PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

A beleza está nos olhos de quem vê

Por mais difícil que seja a realidade, as cores e a beleza sempre nos presenteiam com uma nova perspectiva.

Nesse vídeo, Lila mostra que é possível sobreviver à realidade preenchendo as lacunas com a beleza das cores e da magia dos sonhos.

“Temos a arte para não morrer da verdade” Friedrich Nietzche

29/02/2016 Posted by | Arte, Entretenimento, Videobook | Deixe um comentário

Os ingredientes fundamentais para o amor maduro

NamoroOs sentimentos de ardor substituem a intensidade do fascínio (o pensamento obsessivo sobre o ser amado, a idealização, o intenso desejo de estarem juntos, os altos e baixos, os picos e os vales, o júbilo quando estão juntos e o desespero quando estão separados) com o correr do tempo. Mas, a menos que se rompa, o laço amoroso persiste. Casais casados há mais de quarenta anos me disseram que se sentem tocados emocionalmente quando se veem, como ocorria há décadas.

desvelo é acreditar e deixar que o parceiro saiba que “você é importante para mim. Preocupo-me com o que aconteça a você. Vou zelar por você”. Dois grandes aspectos desse desvelo estão em se preocupar com o bem-estar do companheiro e estar pronto para ajudá-lo ou protegê-lo. Ao contrário da governanta assalariada, que tem um trabalho a fazer, você ajuda o seu companheiro porque gosta dele e porque sente algo especial por ele. Assim, a preocupação e a afeição são essenciais para o desvelo.

Expressões de afeto são formas óbvias de fomentar sentimentos de ardor no companheiro, tão óbvias que discuti-las pareceria supérfluo. Entretanto, com o evoluir do casamento, os gestos de afeto como abraçar, cochichar palavras de amor cada vez mais se limitam ao quarto de dormir. E, nos casamentos em conflito, podem desaparecer por completo.

aceitação tende a ser incondicional no relacionamento amoroso maduro. Você consegue reconhecer as diferenças nas ideias sobre religião, política, e sobre as pessoas sem que se façam críticas ásperas nos pontos de divergência; você consegue aceitar as fraquezas do companheiro sem agir como juiz. Essa aceitação é profundamente tranquilizadora. Dá a cada um uma sensação de aceitação de si mesmos. Se o casal puder se aceitar totalmente – seja o que for – , pode relaxar e baixar a guarda. […] Claro que aceitação não significa fechar os olhos para as falhas do outro, mas, numa atmosfera de aceitação, você consegue elaborar com o seu companheiro tudo o que vem contra e interfere no relacionamento. Note que se o amor for condicionado ao “bom comportamento”, você nunca conseguirá a intimidade que é possível quando o amor é gratuito e o bom comportamento, uma meta elaborada pelos dois 

Empatia é a capacidade de sintonizar com os sentimentos do parceiro – de experimentar, em certa medida, o seu sofrimento ou prazer, a sua dor ou alegria. Quando as pessoas se atormentam com preocupações ou fortes emoções, sejam de tristeza ou de euforia, podem temporariamente perder a faculdade empática.

Sensibilidade às preocupações e aos pontos vulneráveis do parceiro é elemento essencial quando se quer reduzir os sofrimentos desnecessários. Embora algumas pessoas tenham mais sensibilidade do que outras, trata-se de uma qualidade que pode ser cultivada. Se o parceiro reagir de forma exagerada a certas coisas que você faz, por exemplo, em vez de ser crítico ou defensivo, pare para considerar qual o problema que subjaz à reação. Explore com delicadeza os temores e as preocupações mais íntimas dele. Resista à tentação de atribuir a reação exagerada a um traço indesejável de caráter, como impulsividade ou necessidade de controle. Perceba que tais reações são sinais de vulnerabilidades ocultas.

compreensão é semelhante à sensibilidade mas acarreta outra qualidade. Quando o parceiro fala de um problema, ele pode sentir-se compreendido sem ter de especificar todos os pormenores. Além disso, compreender significa ver os episódios com os olhos do outro. […] A compreensão mútua é uma das primeiras vítimas dos conflitos conjugais, manifestando-se pelo lamento: “Simplesmente não entendo porque ele (ela) age dessa forma.” Parte das dificuldades está em que os casais em conflito atuam em desacordo com o seu lado mais amoroso: assumem posturas rígidas ou tentam desprezar as atitudes do outro. Um problema mais sério é que, ao se intensificar o conflito, começam a interpretar mal as ações do outro. Logo os erros de interpretação acumulados liquidam com toda e qualquer compreensão possível.

companheirismo é muito apreciado no início do relacionamento mas parece se dissipar com o passar do tempo. À medida que os dois se preocupam mais com problemas práticos como a renda familiar, o cuidado dos filhos ou a arrumação da casa, tendem a passar menos tempo juntos, e a qualidade do tempo que passam juntos também sofre. […] O companheirismo é componente essencial do bom casamento que se pode aperfeiçoar pelo simples planejamento. Exige que se considerem atividades de que os dois gostem – viajar juntos, decorar a casa, ir ao teatro – e determinar com antecedência os programas. Há também camaradagem na satisfação de estarem juntos durante certos momentos do dia-a-dia. Sentar juntos para ver televisão, fazer passeios, partilhar da rotina doméstica como lavar pratos e limpar a casa juntos são atos que fomentam companheirismo.

intimidade oscila da discussão de pormenores da vida diária, à confidência de sentimentos íntimos que não partilharíamos com mais ninguém, ao relacionamento sexual. Em certo sentido, a intimidade é um subproduto do desvelo, da aceitação, da sensibilidade e da compreensão. Ao mesmo tempo, é debilitada pelos desentendimentos, pelas críticas indiscriminadas e pelas acusações e insensibilidade. Quando os casais resolvem ser críticos, punitivos ou controladores, têm de considerar o que perdem em intimidade. Quando se perde a intimidade por causa de brigas, com ela se perde uma importante força no casamento.

Amizade se refere ao interesse genuíno que você tem no outro como pessoa. Essa qualidade parece tornar-se ora unilateral, ora abafada em muitos, se não na maioria, dos casamentos. Algumas pesquisas demonstram que muitas mulheres não consideram o marido seu melhor amigo, e sim alguma outra mulher é que desempenha esse papel. A maioria dos homens, por outro lado, considera a esposa a sua melhor amiga. Você pode cultivar a amizade concentrando-se no seu companheiro como pessoa. Procure extrair dele ou dela o que interessa mais a ele ou a ela. Muitas vezes, para construirmos a ponte da amizade é necessária muita delicadeza.

As cortesias e os agrados são, por certo, cruciais para um casamento feliz. Mas o prazer deve ser mútuo; não só você pode propiciar satisfação ao seu marido pelo que você faz mas pode também partilhar dela. Às vezes, você tem de se livrar de hábitos há muito cultivados para fazer alguma coisa especial.

apoio mútuo dá um senso de que se é digno de confiança, uma rocha de Gibraltar em que o outro pode se firmar em épocas difíceis. Você talvez subestime o significado simbólico de estimular o parceiro quando ele está sem ânimo, ou de ajudá-lo a classificar e elucidar problemas quando estes parecem tornar-se insuportáveis. Ir em ajuda do outro nesses momentos de necessidade pode ter um significado enorme, demonstrando-lhe que você está sempre prestes a ajudá-lo com este esteio ou apoio. Algumas pessoas, por exemplo, são muito neutras quando o cônjuge quer partir para um novo empreendimento ou assumir uma nova responsabilidade. Sua hesitação em assumir uma postura positiva pode debilitar o senso de iniciativa e de capacidade do parceiro.

Aaron Beck

29/02/2016 Posted by | Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário

A feiúra é uma questão de tempo.

caminhar-na-areiaPessoas bonitas têm ponto de vista interessantes, riem de si, são autênticas.

Pelo menos para mim, seria bem pertinente se as dicas de beleza fossem além da maquiagem.

Quer ficar mais bonita?

Experimente não constranger os outros, espere a sua vez de falar, escolha assuntos agradáveis, não espalhe segredos que não são seus.

Atitudes egoístas deixam as pessoas muito, muitoo feias e isso conta mais que a cor do batom.

É este o  tipo de gente linda que eu quero por perto: Gente generosa, positiva, justa, gente que nos abre os olhos e nos puxa para cima!

Para tudo que não seja isso, a beleza não passa de um atributo provisório.

A feiúra é uma questão de tempo.

25/02/2016 Posted by | Reflexões | 1 Comentário

Amor x Benefícios

sonhosAlgumas pessoas irão “amar” você apenas enquanto puderem te usar.

A lealdade termina quando os benefícios acabam!

25/02/2016 Posted by | Reflexões | 1 Comentário

Certo x Errado

generosoÉ natural querer estar sempre certo, mas às vezes, é muito bom estar errado sobre alguma coisa ou alguém.

25/02/2016 Posted by | Reflexões | Deixe um comentário

Com que moeda você negocia no amor?

BB 23Por sermos diferentes uns dos outros, enquanto nos relacionamos tentamos convencer o outro sobre nossas ideias e desejos. Assim é o exercício de existir. Portanto, negociar não é, em princípio, um problema ou uma ofensa. A questão, no entanto, é: com que moeda você negocia?

Em geral, é nas relações mais significativas que mais negociamos. Afinal, é nelas que os resultados mais contam para nossa alegria e satisfação ou para nossa frustração e – felizmente – aprendizado. Sendo assim, tudo começa exatamente aí: quanto você está maduro para lidar com as alegrias e também com as frustrações que fazem parte de qualquer relacionamento?

Quanto mais infantil e insegura for uma pessoa, mais ela negociará com moedas que machucam, agridem e desvalorizam o outro. Ao contrário, quanto mais amadurecida ela for, mais usará moedas que edificam, acariciam e valorizam o outro.

Sendo assim, o que você faz quando se sente contrariado ou irritado com o outro? Como você reage? Pensa antes de tomar qualquer atitude ou age impulsivamente? Deseja apenas dar o troco e provocar nele os mesmos sentimentos ruins ou olha também para si e se questiona sobre por que você está se sentindo desta forma?

Tem gente que não quer nem saber! Negocia na mesma moeda! Não atendeu o celular? Também não vou atender. Não avisou que ia sair? Também vou sair sem dar nenhuma satisfação. Tem gente que negocia no grito. Fala tudo o que vem à cabeça, em alto e bom som, geralmente exagerando, relembrando coisas do passado e esbravejando até o que não deve.

Tem gente que negocia com o silêncio. Dias sem falar com o outro. Quando ele pergunta o que está acontecendo, a resposta é tão categórica quanto incoerente: “nada”! Tem gente, em geral as mulheres, que negocia com sexo. Se o outro saiu da linha, vai pro sofá. Abstinência sexual completa!

E você, que moeda usa? Qual sua verdadeira intenção? Negocia para que os dois ganhem ou negocia para que você sempre consiga o que quer? Deseja conquistar o outro para que, juntos, cheguem a um consenso, ou cobrar, exigir e ‘castigar’ quando não consegue o que deseja?

Eu acho que a moeda mais poderosa para negociações saudáveis entre pessoas é o diálogo. Falar o que você sente e pensa e, principalmente, ouvir o que o outro pensa e sente são escolhas altamente eficazes. Mas, claro, para usar esse tipo de moeda, é preciso saber o seu valor, é preciso estar crescido a ponto de reconhecer a riqueza contida nela.

Sei que nem sempre é possível conversar. Às vezes, em momentos onde os ânimos estão muito alterados, o melhor é calar. E quando nem calar for possível, que se grite, que se fale demais, que se perca as estribeiras. Mas que sempre, sempre mesmo, os dois estejam dispostos a retomar a questão e resolvê-la de modo maduro, ouvindo e considerando o outro – como ele é, e não como a gente gostaria que ele fosse.

E que, acima de tudo, ambos possam admitir sua parte no desentendimento e se desculpar, lembrando que o maior desejo é que esse encontro de amor possa servir para que se tornem mais apurados para a alegria e para o prazer. Isto é negociar sábia e amorosamente.

 

 

 

Por sermos diferentes uns dos outros, enquanto nos relacionamos tentamos convencer o outro sobre nossas ideias e desejos. Assim é o exercício de existir. Portanto, negociar não é, em princípio, um problema ou uma ofensa. A questão, no entanto, é: com que moeda você negocia?

 

Em geral, é nas relações mais significativas que mais negociamos. Afinal, é nelas que os resultados mais contam para nossa alegria e satisfação ou para nossa frustração e – felizmente – aprendizado. Sendo assim, tudo começa exatamente aí: quanto você está maduro para lidar com as alegrias e também com as frustrações que fazem parte de qualquer relacionamento?

 

Quanto mais infantil e insegura for uma pessoa, mais ela negociará com moedas que machucam, agridem e desvalorizam o outro. Ao contrário, quanto mais amadurecida ela for, mais usará moedas que edificam, acariciam e valorizam o outro.

 

Sendo assim, o que você faz quando se sente contrariado ou irritado com o outro? Como você reage? Pensa antes de tomar qualquer atitude ou age impulsivamente? Deseja apenas dar o troco e provocar nele os mesmos sentimentos ruins ou olha também para si e se questiona sobre por que você está se sentindo desta forma?

 

Tem gente que não quer nem saber! Negocia na mesma moeda! Não atendeu o celular? Também não vou atender. Não avisou que ia sair? Também vou sair sem dar nenhuma satisfação. Tem gente que negocia no grito. Fala tudo o que vem à cabeça, em alto e bom som, geralmente exagerando, relembrando coisas do passado e esbravejando até o que não deve.

 

Tem gente que negocia com o silêncio. Dias sem falar com o outro. Quando ele pergunta o que está acontecendo, a resposta é tão categórica quanto incoerente: “nada”! Tem gente, em geral as mulheres, que negocia com sexo. Se o outro saiu da linha, vai pro sofá. Abstinência sexual completa!

 

E você, que moeda usa? Qual sua verdadeira intenção? Negocia para que os dois ganhem ou negocia para que você sempre consiga o que quer? Deseja conquistar o outro para que, juntos, cheguem a um consenso, ou cobrar, exigir e ‘castigar’ quando não consegue o que deseja?

 

Depois de anos estudando os relacionamentos, estou certa de que a moeda mais poderosa para negociações saudáveis entre pessoas é o diálogo. Falar o que você sente e pensa e, principalmente, ouvir o que o outro pensa e sente são escolhas altamente eficazes. Mas, claro, para usar esse tipo de moeda, é preciso saber o seu valor, é preciso estar crescido a ponto de reconhecer a riqueza contida nela.

 

Sei que nem sempre é possível conversar. Às vezes, em momentos onde os ânimos estão muito alterados, o melhor é calar. E quando nem calar for possível, que se grite, que se fale demais, que se perca as estribeiras. Mas que sempre, sempre mesmo, os dois estejam dispostos a retomar a questão e resolvê-la de modo maduro, ouvindo e considerando o outro – como ele é, e não como a gente gostaria que ele fosse.

 

E que, acima de tudo, ambos possam admitir sua parte no desentendimento e se desculpar, lembrando que o maior desejo é que esse encontro de amor possa servir para que se tornem mais apurados para a alegria e para o prazer. Isto é negociar sábia e amorosamente.

 

– Rosana Braga

23/02/2016 Posted by | Comportamento | 1 Comentário

A solidão não faz bem, e um estudo pode ajudar a explicar o motivo

abismoOs cientistas há muito descobriram que passar tempo com quem ama faz bem para a sua saúde a longo prazo e poderia reduzir o risco de declínio cognitivo, enquanto a solidão está associada à hipertensão, inflamação e um sistema imunológico fraco.

Mas, por que exatamente a solidão tem tais efeitos negativos na nossa saúde e bem-estar?

Uma razão, de acordo com um novo estudo, pode ter a ver com a forma que a solidão provoca mudanças celulares nos nossos corpos que podem nos deixar mais suscetíveis à infecções virais.

“Sentir-se sozinho significa que você não está mais em um ambiente socialmente familiar, ao contrário, você está em um ambiente relativamente hostil”, disse o Dr. John Cacioppo, professor de psicologia e neurociência do comportamento da Universidade de Chicago e coautor do estudo.

“Em ambientes socialmente familiares, uma proteção contra infecções virais é mais importante, enquanto em ambientes hostis, uma proteção contra bactérias é importante”, escreveu Cacioppo.

“O padrão de expressão genética no [ambiente] da solidão diminui a proteção contra infecções virais e acaba aumentando a proteção contra infecções bacterianas”.

Em outras palavras, conforme descrito pela Revista Live Science, as mudanças celulares que podem resultar da alteração rumo à proteção contra bactérias podem acabar sacrificando a sua habilidade de proteção contra infecções virais.

Para o estudo, os pesquisadores analisaram a regulação do gene leucócito – que está envolvido na proteção do corpo contra a bactéria e os vírus – em 141 adultos mais velhos em um período superior a 5 anos, e em um grupo separado de macacos rhesus que demostravam comportamentos que indicavam isolamento social.

Os pesquisadores perceberam um aumento na atividade dos genes que produzem inflamação no corpo e menos atividade nos genes que ajudam a resistir às doenças nos adultos que estavam sozinhos e também nos macacos, reportou o jornal britânico The Telegraph.

Nos macacos, os pesquisadores também descobriram que a solidão fazia com que o corpo produzisse sinais de estresse de “luta-ou-fuga”, capazes de prejudicar as respostas aos antivirais no corpo.

Por exemplo, quando os pesquisadores infectaram os macacos com o vírus de imunodeficiência símia, o vírus cresceu mais rápido nos macacos classificados como socialmente isolados do que nos macacos que não eram “solitários”, de acordo com o Live Science.

Isso pode ser o resultado de um sistema imunológico que libera monócitos, um tipo especial de célula imunológica associada a altos níveis de proteínas inflamatórias e baixos níveis de proteínas antivirais.

Os pesquisadores concluíram que a inflamação e as respostas antivirais danificadas contribuem para os efeitos negativos da solidão na saúde. As descobertas parecem apoiar uma pesquisa anterior que sugeria que em adultos mais velhos os sentimentos de isolamento social podem aumentar o risco de morte prematura em 14 por cento.

“Este estudo mostrou especificamente que a solidão causa uma reação fisiológica nas pessoas”, disse ao CBS News, o Dr. Matthew Lorber, diretor de psiquiatria da criança e dos adolescentes do Hospital Lenox Hill, na cidade de Nova York, que não estava envolvido na nova pesquisa.

“Este é o primeiro estudo que eu vejo que mostra realmente em detalhes como a solidão leva à uma produção reduzida de leucócitos (células que combatem doenças) e um aumento na produção de monócitos imaturos”, disse Lorber. “Os leucócitos são necessários na luta contra a infecção no nosso corpo. O fato que a solidão leva à uma produção reduzida de leucócitos realmente me fascina”.

Mas que fique claro que a pesquisa não prova nada conclusivamente. O Serviço Nacional de Saúde (NHS, nas siglas em inglês) do Reino Unido apontou em uma publicação de blog na terça que “este estudo não provou que os humanos socialmente isolados são mais propensos a ficarem doentes ou a morrerem mais cedo.

…sentimentos de solidão e isolamento social podem ser emoções complexas que podem ser influenciadas por situações pessoais, de saúde e de vida”.

Mesmo assim, continuou o NHS “o que fica bem claro aqui e com pesquisas anteriores é que, não importa que tipo de mecanismo biológico está por trás de tudo isso, a solidão e o isolamento social parecem mesmo estarem associados, de alguma forma, a doenças e enfermidades”.

Os pesquisadores disseram que eles planejam continuar analisando como a solidão causa problemas de saúde e como esses efeitos podem ser prevenidos em adultos mais velhos.

O estudo foi publicado nos Proceedings of the National Academy of Sciences.

22/02/2016 Posted by | Comportamento | 1 Comentário

Mensagem Budista

Buda 01Um certo dia Buda estava viajando com alguns de seus seguidores. Enquanto eles estavam passando por um lago, Buda disse para um dos seus discípulos: “Tenho sede. Traga-me um pouco de água do lago.”
O discípulo caminhou até o lago. Naquele momento, um carro de bois começou a atravessar o lago. Como resultado, a água ficou muito turva e lamacenta. O discípulo pensou: “Como eu posso dar essa água barrenta para Buda para beber?”
Então, ele voltou e disse para Buda: “A água está muito lamacenta. Eu acho que não é boa para beber.”

Depois de meia hora, Buda pediu para o discípulo voltar para o lago. O discípulo voltou, e descobriu que a água ainda estava com lama. Ele voltou e informou Buda. Depois de algum tempo, Buda pediu mais uma vez para o discípulo voltar.

Desta vez, o discípulo viu que a lama tinha descido para o fundo do lago, e a água estava limpa e cristalina. Então ele recolheu um pouco de água em uma panela e levou-a para Buda.

Buda olhou para a água, olhou para o discípulo, e disse: “Veja o que você fez para tornar a água limpa, repare que a lama desceu sozinha – E você tem água limpa. Sua mente é assim também! Quando ela está perturbada, deixe-a sozinha. Dê-lhe um pouco de tempo. Ela vai se estabelecer por conta própria. Você não tem que fazer nenhum esforço para acalmá-la. Isso vai acontecer. É fácil.”

Trate a todos com educação, mesmo aqueles que são rudes com você. Não porque eles não são bons, mas porque você é bom. Você pode mudar o mundo!

Quando o seu mundo interior muda, o mundo exterior também mudará! Faça deste mundo um mundo melhor, porque você pode!

19/02/2016 Posted by | Espiritualidade | Deixe um comentário

National Wine Drink Day

 

Vinhos 16A data foi escolhida nos Estados Unidos para celebrar e espalhar o amor por essa bebida tão especial. Grandes encontros são boas razões para se beber vinho e tem mais!

  1. Mantém você desperto e estimulado.
  2. Melhora os processos cognitivos e previne as degenerações do cérebro.
  3. Libera endorfinas, que nos fazem sentir mais relaxados e felizes.
  4. É um aliado na perda de peso graças a um componente que impede a formação de células de gordura.
  5. Previne gripes e resfriados e melhora a circulação sanguínea.

Você não precisa de mais nenhum motivo para abrir um bom vinho hoje! 

Cheers!

18/02/2016 Posted by | Lembranças do Dia | Deixe um comentário

Eu era feliz e não sabia

inteligencia emocional 01Quantas vezes você já ouviu, ou mesmo proferiu, a frase do título deste artigo? Trata-se da típica declaração de todos aqueles que viveram bons momentos em suas vidas, mas que não quiseram, ou não souberam, reconhecer que o estavam vivendo. Infelizmente, isso é mais comum do que se possa imaginar.

Basicamente, no que se refere à mente, as pessoas sofrem por dois motivos principais: ou estão deprimidas pelo que aconteceu no passado, ou estão ansiosas pelo que o futuro lhes reserva. Como resultado, surgem doenças mentais e físicas, da depressão e tristeza profunda até uma úlcera, quando não vem coisa pior. Os efeitos são inúmeros.

O que pretendo demonstrar aqui é que, conceitualmente, muitos dos problemas que enfrentamos começam em nossa mente. Não estou querendo amenizar as situações externas que se apresentam diariamente a todos nós. Problemas sempre existiram e sempre existirão. A chave é como encaramos os problemas em nossa mente e, consequentemente, em nossa ações e reações. Sei que falar é fácil, mas existe uma técnica absurdamente eficaz, ensinada por muitos mestres e sábios há milênios, que você pode utilizar a partir de agora. Trata-se de viver o presente.

Já percebeu que a grande maioria das pessoas têm saudades da infância, mesmo aquelas que passaram por dificuldades, como falta de condições básicas ou afins? Você já percebeu – em algum vídeo, matéria ou mesmo presencialmente – que, na maioria das vezes, as crianças estão sempre de “alto astral”, brincando, sorrindo, sem se preocupar se vão errar, sempre com olhar curioso, sem preconceitos, sem vergonha, sem medo, sem uma porção de coisas que carregamos conosco de sobra em nossas mentes?

Pausa: não consideramos aqui as pessoas com traumas adquiridos na infância, que não têm boas recordações de seu tempo de criança e que precisaram de tratamento especializado para se livrarem de seus temores e bloqueios.

O que essas crianças têm que nós não temos? Muitos citariam a palavra “pureza”, mas eu me atrevo de usar “sabedoria”. Esse saber viver vai sendo “desaprendido” no momento em que os pais (mesmo com as melhores das intenções), escola, sociedade, dentre outros meios, “ensinam” seus conceitos, expectativas e regras. A partir de então, conforme passa o tempo, elas vão assimilando diversos elementos que as levam a se preocupar com o futuro incerto, tornando-as ansiosas, e passam a ter saudade daqueles bons momentos que viveram na infância. Você pode dizer que perderam a pureza e eu prefiro afirmar que elas “desaprenderam” a viver e perderam a paz.

Independente da crença religiosa (ou da ausência dela), quem não conhece a famosa frase de Jesus de Nazaré, relatada nas sagradas escrituras, em que afirma com categoria “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas”? (Mateus 19, 14  – Nova versão internacional). Em outras palavras, o reino dos céus (paz, harmonia, alegria, felicidade) não é exclusividade das crianças, no que diz respeito à cronologia. Ele pode ser seu, meu, de qualquer um que resgate a sabedoria existente na infância.

Voltando ao título deste artigo, pense na seguinte possibilidade: seria correto dizer que no momento em que vivia momentos supostamente felizes, você estava dando atenção ao passado imutável ou ao futuro desconhecido? A resposta, muito provavelmente, é sim.

E agora, neste momento? O que lhe passa pela cabeça? Tristeza por não conseguir voltar no tempo e reviver os bons momentos ou angústia por não saber o que o futuro lhe reserva? Digamos que inventem uma máquina do tempo (coisa que não é impossível) e lhe dessem uma opção de viajar para o passado ou futuro. Em que sentido você iria? Digamos que para o passado. Você saberia aproveitar o momento e viver aqueles momentos com intensidade? Ou se for para o futuro, teria adquirido o conhecimento para saber como chegou até ali e aproveitar, plenamente, o que passou a viver, independente se bom ou se ruim? Para ambas as perguntas, a resposta é não.

Encurtando a conversa, o fato é que não vivemos o presente como deveríamos. Na verdade, não o vivemos. Estamos presos pelos fantasmas do passado e do futuro (pegando emprestado as representações fantasmagóricas de Um Conto de Natal, de Charles Dickens). Estamos sempre pensando no que passou ou no que virá. Se você prestar atenção e analisar friamente, é assustador. Somos uma espécie de “zumbis civilizados”, nos movendo mecanicamente, fazendo tudo no piloto automático.

Para ficar mais claro, puxe na memória uma de suas viagens de férias, quando visitou uma cidade ou país diferente. Aposto que você prestou (muita) atenção em cada detalhe. Tudo era novidade, não é mesmo? Você passeando e observando com toda atenção cada detalhe, admirado(a) pelas belezas (naturais ou não) do local. Ficava até fácil para os moradores perceberem que você era um turista, afinal eles próprios passavam pelos lugares que você suspirava e nem ligavam. Por que será, hein? A resposta é por que eles são você, só que no habitat deles. Naqueles momentos de deslumbramento, possivelmente, você estava vivendo o presente, eles não. Quando voltou para casa, você voltou a ser o zumbi iguais àqueles moradores. Reflita sobre isso um momento.

Viver o presente é a chave para amenizar – ou até evitar – muitas dores. Como se vive o presente? Siga alguns princípios básicos: preste atenção verdadeiramente no que faz, se observe, sinta seu corpo (respiração, olfato, tato, paladar, visão). Volte correndo para o presente quando os fantasmas do passado ou futuro lhe assombrarem.

Saiba que você está onde está. Repita, com a mais sincera convicção: eu estou aqui!

É simples? Sim. É fácil? Nem sempre. No entanto, é bom que se saiba que tal prática mental é como um exercício muscular. A repetição traz o fortalecimento. Se hoje é difícil dar atenção ao momento, ao presente, com a prática e o hábito (o segredo para o sucesso em qualquer coisa), o que era complicado passa a ser natural.

Sempre que puder, lembre-se das perguntas e respostas abaixo, que pego emprestadas do Master Coach Rogério Martins, mentor da Academia Brasileira de Coach.

Onde Você está? AQUI

Que horas são? AGORA

O que você é? ESTE MOMENTO

E é exatamente o que temos em mãos. O momento presente. Nada mais, nada menos. Tendo isso em mente de forma cristalizada, a diferença em sua vida vai ser surpreendente. O passado não vai lhe deprimir, porque o passado não vence o presente. O futuro não vai lhe oprimir, por que o futuro não vence o presente. E os acontecimentos do dia a dia não vão lhe afetar, justamente porque você está presente. Você tem o controle e saberá reagir de uma forma sábia em qualquer circunstância.

Com a pequena noção que este texto tentou passar, fica mais fácil entender porque o momento atual é o que temos de mais poderoso, e por que este momento precioso se chama Presente

Marco Antonio Ribeiro

18/02/2016 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário