PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Autoconhecimento

Já sabemos que é muito difícil fazer uma reflexão com o intuito de se conhecer mais e mais, e como tendemos a fazer o que é mais fácil, vamos querendo conhecer o outro quando nem conhecemos aquilo que vai bem dentro de nós. Passamos tantos anos agindo de acordo com o que esperam de nós, que acreditamos ser esse nosso próprio jeito de ser. Somos tão incentivados à competição, a querer ser e ter mais que o outro, que nessa busca desenfreada acabamos por esquecer de nós mesmos. O homem procura tanto elevar-se acima do homem, quando poderia se preocupar em elevar-se acima de si mesmo, aperfeiçoando-se em cada momento, mas esse é um longo e difícil processo.

Quando conhecemos alguém, queremos saber tudo sobre essa pessoa, mas o quanto você sabe sobre si mesmo? Para quem acredita que já sabe tudo sobre si mesmo, vale lembrar que nem sempre somos aquilo que parecemos ser.

O autoconhecimento faz parte de um processo para o resto da vida, ou seja, não há um momento em que podemos parar porque já nos conhecemos o suficiente. Sempre há o que descobrir, pois o autoconhecimento requer uma constante auto-reflexão, uma vez que nos estimula a manter contato profundo e significativo com nosso eu mais verdadeiro, o qual Jung chama de self. Devemos ouvir o que podemos chamar do próprio silêncio. Mas quantas vezes buscamos nos ouvir, e acabamos por desistir e ignorar aquilo que sentimos por permitirmos que outras preocupações nos desviem de nosso foco? O autoconhecimento requer mesmo um constante exercício, sem medo de olhar para dentro de nós. Não há dicas nem receitas para buscar o autoconhecimento, mas podemos começar refletindo sobre tudo que envolve esse longo processo.

Faz parte do processo de autoconhecimento:
Conversar consigo mesmo;
Identificar os sentimentos;
Não reprimir sentimentos, principalmente os negativos;
Identificar a necessidade da busca por reconhecimento, aprovação e agradar;
Aprender a dizer “não posso, não quero, não vou, não sinto” ou ao menos identificar quando sentiu vontade de dizer não e não conseguiu;
Ser flexível, pois o autoconhecimento proporciona maior visão de si mesmo, do mundo, das pessoas;
Acreditar na capacidade de mudar o que quiser;
Ser responsável pela própria felicidade, saindo assim do papel de vítima e infinitas lamentações;
Exercitar a humildade. Quem entende o processo de autoconhecimento sabe que “não sabemos nada”, e temos muito que aprender, e “o pouco que sabemos”, devemos doar àqueles que ainda não sabem sequer esse pouco;
Questionar as crenças que nos foram transmitidas como verdades absolutas;
Libertar-nos das prisões da ignorância sobre si mesmo;
Aprender a ouvir os próprios desejos, sentimentos, enfim, sua própria voz, valorizando a intuição;
Controlar as emoções, pois as identifica com mais facilidade;
Identificar s máscaras e continuar a usá-las, porém conscientemente;
Dizer mais não para os outros e menos para si mesmo;
Transformar as culpas em responsabilidades;
Sentir paz interior.

E não é só isso não, esses são apenas alguns aspectos, e como podemos perceber temos que arregaçar as mangas e trabalhar muito para atingirmos aquilo que está tão perto de nós, mas que agimos como se estivesse muito, muito distante. Mas qual o benefício de tanto trabalho? Menos conflitos! Menos culpas! Menos arrependimentos! Menos mágoas! Menos relacionamentos destrutivos! Menos doenças! Menos medo e manipulações! Menos repetições de padrões!

O autoconhecimento nos permite perceber tudo que necessitamos transformar, pois amplia nossa consciência sobre nossos potenciais até então adormecidos, para que possamos vir a ser aquilo que somos em essência e esse pode ser nosso melhor caminho!

Por tudo isso, arregace as mangas e procure conhecer mais de você mesmo. E se não conseguir fazer esse processo sozinho, procure ajuda de um psicólogo. E lembre-se: olhar para dentro de si não é sinal de fraqueza como muitos dizem, muito pelo contrário, é preciso muita coragem para olhar para as próprias feridas, mas só assim conseguirá permitir que elas se cicatrizem.

27/02/2011 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário

A sutil diferença entre dar o melhor de si e perder a identidade na relação

Por que tantas pessoas reclamam que fazem todas as vontades do outro e não são valorizadas por isso? Veremos que ceder sempre ou dizer sempre “sim” não é a melhor maneira de conquistar o outro!

Você também já deve ter ouvido alguém contar (porque eu já ouvi várias vezes) sobre o fato de ter dado o melhor de si num relacionamento e, mesmo assim, ter-se dado mal.

Em geral, a queixa de homens e mulheres “bons demais” é a seguinte: “fui muito dedicado, fiz tudo o que o outro quis e não fui reconhecido. Estou cansado de me doar completamente nos relacionamentos e sofrer. Não entendo por que as pessoas dizem que querem encontrar alguém legal e, quando encontram, simplesmente não dão valor”… e por aí segue a descrição de uma dor que é realmente dilacerante, mas cujos motivos não são bem esses relatados!

Acontece que pessoas que se doam demais, que fazem tudo o que o outro quer são aquelas que, muito frequentemente, ainda não se deram conta da enorme importância que sua individualidade tem na relação. Ainda se equivocam ao acreditar que para serem amadas precisam ceder sempre, aceitar tudo e simplesmente se anular em função dos desejos da outra pessoa. Enganam a si mesmas acreditando que agem por amor.

Quem nunca se coloca, quem muito pouco discorda do outro, quem quase nunca expressa uma vontade que seja adversa, não faz isso por amor e, sim, por insegurança, por medo de que o outro não tolere ser contrariado e o deixe. Ou seja, estamos falando de uma auto-estima fragilizada, que precisa ser resgatada, alimentada e, sobretudo, auto-reconhecida.

É preciso que essas pessoas percebam que existe uma sutil diferença entre dar o melhor de si e se perder, perder sua própria referência num encontro de amor. Quem vai deixando de mostrar o que incomoda, quem vai deixando de falar sobre o que desagrada, vai se identificando e se misturando com o outro a ponto de se tornar uma espécie de reflexo dele.

E convenhamos: se realmente fosse bom se relacionar com o reflexo da gente, casaríamos com o espelho de casa e seríamos felizes para sempre. Mas ninguém quer isso! Embora a gente procure semelhanças e gostos parecidos no ser amado, queremos e precisamos das diferenças para que o relacionamento cresça, amadureça, engrandeça os dois. Admiramos o que é diferente de nós, aquilo que pode nos transformar em alguém melhor; queremos conquistar o que nos parece um tesouro que ainda não temos.

E veja bem: não estou falando de fazer joguinho de difícil e nem de se colocar aos gritos, impondo suas vontades. Estou falando justamente da arte de encontrar o equilíbrio. Estou falando da encantadora dança do amor, que nada mais é do que a harmonia entre avançar e recuar, com leveza, inteligência, atenção, disponibilidade e, acima de tudo, capacidade de começar de novo ao errar…

Resumindo: quem sempre diz “sim”, vai se dar mal. E quem sempre diz “não”, também. O segredo é ceder às vezes e ser mais firme em outras, mas sempre – sempre! – mostrar ao outro qual é sua vontade e ouvir qual é a dele. Assim, quando você ceder, ele poderá reconhecer para que, numa próxima ocasião onde a diferença aparecer, ele possa ceder também. E se isso não acontecer, ou seja, se um terminar cedendo sempre, que vocês possam conversar e pontuar esse desequilíbrio.

Porque, de verdade, quem vive uma série de relacionamentos e sai delas com a sensação de quem nunca é valorizado, certamente está perdendo sua identidade, está se transformando numa companhia sem atrativos, exatamente porque decidiu (na maioria das vezes inconscientemente) ignorar seus predicados para enaltecer somente os predicados do outro. E assim, foi perdendo seu brilho, seu encanto, sua singularidade e também abandonando as características que, paradoxalmente, atraíram a pessoa amada…

Se você tem sofrido e se sentido injustiçado por ser “bom demais” e não receber em troca nem o amor que achava que merecia por tanta compreensão e dedicação, sugiro que comece a olhar um pouco mais para si e se perguntar: “o que eu realmente quero?”, mesmo que o tema seja simplesmente escolher o sabor da pizza. E especialmente quando esse desejo for importante, faça-o valer e não desista dele!

Em qualquer relacionamento, para o sucesso ou o fracasso dele, quem você for ou quem você deixar de ser é o que mais vai fazer a diferença! E se vai dar certo ou não, uma verdade é soberana: só vai valer a pena se você tiver conseguido ser você mesmo, ao menos na maioria das vezes!

27/02/2011 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

O Valor e o Dinheiro

Conta-se a história de um homem que, graças à sua imensa riqueza e sua infinita ambição, resolveu comprar tudo que estava ao seu alcance. Depois de encher suas muitas casas de roupas, móveis, automóveis, jóias, o homem resolveu comprar outras coisas.

Comprou a ética e a moral, e neste momento foi criada a corrupção.

Comprou a solidariedade e a generosidade – e então a indiferença foi criada.

Comprou a justiça e suas leis – fazendo nascer na mesma hora a impunidade.

Comprou o amor e os sentimentos, e surgiu a dor e o remorso.

O homem mais poderoso do mundo comprou todos os bens materiais que queria possuir, e todos os valores que desejava dominar. Até que um dia, já embriagado por tanto poder, resolveu comprar a si mesmo.

Apesar de todo o dinheiro, não conseguiu realizar seu intento. Então, a partir deste momento, criou-se na consciência da Terra um único bem que nenhuma pessoa pode colocar um preço: seu próprio valor

27/02/2011 Posted by | Meditação | Deixe um comentário

Sofisticação Natural

 O renomado Guia Conde Nast Johanssens escolheu um hotel brasileiro como o melhor hotel de praia da América do Sul. Muito exclusivo e sofisticado, o Vila Naiá, em Corumbau (Bahia) é uma mistura de hotel, eco resort e vila. Com conceito de ‘luxo sustentável’, o lugar recebe apenas 18 hóspedes de cada vez, proporcionando uma experiência única de contato com a natureza e integração com a cultura local, sem nunca esquecer do design, da privacidade e do conforto.

Muito exclusivo, o hotel tem apenas oito acomodações, quatro casas e quatro suítes, cada uma decorada com uma cor, deixando o ambiente alegre e despojado. A primeira impressão remete às casas dos pescadores que povoam Corumbau. Surpreendendo o hóspede, a decoração mescla o rústico, o moderno e o vintage. Tudo com muita autenticidade. A madeira redescoberta dá o tom da construção, as passarelas acompanham a ondulação da areia e o paisagismo fica por conta da mata de restinga, natural da região. A idéia é usar o que há de interessante no local, sem jamais esquecer da sofisticação. Lençóis e toalhas Trousseau, chocolatinhos Patti Piva, TVs de LCD e internet wireless são alguns dos mimos oferecidos para deixar a hospedagem ainda mais confortável.

Na praia quase deserta, a tranquilidade dos hóspedes é imperturbável. Tendas são montadas na areia e o serviço de bar leva bebidas e comidinhas para quem quer aproveitar o sol e se refrescar com comodidade. Uma trilha sonora do hotel ajuda a entrar no clima de relaxamento total. À beira da piscina fica um dos espaços mais charmosos, o “Quadrado” – um lounge com chão de mármore, repleto de redes e “paredes” de tela para favorecer a ventilação. É lá que os hóspedes se encontram para um drinque e algo mais ao cair da tarde, e podem relaxar depois de um dia agitado. Para os fãs de esportes de aventura, trilhas pela reserva, canoagem e mergulho são algumas das opções de passeio no Vila Naiá.

A gastronomia merece destaque. O cardápio do hotel privilegia ingredientes da horta orgânica, os peixes são frescos e os pães são feitos no próprio lugar, e os pratos têm influência da culinária regional, com um toque caseiro. Para acompanhar, a adega tem rótulos de diversas regiões do mundo. E não se preocupe com horários, café da manhã, almoço e jantar são servidos a qualquer hora e em qualquer lugar que você quiser. Íntimo e sofisticado!

Vila Naiá Hotel
Praia de Corumbau – Bahia
Tel: (73) 3573-1006
Reservas: (11) 3063-2023
www.vilanaia.com.br

25/02/2011 Posted by | On The Road | Deixe um comentário

Festival para Aficionados

Em sua quinta edição, o festival ProCigar 2011 reuniu mais de 300 aficionados na República Dominicana para uma experiência única de imersão na produção e cultura do tabaco dominicano. O festival mostra para o mundo a importância da região para o mercado, discutindo assuntos importantes e abrindo as portas das principais fábricas.

Durante o encontro um dos pontos mais discutidos foi como o mercado do tabaco teve um boom a partir de 1992 com o lançamento da revista Cigar Aficionado, que criou um espaço de discussão para os apreciadores. De acordo com o produtor dominicano Ernesto Perez-Carrillo, da E.P.C. Cigar, ‘a indústria não deveria ser tão grande, já que a produção de charutos é artística e exclusiva’. A crescente produção de charutos na Nicarágua também foi um assunto importante, já que o país exporta charutos a menores preços e vem criando uma competição entre os produtores da América Latina e América Central.

Entre os participantes que mostraram suas novidades no festival estiveram Macanudo, Davidoff, Fonseca, La Aurora e Montecristo. Os participantes fizeram visitas na Tabacalera de García Cigar Factory, e puderam conhecer o coração da produção de tabaco, Santiago de los Caballeros, onde ficam as fábricas de marcas como General Cigar, Matada e Tabaquisa. Um dos principais pontos discutidos no encontro

O evento foi criado em 2008 pela associação ProCigar, que reúne os principais produtores de charuto da região. Considerada o ‘cigar country’, a República Dominicana passou a ganhar espaço entre os apreciadores com marcas de prestígio como Davidoff e Montecristo produzindo lá seus famosos charutos. Por serem produzidos com matéria prima do lugar, os dominicanos muitas vezes têm sabor diferente dos cubanos, mas não são menos renomados por isso. Seus blends únicos e nuances de sabor e aroma já conquistaram fãs em todo o mundo.

25/02/2011 Posted by | Tabaco | Deixe um comentário

Vinhos Falsificados

Recentemente, na província chinesa de Hevei, cerca de 30 vinícolas foram fechadas após as autoridades constatarem a existência de vinhos adulterados. Falsamente rotulados como produto superior, apenas 20% do conteúdo era de suco fermentado de uva, sendo o restante de água, produtos químicos, corantes e acido cítrico. Houve o recall de mais de 5.000 caixas, as licenças foram revogadas e os responsáveis presos. Somente uma das vinícolas vendia 2,5 milhões de garrafas por ano.

A fabricação inescrupulosa de uma mistura barata consumida pelos incautos como se fosse vinho é caso raro. Às vezes usam-se aditivos inofensivos. A fraude mais comum, porém, consiste em colocar rótulos falsos de vinhos caros em garrafas de vinhos mais baratos. Ela é praticada tanto por indivíduos quanto por empresas ligadas ao comércio de vinhos. No ano de 2000, na Itália, as autoridades confiscaram 20 mil garrafas de Sassicaia 1995 falsificados; num outro caso, em 2006, uma cooperativa francesa vendeu milhões de garrafas de falsos Pinot Noir para importadores americanos. Estes são apenas alguns exemplos e parece que nenhum vinho é poupado.

No mercado atual, safras raras de tintos de Bordeaux estão emergindo em grande quantidade e despertando suspeitas. Na maioria das vezes o fraudador coloca os rótulos falsos de grandes safras em garrafas similares. Outras vezes, aproveitam garrafas vazias de boas marcas e safras. Por que será que uma de Lafite 1982 vale mais de 100 euros? Em geral são oferecidas para compradores que não suspeitam e até as guardam para “envelhecer”. Somente depois de abertas é que percebem. Alguns nem isso. Um desses “negociantes” resume bem: é impossível falsificar um grande vinho, já o rótulo, a cápsula e a rolha são fáceis.

Um dos casos mais emblemáticos de falsificação ocorreu em 1985 envolvendo a compra de quatro garrafas de Château Lafite 1787 supostamente pertencentes a Thomas Jefferson pelo bilionário americano William Koch. Com a garantia de autenticidade dada por uma famosa casa de leilões Koch pagou 500 mil dólares pelo lote para depois descobrir que as gravações ‘Th.J.’ em baixo relevo nas garrafas podem ter sido feitas com moderna broca dentária de alta rotação. Koch está processando quem vendeu, mas a repercussão serviu de oportunidade para um livro sobre o assunto de vinhos falsificados com o sugestivo titulo de “The Billionaire’s Vinegar”.

Consumir vinhos importados em que os rótulos correspondem ao conteúdo ainda é seguro desde que adquiridos em fontes de boa reputação. O risco é mínimo e até menor que encontrar uma garrafa com vinho bouchonné. Deve-se desconfiar das ofertas de grandes vinhos, principalmente franceses, feitas pela Internet ou jornais por particulares. Não descartando a hipótese de serem autênticos, antes de tudo é preciso examinar a garrafa (formato consistente com a região), capsula (detalhes da gravação) e principalmente o rótulo (conservação compatível com a safra, erros de ortografia, qualidade de impressão), nível e cor do vinho, etc. Na dúvida é melhor não comprar.

25/02/2011 Posted by | Bebidas | Deixe um comentário

Salada de Queijo de Cabra

Aprenda esta deliciosa receita , com queijo de cabra, folhas verdes e carpaccio, ideal para o tempo quente

Ingredientes
Mix de folhas (alface frissé, roxa e crespa, rúcula, agrião)
Queijo de Cabra tipo crottin
100 ml de azeite
10 ml de vinagre branco
20 g de nozes picadas grosseiramente
Ceboulete e cebola picada
Sal
Pimenta do reino

Modo de preparo
Rasgar as folhas com as mãos em pedaços grandes bem rústicos. Cortar o queijo de cabra ou se preferir usar o que vem em bolinhas. Para o molho, colocar o azeite e o vinagre branco, a ceboulete, a cebola picada, sal e pimenta do reino. Fazer a montagem misturando as folhas com o tempero, salpicar as nozes e espalhar os pedaços de queijo de cabra sobre o carpaccio.

25/02/2011 Posted by | Gastronomia | Deixe um comentário

Barba incômoda

Você sabe por que o pelo encrava? Depois que nasce e ultrapassa a pele, ele se curva e penetra de novo na pele. Ou então, nem chega a ultrapassá-la: cresce por baixo dela. A pele inflama, fica avermelhada, inchada e dolorida. Fica também mais propensa a infecções por bactérias, e nesse caso surgem pequenas bolinhas com pus, como se fossem espinhas. Homens de barba grossa e com pelos enrolados são os mais afetados. Isso é um problema para quem quer ou precisa estar sempre com barba bem feita. O pescoço é área preferencial para ter pelos encravados, e o desconforto aumenta ainda mais para  quem precisa usar camisa e gravata: o colarinho fica raspando numa pele já sensibilizada.

O tratamento ideal é a depilação a laser, porque elimina os pelos que tendem a encravar. Outras sugestões, que comentarei a seguir, apenas suavizam o incômodo. Mas não eliminam a causa do encravamento, e não resolvem completamente e nem definitivamente a situação.

Para uma depilação completa da barba são necessárias ao menos cinco sessões de laser. Ao decidir tratar sua barba com depilação a laser, você pode restringir a aplicação a poucas sessões. Com duas, três ou quatro sessões, alguns pelos são eliminados e outros não, o que deixa a barba mais rala. E os pelos que sobram ficam mais finos. Assim, o incômodo com pelos encravados diminui consideravelmente e sua barba não desaparece completamente.
Você também pode restringir ao pescoço suas sessões de depilação a laser. É possível definir uma faixa a ser depilada e preservar a barba do rosto e de alguns centímetros abaixo da mandíbula.

Se mesmo assim o laser não for uma opção para você, algumas dicas ajudam a diminuir o incomodo com pelos encravados:

1.    Faça sua barba durante o banho, quando os pelos estão macios.
2.    Use um aparelho de barbear com apenas uma lâmina. Quanto mais rente o barbeado, maior a chance de encravamento.
3.    Faça a barba no sentido do crescimento dos pelos. O barbeado contra o crescimento dos pelos fica mais rente e aumenta a tendência ao encravamento.
4.    Esfolie a pele três vezes por semana.
5.    Use loção pós-barba com ativos calmantes, como azuleno ou alfabisabolol.
6.    Para aliviar a inflamação, faça compressas geladas com chá de camomila, ou borrife água termal gelada na pele sensiblizada.
7.    Dê um dia de folga toda semana para sua pele, e nesse dia não se barbeie.
8.    Dependendo da avaliação de seu dermatologista, use cremes à base de cortisona ou antibiótico.

21/02/2011 Posted by | Boa Aparência | Deixe um comentário

Preceitos

“Não se deixe desencorajar pelo fracasso: ele é o primeiro estágio do sucesso.
Não ostente o seu sucesso: ele oculta a sombra do fracasso.”

“O preceito é a chuva que abranda a estiagem.
O preceito é a fortaleza que resguarda dos inimigos”

Mestre Hsing Yün

21/02/2011 Posted by | Meditação, Pensamentos | Deixe um comentário

A temperatura de serviço do vinho

A temperatura de serviço dos vinho é um importante fator na determinação do sucesso da degustação pois controla fatores que atuam diretamente na liberação de aromas e na percepção dos sabores. A tradicional norma que vinhos devem ser servidos à temperatura ambiente, nem sempre é válida, especialmente em países de clima tropical, onde na maior parte do ano existe a prevalência de temperaturas muito elevadas e onde são ainda pouco usuais os ambientes climatizados. Desta forma, deve-se prestar especial atenção às temperaturas de serviço dos vinhos, procedendo-se aos ajustes necessários para se servir os mesmos à temperatura adequada.

Abaixo, mostramos uma tabela de referência com as temperaturas mais adequadas a cada tipo de vinho:
Temperaturas de Serviço- Brancos

Espumantes: 5o C
Brancos Doces: 6o C
Champagnes: 8o C
Brancos Secos Leves: 9o C
Brancos Secos Corpo Médio: 12o C
Brancos Secos Encorpados: 14o C
Rosés: 9 a 10o C
Jerez: 10 a 11o C

Temperaturas de Serviço – Tintos

Tintos Leves: 12o C
Tintos de Corpo Médio: 13 a 14o C
Vinho do Porto, Madeira: 14o C
Chianti, Zinfandel: 16o C
Pinot Noir da Borgonha:16o C
Grandes Tintos, Bordeaux, Tintos encorpados: 17 a 18o C

Estas temperaturas são pontos de referência e não regras absolutas; há termômetros utilizados em degustações, porém isto só é utilizado quando há excesso de formalidade e rigorosidade.

Normalmente os vinhos podem ser colocados em geladeiras até atingirem a temperatura próxima ao ideal e retirados com antecedência para iniciar o serviço. Em geral a parte inferior da geladeira diminui entre 5 e 6o C o vinho em um período de uma hora. Pode-se também utilizar baldes contendo gelo e água ou ainda dispositivos do tipo Rapid-Ice, com a finalidade de resfriar o vinho.

20/02/2011 Posted by | Bebidas | Deixe um comentário