PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Dia Nacional da Mulher

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As mulheres brasileiras são inteligentes;

As mulheres brasileiras são carinhosas;

As mulheres brasileiras são batalhadoras;

As mulheres brasileiras são lindas e sensíveis;

As mulheres brasileiras são românticas;

As mulheres brasileiras são GUERREIRAS.

 

 

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30/04/2016 Posted by | Lembranças do Dia | 2 Comentários

O valor daquilo que somos

o mundo é a oportununidadeEla é constantemente associada a submissão, pobreza e até inferioridade. Aí, entender a humildade como uma virtude que nos aproxima de nós mesmos não parece um trabalho fácil. Mergulhar nessa descoberta, no entanto, pode nos trazer um aprendizado profundo sobre quem somos de verdade. E não apenas em relação às nossas fraquezas e dificuldades mas também sobre o nosso valor. Momentos de tragédias, como a lama que invadiu a região de Mariana, em Minas Gerais, após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, ou até mesmo os atentados a Paris, no final do ano passado, parecem nos fazer despertar para a humildade enquanto fragilidade da vida. “Só percebemos nossa impotência nesses momentos porque o choque nos reconecta com a realidade e dá a dimensão de nosso tamanho. Na maior parte do tempo, vivemos a ilusão de termos o poder absoluto”, diz o xeique Muhammad Ragip, representante  da Ordem Sufi Halveti Jerrahi no Brasil, escola do islamismo que busca o conhecimento e a humildade como orientação da conduta. No cotidiano, uma pessoa humilde é vista de forma equivocada como quem se humilha ou acata tudo o que os outros falam. Mas ela passa longe disso: humildade é sinônimo de distinção, gentileza, simplicidade e principalmente de autoconhecimento. “Não significa perder a dignidade pessoal, mas valorizar o próprio esforço sem se comparar aos outros”, diz Ragip. Com frequência, essa qualidade também é confundida com o hábito de subestimar a si mesmo, um vício tão prejudicial quanto a arrogância. Essa falsa modéstia acontece quando fingimos ignorar o nosso valor, funcionando até como tática para receber mais elogios. Outra faceta de uma humildade forjada é o autodesprezo, quando sinceramente desvalorizamos o que é nosso não porque somos humildes, mas porque no fundo comparamos excessivamente nossos atributos e façanhas com os dos outros. Segundo Ragip, o valioso é buscar o equilíbrio: “Todos temos qualidades e pontos fracos, mas não podemos nos fechar e perder a consciência do Universo”. O conhecimento e a aceitação de seus próprios limites é o principal instrumento a favor dos humildes. Buda dizia: “De que servem cabelo e manto impecáveis se tudo dentro de ti está confuso e no entanto penteias a superfície?” Autoridade máxima do budismo tibetano, o dalai lama Tenzin Gyatso costuma dizer que é “um simples monge budista, nem mais nem menos”. Para o psicólogo paulista Roberto Rosas, a dificuldade em praticar a humildade reside na nossa cultura narcisista, que privilegia o egoísmo e a performance. Vivemos cada vez mais em função do sucesso, da riqueza, da diferenciação social. Dessa forma, acredita Rosas, “é mais fácil tomar antidepressivo a encarar a insegurança e rever o orgulho”.  Segundo ele, crises pessoais, financeiras, mortes e doenças podem ser momentos de aprendizagem e reflexão. E não é vergonha admitir o erro e perguntar: como é possível melhorar? “Quando olhamos para nós mesmos e enxergamos nossas falhas, temos a chance de crescer e desenvolver a virtude da modéstia”, afirma o xeique Ragip.

Instrumento de mudança 
A falta de humildade é um sintoma de que algo precisa ser mexido no interior de cada um de nós. Segundo o filósofo francês André Comte-Sponville, da Universidade Paris I e autor do livro Pequeno Tratado das Grandes Virtudes (Martins Fontes), “a grandeza dos humildes é ir ao fundo de sua pequenez, expostos sem máscara ao amor e à luz”. O tema, aliás, já foi bastante abordado na filosofia. O também francês Blaise Pascal (16231662) dizia que o homem perdeu o contato com Deus e disfarça uma segurança que não tem. Outro francês,  René Descartes (1596-1650), escreveu que “os mais generosos costumam ser os mais humildes” e, para Santo Agostinho (354-430), “onde está a humildade também está a caridade”. Parece que esse valor tem a ver com olhar para o outro de igual para igual, não na comparação ou na superioridade, e sim no sentimento de reconhecer que cada um de nós tem a sua própria jornada, e todos somos humanos. O curioso é que essa qualidade pode ser até uma parceira na conquista dos nossos objetivos. Embora pareça fragilidade ou inferioridade, ela na verdade fortalece nossa autoestima. Traz o poder de confortar, ajudando-nos a nos sentir bem inclusive com o que temos e com aquilo que somos, sem comparações. Mas não funciona forjar a humildade. Quem afirma com toda a certeza “sou muito humilde” está se contradizendo. Dizer “falta-me humildade” se torna o primeiro passo em direção à virtude. A modéstia é tão modesta que geralmente duvida  de si mesma. E a humildade não se subestima: é justa e nítida com suas forças e suas limitações. 
Virtude da medida
 O professor e teólogo Edmundo Pelizari, da Associação Palas Athena, de São Paulo, soube tirar do dia a dia profissional algumas lições sobre humildade e orgulho: “Temos sempre os dois lados convivendo dentro da gente, mas devemos saber a diferença entre baixar a cabeça e ser humilde e ter uma postura firme sem ser arrogante”, diz ele. Certa vez, o professor mandou um aluno “calar a boca”, pois ele não parava de conversar durante uma aula. Imediatamente o estudante e a classe reclamaram. “Se fosse outra época, ia apenas ser autoritário com a turma, mas precisei exercitar a humildade e admitir que havia outros modos de chamar a atenção sem perder o respeito, como dizer para ele se retirar da classe se não estava interessado no assunto”, diz. “Admiti o erro, pedi para ele se comportar nas próximas aulas, e funcionou muito mais do que tentar conseguir as coisas no grito.” Muitas vezes ressaltamos a arrogância para nos sentirmos invencíveis. A verdadeira sabedoria, contudo, segue o lado oposto, e trabalhar a humildade pode ser o caminho para chegar a ela. Como diz a escritora Clarice Lispector, “o orgulho é coisa infantil em que se cai como se cai em gulodice. Só que o orgulho tem a enorme desvantagem de ser um erro grave, faz perder muito tempo”. E também muita energia. 
Um aprendizado pela frente 
Os antigos gregos respeitavam e temiam Nêmesis, a deusa da Justiça, porque acreditavam que ela punia duramente os que praticassem a arrogância, a chamada húbris. Os arrogantes recebiam castigos terríveis porque estariam desafiando os limites impostos pelos deuses à humanidade. Não havia atenuações para os que desejavam demais. Esse é apenas um dos fatos interessantes relatados da História da Arrogância (Axis Mundi), do psicólogo italiano Luigi Zoja. Resultado de oito anos de pesquisas, a obra discute a incontrolável necessidade humana de querer sempre mais sem considerar as consequências disso. Os excessos da civilização ocidental, com os problemas ambientais cada vez mais agravados e a exploração desenfreada de nosso planeta são atualmente bastante discutidos, mas apenas no aspecto técnico. Ainda nos falta levar em conta o efeito nocivo que isso promove na alma. Somente dessa maneira é que vamos conseguir nos afastar da ilusão e nos aproximar de verdade do universo. “É uma perfeição absoluta, e como que divina, saber desfrutar honestamente de seu próprio ser”, escreveu o filósofo francês Michel de Montaigne (1533-1592). “Procuramos outros atributos por não sabermos utilizar corretamente os nossos, e saímos de nós mesmos por não sabermos o que em nós se passa. No entanto, pouco adianta subir em pernas de pau, pois mesmo em pernas de pau ainda teremos de caminhar com nossos próprios pés.” Assim, de nada tem a ver a humildade com parecer inferior. Mas com se conhecer integralmente. É claro que nenhuma pessoa se conhece na sua totalidade, de maneira perfeita. E tudo bem, pois faz parte da modéstia identificar a não perfeição – caso contrário, isso teria mais a ver com a tal arrogância. Assim, a humildade é também uma forma de honestidade e lucidez, sem autoenganos. “A honestidade lúcida, impiedosa e sem ilusões é uma contínua lição de modéstia, assim como a modéstia é um eterno auxílio à honesta avaliação de si mesmo”, escreveu o filósofo francês Vladimir Jankelévitch (1903 – 1985) no Tratado das Virtudes.
Por esses motivos, a humildade não só retira a máscara daquilo que não somos mas também serve de apoio às virtudes que temos, ensinando que elas não são uma vitrine, mas o aprimoramento de nós mesmos.
Débora Zanelato

29/04/2016 Posted by | Autoconhecimento | Deixe um comentário

Ler

Ler prejudica gravemente a sua ignorância. 

23/04/2016 Posted by | Literatura | Deixe um comentário

I’m In You

Nesta data, em 1950 nascia em Londres, Peter Frampton.

Frampton é um músico mais conhecido por seu trabalho solo nos anos 70 com roqueiro de arena  (Album-oriented rock).

Ele tornou-se famoso, entretanto, como integrante do The Herd quando se transformou num ídolo das adolescentes na Inglaterra.

Frampton ficou famoso por ser o primeiro guitarrista a utilizar do recurso da guitarra falada , que seria anos depois imitado por Slash (Guns n´Roses) , Richie Sambora (Bon Jovi) e Dave Grohl (Foo Fighters).

22/04/2016 Posted by | Songbook | Deixe um comentário

Linguagem Corporal na Sedução

sedução corporalA linguagem corporal desempenha um papel fundamental durante a conquista. Com um simples olhar descobrimos se uma mulher está receptiva à abordagem, sem que ela tenha que dizer uma única palavra.

O homem de atitude não deixa escapar a oportunidade de conquistar a mulher que deseja. Não somente porque é atraente, mas porque é alguém que “chega junto”, sem temer a rejeição. Ele sabe como interpretar os sinais enviados pela mulher com perfeição.

Prestando atenção à linguagem corporal de uma mulher é possível perceber quando ela está insatisfeita com seu parceiro, quando ela está buscando satisfazer suas necessidades sexuais ou apenas a fim de conversar. Neste artigo, aprenderemos como interpretar a linguagem corporal durante a paquera.

Leia o corpo da mulher, não a mente

Alguns homens pecam ao menosprezar a importância da linguagem corporal feminina. Em vez de prestar atenção no que o corpo da mulher diz, eles perdem tempo tentando entender o que se passa na cabeça dela. Eles ficam horas segurando uma bebida enquanto cogitam se ela está mesmo interessada. Poucos sabem que a resposta está na forma como elas se portam.

Desista de tentar entender a mente feminina, porque essa é uma coisa que ninguém vai conseguir. Pare de tentar ler pensamentos e preste atenção na posição do corpo dela. Quando eu digo “corpo”, não estou me referindo aos seios ou à cintura, mas aos gestos, movimentos e expressões faciais.

“Se um homem não consegue decifrar a linguagem corporal feminina, ou não consegue lidar com o medo de uma rejeição, ele não irá muito longe na conquista.”

Atente para este importante fato: a linguagem corporal representa 93% da comunicação humana, de acordo com uma pesquisa feita por uma universidade americana. Se você não tem prestado atenção à linguagem corporal das mulheres, está deixando de lado um dos elementos mais expressivos da comunicação. E muitos caras ainda se perguntam porque sempre voltam sozinhos para casa ao fim da noite.

A natureza nos ensina

Charles Darwin já deu a dica quando disse que “nas mais diferentes classes do reino animal, como mamíferos, pássaros, répteis, peixes, insetos, e até mesmo crustáceos, a diferença entre os sexos segue exatamente a mesma regra: os machos cortejam as fêmeas”. O que isso significa?

Colocando de forma simples, o macho tenta convencer a fêmea de que ele é o mais apto para copular. A fêmea, por sua vez, usará sinais para mostrar se está ou não receptiva à abordagem. O macho, então, observa e interpreta os sinais da fêmea para modificar seu próprio comportamento e aumentar as chances de conseguir atraí-la.

Claro que estamos falando do mundo animal. No caso dos relacionamentos entre homens e mulheres os rituais de conquista não são ditados apenas pela genética, demonstrações de força ou liberação de feromônios. Existe uma brutal interferência da cultura em nossos comportamentos.

Conquistar uma mulher envolve muito mais do que estufar o peito para parecer mais forte. Trata-se de um complexo processo de comunicação não verbal. Algumas vezes, a simples leitura da linguagem corporal poderá ser confusa e levar a uma rejeição. O que não é um problema. A rejeição também faz parte do jogo. A garota pode não estar a fim de conversar naquele momento ou já estar emocionalmente envolvida com outra pessoa, por exemplo.

Estágios básicos da comunicação não verbal

Decifrar a linguagem corporal feminina é muito simples, mas isso não significa que você não precise se preparar de forma adequada. Respire fundo, estufe o peito e mãos à obra. Os sinais enviados pelo corpo da mulher envolvem três estágios, passando pela abordagem, atração e conexão.

Primeiro estágio: diz respeito ao interesse dela por você e te ajuda a perceber se suas chances de êxito na hora da abordagem estão potencializadas ou se você precisará trabalhar um pouco mais. Especialmente se a mulher nem o tiver notado ainda.

Segundo estágio: permite ver se ela está receptiva durante a conversa ou se está começando a se sentir desconfortável com sua presença. Esse é o estágio mais importante. Você deve observar o nível de conforto e interesse dela e modificar seu próprio comportamento baseado nessa percepção.

Terceiro estágio: indicará se você está perto de concluir com êxito a conquista ou se está apenas perdendo seu tempo. Você pode pedir o telefone dela, marcar um encontro ou mesmo partir para o beijo. Observando-a profundamente você será capaz de decidir qual será sua atitude.

Vamos analisar os sinais em cada um dos estágios.

Estágio 1: Abordagem

Você está num bar com várias mulheres interessantes e não gostaria de voltar para casa sozinho, certo? Ótimo! O primeiro passo é observar como as garotas se comportam. Dê uma olhada nos sinais listados abaixo para ter uma ideia do que a linguagem corporal da mulher está te dizendo.Se você captar sinais de interesse, não hesite. Confie em seu instinto e vá até ela. Quando a mulher não está interessada, ela simplesmente desvia o olhar. Mas se ela mantém contato visual é provável que esteja interessada. Apenas não se empolgue demais a ponto de molhar suas calças. Pode ser que ela te ache atraente, não que ela te queira como namorado. A conquista está apenas começando.

Ela Está Interessada                                    Ela Não Está Interessada

Olha muito para o lado                              Não olha para os lados

Olha para o lado, depois para baixo      Não dá nem uma olhadinha

Olha para você por alguns segundos     Nunca faz contato visual

Fixa o olhar momentaneamente            Afasta o olhar rapidamente

Postura se mantém alerta                        Mantem-se imóvel

Mantém a cabeça inclinada                     Mantém a cabeça na vertical

Fica na mesma posição que você           Não muda de posição

Empina os seios                                            Deixa os seios para baixo

Não toca o rosto, apenas o cabelo        Somente toca o rosto, nariz e orelhas

Estágio 2: Atração

Você fez contato visual e sua aproximação ocorreu sem maiores problemas, mas você ainda não sabe nada sobre a garota com quem está conversando. Por isso é tão importante analisar como ela age quando você está por perto e como ela reage a cada palavra que você diz. Observe os seguintes sinais para determinar a velocidade com que você deverá avançar na conquista e para garantir que ela continue interessada.

Continue Falando                              Saia Andando

Ela permanece atenta                      Fica tensa e desconfortável

Postura aberta e relaxada              Postura fechada

Bebe pouco                                           Bebe em todos os estágios

Acaricia objetos, como o copo       Tapeia objetos

Inclina-se para frente                      Inclina-se para trás

Estágio 3: Conexão

Você não quer ser o tipo de homem que, tendo a chance de se aproximar de uma mulher, deixa passar a oportunidade. Às vezes, uma mulher quer te passar o número do telefone, está implorando para que você a beije ou apenas quer vê-lo de novo. Preste atenção aos sinais do tipo: “Me beija logo”. Caia fora e não perca seu tempo se você perceber sinais do tipo: “Estou apenas sendo gentil”.

Me Beija Logo                                      Estou Sendo Apenas Gentil

Olha para você                                     Corre o olhar pelo ambiente

Sorri mostrando os dentes              Sorri delicadamente

Coloca tudo na boca                           Não coloca nada na boca

Gira o corpo em sua direção            Mantém o corpo em outra direção

Olha para você enquanto bebe       Desvia o olhar enquanto bebe

Toca você                                                 Inclina-se para trás

A importância da linguagem corporal na sedução

Prestar atenção aos sinais e observar a linguagem corporal feminina é um dos mais importantes segredos para ter sucesso na aproximação. Não perca a oportunidade que as mulheres costumam dar antes mesmo da abordagem acontecer. Perceba que a conquista começa muito antes da aproximação e vai muito além da conversa. A conquista é um caminho que pode ser longo ou pode ter atalhos. Mas em ambos os casos começará pela linguagem corporal.

O poder de atrair uma mulher é uma habilidade e, como toda habilidade, pode ser desenvolvido. Da mesma forma que não nascemos sabendo como dirigir um carro ou tocar um instrumento musical, também não nascemos sabendo como despertar os Gatilhos da Atração para conquistar uma mulher. Essas são habilidades sociais básicas que nós aprendemos quando precisamos delas.

 

22/04/2016 Posted by | Atitudes, Comportamento | Deixe um comentário

Estudo mostra que aspirina pode aumentar sobrevida de pacientes com câncer

aspirinaQuando foi sintetizada, no século 18, pelo químico Felix Hoffman, a aspirina tinha como alvo pacientes de artrite. Não demorou, contudo, para que o comprimido branco revelasse potencial no tratamento de diversos males. Analgésico e antitérmico, o ácido acetilsalicílico (AAS) também protege o coração, o sistema vascular e, de acordo com um corpo crescente de estudos, poderá ser utilizado no combate ao câncer. Em um artigo publicado ontem no jornal Plos One, o epidemiologista Peter C. Elwood, do País de Gales, afirmou que o remédio é capaz de reduzir em 20% a mortalidade por tumores malignos. Contudo, não há comprovação suficiente, ainda, para prescrevê-lo com esse fim.

Na década de 1970, Elwood foi o primeiro a fazer a relação entre o uso moderado (de 70mg a 100mg) de aspirina e a redução de risco cardiovascular. No começo, houve desconfiança da classe médica. Com o tempo, porém, o ácido acetilsalicílico passou a ser receitado rotineiramente nos consultórios. O médico, da Universidade de Cardiff, continuou estudando as propriedades do medicamento como integrante de um grupo de pesquisadores independentes que investigam o papel do AAS na prevenção e no combate a diversas doenças.

Para o trabalho divulgado ontem, ele fez uma revisão sistemática da literatura científica recente que tem a associação entre câncer e aspirina como foco. No total, a equipe de Elwood avaliou 47 estudos, sendo cinco randomizados — testes que compararam a eficácia do remédio à do placebo — e o restante observacional, quando se tem um resultado, mas não se investiga a relação de causa e efeito. Dessa vez, no lugar de pesquisar a prevenção, o epidemiologista decidiu avaliar a redução de mortalidade em pessoas que já têm a doença. Foram eleitos os cânceres colorretal, de próstata e de mama.

Paloma Olivetto

22/04/2016 Posted by | Saúde | Deixe um comentário

Erros que você jamais deve cometer na mesa de jantar

jantarNão um jantar não é algo simples e, dependendo do anfitrião, não agir de acordo com a ocasião pode lhe custar grandes oportunidades.

Seja um jantar entre amigos ou, principalmente, um encontro profissional com seu chefe ou com potenciais clientes, algumas atitudes são proibidas na mesa de jantar. Muitas atitudes dependem apenas do bom senso, outras requerem alguma preparação para não passar a impressão de ser mal educado.

Confira a lista, com as 10 regras de etiqueta na mesa de jantar que não devem ser desrespeitadas de forma alguma:

1. Responder ao convite no ultimo instante

Deixar para confirmar presença no último momento possível passa a ideia de que você estava esperando para que algum compromisso melhor aparecesse. Se for convidado e estiver com a agenda livre, aceite prontamente se houver interesse.

2. Aparecer de mãos vazias

Mesmo que não seja avisado, existe uma expectativa – quase implícita – de que o convidado levará algo para o jantar. Uma boa garrafa de vinho resolverá em 99% dos casos.

3. Não se vestir de acordo com o evento

Não se vista abaixo do nível do jantar, mesmo que seja na casa de amigos. Respeite o anfitrião e seus convidados vestindo-se de acordo.

4. Esquecer de colocar o guardanapo em seu colo

Assim que você se sentar à mesa, o guardanapo deve ir imediatamente para o seu colo. Ele deve ser usado para limpar as mãos e a boca, nunca o nariz. Quando terminar, coloque-o do lado esquerdo do prato.

5. Não apresentar algum acompanhante desconhecido para o restante dos convidados

Se for levar alguém desconhecido dos demais participantes do jantar como um acompanhante, não se esqueça de apresentá-lo à todos. Evite situações desconfortáveis entre pessoas que não sabem o nome umas das outras.

6. Colocar o celular na mesa

Mesmo sem ter a intenção, deixar o celular sobre a mesa deixa a impressão de que a sua atenção está dividida e que qualquer notificação terá prioridade. Deixe o celular em seu bolso e evite constrangimentos.

7. Usar os talheres, copos ou pratos errados na hora errada

Lembre-se das seguintes regras quando estiver na mesa de jantar: os talheres devem ser utilizados de fora para dentro; o seu copo deve ficar do lado direito do prato; o prato de pães deve ficar do lado esquerdo.

8. Gesticular com talheres na mão

Não utilize os talheres quando for gesticular. Esse fato pode ser visto como deselegante e pode até ser perigoso.

9. Colocar sal na comida antes de prová-la

Quando alguém cozinha para você, parta do princípio de que a comida está boa – até que se prove o contrário. Então, não salgue algo que talvez não precise ser salgado. Prove primeiro.

10. Comentar sobre a comida sem ser algo positivo

Um jantar não é o momento para críticas construtivas. Se você gostar da comida, ótimo, agradeça e elogie. Se a comida não agradar, coma o quanto for possível e não diga nada negativo a respeito. Aguarde o próximo prato e segure a língua.

21/04/2016 Posted by | Etiqueta | Deixe um comentário

Come Away With Me

“Come away with me” na performance de Norah Jones.

20/04/2016 Posted by | Songbook | Deixe um comentário

Dor da rejeição ativa mesmas áreas da dor física

dor da rejeiçãoO sentimento de rejeição é provavelmente a ferida psicológica mais comum e recorrente nas nossas vidas, afirma o livro “Emotional First Aid” (Primeiros Socorros Emocionais), recentemente lançado nos Estados Unidos.

Não há quem não tenha sido preterido em alguma brincadeira infantil, esquecido na hora de uma festa, perdido o emprego ou sofrido desilusão amorosa, enumera o doutor em psicologia e especialista em terapia de casais Guy Winch, autor da obra. “As rejeições são os cortes e arranhões psicológicos que machucam a pele emocional e penetram na carne”, diz ele.

Mesmo com a frequência das ocorrências, o rejeitado pode não conseguir formar uma carapaça – muitos sofrem tanto que a dor lhes inunda de raiva e solapa a autoestima. Não é para menos, explica a terapeuta de casais Marina Vasconcellos. “O ser humano tem necessidade de ser aprovado, de ser aceito. Pertencer a uma sociedade, a uma família, é uma necessidade básica. E a rejeição tira esse direito. Fica um vazio.”

A sensação é profunda, diz ela: “Dói no peito, parece que estão enfiando uma faca”. Não se trata de figura de linguagem. Em seu livro, Winch cita estudos que, por meio de ressonância magnética, mostram que a dor da exclusão social ativa no cérebro as mesmas áreas acionadas pela dor física.

O mesmo acontece em relação ao sofrimento amoroso, demonstrou trabalho mais recente, não citado no livro. Em pesquisa feita nos EUA, 40 pessoas que tinham recentemente levado um chute do parceiro foram submetidas a duas experiências: em uma, viram fotos de seus “ex”; na outra, receberam estímulos térmicos semelhantes ao de café quente derramado na mão. Nos dois casos, o cérebro deu respostas similares. As reações das pessoas, porém, são diferentes.

Há os que simplesmente superam, vão em frente, mas também há os que caem na autocomiseração e na depressão. Sem falar nos casos em que a rejeição se transforma em raiva. “É uma reação que pode vir da própria depressão. Você está indo para o fosso, então violentamente tenta sair do fosso”, afirma a terapeuta de casais Tai Castilho.

Em 551 casos de homens que mataram suas mulheres nos Estados Unidos, quase a metade dos crimes ocorreu em resposta a uma separação, constataram cientistas citados no livro de Winch.  “Há pessoas que acham que o mundo é uma grande teta e que todos têm de fazer o que elas querem”, diz. “O mundo contemporâneo propaga que é possível você ter tudo; se você não tiver, não alcançar, a frustração é maior”, afirma Castilho.

Talvez por isso, diz Vasconcellos, as relações sejam mais instáveis. “As coisas estão mais passageiras. Em relações amorosas, as pessoas não investem o quanto deveriam investir. Se está difícil, já passam para outra.”

Mas fica a dor. Que pode ser superada. “É preciso encarar a rejeição como um aspecto da vida. E reconhecer que você pode trilhar outro caminho para abrandar a dor”, orienta Joel Rennó Jr., psiquiatra do Programa de Saúde da Mulher da USP.

Não que isso seja simples. Em muitos casos, é preciso buscar ajuda de um especialista. Mas o rejeitado também pode se ajudar.

“Ouça o que as pessoas falam de você, e não apenas o que você pensa”, diz Marina Vasconcellos. E não tenha vergonha de falar sobre o assunto, propõe Tai Castilho: “As pessoas não devem ficar trancadas”.

Rodolfo Lucena

20/04/2016 Posted by | Comportamento, Psicologia, Saúde | Deixe um comentário

Sozinho e Solitario

Sinto-me sozinho  e solitário.  Essa solidão me consome diariamente , dia após dia.  Todo o inferno está contido nesta única palavra: solidão.

Solidão é a arte do encontro com o vazio existencial. Este vazio tem duplo sentido. Um é o da existência, da busca de um significado , o outro é da perda de algo importante. 

A solidão é um sentimento que gera angústia e que nos coloca diante de um portal em mundo interior onde a chave é o sentido do mundo.

Peço a Deus que me ajude, pois o sofrimento é grande. 

Tenho compromissos, pessoas que dependem de mim, não posso desapontá-las. Mas está sendo muito difícil suportá- la. 

Espero ter forças para suportar o máximo possível. 

Até quando,  só Deus sabe.

15/04/2016 Posted by | Reflexões | 2 Comentários