebro sabe colocar seus pensamentos em palavras, ficamos remoendo a preocupação ou o segredo, ensaiando mentalmente sua versão motora, produzida pela boca. Mas, sem ter com quem desabafar, ou para quem contar, esse programa motor fica só na vontade, e não sai. E assim tem-se um cérebro cada vez mais aflito, que tem de fazer força cognitiva, atenta, para segurar ativamente suas palavras.

Por isso colocar tudo para fora é tão bom: assim o programa motor tão ensaiado é executado e não precisa mais ser segurado pelo seu córtex pré-frontal; assim o cingulado anterior pode soltar um “Ufa!” e desligar os alarmes que ajudavam o resto do cérebro a manter o controle.

Essa é uma das razões pelas quais a psicoterapia pode ser tão boa: o simples desabafo. Claro, amigos, parentes, padres, e às vezes até a pobre da pessoa sentada ao seu lado esperando o ônibus também servem quando tudo o que se precisa é uma oportunidade para despejar as preocupações em palavras.

Falar da gente mesmo é muito bom. Um estudo recente da Universidade Harvard mostrou que, tendo opção entre responder perguntas sobre os gostos e hábitos dos outros, sobre simples fatos, ou sobre si mesmos, os participantes preferiam falar do próprio umbigo – e até pagavam para escolher esta alternativa, e de dentro de um aparelho de ressonância magnética, onde só os pesquisadores viam suas respostas. A preferência por falar de si mesmo está relacionada a uma maior ativação das estruturas do sistema de recompensa, o que gera prazer.

Funciona mesmo quando segredo completo é garantido. Mas, seres sociais que somos, a ativação do sistema de recompensa é especialmente alta quando os voluntários sabem que suas respostas serão ouvidas pelo acompanhante que eles levaram para o estudo. Falar de si é bom, mas falar de si para os outros é melhor ainda.

Não é à toa, portanto, que a liberdade de expressão pessoal e de opinião é altamente valorizada. Não se trata apenas de um construto social ou cultural: o prazer de expressar seus próprios pensamentos e estado de espírito é real, mensurável, e vem lá dos cafundós do cérebro. E quando os próprios pensamentos são aflitivos, o desabafo ainda é um alívio só.

Uma ressalva, contudo: pelas mesmas razões, ficar revisitando e remoendo um mesmo problema meses a fio, ao longo de sessões e mais sessões de terapia, muitas vezes é um tiro no pé. É preciso saber deixar o problema ir embora

-Suzana Herculano-Houzel

Venting is good

The relief of talking about yourself is related to activation of brain reward structures

Ah, how good it is to have to tell those things. The other day I came home with smokes from the head, my irritation with such varied issues at work, I came brooding on the way. If my husband was not home, I would have continued insisting mentally about it for a long time, and just annoying me more.

But no: he was here, and offered me your ears and commiseration. It was all that I needed: my brain a chance to finally run the engine long program he had been riding had hours, reeling and reviewing my miseries of the day, and lay it all out in words, and then you can settle down.

So hold a secret gives much work – and therefore count as good. Concerns, like secrets, are mental distressing, distressing, leading to activation of a brain structure that specializes in anticipating problems, the anterior cingulate cortex. Activated, it in turn, triggers a series of alarms, part of the stress response of concern, leaving both body and brain tense. Furthermore, since the brain knows to put his thoughts into words, we were mulling over the worry or secret, mentally rehearsing their version motor, produced by mouth. But, without having one to talk, or who to tell, this motor program is only the will, and not out. And so it has become an increasingly afflicted brain, you have to do cognitive force, attentive, actively to hold his words.

So it all out so good: so the program tested as motor runs and no longer need to be insured by your prefrontal cortex, the anterior cingulate may well drop a “Whew!” And off alarms that helped the rest the brain to maintain control.

This is one of the reasons why psychotherapy may be just as good: the mere outburst. Sure, friends, relatives, priests, and sometimes even a poor person sitting next to you waiting for the bus also serve when all you need is an opportunity to dump worries into words.

Talking about oneself is very good. A recent study by Harvard University showed that taking choice between answering questions about the tastes and habits of others on simple facts, or about themselves, participants preferred to speak of the navel – and even paid to choose this alternative, and within an MRI machine, where only the researchers saw their answers. The preference for self-talk is related to greater activation of the structures of the reward system, which generates pleasure.

Works even when secrecy is guaranteed complete. But we are social beings, the activation of the reward system is especially high when the volunteers know that their answers will be heard by the escort that they took to the study. Talking to you is good, but talk about yourself to others is even better.

No wonder, therefore, that freedom of personal expression and opinion is highly valued. It is not just a social or cultural construct: the pleasure of expressing their own thoughts and state of mind is real, measurable, and comes down from the boondocks brain. And when one’s thoughts are distressing, the outburst is still a relief only.

One caveat, however: for the same reasons, be revisiting and rehashing the same problem for months over sessions and more sessions of therapy is often a shot in the foot. You need to learn to let the problem go away

08/07/2013 Posted by | Autoconhecimento, Comportamento, Equilibrio | Deixe um comentário

Não deixe o copo transbordar!

copo cheioFolheando uma revista de saúde encontrei um artigo interessante apontando algumas ações que ajudam no combate ao stress excessivo, achei as dicas interessantes e caem como uma luva para nós que muitas vezes somos fadados à condições nada ideais de pressão e temperatura, tanto em nosso trabalho como em nossas vidas pessoais. Parece que ultimamente o tempo encolheu, as responsabilidades triplicaram e normalmente estamos sempre correndo e eu me incluo nesse grupo. No fundo sabemos o quanto precisamos desacelerar e respirar.

Uma pesquisa das Nações Unidas divulgou recentemente que o stress relacionado à ansiedade e ou à depressão é a segunda causa-mortis no mundo, perdendo apenas para os problemas cardíacos. O sinal de alerta está aí e vale a pena prestar atenção pra não nos tornarmos reféns da nossa própria conduta excessiva.

Fazendo um paralelo com a cultura helênica, uma das civilizações de maior desenvolvimento humano (Grécia sécs XV-V a.c – referência para o embasamento da nossa pesquisa), acreditava-se ser a saúde um dos pilares fundamentais para motivação e entusiasmo. Os helênicos tinham a crença de que o acúmulo de “sujeira interna” – medos, rancores, frustrações, ciúmes, invejas, tensões, etc … – era responsável pela perda de saúde e promoviam portanto paradas cotidianas para “esvaziar o copo”, evitando assim os tão conhecidos “transbordamentos”.

Os helênicos eram habituados a frequentar os banhos gregos que ao contrário do que se imagina, não envolviam nenhuma malícia ou conotação sexual. Os banhos eram locais públicos destinados a limpeza e purificação, onde os habitantes da Polis (cidade) podiam banhar-se com sais, óleos e essências fazendo uma pausa não só para seu banho diário como também para reflexão e meditação. Se necessário conversavam com conselheiros e administradores sagrados chamados “Hetéros e Hetéras”, detentores de exímio conhecimento e sabedoria. Os sacerdotes auxiliavam na limpeza da “psiquê”, colocando os cidadãos frente a frente com os mistérios de sua existência, na busca do real e verdadeiro sentido da vida. Os helênicos frequentavam os banhos com periodicidade, usufruindo de sua maior função: a limpeza interna.

A crença no equilíbrio entre corpo e mente era considerada premissa essencial para uma vida saudável e plena. Infelizmente não temos os banhos públicos gregos e muito provavelmente se os tivéssemos, sua essência estaria desvirtuada pois foi perdida após o domínio Romano sobre Grécia, de qualquer modo a busca do equilíbrio pode ser feita através de vários outros caminhos. Agora sim, vamos voltar à revista australiana e aos recursos disponíveis pra nós “mortais” do séc XXI:

– Os exercícios físicos ajudam a nos sentirmos mais relaxados e positivos. Vários esportes como tênis, natação, bicicleta, caminhada, corrida, dança, promovem o mesmo efeito da meditação, uma vez que a atenção é colocada nos movimentos físicos e no corpo enquanto se está praticando. As atividades físicas ajudam a liberar endorfina, substância química que nos dá a sensação de prazer e bem estar. Essa foi a dica da Clínica The Mayo, nos Estados Unidos. O negócio é escolher um esporte que lhe convenha e foco no exercício que com certeza a sensação de bem estar virá !

– Respirar para recarregar, essa é a dica da consultora de bem estar Lindsay Tighe, ela acredita que devemos encontrar um cantinho especial onde possamos nos sentir bem, seja em nossa casa, num parque, jardim, ou em qualquer lugar próximo da natureza, e o segredo é simples: basta parar um tempo, concentrar a atenção em coisas boas e respirar profundamente durante 10 minutos. Essa é uma técnica fácil, sem custo algum e que transporta a mente e o corpo pra um lugar distante da rotina e das tensões do dia a dia. Caso seja possível escutar um som agradável e estimular o olfato com essências, bacana também, de qualquer modo, para a consultora, qualquer parada regular para recarregar já ajuda a quebrar a tensão, a ideia é que se faça essa prática pelo menos uma vez por semana.

– Ouvir sons da natureza ou música clássica 30 minutos por dia ajudam a desacelerar e relaxar. Uma pesquisa feita na Tailândia com mulheres grávidas sofrendo de altos níveis de tensão, ansiedade e depressão mostraram que após 2 semanas adotando essa simples prática os níveis tinham voltado a normalidade. Não importa se na volta do trabalho, se antes de dormir ou até dentro do carro escutar um bom Beethoven, Debussy ou até qualquer música com sons da natureza pode ser muito relaxante.

– Pequenos rituais diários e alguns mimos também ajudam é o conselho de Lyndall Mitchaell, fundadora do Retreat Spa. Ela diz que devemos encontrar pequenos rituais pessoais que nos ajudem a baixar a tensão, e eles são extremamente simples, como: ler um bom livro, parar para um alongamento, massagear os pés, fazer massagens no corpo, uma boa sauna, … mais uma vez aquela paradinha pra um encontro “consigo mesmo” é vital para reestabelecer as energias, avaliar o que deve ser mantido e o que deve ser jogado fora.

Essas são algumas dicas simples mas que mostram que a essência dos rituais de limpeza e purificação continua em alta e nunca se fizeram tão necessários! Com a energia em equilíbrio a saúde e o vigor se mantém, proporcionando inclusive um aumento de produtividade, auto-estima e motivação. Pena não termos mais o advento do banho grego que além das águas termais, óleos e essências ainda contava com o apoio dos sacerdotes na busca do equilíbrio do corpo e alma, acho que a experiência devia ser boa demais!

Do not let the glass overflow

Flipping through a magazine health found an interesting article pointing out some actions that help to combat excessive stress, found the interesting tips and fit like a glove to us that we are often doomed to less than ideal conditions of temperature and pressure, both in our work as in our personal lives. It seems lately that time has shrunk, responsibilities tripled and we are usually always running and I include myself in that group. Deep down we know how much we need to slow down and breathe.

A UN survey recently reported that stress related to anxiety or depression and is the second cause of death in the world, second only to heart problems. The warning sign is there and it is worth paying attention to not become hostages of our own conduct excessive.

Drawing a parallel with the Hellenic culture, one of the greatest civilizations in human development (Greece secs XV-V ac – reference to the basis of our research), believed to be the health of the fundamental pillars for motivation and enthusiasm. The Hellenes had the belief that the accumulation of “dirt” – or fears, resentments, frustrations, jealousy, envy, stress, etc … – was responsible for the loss of health and daily charts so promoted to “empty the cup”, thus avoiding known as the “spillovers”.

The Hellenes were accustomed to frequent the baths Greeks that contrary to what one might imagine, did not involve any malice or sexual connotation. The baths were public places intended for cleansing and purification, where the inhabitants of Polis (city) could bathe with salts, oils and essences pausing not only for his daily bath as well as for reflection and meditation. If necessary talked with counselors and administrators sacred called “Men and Women”, holders of expert knowledge and wisdom. The priests helped in cleaning the “psyche”, putting citizens face to face with the mysteries of existence, in search of the real and true meaning of life. The Hellenic frequented the baths at intervals, enjoying his greatest role: internal cleansing.

The belief in the balance between body and mind was considered essential premise for a healthy and fulfilling life. Unfortunately we do not have public baths Greeks and probably if we had, its essence would be distorted because it was lost after the Roman domination of Greece, however the pursuit of balance can be done through various other ways. Now yes, we go back to the Australian magazine and resources available to us “mortals” XXI century:

– Physical exercises help us to feel more relaxed and positive. Sports such as tennis, swimming, cycling, walking, running, dancing, promote the same effect of meditation, since the attention is placed on the physical movements and body while you are practicing. Physical activities help release endorphins, the chemical that gives us a sense of pleasure and well being. That was the hint of The Mayo Clinic in the United States. The business is to choose a sport that suits you and focus on exercise that surely the sense of well being will come!

– Breathing to recharge, this is the tip of wellness consultant Lindsay Tighe, she believes that we should find a special place where we can feel good, whether in our home, in a park, garden, or anywhere close to nature, and secret is simple: just stop time, to focus on good things and breathe deeply for 10 minutes. This technique is easy, no cost and it carries the mind and body to a place away from the routine and the stresses of everyday life. If you can hear a pleasant sound and stimulate the sense of smell with scents, too cool, anyway, for the consultant, any regular stop for refilling already helps break the tension, the idea is that if you do this practice at least once a week.

– Listening to nature sounds or classical music 30 minutes a day help to slow down and relax. A survey in Thailand with pregnant women suffering from high levels of stress, anxiety and depression showed that after two weeks adopting this simple practice levels had returned to normal. Whether in the back of the work, before bed or even in the car listening to a good Beethoven, Debussy or even any music with sounds of nature can be very relaxing.

– Small and daily rituals also help some pampering is the advice of Lyndall Mitchaell, founder of the Retreat Spa She says we should find little personal rituals that help us to lower the voltage, and they are extremely simple as reading a good book, stop for a stretch, foot massage, body massage, a good sauna, … again one quick stop for a meeting “with yourself” is to restore vital energies, assess what should be kept and what should be thrown away .

These are but a few simple tips that show the essence of the rituals of cleansing and purification remains high and never made much needed! With the energy balance in health and vigor remains, including providing increased productivity, self-esteem and motivation. Shame we did not the advent of more bathrooms Greek beyond the thermal waters, oils and essences still had the support of the priests in search of balance of body and soul, I think the experience would be good too!

04/07/2013 Posted by | Autoconhecimento, Equilibrio | Deixe um comentário

Mude sua Mente. Mude o Mundo

Mathieu RicardMatthieu Ricard é um monge budista que reside no Monastério Shechen Tennyi Dargyeling, no Nepal.

Nascido em Aix-les-Bains, Savóia, ele é filho do renomado filósofo francês Jean-François Revel (nascido Jean-François Ricard), e cresceu em meio às ideias e personalidades dos círculos intelectuais da França de então. Sua primeira viagem à Índia ocorreu em 1967.

Trabalhou para obter um Ph.D. em genética molecular no Instituto Pasteur. Após completar sua tese de doutorado, em 1972, Ricard decidiu abandonar sua carreira científica e se concentrar na prática do Budismo Tibetano. Viveu no Himalaia estudando com Kangyur Rinpoche e outros grandes mestres da tradição, e se tornou o estudante próximo e assistente de Dilgo Khyentse Rinpoche até sua morte em 1991. Desde então, Dr. Ricard tem se dedicado a realizar a visão de Khyentse Rinpoche.

Membro do Instituto Mente e Vida, que se devota a gerar encontros e pesquisas colaborativas entre cientistas e eruditos e meditadores budistas, suas contribuições apareceram em “Destructive Emotions” (editado por Daniel Goleman)e outros livros de artigos. Ele está engajado na pesquisa dos efeitos do treinamento da mente no cérebro, nas universidades de Madison-Wisconsin, Princeton e Berkeley.

Recebeu a Ordem Nacional Francesa do Mérito por seu trabalho humanitário no Oriente. Nos últimos anos, Dr. Ricard dedicou seus esforços e cedeu parte de seus direitos autorais a vários projetos de caridade na Ásia, incluindo a construção e manutenção de clínicas, escolas e orfanatos. Desde 1989, ele tem sido o intérprete em francês do Dalai Lama.

Neste vídeo ele apresenta a sua experiência, com a participação de SS Dalai Lama.

25/06/2013 Posted by | Autoconhecimento, Bem Estar, Equilibrio | Deixe um comentário

Veja o teste de bebidas energéticas; duas marcas têm mais cafeína que o permitido

Veja o teste de bebidas energéticas; duas marcas têm mais cafeína que o permitido

A categoria de energéticos é a que mais cresce no mercado de bebidas sem álcool. As vendas, puxadas por jovens, subiram 36,4% em 2010, mostram os últimos dados nacionais do setor.   Resolveu-se  conferir essa fórmula de sucesso, analisando a quantidade de cafeína (estimulante) e taurina (aminoácido que ajuda na eliminação de toxinas) presente em sete marcas.

Para o teste, feito no Laboratório de Análises de Alimentos da FEA-Unicamp, a reportagem comprou três latas de cada uma das marcas. Como as embalagens têm quantidades diferentes, os conteúdos de cada marca foram homogeneizados, para uniformizar a quantidade de líquido em 500 ml.   O método da análise, chamado cromatografia eletrocinética micelar, usa um reagente para separar cada um dos compostos do produto.   O teste mostrou diferença entre os valores indicados nos rótulos e os reais.

“As amostras apresentaram uma pequena quantidade de cafeína superior à declarada, mas justificada pela necessidade de manter o teor da substância até o final de validade do produto”, diz a bioquímica Helena Teixeira Godoy, coordenadora do laboratório da Unicamp.   É admissível uma variação de 20% nos valores declarados no rótulo. Porém, os produtos devem obedecer as quantidades máximas de cafeína e taurina estabelecidas na lei – respectivamente, 35 mg/100 ml e 400 mg/100 ml. Duas marcas, Fusion e Monavie, extrapolaram os limites.   Rótulos estão corretos, dizem os fabricantes.

Drinques Pilhados:

Mesmo nas doses máximas, a concentração de cafeína de um energético é menor do que a encontrada numa xícara de café expresso.

O problema não é a dose, mas a receita: misturar energético e álcool. Apesar de os rótulos advertirem contra esse uso, é isso que os brasileiros vêm fazendo.   Kit de energético com álcool custa R$ 350 na balada.

Estudo feito pelo departamento de psicobiologia da Unifesp com jovens de São Paulo mostrou que 76% deles tomam energéticos misturados com uísque ou vodca.   A pesquisa, de 2004, foi feita com 136 pessoas. Está sendo atualizada, diz o coordenador, Sionaldo Ferreira, que é doutor em psicobiologia.

“Ainda não fechamos os números do novo levantamento, com 1.500 pessoas, mas as conclusões são as mesmas do estudo anterior.”   Os objetivos da mistura são melhorar o sabor dos drinques e manter o pique por toda a noite, adiando o sono.   O álcool inibe o sistema nervoso central, diminuindo reflexos e dando torpor, enquanto a cafeína faz o oposto, estimulando o sistema.   “Usar as duas substâncias ao mesmo tempo dá confusão, você passa informações cruzadas ao cérebro”, diz a nutricionista Camila Garcia, do Hospital do Coração.   Toxinas:

Mas energético reduz os efeitos da bebedeira? Na pesquisa da Unifesp, apesar de os participantes relatarem essa ação, os testes de coordenação motora, atenção e tempo de reação não mostraram diferença alguma.   “O efeito placebo pode induzir a erro de julgamento, fazendo a pessoa consumir mais álcool do se não estivesse misturado com energético”, diz Ferreira.   Os energéticos também contêm taurina, aminoácido que ajuda na eliminação de toxinas. As bebidas testadas contêm os limites máximos de taurina permitidos pela Anvisa, mas insuficientes para produzir algum efeito.   “Os exames de sangue não mostraram diferença entre os que consumiram bebidas alcoólicas isoladamente e os que misturaram com energéticos”, diz Tatyana Dall’Agnol, especialista em nutrição e metabolismo pela Unifesp.

De acordo com um estudo da Northern Kentucki University, dos Estados Unidos, a mistura de bebidas energéticas com vodca é mais perigosa do que o consumo puro da bebida alcoólica. O motivo do alerta se deve ao fato dos nutrientes estimulantes do energético aumentarem a tendência ao comportamento de risco.

Iara Biderman, jornalista

See the test of energy drinks, two brands have more caffeine than allowed

The category of energy is the fastest growing market of soft drinks. Sales, driven by young, rose 36.4% in 2010, the latest figures show domestic sector.

Resolved check out this successful formula by analyzing the amount of caffeine (a stimulant) and taurine (an amino acid that helps in removing toxins) present in seven brands.

For the test, done at the Laboratory of Food Analysis FEA-UNICAMP, the article bought three cans of each brand. Since packages have different amounts, the contents of each brand were homogenized to equalize the amount of fluid in 500 ml.

The analysis method, called the micellar electrokinetic chromatography, using a reagent to separate each of the compounds of product.

The test showed the difference between the values ​​indicated in the labels and the actual.

“The samples showed a small amount of caffeine greater than that declared, but justified by the need to keep the level of the substance by the end of shelf life,” says biochemistry Helena Godoy Teixeira, coordinator of the laboratory Unicamp.

It is permissible variation of 20% in the values ​​declared on the label. However, products must meet the maximum amounts of caffeine and taurine established by law – respectively, 35 mg/100 ml and 400 mg/100 ml. Two brands, Fusion and Monavie, extrapolated limits.

Labels are correct, the makers say.

Drinks looted:

Even in maximal doses, the concentration of caffeine of a power is smaller than that found in a cup of espresso.

The problem is not the dose, but the recipe: mix alcohol and energy. Although the labels warn against this use, this is what the Brazilians are doing.

Kit alcohol with energy costs R$ 350 in the ballad.

A study done by the department of psychobiology Unifesp with young São Paulo showed that 76% of them take energy mixed with whiskey or vodka.

The survey of 2004 people was conducted with 136. Is being updated, says the coordinator, Sionaldo Ferreira, who has a doctorate in psychobiology.

“We have not closed the numbers of the new survey, with 1,500 people, but the conclusions are the same as in the previous study.”

The goals are to improve the flavor mixing of drinks and keep the momentum going throughout the night, delaying sleep.

Alcohol inhibits the central nervous system, reducing glare and giving numbness, while the caffeine does the opposite by stimulating the system.

“Use both substances at the same time gives confusion, you pass information cross the brain,” says nutritionist Camila Garcia, Heart Hospital.

Toxins:

But energy reduces the effects of drunkenness? In search of Unifesp despite participants reporting this action, tests of motor coordination, attention and reaction time did not show any difference.

“The placebo effect can induce error in judgment, making the person consume more alcohol than if you were not mixed with energetic,” says Ferreira.

The energy also contain taurine, an amino acid that helps in removing toxins. The beverages tested contain the maximum allowed by Anvisa taurine, but insufficient to produce an effect.

“Blood tests showed no difference between those who consumed alcohol alone and that mixed with energy drinks,” says Tatyana Dall’Agnol, an expert in nutrition and metabolism Unifesp.

According to a study from Northern Kentucki University, U.S., mixing energy drinks with vodka is more dangerous than the consumption of pure alcohol. The reason for the warning is because the nutrients energy stimulants increase the tendency to risky behavior.

03/10/2012 Posted by | Equilibrio, Saúde | Deixe um comentário