PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Autenticidade: tudo começa com você

Toda vez que você é desonesto consigo mesmo, você coloca obstáculos ao seu Fluxo.

Toda vez que você é desonesto com os outros, você coloca barreiras no Fluxo entre você e eles.

Mentiras criam separação energética. Separação entre você e sua própria fé, e separação entre você e os outros.

Separação e resistência ao Fluxo causam desconforto profundo em você.

Alguns de vocês têm medo de mostrar-se em sua verdade, porque tem medo da rejeição.

Mas não ser fiel a si mesmo é, de fato, a rejeição de si mesmo.

Não mostrar-se em sua verdade é, em certo sentido, rejeitar os outros.

A mesma coisa que você teme é perpetuada pela sua falta de autenticidade.

Mostrar-se de maneira autêntica, é fundamental para todos os seres humanos neste momento. Ao fazer isso, você vai dar aos outros a oportunidade de se conectarem com você de uma maneira verdadeiramente significativa.

Dá aos outros a oportunidade de mostrar-lhes o Amor Incondicional, que abre o caminho para você começar a aceitar e a amar a si mesmo, também.

Também permite que você crie para si os encontros perfeitos e se libere de quaisquer obstáculos entre você e a vida que você estava destinado a viver.

É isto que as energias estão apoiando neste momento, e por causa disso, qualquer escolha que não esteja em consonância com a sua verdade se tornará mais e mais impossível de suportar.

Caros, não há nada mais glorioso do que você mostrar-se autenticamente, na sua verdade, em sua perfeição imperfeita.

É estar liberando e unindo, exatamente o que sua alma está ansiando para fazer.

É onde está a sua maior força, porque é abraçando a sua verdade que o leva a reconhecer-se como um aspecto individualizado da Fonte.

A autenticidade abre o caminho para a aceitação e unidade, serviço e suporte, que é exatamente o que você e seu mundo mais precisam, e como todas as outras coisas, tudo começa com você.

18/07/2017 Posted by | Autoconhecimento | 1 Comentário

Lei da Atração, ela realmente funciona?

Nos últimos tempos a Lei da Atração virou moda.

Uma infinidade de publicações chegam às nossas mãos diariamente.

Na verdade, esse é um assunto bem antigo, mas que voltou à tona após o lançamento do best seller “O Segredo” de Rhonda Byrne.

Várias foram as pessoas que acharam que bastava ficar pensando em uma casa, um carro, um namorado e pronto, em pouco tempo estava materializado na sua frente. É claro que nada disso acontecia e pareceu, então, um grande engodo para se vender muitos livros.

Mas a verdade é que a Lei da Atração realmente existe e funciona, quer a gente queira ou não.

É uma Lei Universal que existe até como uma ferramenta para o nosso processo evolutivo.

O problema é que nós não sabemos realmente como usá-la e por isso, acreditem ou não, ela trabalha a maior parte do tempo contra nós.

A Lei da Atração, a despeito de como todo mundo imagina, não acontece por conta dos nossos pensamentos e sim por causa das vibrações dos nossos pensamentos quando gerados pelas nossas emoções e crenças.

Esse é que é o grande segredo e, ao mesmo, tempo o grande problema.

Tudo é energia no Universo, nós somos energia, nossos pensamentos, quando motivados por fortes emoções e crenças são energias poderosíssimas.

A Lei da Atração diz que uma vibração emitida atrai, pela sintonia, o mesmo tipo de vibração.

Nós somos seres negativos em nossa essência, a negatividade está incrustrada em nosso DNA, fruto das crenças limitantes que nos foram impostas ao longo de nossas várias existências.

A bem da verdade, ainda sofremos a imposição desse tipo de crença até hoje.

Infelizmente ainda existem “classes dominantes” que não têm interesse que a verdade venha à tona, por que desta forma a humanidade em geral deixaria de ser massa de manobra e isto prejudicaria o interesse dessa minoria.

Observe o mundo à sua volta, por que será que tantas coisas tidas como “ruins” acontecem? por que as pessoas perdem o emprego, são assaltadas, traídas, se acidentam, adoecem etc?

É a Lei da Atração funcionando o tempo todo. Nós sempre estamos esperando o pior, sempre acreditamos que tudo vai dar errado, que o dinheiro vai acabar, que vamos adoecer, que não vamos encontrar a pessoa ideal e assim por diante. E tudo isso acaba mesmo acontecendo.

Qual é realmente o segredo para que consigamos fazer a Lei da Atração trabalhar a nosso favor?

Através de uma MUDANÇA DE CONSCIÊNCIA. E para isso, precisamos entender o processo da vida, entender que somos partículas divinas, dotadas de um poder imenso e por isso, capazes de criar qualquer situação e de transformar as nossas vidas.

Nascemos para sermos felizes e alegres, usufruir de toda a abundância divina que existe nesse Universo.

Não somos “pecadores” não somos “devedores”, não existe o certo ou o errado, o bom ou o mal.

Esse mundo de dualidade é uma grande ilusão. Todos somos realmente Um.

Tudo o que fazemos ao outro estamos fazendo a nós mesmos.

Quando conseguirmos entender essa verdade, o medo, a dúvida, a tristeza, o ciúme, a angústia e todos esses sentimentos negativos deixarão de existir dentro de nós.

Desta forma, passaremos a ser seres predominantemente positivos e a Lei da Atração passará a atuar a nosso favor sem qualquer dificuldade, de uma forma natural.

Isso pode parecer uma difícil… mas não é!

Nós podemos começar essa mudança hoje!

Estamos recebendo uma quantidade imensa de informações nos instruindo como nos modificar. O momento é esse e estamos todos sentindo isso.

Para que essa mudança ocorra, não dependemos de nenhum fator externo, essa força existe dentro de nós e só precisamos saber como ativá-la

Roberto Legey

29/05/2017 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário

Refazendo as malas: o que deixar em 2016 e o que levar para 2017?

2013Impossível não pensar que o Ano Novo traz consigo, mesmo que simbolicamente, uma nova chance, um recomeço, uma oportunidade de fazer diferente e melhor! Claro, os mais céticos dirão que dia primeiro de janeiro nada mais é que o dia seguinte ao 31 de dezembro. Pode até ser! Porém, no final das contas, cada dia é o que você acredita que ele seja. Então, por que não aproveitar a data para, de fato, abrir um novo capítulo na sua história?

Há quem, sabiamente, faz um planejamento detalhado, com desejos descritos nas diversas áreas da vida, tais como amor, saúde, profissional, espiritual, alimentação, corpo, entre outras. Não tenho dúvidas de que debruçar-se sobre o exercício de escrever suas metas, colocando datas para alcançá-las, é altamente eficiente para organizar a mente e facilitar o processo de realização de seus sonhos.

Há os que preferem outros rituais. Existem muitos. Desde meditar sobre as perdas e os ganhos durante o ano atual e visualizar melhorias para o ano vindouro, até pular 7 ondas na virada, comer lentilhas, fazer oferendas, assistir à Missa do Galo, doar presentes, usar cueca ou calcinha nova, entre muitas outras ideias populares ou personalizadas.

Minha sugestão para um Ano Novo que realmente valha a pena tem muito a ver com as lindas dicas de Carlos Drummond de Andrade, no texto Receita de Ano Novo: “(…)  para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, (…) Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, (…) Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro (a) , tem de merecê-lo, (…) É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

Ou seja, Ano Novo não tem a ver com perfeição ou virar tudo às avessas. Tem a ver com consciência, aprendizado. Refazer as malas para esta nova viagem da vida aproveitando o que ainda serve, o que é bonito e nos cabe muito bem, e abrindo mão do que já não serve mais, já não condiz com quem nos tornamos depois de tudo o que vivemos neste Ano que está ficando para trás.

Então, desapegue-se das crenças limitantes. Construa algumas novas, edificantes. Reescreva seu perfil. Mude de ideia, sim, se considerar que a nova é mais a sua nova cara. Não há nada de errado em se refazer de um jeito diferente. Como diz o sábio Zé Simão, “quem fica parado é poste”. E tem mais: síndrome de Gabriela (“(…) Eu nasci assim, eu cresci assim. E sou mesmo assim, vou ser sempre assim (…)” – Gal Costa nunca levou ninguém ao oásis de si mesmo.

E no que se refere ao amor que você deseja viver em 2017, saiba que primeiro precisa acreditar, de fato e de direito, que merece! Depois, reflita sobre o que pensou, até então, a respeito de si mesmo, de seu par e sobre relacionamento ou casamento. Em geral, quem não vive o amor que deseja é porque está se comportando com base em crenças equivocadas e que servem bem mais como armadilhas e obstáculos do que como trampolim ou atraentes desse amor! Encha-se e preencha-se de alegria e entusiasmo e viva um Ano Novo de luz, paz e amor, literalmente!

14/12/2016 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário

A importância da aceitação

arvoreUma das maiores razões do sofrimento da humanidade vem da não aceitação de tudo que vai de encontro à vontade do ego.
 
Dominados por ele, sabemos sempre o que é melhor para nós e, quando algo não acontece, nos revoltamos, nos vitimizamos e sofremos.
 
Quando trabalhamos o nosso autoconhecimento, descobrimos a perfeição da vida.
 
Descobrimos que todos os caminhos que trilhamos, mesmo não que não entendamos o porquê, são os mais importantes para a nossa evolução.
 
Desenvolvemos e utilizamos plenamente a aceitação, que é a completa fé e confiança no Universo, em seus guias e em nosso próprio Eu Superior, sabendo que, todos eles, nos entregam exatamente aquilo que precisamos na hora certa..
 
A aceitação é o alicerce da paciência, da paz e do amor incondicional.
 
Ela nos permite estarmos permanentemente presentes na magia do agora.
 
A confiança que o melhor sempre acontece nos permite viver nossas expressões de vida em sua plenitude total.
Aprenda a aceitar as coisas como são.
O Universo nos ama e quer sempre o melhor para nós.

05/12/2016 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário

Um velho Samurai

Páscoa 1Conta a lenda, que perto de Tóquio vivia um Grande Samurai, já idoso, que se dedicava a ensinamentos zen aos jovens guerreiros. Apesar de sua idade, havia o mito de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama. O velho não aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade, e o mestre respondeu:

_ Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?

_ A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.

_ O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos, concluiu o Velho Samurai.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir.

“A calma na luta é sempre um sinal de força e confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo”.

27/10/2016 Posted by | Atitudes, Autoconhecimento, Comportamento | 3 Comentários

Filmes sobre autoconhecimento

Filmes AutoconhecimentoUm jeito de dar uma pausa, buscar aquela paz perdida não sabemos onde, sair do comando do relógio e refletir sobre o sentido do que nos dá sentido!

1-EU MAIOR:

Traz uma reflexão contemporânea sobre autoconhecimento e busca da felicidade, por meio de entrevistas com expoentes de diferentes áreas, incluindo líderes espirituais, intelectuais, artistas e esportistas. Um filme sobre questões essenciais e universais, numa época de grandes transformações e desafios, que pedem níveis mais altos de discernimento e consciência individual.

2-LIVRE:

Depois de anos de comportamento inconsequente, o vício em heroína e a destruição de seu casamento, Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar. Assombrada pela lembrança de sua mãe e sem nenhuma experiência, ela sai para trilhar os milhares de quilômetros do Pacific Crest Trail totalmente sozinha.

3-NA NATUREZA SELVAGEM:

Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após 2 anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.

4-DUAS VIDAS:

Se você tivesse a chance de encontrar consigo mesmo quando tinha 8 anos de idade, será que aquela feliz criança gostaria de ver o que você se tornou quando cresceu? Em se tratando de Russ Duritz, a resposta é um ressoante “Não!”. Russ (Bruce Willis) tem sua pacata vida como um profissional bem-sucedido virada de cabeça para baixo quando, de forma mágica e inesperada, encontra Rusty, ele mesmo com apenas 8 anos (Spencer Breslin). Rusty é um doce e ligeiramente gordo menino que não fica nada feliz ao ver seus sonhos de ser um piloto de avião irem por água abaixo após conhecer sua versão adulta. Porém, o convívio de ambos irá ajudar Russ a relembrar seus sonhos de infância, para que ele possa se tornar o adulto que sonhava ser quando criança.

5-MINHA VIDA SEM MIM:

Tendo apenas 23 anos, Ann (Sarah Polley) é mãe de duas garotinhas, Penny (Jessica Amlee) e Patsy (Kenya Jo Kennedy), e é casada com Don (Scott Speedman), que constrói piscinas. Ela trabalha todas as noites na limpeza de uma universidade, onde nunca terá condições de estudar, e mora com sua família em um trailer, que fica no quintal da casa da sua mãe (Deborah Harry). Ann mantém uma distância obrigatória do pai, pois ele há dez anos está na prisão. Após passar mal, Ann descobre que tem câncer nos ovários e terá no máximo três meses de vida. Ann faz uma lista de tudo que sempre quis realizar, mas nunca teve tempo ou oportunidade. Ela começa uma trajetória em busca de seus sonhos, desejos e fantasias, mas imaginando como será a vida sem ela.

6-MINHAS VIDAS:

Shirley MacLaine narra sua jornada rumo ao mundo interno, Shirley MacLaine sai em uma viagem de autodescoberta, em busca da ligação entre a matéria e o espírito. Ao longo do caminho, ela entra em contato com a realidade do mundo espiritual.

7- COMER, REZAR, AMAR:

Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha tudo o que uma mulher moderna deve sonhar em ter – um marido, uma casa, uma carreira bem-sucedida – ainda sim, como muitas outras pessoas, ela está perdida, confusa e em busca do que ela realmente deseja na vida. Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert sai a zona de conforto, arriscando tudo para mudar sua vida, embarcando em uma jornada ao redor do mundo que se transforma em uma busca por autoconhecimento.

8- NÁUFRAGO:

Chuck Noland (Tom Hanks) um inspetor da Federal Express tem por função checar vários escritórios da empresa pelo planeta, porém, em uma de suas costumeiras viagens ocorre um acidente, que o deixa preso em uma ilha completamente deserta por 4 anos. Com sua noiva (Helen Hunt) e seus amigos imaginando que ele morrera no acidente, Chuck precisa lutar para sobreviver, tanto fisicamente quanto emocionalmente, a fim de que um dia consiga retornar civilização.

Bom Filme.

04/08/2016 Posted by | Autoconhecimento, Cinema | Deixe um comentário

Hábitos custam a morrer.

hábitos 1Um homem estava começando um negócio de prostituição, e encontrou três mulheres para trabalhar para ele.

A primeira era uma esteticista e a segunda, uma telefonista; ambas eram muito bonitas.

A terceira, muito sem graça, era professora da escola pública. Ele tinha dúvidas a respeito dela.

Passado algum tempo, ele notou que a maior parte do faturamento provinha da professora, e isto o deixou realmente perplexo.

Assim, ele começou a espionar.

Primeiro, ele ouviu a esteticista dizer a seu cliente que tivesse cuidado, porque ele estava desarrumando o cabelo e a maquiagem dela. É claro que isso aborrecia o cliente.

Em seguida, ele ouviu a telefonista dizer a um cliente: “Sinto muito, senhor, os seus três minutos estão esgotados”. A atitude dela era ainda pior.

Finalmente, ele ouviu a professora escolar, que disse: “Não, não, não! Você vai ter de fazer de novo, até que faça direito.

Hábitos custam a morrer.

Se você cultiva hábitos errados, doentios, neuróticos e destrutivos, o motivo exclusivo disso é que você não foi capaz de encontrar saídas criativas para a sua energia.

Então, o que é familiar persiste, torna-se ático: o que é familiar automatiza-se ganha autonomia.

Você precisa observar os seus padrões.

Por que você pensa de uma determinada maneira?

Por que um certo hábito tomou conta de você?

Você não pode simplesmente deixá-lo, porque ele tem raízes em você, e as raízes vão fundo, persistem.

Pense sobre isto.

02/08/2016 Posted by | Autoconhecimento, Reflexões | 1 Comentário

Um Novo Homem

simbolo do equilibrioTodos os dias a gente acorda e pensa que algo falta ou pode melhorar na vida.

A insatisfação é, provavelmente, nossa maior companheira. Ela está ali, faça sol ou chuva, frio ou calor, martelando nossa mente com seus desejos e aspirações.

No entanto, apesar de tanto querermos ser pessoas melhores, seguimos sem ter muita certeza a respeito de quais caminhos tomar ou que qualidades cultivar para efetivamente tornar nosso contato com o mundo menos confuso e aflitivo.

Tudo isso, enquanto insistentemente somos bombardeados por heróis e referenciais que, de longe, sempre parecem melhores do que nós.

São inatingíveis na sua pretensa perfeição, mesmo quando estão mais próximos, como nossos antepassados, às vezes cheios de regras e certezas. Mesmo eles, não nos auxiliam muito na nossa busca, frequentemente gerando ainda mais tensão, dúvidas e confusão, por mais que estejam bem intencionados.

Existe isso de se tornar um homem melhor?

Existe.

E é isto que vamos buscar, em todos os nossos relacionamentos, revendo todos os paradigmas, todos os hábitos, todos os vícios, e todos os defeitos.

Em busca do equilíbrio.

Esta busca para se tornar um homem melhor, deve ser diária e constante, para que possamos estar bem conosco e ganhar a confiança, o carinho, o respeito, e a admiração daqueles que nos cercam.

29/07/2016 Posted by | Atitudes, Autoconhecimento, Comportamento, Desenvolvimento Pessoal, Equilibrio, Estilo, Reflexões, Relacionamento | Deixe um comentário

Pensamentos de Carl Jung

Meditação 32Podemos dizer que Carl Gustav Jung foi um psicólogo positivo e filósofo. Em qualquer neurose ou depressão, ele via um impulso para a expansão da consciência.

Veja 20 frases, deste discípulo de Freud, que podem lhe ajudar a se compreender e se aceitar melhor, da forma como você é.

 1.Não prenda quem se afasta de você. Assim, quem deseja se aproximar de você não irá conseguir fazê-lo.

2.Tudo aquilo que nos irrita nos outros nos leva a um melhor entendimento de nós mesmos.

3.Se você é uma pessoa talentosa, não quer dizer que tenha recebido algo. Quer dizer que você pode dar algo.

4.O encontro de duas pessoas é como o contato entre duas substâncias químicas: quando há uma reação, ambas se transformam.

5.Nada tem uma influência psicológica mais forte em seu ambiente, e especialmente em seus filhos, do que a vida não vivida de um pai.

6.A vida não vivida é uma doença que pode levar à morte.

7.Sua visão só ficará mais clara quando você olhar para dentro do seu coração. Aquele que olha para fora, sonha. Quem olha para seu interior, desperta.

8.A solidão não chega por você não ter pessoas ao seu redor, e sim por não conseguir comunicar as coisas que são importantes para você, ou por manter certos pontos de vista que os outros consideram inadmissíveis.

9.Me mostre uma pessoa sã e eu a curarei para você.

10.Temos a tendência de olhar para o passado, para nossos pais; e para a frente, para nossos filhos, para um futuro que nunca iremos ver, mas do qual queremos tomar conta.

11.Aquilo a que você resiste, persiste.

12.A depressão é como uma senhora vestindo preto. Se ela chegar, não a expulse. É melhor convidá-la para a mesa e ouvir o que ela tem a dizer.

13.Às vezes, as mãos resolvem um mistério com o qual o intelecto lutou em vão.

14.O sonho é uma pequena porta secreta abrindo-se durante a noite cósmica que a alma era muito antes do surgimento da consciência.

15.Um homem que não cruzou o inferno de suas paixões, nunca as superou.

16.As pessoas fazem o que for, não importa o absurdo que seja, para evitar o confronto com sua própria alma.

17.Eu não sou o que me aconteceu. Sou o que escolhi ser.

18.Podemos chegar a pensar que não controlamos nada por completo. Porém, um amigo pode facilmente nos contar algo sobre nós de que não fazíamos nem ideia.

19.’Mágico’ é apenas outra palavra para definir a alma.

20.De uma forma ou de outra, somos partes de uma só mente que tudo engloba, um único ’grande homem (…)’.

 

17/06/2016 Posted by | Autoconhecimento, Pensamentos | 1 Comentário

O valor daquilo que somos

o mundo é a oportununidadeEla é constantemente associada a submissão, pobreza e até inferioridade. Aí, entender a humildade como uma virtude que nos aproxima de nós mesmos não parece um trabalho fácil. Mergulhar nessa descoberta, no entanto, pode nos trazer um aprendizado profundo sobre quem somos de verdade. E não apenas em relação às nossas fraquezas e dificuldades mas também sobre o nosso valor. Momentos de tragédias, como a lama que invadiu a região de Mariana, em Minas Gerais, após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, ou até mesmo os atentados a Paris, no final do ano passado, parecem nos fazer despertar para a humildade enquanto fragilidade da vida. “Só percebemos nossa impotência nesses momentos porque o choque nos reconecta com a realidade e dá a dimensão de nosso tamanho. Na maior parte do tempo, vivemos a ilusão de termos o poder absoluto”, diz o xeique Muhammad Ragip, representante  da Ordem Sufi Halveti Jerrahi no Brasil, escola do islamismo que busca o conhecimento e a humildade como orientação da conduta. No cotidiano, uma pessoa humilde é vista de forma equivocada como quem se humilha ou acata tudo o que os outros falam. Mas ela passa longe disso: humildade é sinônimo de distinção, gentileza, simplicidade e principalmente de autoconhecimento. “Não significa perder a dignidade pessoal, mas valorizar o próprio esforço sem se comparar aos outros”, diz Ragip. Com frequência, essa qualidade também é confundida com o hábito de subestimar a si mesmo, um vício tão prejudicial quanto a arrogância. Essa falsa modéstia acontece quando fingimos ignorar o nosso valor, funcionando até como tática para receber mais elogios. Outra faceta de uma humildade forjada é o autodesprezo, quando sinceramente desvalorizamos o que é nosso não porque somos humildes, mas porque no fundo comparamos excessivamente nossos atributos e façanhas com os dos outros. Segundo Ragip, o valioso é buscar o equilíbrio: “Todos temos qualidades e pontos fracos, mas não podemos nos fechar e perder a consciência do Universo”. O conhecimento e a aceitação de seus próprios limites é o principal instrumento a favor dos humildes. Buda dizia: “De que servem cabelo e manto impecáveis se tudo dentro de ti está confuso e no entanto penteias a superfície?” Autoridade máxima do budismo tibetano, o dalai lama Tenzin Gyatso costuma dizer que é “um simples monge budista, nem mais nem menos”. Para o psicólogo paulista Roberto Rosas, a dificuldade em praticar a humildade reside na nossa cultura narcisista, que privilegia o egoísmo e a performance. Vivemos cada vez mais em função do sucesso, da riqueza, da diferenciação social. Dessa forma, acredita Rosas, “é mais fácil tomar antidepressivo a encarar a insegurança e rever o orgulho”.  Segundo ele, crises pessoais, financeiras, mortes e doenças podem ser momentos de aprendizagem e reflexão. E não é vergonha admitir o erro e perguntar: como é possível melhorar? “Quando olhamos para nós mesmos e enxergamos nossas falhas, temos a chance de crescer e desenvolver a virtude da modéstia”, afirma o xeique Ragip.

Instrumento de mudança 
A falta de humildade é um sintoma de que algo precisa ser mexido no interior de cada um de nós. Segundo o filósofo francês André Comte-Sponville, da Universidade Paris I e autor do livro Pequeno Tratado das Grandes Virtudes (Martins Fontes), “a grandeza dos humildes é ir ao fundo de sua pequenez, expostos sem máscara ao amor e à luz”. O tema, aliás, já foi bastante abordado na filosofia. O também francês Blaise Pascal (16231662) dizia que o homem perdeu o contato com Deus e disfarça uma segurança que não tem. Outro francês,  René Descartes (1596-1650), escreveu que “os mais generosos costumam ser os mais humildes” e, para Santo Agostinho (354-430), “onde está a humildade também está a caridade”. Parece que esse valor tem a ver com olhar para o outro de igual para igual, não na comparação ou na superioridade, e sim no sentimento de reconhecer que cada um de nós tem a sua própria jornada, e todos somos humanos. O curioso é que essa qualidade pode ser até uma parceira na conquista dos nossos objetivos. Embora pareça fragilidade ou inferioridade, ela na verdade fortalece nossa autoestima. Traz o poder de confortar, ajudando-nos a nos sentir bem inclusive com o que temos e com aquilo que somos, sem comparações. Mas não funciona forjar a humildade. Quem afirma com toda a certeza “sou muito humilde” está se contradizendo. Dizer “falta-me humildade” se torna o primeiro passo em direção à virtude. A modéstia é tão modesta que geralmente duvida  de si mesma. E a humildade não se subestima: é justa e nítida com suas forças e suas limitações. 
Virtude da medida
 O professor e teólogo Edmundo Pelizari, da Associação Palas Athena, de São Paulo, soube tirar do dia a dia profissional algumas lições sobre humildade e orgulho: “Temos sempre os dois lados convivendo dentro da gente, mas devemos saber a diferença entre baixar a cabeça e ser humilde e ter uma postura firme sem ser arrogante”, diz ele. Certa vez, o professor mandou um aluno “calar a boca”, pois ele não parava de conversar durante uma aula. Imediatamente o estudante e a classe reclamaram. “Se fosse outra época, ia apenas ser autoritário com a turma, mas precisei exercitar a humildade e admitir que havia outros modos de chamar a atenção sem perder o respeito, como dizer para ele se retirar da classe se não estava interessado no assunto”, diz. “Admiti o erro, pedi para ele se comportar nas próximas aulas, e funcionou muito mais do que tentar conseguir as coisas no grito.” Muitas vezes ressaltamos a arrogância para nos sentirmos invencíveis. A verdadeira sabedoria, contudo, segue o lado oposto, e trabalhar a humildade pode ser o caminho para chegar a ela. Como diz a escritora Clarice Lispector, “o orgulho é coisa infantil em que se cai como se cai em gulodice. Só que o orgulho tem a enorme desvantagem de ser um erro grave, faz perder muito tempo”. E também muita energia. 
Um aprendizado pela frente 
Os antigos gregos respeitavam e temiam Nêmesis, a deusa da Justiça, porque acreditavam que ela punia duramente os que praticassem a arrogância, a chamada húbris. Os arrogantes recebiam castigos terríveis porque estariam desafiando os limites impostos pelos deuses à humanidade. Não havia atenuações para os que desejavam demais. Esse é apenas um dos fatos interessantes relatados da História da Arrogância (Axis Mundi), do psicólogo italiano Luigi Zoja. Resultado de oito anos de pesquisas, a obra discute a incontrolável necessidade humana de querer sempre mais sem considerar as consequências disso. Os excessos da civilização ocidental, com os problemas ambientais cada vez mais agravados e a exploração desenfreada de nosso planeta são atualmente bastante discutidos, mas apenas no aspecto técnico. Ainda nos falta levar em conta o efeito nocivo que isso promove na alma. Somente dessa maneira é que vamos conseguir nos afastar da ilusão e nos aproximar de verdade do universo. “É uma perfeição absoluta, e como que divina, saber desfrutar honestamente de seu próprio ser”, escreveu o filósofo francês Michel de Montaigne (1533-1592). “Procuramos outros atributos por não sabermos utilizar corretamente os nossos, e saímos de nós mesmos por não sabermos o que em nós se passa. No entanto, pouco adianta subir em pernas de pau, pois mesmo em pernas de pau ainda teremos de caminhar com nossos próprios pés.” Assim, de nada tem a ver a humildade com parecer inferior. Mas com se conhecer integralmente. É claro que nenhuma pessoa se conhece na sua totalidade, de maneira perfeita. E tudo bem, pois faz parte da modéstia identificar a não perfeição – caso contrário, isso teria mais a ver com a tal arrogância. Assim, a humildade é também uma forma de honestidade e lucidez, sem autoenganos. “A honestidade lúcida, impiedosa e sem ilusões é uma contínua lição de modéstia, assim como a modéstia é um eterno auxílio à honesta avaliação de si mesmo”, escreveu o filósofo francês Vladimir Jankelévitch (1903 – 1985) no Tratado das Virtudes.
Por esses motivos, a humildade não só retira a máscara daquilo que não somos mas também serve de apoio às virtudes que temos, ensinando que elas não são uma vitrine, mas o aprimoramento de nós mesmos.
Débora Zanelato

29/04/2016 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário