PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

WhatsApp começa a liberar ligações grátis para iPhone

whatsappWhatsApp liberou nesta terça-feira (21) as chamadas de voz para iPhone.

A versão 2.12.1, já disponível no iTunes, permite que os usuários liguem de graça utilizando o WhatsApp, entre outras novidades.

A atualização do aplicativo era aguardada desde março, quando a função foi disponibilizada para smartphones com Android, e será liberada gradualmente para o iOS ao longo das próximas semanas.

A ligação via WhatsApp utiliza a conexão com a Internet e não os minutos ou créditos da operadora. Para usar a nova função, basta clicar no contato, e no novo botão de chamadas que aparece abaixo da foto. No menu inferior da tela principal, há também o botão “Recentes”, onde é possível ver as ligações feitas e perdidas. Para atualizar o aplicativo no seu celular, baixe a versão mais recente do app para iOS

Quando liberado para Android, o recurso era ativado depois que o usuário atualizava o WhatsApp e recebia ligação de outro aparelho, e o mesmo pode ocorrer no iOS. No entanto, a forma como a liberação será feira ainda não foi revelada. Ainda no caso do Android, o mensageiro atualizou a interface, apresentando uma aba para ligações, uma para conversas e a última com contatos.

Entre outras novidades da nova versão do WhatsaApp para iPhone estão o compartilhamento de fotos, vídeos e links para o WhatsApp através de outros aplicativos, um botão de acesso rápido à câmera, a opção de editar os contatos através do app e de editar fotos e vídeos antes de enviar.

Anúncios

21/04/2015 Posted by | Internet, Tecnologias | Deixe um comentário

Como ativar a função de chamada no WhatsApp para fazer ligações grátis?

whatsappDepois de muitos rumores, o WhatsApp finalmente recebeu a opção de realizar chamadas de voz grátis, sem precisar do intermédio de uma operadora para realizar o serviço. O recurso, que ainda está em fase de testes, por enquanto só chegou para o Android e na versão web. Veja a seguir como configurar o seu smart para fazer chamadas grátis pelo mensageiro.

Passo 1. Vá em Segurança nas configurações do celular e ative a opção “Fontes desconhecidas”. Baixe a atualização em APK para o seu Android;

Passo 2. Quando o download concluir, clique em Todas e instale;

Passo 3. Peça para algum amigo te ligar pelo WhatsApp, pois a nova função só irá funcionar após essa primeira ligação.

Pronto! Você já pode ligar a partir do seu WhatsApp.

 

13/03/2015 Posted by | Internet, Tecnologias | Deixe um comentário

Memorial Facebook

Facebook 4O Facebook liberou hoje para os americanos a opção que permite ao usuário escolher uma pessoa para gerenciar sua conta depois de sua morte. De acordo com a rede social, o “herdeiro virtual” poderá trocar fotos do perfil, escrever um obituário para o topo da página e – por mais estranho que pareça – administrar novas amizades.

Ainda sem previsão para chegar a outros países, o novo recurso foi desenvolvido para facilitar homenagens póstumas. Até então, o Facebook permitia apenas que parentes do morto contatassem a equipe do site para congelar a conta, na forma de um memorial.

O novo recurso impõe certas restrições aos herdeiros. Eles não serão capazes de editar ou remover conteúdos passados, nem ler mensagens privadas ou apagar a conta, segundo informações de uma fonte da rede social ao jornal Washington Post.

Para ativar a opção, o usuário deve acessar as configurações de segurança do seu perfil. Lá é possível escolher outra conta do Facebook como herdeira ou optar para que o próprio perfil seja apagado assim que a rede social for notificada de sua morte.

A medida, que pode parecer extravagante ou mórbida, é fruto de uma série de disputas judiciais nos Estados Unidos. Nos últimos anos, muitas famílias acionaram os tribunais americanos para poder acessar o Facebook de parentes e prestar homenagens ou simplesmente apagá-las da rede.

17/02/2015 Posted by | Internet | Deixe um comentário

Facebook conquista a terceira idade

Facebook 2De um espaço digital dominado por adolescentes e jovens adultos, as redes sociais começam a receber um número crescente de usuários mais velhos.

Em outubro, segundo levantamento do Facebook, o número de visitantes com mais de 55 anos cresceu 58% em relação a 2012.

É um aumento bem superior ao de outras faixas.

Atualmente, a rede social tem 4,6 milhões de usuários com mais de 55 anos, que representam 7,8% do total.

A facilidade de uso explica por que o Facebook, e os jogos eletrônicos, são as opções preferidas da terceira idade na internet.

28/11/2013 Posted by | Internet | Deixe um comentário

Como deletar seu perfil no aplicativo Lulu?

como-deletar-seu-perfil-no-aplicativo-luluUm recente aplicativo chamado Lulu – disponível para Android e iOS – se tornou sensação entre as mulheres.

Nele uma mulher pode acessar o perfil no Facebook de um algum homem, e preencher um relato sobre o rapaz, avaliando suas característica, tanto físicas quanto psicológicas.

Assim, todos os homens da rede social podem se tornar “vítimas” das mulheres.

Para quem está preocupado com isto, há uma maneira de evitar que isso ocorra.

Acessar a página do app Lulu. Depois clique em “Remove my profile now”, e perceba que aparecerá uma mensagem tentando persuadi-lo para não prosseguir. Ignore-a e utilize o botão “Yes, remove my profile”.

Há a possibilidade de que uma nova janela seja aberta para você concordar em compartilhar algumas informações gerais no Facebook com o serviço. Aceite e pronto! Sua conta não poderá mais ser alvo de nenhuma descrição das mulheres através do aplicativo Lulu.

27/11/2013 Posted by | Internet | Deixe um comentário

O futuro da Internet (e do mundo) segundo o Google

google03Eric Schmidt, presidente do conselho administrativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram um livro em que fazem algumas previsões surpreendentes para o futuro. Veja quais são.

Daqui a dez ou vinte anos, a internet será muito diferente do que é hoje. Mas como? Eric Schmidt, presidente do conselho adminis-trativo do Google, e Jared Cohen, diretor de ideias da empresa, escreveram um livro em que tentam responder a essa pergunta: The New Digital Age, recentemente lançado nos EUA. Nele, fazem algumas previsões surpreendentes, e nem sempre otimistas, para o futuro. Veja quais são.

COMPORTAMENTO

1. O passado vai nos condenar
No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionar uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt.

A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto, um comentário, um post infeliz poderá trazer consequências por muito tempo. “Os pais terão de conversar com os filhos sobre segurança e privacidade [online] antes mesmo de falar sobre sexo”, dizem os autores. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, onde as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.

O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, do tipo “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online. Hoje, esse tipo de coisa soa meio estranho. No futuro, talvez não seja.

POLÍTICA

2. Haverá um ataque terrorista envolvendo a internet

O vírus Stuxnet, supostamente criado por Israel, foi usado para atacar o programa nuclear iraniano, e quase todas as semanas surge um novo caso de empresa ou universidade americana que teve seus computadores invadidos por hackers chineses. Ou seja: a guerra digital já é uma realidade. Ela tende a aumentar, tanto que o livro do Google fala no surgimento da Code War (guerra de códigos, em inglês), um conflito que envolveria vários países atacando as redes de computadores uns dos outros. Seria um conflito longo e cheio de pequenas sabotagens, sem declarações diretas de guerra, semelhante à Guerra Fria. “Os países vão fazer coisas online uns com os outros que seriam muito provocadoras [como sabotar usinas, espionar, derrubar o acesso à internet] de se fazer offline. Isso vai permitir que os conflitos aconteçam no campo de batalha virtual, enquanto o resto permanece calmo.”

Mas o fato de a guerra ser digital não significa que ela não vá derramar sangue. Os executivos do Google imaginam um novo 11 de Setembro, que envolveria uma sequência de ações terroristas online e offline. Um hacker poderia invadir o sistema de tráfego aéreo de algum país, por exemplo, e induzir os aviões a voarem na altitude errada – para que eles se choquem uns contra os outros. Aí, com a atenção mundial voltada para esse caos aéreo, viria a segunda fase do ataque: bombas posicionadas estrategicamente em Nova York, Chicago e em São Francisco explodiriam. Nas horas seguintes, uma nova onda de ataques virtuais atrapalharia a comunicação e a mobilização da polícia, dos bombeiros e ambulâncias. Em seguida, outro ataque poderia prejudicar os sistemas de distribuição de água, energia, óleo e gás do país. “No futuro, a força dos grupos terroristas não virá da disposição de morrer por uma causa, e sim do domínio tecnológico que eles possuírem”, preveem os autores.

3. O governo vai migrar para a web
Ir a uma repartição pública costuma ser uma experiência desagradável, cheia de burocracia e filas. Mas e se essa repartição fosse transformada num site – no qual você pudesse resolver todos os seus problemas? Eric Schmidt e Jared Cohen propõem que o governo migre para a internet e seja capaz de funcionar por meio dela. Isso tornaria a operação mais eficiente, permitindo dar um atendimento melhor à população, e também seria uma vantagem em caso de desastres naturais. Se o prédio de um ministério fosse destruído por um terremoto, por exemplo, a instituição poderia continuar a funcionar online, com os funcionários se conectando de qualquer PC com acesso à internet.

4. A rede vai se fragmentar
A internet foi criada, no final dos anos 60, para conectar as redes internas de universidades e instituições do governo americano. Ou seja: ela é, por definição, uma união de pequenas redes (daí seu nome, que significa “inter-rede”). É essa união que nos permite acessar qualquer site, de qualquer lugar do mundo, e foi ela a grande responsável pela universalização da internet. Mas, no futuro, não será assim. Com a desculpa de combater o terrorismo e os crimes online, e também por questões culturais, alguns países criarão suas próprias regras – e, na opinião do Google, isso acabará resultando em internets nacionais, com as características de cada lugar. E o que entra e sai de cada uma delas será monitorado, com direito a censura. Mais ou menos como já acontece em países como Irã e China – só que no mundo inteiro. Essa previsão pode parecer exagerada, mas tem certo respaldo no mundo real. Em março deste ano, o Parlamento Europeu discutiu uma lei que iria proibir o conteúdo pornográfico na internet (e acabou não sendo aprovada). É provável que, no futuro, os Estados tentem exercer algum controle sobre a internet.

Outra tendência, segundo Cohen e Schmidt, é a formação de alianças digitais entre países que tem costumes e opiniões semelhantes. Poderá surgir uma internet regional cobrindo vários países do Oriente Médio, por exemplo, com conteúdo e regras determinadas por eles. Em contrapartida, minorias ou insurgentes também poderão ter seu país online, como a criação de uma internet palestina, por exemplo. “O que começou como a World Wide Web começará a se parecer mais com o próprio mundo, cheio de divisões internas e interesses divergentes”, dizem os autores. Eles imaginam até a criação de uma espécie de visto, que controlaria quem pode ou não entrar na internet de cada país. “Isso poderia ser feito de forma rápida e eletronicamente, exigindo que os usuários se registrem e concordem com certas condições de acesso à internet de um país.”

SOCIEDADE

5. Um computador saberá tudo sobre você
Quer saber quais informações o Google tem sobre a seu respeito? Acesse o site google.com/dashboard e você provavelmente irá se surpreender. São dezenas de informações, que incluem quais buscas você fez, quem são seus amigos, sua agenda de compromissos, seu endereço, onde você vai e todo o conteúdo dos seus e-mails e documentos. O Google já sabe muita coisa. Mas, no futuro, poderá saber ainda mais. Isso porque as informações que hoje ficam em bancos de dados separados, como a sua identidade (RG), registros médicos e policiais e histórico de comunicações, serão unificadas em um único – e gigantesco – arquivo. Com apenas uma busca, será possível localizar todas as informações referentes à vida de uma pessoa. Algumas delas só poderiam ser acessadas com autorização judicial, mas sempre existe a possibilidade (e o receio) de que isso acabe sendo desrespeitado. Um exemplo recente: em maio, vazou na internet um documento no qual o FBI autoriza seus agentes a grampear os e-mails de qualquer pessoa, mesmo sem permissão de um juiz.

Lutar contra isso, e revelar poucas informações pessoais na internet, será visto como atitude suspeita. Cohen e Schmidt acreditam que o governo vá criar uma lista de “pessoas offline”, gente que não posta nada nas redes sociais – e por isso supostamente tem algo a esconder. “Elas poderão ser submetidas a um conjunto de regras diferentes, como revista mais rigorosa no aeroporto ou até não poder viajar para determinados locais”, dizem.

6. Um grupo vai desvendar as mentiras da internet
É comum que os governos falsifiquem ou adulterem informações. Era assim na URSS (Stálin mandava apagar pessoas de fotos históricas) e é assim no Irã e na Coreia do Norte, que já foram pegos usando Photoshop para manipular imagens militares. Por isso, os executivos do Google preveem a criação de uma entidade, independente de qualquer governo, que seria responsável pela fiscalização e investigação dos dados divulgados na internet, principalmente os que envolvessem política e conflitos armados. Uma espécie de Cruz Vermelha virtual, que teria representantes de vários países e funcionaria como referência para os órgãos de imprensa.

7. Mais pessoas terão (menos) poder
A internet permite que as pessoas se informem, se comuniquem e se organizem de forma livre e independente. Ou seja, ela dá poder às pessoas. Com o acesso a novas ideias, populações vão questionar mais seus líderes. Imagine o que acontecerá quando o habitante de uma tribo na África, por exemplo, descobrir que aquilo que o curandeiro local diz ser um mau espírito na verdade não passa de uma gripe. “Os governos autoritários vão perceber que suas populações serão mais difíceis de controlar e influenciar. E os Estados democráticos serão forçados a incluir mais vozes em suas decisões”, escrevem Jared Cohen e Eric Schmidt.

A Primavera Árabe é um bom exemplo disso. A internet teve um papel fundamental na organização dos grupos populares que derrubaram os governos de quatro países (Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen) e abalaram vários outros. No caso egípcio, o próprio Google acabou sendo envolvido – pois Wael Ghonim, executivo da empresa no Egito, entrou por conta própria em mobilizações online (e ficou 11 dias preso por causa disso).

Na era da internet, minorias antes reprimidas também passam a ter uma voz. Mas, na opinião do Google, isso não terá necessariamente um grande efeito prático. É o chamado ativismo de sofá. A pessoa pode até curtir e compartilhar conteúdo relacionado a uma causa, mas, na hora de ir para as ruas, a coisa fica diferente. A mobilização virtual nem sempre se traduz em engajamento real. Além disso, a internet permite que os movimentos sociais surjam e cresçam muito rápido, de forma descentralizada e diluindo o poder entre muitas pessoas. Isso acaba fazendo com que esses movimentos tenham muitos líderes fracos, em vez de poucos líderes fortes.

Para sustentar essa tese, Cohen e Schmidt citam a Primavera Árabe, em que os regimes totalitários e os ditadores caíram, mas seu lugar acabou sendo tomado por governos muçulmanos, que não são particularmente democráticos, em vez de lideranças egressas da internet. “Sem estadistas, não haverá indivíduos qualificados o suficiente para levar um país adiante. Corre-se o risco de substituir uma forma de autocracia por outra”, dizem os autores. Em suma: a internet distribui o poder, mas isso não necessariamente resulta na formação de grandes líderes. Nelson Mandela não era uma celebridade de Facebook.

17/10/2013 Posted by | Internet | Deixe um comentário

APPS em destaque

appsUma seleção de 30 apps que se destacam por serem especialmente úteis ou inovadores. Alguns são títulos clássicos que foram atualizados neste ano, ganhando novos recursos. Outros são novidades que exploram caminhos promissores.

Facebook

Grátis, em português, para iPhone/iPad, Android e Windows Phone
O app do Facebook é a solução mais prática para manter-se ligado à rede social em qualquer lugar. Ele dá acesso aos principais recursos do Facebook como mensagens, publicação de fotos, comentários e a lista de contatos. A interface acomoda bem esse conteúdo na telinha do smarpthone e permite passear com agilidade pelas informações. Basta deslizar o dedo pela tela. Depois de uma atualização recente, o app passou a permitir o upload de múltiplas fotos numa única operação.

Twitter

Grátis, em português, para iPhone e Android
Os apps do Twitter para iPhone e Android são boas opções para interagir na rede social dos microblogs. Em dezembro, eles ganharam filtros fotográficos no estilo do Instagram, que aplicam efeitos às imagens. Podem convertê-las para preto e branco ou dar, a elas, uma aparência de foto antiga, por exemplo. Os apps também oferecem recursos para recortar as imagens e um ajuste automático que equilibra luminosidade, cor e contraste. Essas funções aparecem quando o usuário escreve um novo tuíte e aciona a câmera para enviar uma foto.

Camera Plus

0,99 dólar, em inglês, para iPhone/iPad
Ele oferece controles práticos e funcionais, efeitos que realmente aprimoram as imagens e um fluxo de trabalho que agrada a quem preza a qualidade das fotos. As atualizações são frequentes e geralmente acrescentam recursos inovadores ao app. Um dos mais recentes é uma espécie de flash para a câmera frontal que permite fazer autorretratos no escuro usando a própria tela como fonte de luz. O app ainda informa dados técnicos como sensibilidade ISO e tempo de exposição da foto. Com todas essas boas qualidades, o principal defeito do Camera Plus é não ter uma versão para Android.

Snapseed

Grátis, em português, para iPhone/iPad e Android
O Snapseed, que agora pertence ao Google, é um dos melhores editores de imagens para smartphones e tablets. Mais flexível que a maioria dos apps de fotografia para dispositivos móveis, ele permite dosar a ação dos filtros e personalizar os efeitos. Também possibilita fazer ajustes em áreas específicas da imagem. Recursos mais corriqueiros, como ferramentas para cortar e girar imagens, e para compartilhá-las nas redes sociais, também estão presentes, é claro.

YouTube

Grátis, em português, para iPhone/iPad e Android
Depois de ser eliminado do iPhone pela Apple, o YouTube ganhou um aplicativo do próprio Google para o iOS, que veio se juntar ao app para Android. Esses aplicativos premitem assistir aos vídeos e interagir com outros usuários. Também possibilitam montar listas de execução, assinar e acompanhar canais específicos. A versão para iOS pode ser usada com o recurso AirPlay dos dispositivos da Apple. O Google diz que 25% das exibições de vídeo do YouTube acontecem em dispositivos móveis.

Google Maps

Grátis, em português, para iPhone e Android
O Google Maps oferece busca de lugares, traçado de rotas e instruções de caminho curva a curva. Permite ver a imagem aérea ou o mapa viário do local e mostra as condições do trânsito. Há opções de rotas de carro, a pé e em transporte público. Há também informações sobre os pontos de interesse. O que o Google Maps não tem é um modo offline. Ele exige acesso à internet para ser usado.

Waze

Grátis, em inglês, para iPhone e Android
O Waze foi escolhido pela Apple como app do ano em 2012. Esse apllicativo de navegação urbana trabalha com dados gerados pelos próprios usuários. Cada vez que alguém usa o app, seus dados são empregados para produzir informações sobre o trânsito. O Waze fornece instruções de caminho faladas em português e ainda informa o preço do combustível nos postos. Ele permite programar encontros, informando a posição das outras pessoas envolvidas. Tem também uma função para marcar o lugar onde o carro ficou estacionado. O app permite, ainda, trocar mensagens com outros usuários.

Kekanto

Grátis, em português, para iPhone, Android e outras plataformas
Seguindo a trilha aberta pelo Foursquare, o Kekanto mostra bares, restaurantes, bancos, postos de gasolina e outros pontos de interesse nas proximidades e permite que o usuário compartilhe avaliações desses locais. A pessoa pode fazer check-in nos estabelecimentos, montar uma lista de favoritos e interagir com outros frequentadores, adicionando-os como amigos. O aplicativo tem, ainda, listas de melhores restaurantes, bares e pontos turísticos.

Skype

Grátis, em português, para iPhone, iPad, Android e outras plataformas
O Skype, um dos mais antigos serviços de comunicação por voz na internet continua sendo um dos mais completos. O app, que agora pertence à Microsoft, permite se comunicar por voz, videoconferência, SMS e mensagens instantâneas. Ligações para outros usuários do Skype são gratuitas. Chamadas para telefones comuns em dezenas de países custam apenas 6,6 centavos por minuto. É uma opção prática e barata para fazer telefonemas internacionais.

Evernote

Grátis, em português, para iPhone/iPad, Android e outras plataformas
O Evernote é o mais conhecido app para anotações e gerenciamento de informações em smartphones e tablets. Ele tem funções para criar notas, fotografar e digitalizar anotações em papel. Também tem diversos modos de visualização das notas, incluindo um em forma de mapa. O Evernote tem versões para as principais plataformas de smartphones, tablets e PCs, mas há diferenças entre elas. Como padrão, o app armazena as informações apenas na nuvem. Por 45 dólares anuais, pode-se contratar a opção Premium, que permite replicar o conteúdo localmente, para acesso offline.

Paper by FiftyThree

Grátis, em inglês, para iPad
O Paper é nosso aplicativo predileto para desenho e pintura no iPad. Ele permite criar cadernos para desenho e personalizar as capas com padrões gráficos. Depois, o usuário acrescenta páginas aos cadernos e cria ilustrações nelas. O app tem uma interface incomum, sem menus. Para abrir, fechar e mover as páginas e os cadernos, basta deslizar os dedos. Os desenhos podem, depois, ser compartilhados nas redes sociais e no Tumblr. O Paper é grátis, mas vem só com uma caneta e uma borracha virtuais. Outras ferramentas de pintura são vendidas no aplicativo. Um kit com cinco delas custa 6,99 dólares. Embora o app possa ser usado com os dedos, ele funciona muito melhor com uma caneta (ou “stylus”) apropriada para a tela do iPad.

Brushes 3

Grátis, em inglês, para iPhone/iPad
O Brushes, um dos primeiros apps para desenho e pintura no iPhone e no iPad, foi reescrito pelos autores e relançado em outubro com o nome Brushes 3. A nova edição é universal, ou seja, funciona igualmente bem no iPhone e no iPad. Ela é vendida no esquema “freemium”. O app básico é grátis. Mas pagam-se 2,99 dólares por uma extensão (indispensável para qualquer desenho mais complexo) que permite trabalhar em múltiplas camadas. Assim, quando se faz alguma alteração numa camada, as demais ficam preservadas. É até possível usar uma foto como camada base e desenhar sobre ela.

Kindle

Grátis, para iPhone/iPad, Android e outras plataformas
O app para leitura de e-books da Amazon é a versão em software do bem sucedido e-reader Kindle. A Amazon oferece 13 mil livros digitais em português, de 90 editoras, sendo 1,5 mil gratuitos. Considerando também outros idiomas, a loja tem 1,4 milhão de títulos. O aplicativo inclui dicionários de português, inglês e outros idiomas e permite pesquisar facilmente uma palavra encontrada no texto. É possível sincronizar o marcador de página, as anotações e os destaques entre vários dispositivos, incluindo os e-readers Kindle.

Pesquisa Google

Grátis, em português, para iPhone/iPad e Android
O Pesquisa Google acrescenta, ao smartphone, recursos de busca por voz e por imagens no Google. O reconhecimento de voz funciona bem em português. Além disso, o app inclui o Google Goggles, recurso que permite fotografar um objeto e iniciar uma pesquisa com base nessa foto. Segundo o Google, ele também é capaz de fornecer respostas faladas no estilo do Google Now e da Siri. Mas esse recurso, aparentemente, não funciona no Brasil. O app foi testado num iPhone e verificou-se que, mesmo alterando o idioma para inglês, ele fornece apenas respostas escritas.

CurryConverter

Grátis, em inglês, para iPhone
Quem procura um conversor de moedas simples, prático e gratuito pode gostar do CurryConverter, da empresa alemã NetzFrequenz. Ele converte valores em mais de 150 diferentes moedas – incluindo o real brasileiro, é claro. As taxas de câmbio são atualizadas pela internet. E as cotações mais recentes ficam armazenadas para uso quando não houver conexão.

Google Drive

Grátis, em inglês, para iPhone/iPad, Android e Windows
O serviço de armazenamento na nuvem Google Drive oferece 5 gigabytes de espaço gratuito para cada pessoa guardar suas fotos, documentos e outros arquivos. O app faz com que os arquivos armazenados em PCs, smartphones e tablets fiquem sincronizados com a cópia guardada na nuvem. O aplicativo permite assinalar itens para serem mantidos no próprio dispositivo. Assim, será possível vê-los mesmo quando não houver acesso à internet. Há, também, funções para renomear arquivos e compartilhá-los com outras pessoas.
Prismatic: Always Interesting

Grátis, em inglês, para iPhone
O Prismatic: Always Interesting é um app de notícias que escolhe o conteúdo a ser exibido em função das preferências do usuário. Para isso ele leva em conta as atividades da pessoa no Facebook, no Twitter, no Google e também no próprio aplicativo. Se alguém vai muito a um determinado noticiário, curte sempre um assunto específico no Facebook ou retuíta posts sobre esse tema no Twitter, o Prismatic registra esse comportamento. Com base nisso, ele procura exibir as notícias mais desejadas. O serviço também está disponível na web, num formato conveniente para uso em PCs. Os criadores do app dizem que versões para iPad e Android estão a caminho. Algo que pode frustrar os brasileiros é a falta de notícias do Brasil.

Grooveshark

Grátis, em inglês, para iPhone, iPad, Android e outros
O Grooveshark, um bom serviço online para quem busca uma música específica para ouvir, ganhou, em setembro, um app na web para smartphones e tablets. Ele dá acesso ao catálogo de 15 milhões de músicas armazenadas no Grooveshark. Podem-se pesquisar faixas nesse catálogo, montar listas de execução ou ouvir músicas de estilos específicos. Para usar o aplicativo online basta ir até o endereço html5.grooveshark.com no browser. Depois, é conveniente criar um ícone na página inicial do dispositivo ou um item na lista de favoritos para facilitar o acesso. O app, que ainda está em fase beta, tem pequenas falhas a serem corrigidas, mas é útil assim mesmo.

MetroLyrics

Grátis, em inglês, para iPhone
O MetroLyrics dá acesso ao enorme acervo de letras de músicas do site homônimo, com mais de um milhão de canções. Podem-se pesquisar músicas específicas, ver os títulos mais populares ou usar o recurso que tenta identificar a canção que está sendo tocada no ambiente. Há também a opção de ver, num mapa, as músicas que outros usuários do app pesquisaram em locais próximos. O MetroLyrics mostra, automaticamente, a faixa que está no player do iPhone e permite ver a letra correspondente. O aplicativo oferece, ainda, informações sobre os artistas, acesso a vídeos do YouTube e um botão para comprar a música no iTunes.

Somm

Grátis, em português, para iPhone/iPad e Android
O Somm, da empresa Melody Box, oferece vários canais de música brasileira e internacional. A lista inclui estilos musicais tão variados como humor, zen, dance, fitness, gospel e vários dedicados a artistas específicos como Bob Dylan e Beatles. Ele aprende com o comportamento do ouvinte. Cada vez que a pessoa pula uma música, avançando para a próxima na lista de execução, o Somm registra isso. Com o tempo, ele monta uma lista de artistas de que o ouvinte gosta e de que não gosta. Assim, a programação vai ficando cada vez mais personalizada. O serviço também pode ser usado no computador por meio do browser (no endereço somm.melodybox.com.br).

City Guides, Offline Maps

Grátis, em inglês, para iPhone e Android
City Guides, Offline Maps, do site Stay.com, é uma ótima coleção de guias de viagem para mais de 120 cidades. Do Brasil, só o Rio de Janeiro está na lista, que inclui principalmente cidades da Europa e dos Estados Unidos. Para cada uma, o app traz dicas de restaurantes, hotéis e atrações, além de mapas que podem ser usados com o GPS. Há também roteiros temáticos como atrações naturais, museus e atividades com crianças. Com o app, o usuário monta um roteiro pessoal para ser levado no smartphone. E o melhor é que os mapas e informações podem ser baixados da internet e armazenados no próprio aparelho. Assim, é possível usar o guia mesmo sem acesso à internet.

FlightRadar24 Pro

Em inglês, para iPhone/iPad (0,99 dólar) e Android (2,17 reais)
O impressionante FlightRadar24 mostra a posição de milhares de aviões em voo em tempo real. Pode-se visualizar a rota sobre um mapa, ver as características da aeronave e até verificar quanto tempo falta para ela chegar ao destino. O aplicativo recebe informações do sistema ADS-B, que transmite a posição e a identificação das aeronaves para os serviços de controle de tráfego aéreo. A cobertura inclui 100% dos Estados Unidos e do Canadá, 95% da Europa e partes de outros continentes. No Brasil, são visíveis voos nas regiões Sudeste, Nordeste, Sul e Centro-Oeste. Mas só os aviões que têm ADS-B a bordo são mostrados. O app tem, também, uma versão gratuita (para iOS e Android), mas ela só mostra a posição dos aviões, sem as rotas ou outras informações.

Viajantes no Exterior

Grátis, em português, para iPhone e Android
O aplicativo Viajantes no Exterior, da Receita Federal, traz orientações para brasileiros que viajam ao exterior. Algumas delas estão num vídeo que apresenta as normas sobre bagagem e procedimentos alfandegários. Há, também, um guia prático com informações sobre limites de isenção do imposto de importação, quantidades permitidas de determinadas mercadorias e outras. O app tem, ainda, um questionário para o viajante verificar se ele precisa preencher a Declaração de Bagagem Acompanhada ao chegar ao Brasil.

SeatGuru by TripAdvisor

Grátis, em inglês, para iPhone e Android
O SeatGuru facilita a tarefa de escolher os melhores assentos num avião. Ele mostra mais de 700 mapas de assentos de uma centena de companhias aéreas. São os mesmos dados que podem ser consultados no site SeatGuru. Das companhias brasileiras, estão na lista TAM e Avianca. Os mapas indicam os assentos com espaço extra, como os que ficam junto às saídas de emergência. Também sinalizam aqueles de devem ser evitados por estar perto dos banheiros ou por ter espaço reduzido para a bagagem. Tocando num dos assentos, pode-se ler um texto (em inglês) explicando por que ele foi classificado como ruim ou bom. Há também dicas específicas sobre cada modelo de avião e informações como a largura dos assentos e a distância entre eles. O app ainda permite pesquisar voos e encontrar as passagens mais baratas.

Dr. Drauzio Varella – Primeiros Socorros

Grátis, em português, para iPhone, iPad e Android
O aplicativo de primeiros socorros do médico e escritor Drauzio Varella é um guia prático e útil sobre como agir em emergências médicas. Para usá-lo, o primeiro passo é escolher o tipo de emergência. Há 11 opções como queimadura, fratura, choque elétrico e afogamento. Dependendo do caso, novas escolhas detalham a situação. Quem indica intoxicações, por exemplo, vê uma lista de agentes tóxicos que comumente causam acidentes, como água sanitária, gasolina e agrotóxicos. Tocando num desses itens, são exibidas as orientações. O app não cobre todas as situações possíveis, mas as orientações são objetivas e fáceis de entender. A ideia é mostrar como cuidar da vítima até que ela possa ser levada ao atendimento médico. Há até um botão para chamar os serviços públicos de emergência pelo telefone 192.

Hora do Remédio

0,99 dólar, em português, para iPhone
O app Hora do Remédio (em inglês, Med Time), do brasileiro Eduardo Halfen, pode ser muito útil para quem precisa tomar medicamentos em horários específicos. A pessoa cadastra o medicamento; indica os horários; informa por quantos dias precisa seguir com a medicação; e diz quantos comprimidos há na embalagem. O Hora do Remédio passa a avisá-la quando chega a hora de tomar o medicamento. O app também informa quando faltam dois comprimidos ou menos para acabar o estoque, alertando sobre a necessidade de comprar mais.

Vivino Wine Scanner

Grátis, em inglês, para iPhone e Android
Vivino Wine Scanner é um interessante aplicativo para quem gosta de vinho. Seu recurso mais notável é reconhecer a bebida pelo rótulo. Para isso, basta fotografar a garrafa. É possível, então, obter informações básicas como as uvas de que o vinho é feito, alimentos que se harmonizam com ele e a localização da vinícola, que pode ser vista num mapa. Também se pode ver a nota dada à bebida por outros usuários e sua posição em rankings. A busca, que exige acesso à internet, é feita numa base de dados que inclui 500 mil rótulos de 15 mil vinícolas. Quando não há conexão de dados ainda é possível guardar a foto do rótulo para ser analisada depois. O app só é fraco em vinhos brasileiros.

Bier Tab

Grátis, em português, para iPhone
O Bier Tab mistura um guia de cervejas com ingredientes de rede social. Nele, é possível pesquisar uma cerveja e obter informações como teor alcoólico, cor e tipo. O app também descreve o aroma e o sabor da bebida e indica o copo mais adequado para bebê-la. Também é possível consultar a opinião de outros usuários e montar uma lista de cervejas favoritas. O app ainda tenta identificar a preferência do usuário e sugere cervejas a ele. Os autores dizem que incluem novos rótulos continuamente e prometem, para breve, uma versão para Android.

Pocket Universe

1,99 dólar, em inglês, para iPhone/iPad
O Pocket Universe é um dos mais completos apps de astronomia para iPhone e iPad. Ele usa o sistema de localização e a câmera para identificar astros e constelações. Mostra a posição de planetas, da Estação Espacial Internacional e de mais 90 mil estrelas. Traz informações sobre chuvas de meteoros e outros eventos, além de gráficos que mostram a disposição das luas de Júpiter e Saturno. O app ainda oferece sugestões de objetos interessantes para ser observados no céu.

Solar Walk – 3D Solar System model

0,99 dólar, em inglês, para iPhone/iPad
O Solar Walk mostra um modelo 3D animado do Sistema Solar. A versão mais recente também exibe estrutura interna dos planetas e inclui asteroides, cometas e planetas anões. O app também oferece informações da Organização Europeia de Pesquisa Astronômica (ESO) e da Agência Espacial Europeia (ESA). Há, ainda, uma série de marcadores que permitem fazer passeios guiados pelo espaço. Pode-se ver o nascer e o por do sol da Estação Espacial Internacional, por exemplo.

20/03/2013 Posted by | Internet | Deixe um comentário

Dia Internacional da Internet Segura

internet seguraNo Dia Internacional da Internet Segura…

“Procuro trabalhar o mais rápido que posso, assim instalo um trojan de acesso remoto, um software malicioso que me permite acesso total ao sistema, ou seja, posso registrar as teclas pressionadas, capturar senhas e até mesmo programar a webcam para fotografar os usuários da máquina. O trojan específico que instalei iniciará uma conexão a outro sistema sob meu comando, pela internet, e isso me possibilitará obter controle total do sistema da vítima…”

– Fantasma no Sistema, a intrigante história de Kevin Mitnick, o hacker mais famoso do mundo

On safer Internet day …

“I try to work as fast as you can, so install a remote access trojan, malicious software that allows me full access to the system, that is, can I record the keystrokes, capture passwords and even set the webcam to photograph machine users. The specific trojan that installed will initiate a connection to another system under my command, through the internet, and this will allow me to get full control of a victim’s system … ”

-Ghost in the system, the intriguing story of Kevin Mitnick, the world’s most famous hacker

“I try to work as fast as you can, so install a remote access trojan, malicious software that allows me full access to the system, that is, can I record the keystrokes, capture passwords and even set the webcam to photograph machine users. The specific trojan that installed will initiate a connection to another system under my command, through the internet, and this will allow me to get full control of a victim’s system … ”

-Ghost in the system, the intriguing story of Kevin Mitnick, the world’s most famous hacker.

06/02/2013 Posted by | Internet, Lembranças do Dia, Livros | Deixe um comentário

Segredos íntimos ficam públicos no Facebook

Segredos íntimos ficam públicos no Facebook

Bobbi Duncan desejava desesperadamente que seu pai não soubesse que ela é lésbica. Mas o Facebook contou para ele assim mesmo.

Numa noite no fim do ano passado, o diretor do Queer Chorus, um coral de gays, lésbicas e transgêneros ao qual ela havia se juntado recentemente, expôs inadvertidamente a sexualidade de Duncan para seus cerca de 200 amigos do Facebook, incluindo seu pai, ao adicioná-la a um grupo de discussão na rede social. Naquela mesma noite, o pai de Duncan deixou mensagens mordazes em seu telefone, exigindo que ela renunciasse às relações com o mesmo sexo, diz ela, e ameaçando cortar os laços familiares.

A estudante de 22 anos chorou a noite toda no sofá de uma amiga. “Eu me senti como se alguém tivesse me dado um soco no estômago”, diz ela.

Logo ela soube que outro membro do coral, Taylor McCormick, tinha passado pela mesma experiência transtornante.

O diretor do coral, uma organização estudantil no campus da Universidade do Texas em Austin, tinha acrescentado Duncan e McCormick ao grupo do Queer Chorus no Facebook. O diretor não sabia que o software automaticamente informaria aos amigos deles no Facebook que agora eram membros do coral, cujo nome, Queer, é um dos termos em inglês para homossexual.

Os dois estudantes foram vítimas de uma brecha nos mecanismos de proteção de privacidade do Facebook: qualquer pessoa pode ser adicionada a um grupo, por um amigo, sem aprovação prévia. Como resultado, os dois perderam o controle sobre seus segredos, mesmo ambos sendo usuários sofisticados que tentavam usar as configurações de privacidade do Facebook para ocultar algumas atividades de seus pais.

“Nossos sentimentos estão com esses jovens”, diz o porta-voz da Facebook Inc. Andrew Noyes. “A experiência infeliz deles nos recorda que devemos continuar nosso trabalho para capacitar e educar os usuários sobre os nossos robustos controles de privacidade.”

Na era de redes sociais como Facebook e Google+, da Google Inc., empresas que catalogam as atividades dos usuários para obter lucros rotineiramente compartilham, armazenam e transmitem os detalhes cotidianos da vida das pessoas. Isso cria um desafio para quem transita na economia dos dados pessoais: como manter privado qualquer aspecto da vida numa era em que é difícil prever onde sua informação vai acabar?

Muitas pessoas foram acidentalmente prejudicadas por revelar segredos on-line que eram mais fáceis de manter no passado. Em Quebec, Canadá, Nathalie Blanchard perdeu os benefícios de um seguro de invalidez causada por depressão crônica depois que ela postou fotos no Facebook onde aparecia se divertindo na praia e em uma boate, ao lado de dançarinos exóticos. Depois de ver as fotos, sua seguradora contratou um investigador particular e pediu que um médico reavaliasse o diagnóstico dela, de acordo com o advogado de Blanchard.

Blanchard não percebeu que suas fotos eram visíveis ao público, segundo o advogado, que acrescentou que as pessoas deprimidas frequentemente tentam disfarçar a doença para a família e os amigos. Blanchard processou a seguradora para ter seus benefícios de volta. O assunto foi resolvido com um acordo fora do tribunal.

Uma porta-voz da Manulife recusou a discutir o caso, dizendo que “nós não negaríamos ou cancelaríamos benefícios válidos com base exclusivamente em informações publicadas em sites como o Facebook”.

Durante a maior parte da história humana, informações pessoais se espalhavam lentamente, quando muito de uma pessoa para outra. Mas a era do Facebook tornou possível divulgar assuntos particulares para grandes grupos de pessoas, intencionalmente ou não. Universos pessoais que antes podiam ser divididos entre trabalho, família, amizades e opções sexuais se tornam hoje mais difíceis de separar. Uma solução, ficar fora do Facebook, torna-se cada vez menos viável, já que a rede abrange hoje um bilhão de pessoas em todo o mundo.

A Facebook está comprometida com o princípio de uma identidade única para seus usuários. A empresa bloqueia o acesso de pessoas que usam pseudônimos ou mantêm várias contas, incluindo as de dissidentes e manifestantes na China e no Egito. A Facebook informa que seu compromisso com “nomes reais” torna o site mais seguro para os usuários. É também parte central do serviço que vende aos anunciantes, ou seja, o acesso a consumidores reais.

Homossexuais que mantém em segredo sua sexualidade enfrentam desafios particularmente grandes no controle de sua imagem on-line, já que amigos, parentes e inimigos têm condições de os expor.

Em Austin, Duncan e McCormick, de 21 anos, tentaram deliberadamente ocultar sua homossexualidade dos pais, ainda que se abrissem para os outros estudantes no campus. Os pais de Duncan a educaram em casa em Newton, Carolina do Norte, onde a família participa de uma igreja fundamentalista. Hoje uma estudante de linguística, ela decidiu em meados de 2011 dizer à sua melhor amiga que talvez fosse homossexual.

Ela configurou as ferramentas de privacidade do Facebook para esconder qualquer indício de sua sexualidade do seu pai, a quem ela havia ajudado a abrir uma conta no Facebook. “Depois que eu defini minhas configurações de privacidade do Facebook, eu sabia — ou achava que sabia — que não haveria qualquer problema”, diz ela.

McCormick, que é estudante de farmácia, confessou para a mãe que era gay em julho de 2011 na cidade onde cresceu, em Blanco, Texas, mas não a seu pai, a quem ele descreve como um membro de uma igreja conservadora que ensina que homossexualidade é pecado.

Ele configurou os controles do Facebook para o que ele chama de “confinamento de privacidade” para as mensagens que seu pai podia ver. “Temos um grande segredo quando somos jovens”, diz ele. “Eu sabia que nem todo mundo iria me aceitar.”

Como muitas outras universidades americanas, a Universidade do Texas em Austin oferece um espaço seguro para os jovens assumirem sua homossexualidade sem que os pais saibam. No fim do ano passado, Duncan e McCormick participaram do primeiro ensaio para o Queer Chorus. Duncan iria tocar piano e cantar. McCormick, com uma figura esbelta, surpreendeu o coral com sua voz de baixo profundo.

Em um ensaio em 8 de setembro, Christopher Acosta, então diretor do coral, perguntou se algum membro ainda não havia se juntado ao grupo no Facebook, onde os ensaios seriam planejados. McCormick e Duncan disseram que não.

Naquela noite, Acosta adicionou os dois novos membros ao grupo do coral no Facebook. O site oferece três opções para esse tipo de grupo: “secreto” (membros e discussões ficam ocultos de não membros), “fechado” (qualquer pessoa pode ver o grupo e seus membros, mas apenas os membros veem os posts), e “aberto “(tanto membros quanto conteúdo são públicos).

Acosta optou por “aberto”. “Eu estava tão entusiasmado com a ideia de um coral [gay] sem nenhuma vergonha”, diz ele.

Mas havia um preço que ele diz que desconhecia. Ao adicionar Duncan, algo que pode fazer on-line sem consentimento prévio, o Facebook postou uma mensagem a todos os amigos dela, incluindo seu pai, dizendo que ela agora era membro do Queer Chorus.

Quando Acosta apertou o botão, o Facebook permitiu a ele ignorar as configurações de privacidade que Duncan e McCormick tinham usado para esconder as mensagens de seus pais. O centro de apoio on-line do Facebook explica que grupos abertos, bem como os fechados, são visíveis ao público e publicarão notificações aos amigos dos usuários. Mas o Facebook não permite que um usuário aprove antes que um amigo os adicione a um grupo, ou esconda dos amigos que foi adicionado.

Depois de ter sido contatada pelo The Wall Street Journal, a Facebook ajustou a linguagem no Centro de Apoio on-line do seu site para explicar o risco de situações como a do Queer Chorus, na qual os amigos podem ver que alguém entrou para um grupo.

O Facebook também adicionou um link para essa nova explicação diretamente na tela onde os usuários criam grupos.

Defensores da privacidade, incluindo a União Americana pelas Liberdades Civis (Aclu, na sigla em inglês) dizem que a Facebook lentamente mudou os padrões de seu software para revelar mais informações sobre as pessoas ao público e a seus sócios comerciais.

“Os usuários muitas vezes desconhecem a extensão em que sua informação está disponível”, diz Chris Conley, advogado de tecnologia e liberdades civis da Aclu. “E se informação sensível é divulgada, muitas vezes é impossível colocar o gato de volta no saco.”

Executivos da Facebook dizem que eles têm acrescentado cada vez mais controles de privacidade, porque isso incentiva as pessoas a compartilhar. “Trata-se de facilitar o compartilhamento exatamente com quem você quer e nunca ser surpreendido sobre quem vê algo”, disse ao WSJ Chris Cox, diretor de produto do Facebook, numa entrevista em agosto de 2011, quando o site divulgou novos controles de privacidade. A Facebook se recusou a disponibilizar Cox para este artigo.

Ainda assim, defensores da privacidade dizem que falhas de controle ainda existem, e amigos podem divulgar informações sobre outros usuários. Os usuários do Facebook, por exemplo, não podem tirar do ar fotos deles postadas por outras pessoas.

A maior preocupação, segundo eles, é que muitas pessoas não sabem como usar os controles de privacidade do Facebook. Uma pesquisa realizada em meados de 2011 pelo Pew Research Center descobriu que os usuários americanos da rede social foram se tornando mais ativos no controle de suas identidades on-line, tomando medidas como a exclusão de comentários postados por outras pessoas. Ainda assim, cerca de metade relatou alguma dificuldade em gerir controles de privacidade.

Pesquisadores dizem que o aumento de configurações de privacidade pode na verdade produzir o que eles chamam de uma “ilusão de controle” para os usuários de redes sociais. Em uma série de experimentos em 2010, Alessandro Acquisti, professor da universidade Carnegie Mellon, descobriu que oferecer às pessoas mais configurações de privacidade provoca “alguma forma de excesso de confiança que, paradoxalmente, faz as pessoas compartilharem mais”, diz ele.

Allison Palmer, diretora de campanhas e programas da Aliança de Gays e Lésbicas Contra a Difamação, diz que sua organização está ajudando a Facebook a desenvolver recursos para usuários homossexuais para ajudá-los a entender a melhor como manter a segurança e a privacidade no site.

“A Facebook é uma das poucas firmas de tecnologia que fizeram disso uma prioridade”, diz ela.

Acosta, o diretor do coral, diz que ele deveria ter sido sensível ao risco de revelar o segredo de seus membros on-line. Seus pais souberam que ele era gay quando, no ensino médio, enviou um e-mail assumindo isso que acidentalmente foi parar na caixa postal de seu pai.

Hoje, diz ele, seus pais aceitam a sua sexualidade. Então, antes de criar o seu grupo no Facebook, ele não pensou sobre o risco de pais menos abertos no site.

“Eu assumo parte da responsabilidade.”

Para gays, as redes sociais “oferecem tanto recursos quanto riscos”, diz C.J. Pascoe, um professor de sociologia da universidade Colorado College que estuda o papel de novas mídias na sexualidade do adolescente. “Em um espaço físico, você pode estar no comando das distintas audiências ao seu redor. Mas, num espaço on-line, você tem que estar preparado para a realidade de que, a qualquer momento, elas poderiam convergir sem o seu controle.”

McCormick e seu pai acabaram voltando a se falar. Ele diz que se sente mais seguro sobre sua sexualidade e mudou seu perfil no Facebook para “interessado em homens”.

Duncan diz que tentou restabelecer a comunicação com seu pai, mas as discussões persistiram.

“Eu finalmente percebi que não preciso de mais este problema na minha vida”, diz ela. “Não acho que [meu pai] seja mau, só está incrivelmente equivocado.”

Ela parou de retornar as ligações do pai em maio.

Duncan e McCormick continuam no coral. Acosta mudou a configuração do grupo no Facebook para “secreto” e o coral estabeleceu novas diretrizes de privacidade.

Portanto, cuidado. Conheça primeiro os controles de privacidade do Facebook antes de sair postando os seus segredos íntimos.

Geoffrey A. Fowler, The Wall Street Journal

Intimate secrets become public on Facebook

Bobbi Duncan wished desperately that her father did not know she is a lesbian. But Facebook told him anyway.

One night at the end of last year, the director of the Queer Chorus, a choir of gay, lesbian and transgender to which she had joined recently, inadvertently exposed sexuality Duncan for his nearly 200 Facebook friends, including his father, to add it to a discussion group on the social network. That same night, the father of Duncan left scathing messages on his phone, demanding that she resign relations with the same sex, she says, and threatening to cut family ties.

A 22 year old student cried all night on the couch of a friend. “I felt like someone had punched me in the stomach,” she says.

Soon she learned that another member of the choir, Taylor McCormick, had gone through the same experience unsettling.

The choir director, a student organization on the campus of the University of Texas at Austin, and Duncan McCormick had added to the group Queer Chorus on Facebook. The director did not know the software automatically inform to their friends on Facebook who were now members of the choir, whose name, Queer, is one of the English terms for homosexual.

The two students were victims of a breach in the protective mechanisms of Facebook privacy: Anyone can be added to a group by a friend, without prior approval. As a result, the two lost control of her secrets, even being both sophisticated users trying to use the Facebook privacy settings to hide some activities of their parents.

“Our thoughts are with these young people,” said spokesman Andrew Noyes of Facebook Inc.. “The unfortunate experience of them reminds us that we must continue our work to empower and educate users about our robust privacy controls.”

In the era of social networks like Facebook and Google+, Google Inc., companies that catalog users activities to make profits routinely share, store and transmit the details of everyday life of people. This creates a challenge for anyone who travels in economy of personal data: how to keep private any aspect of life in an age when it is difficult to predict where your information is going to end?

Many people were injured by accidentally revealing secrets online that were easier to maintain in the past. In Quebec, Canada, Nathalie Blanchard lost the benefits of disability insurance caused by chronic depression after she posted photos on Facebook where they appeared on the beach and having fun in a club, alongside exotic dancers. After seeing the photos, your insurer hired a private investigator and asked a doctor to reassess her diagnosis, according to Blanchard’s attorney.

Blanchard did not realize that their photos were visible to the public, according to the lawyer, who added that depressed people often try to disguise the disease to family and friends. Blanchard sued the insurer to get their benefits back. The matter was resolved with an out of court settlement.

A spokesperson for Manulife declined to discuss the case, saying that “we would deny or not valid cancelaríamos benefits based solely on information published on websites such as Facebook.”

Throughout most of human history, personal information spread slowly, if at all from one person to another. But the era of Facebook made it possible to disclose private affairs to large groups of people, intentionally or not. Universes personally before they could be divided between work, family, friendships and sexual choices become more difficult to separate today. A solution standing outside Facebook, it becomes increasingly less viable, since today the network includes one billion people worldwide.

The Facebook is committed to the principle of a unique identity for their users. The company blocks access for people who use pseudonyms or maintain multiple accounts, including those of dissidents and protesters in China and Egypt. The Facebook reports that its commitment to “real names” makes the site safer for users. It is also central portion of the service who sells to advertisers, or access to actual consumers.

Homosexuals who keeps his sexuality a secret face challenges particularly large in control of your online image, as friends, relatives and enemies are able to expose them.

In Austin, and Duncan McCormick, 21, attempted to deliberately conceal his homosexuality from parents, even if opened to other students on campus. Parents of Duncan educated at home in Newton, North Carolina, where the family participates in a fundamentalist church. Today a student of linguistics, she decided in mid 2011 to tell his best friend that might be homosexual.

She set up the Facebook privacy tools to hide any evidence of his sexuality from his father, whom she had helped to open a Facebook account. “Once I set my privacy settings on Facebook, I knew – or thought I knew – there would not be any problem,” she says.

McCormick, who is a student of pharmacy, confessed to his mother that he was gay in July 2011 in the city where he grew up, in Blanco, Texas, but his father, whom he describes as a member of a conservative church that teaches that homosexuality is sin.

He set the controls on Facebook for what he calls “containment privacy” for messages that his father could see. “We have a big secret when we are young,” he says. “I knew that not everyone would accept me.”

Like many other American universities, the University of Texas at Austin offers a safe space for young people to assume their homosexuality without their parents knowing. At the end of last year, and Duncan McCormick attended the first rehearsal for the Queer Chorus. Duncan would play piano and sing. McCormick, with a slender figure, surprised the choir with his deep bass voice.

In an essay on September 8, Christopher Acosta, director of the choir, asked if any member had not joined the Facebook group, where the tests were planned. McCormick and Duncan said no.

That night, Acosta added two new members to the group of coral on Facebook. The site offers three options for this type of group “Secret” (members and discussions are hidden from non-members), “closed” (anyone can see the group and its members, but only members see the posts), and ” open “(both members and content are public).

Acosta chose “open”. “I was so excited about the idea of ​​a coral [gay] without any shame,” he says.

But there was a price he says he did not know. By adding Duncan, something you can do online without prior consent, Facebook posted a message to all her friends, including her father, saying that she was now a member of the Queer Chorus.

When Acosta pushed the button, Facebook has allowed him to ignore the privacy settings that Duncan and McCormick had used to hide the messages from their parents. The support center’s online Facebook groups explains that open as well as closed, are visible to the public and publish notifications to friends of users. But Facebook does not allow a user to approve before a friend add them to a group of friends or hide that has been added.

After being contacted by The Wall Street Journal, Facebook adjusted the language in the Help Center online from your website to explain the risk of situations such as the Queer Chorus, in which friends can see someone joined a group .

Facebook also added a new link to this explanation directly to the screen where users create groups.

Privacy advocates, including the American Civil Liberties Union (ACLU, its acronym in English) say Facebook slowly changed the patterns of their software to reveal more information about the people, the public and its trade partners”Users are often unaware of the extent to which their information is available,” said Chris Conley, technology lawyer and civil liberties the ACLU. “And if sensitive information is disclosed, it is often impossible to put the cat back in the bag.”

Facebook executives say they have added more and more privacy controls, because it encourages people to share. “It is easier to share with exactly who you want and never be surprised about who sees something,” said the WSJ Chris Cox, Facebook’s director of product management, in an interview in August 2011, when the site announced new privacy controls . The Facebook declined to provide Cox for this article.

Still, privacy advocates say they control failures still exist, and friends can disclose information about other users. Facebook users, for example, can not take down photos of them posted by others.

The biggest concern, they said, is that many people do not know how to use the privacy controls of Facebook. A survey conducted in mid-2011 by the Pew Research Center found that American users of the social network became more active in control of their online identities, taking steps like deleting comments posted by others. Still, about half reported some difficulty in managing privacy controls.

Researchers say the rise of privacy settings can actually produce what they call an “illusion of control” for users of social networks. In a series of experiments in 2010, Alessandro Acquisti, a professor at Carnegie Mellon University found that giving people more privacy settings causes “some form of overconfidence that paradoxically makes people share more,” he says.

Allison Palmer, director of campaigns and programs of the Gay and Lesbian Alliance Against Defamation, says his organization is helping Facebook users to develop resources for homosexuals to help them better understand how to maintain the security and privacy on the site.

“The Facebook is one of the few technology firms that have made it a priority,” she says.

Acosta, the choir director, says he should have been sensitive to the risk of revealing the secret of its members online. His parents knew he was gay when, in high school, sent an e-mail that assuming that accidentally landed in the mailbox of his father.

Today, he says, his parents accepted his sexuality. So before creating your Facebook group, he did not think about the risk of parents less open on the site.

“I take some responsibility.”

For gays, social networks “provide both resources and risks,” says CJ Pascoe, a sociology professor at the University Colorado College who studies the role of new media on adolescent sexuality. “In a physical space, you can be in charge of different audiences around him. But in the online space, you have to be prepared for the reality that, at any moment, they could converge without your control.”

McCormick and his father ended up going back to talk. He says he feels more secure about their sexuality and changed her Facebook profile to “interested in men”.

Duncan says he tried to reestablish communication with his father, but discussions persisted.

“I finally realized I did not need more this problem in my life,” she says. “I do not think [my father] is bad, it’s just incredibly wrong.”

She stopped returning calls his father in May.

Duncan McCormick and remain in the choir. Acosta changed the configuration of the Facebook group for “secret” and the choir established new privacy guidelines.

So be careful. Know first the privacy controls of Facebook posting before leaving their intimate secrets.

30/10/2012 Posted by | Internet | Deixe um comentário

Presentes no Facebook

Presentes no Facebook

O Facebook lançou ontem o Facebook Gifts, um tipo de loja virtual para trocar presentes reais entre usuários da rede social. Entre os itens estão cartões de compra da rede Starbucks, doces e ursos de pelúcia.

O presenteado poderá escolher cor, sabor e o tamanho do presente que irá receber. O Facebook fica com uma parte do valor da operação.

O serviço está disponível apenas nos EUA.

Prime News

Gifts on Facebook

The Facebook yesterday launched the Facebook Gifts, a kind of virtual store for real exchange gifts among social network users. Among the items are purchased cards from Starbucks, candy and teddy bears.

The gifted can choose color, taste and size of the gift they will receive. Facebook takes a cut of the transaction value.

The service is only available in the U.S..

29/09/2012 Posted by | Internet | Deixe um comentário