PrimeLife (Ano VI)

Viva Bem, Viva Mais, Viva com Estilo

Mindfulness

As grandes mudanças vêm precedidas de pequenas sacudidas, de tímidas variações diárias que têm o poder de mudar a nossa vida na direção correta. O Mindfulness pode nos ajudar a conseguir isso, e essas cinco chaves nos permitirão aprender a ser mais conscientes do momento presente para realizar mudanças reais em pouco tempo.

Todos sabemos que quando falamos de felicidade, não existem milagres. O que existe é a força de vontade e a mente aberta que dia após dia e pouco a pouco vai sendo mais perceptiva a tudo o que acontece ao seu redor para intuir oportunidades. Para cruzar a porta certa no momento certo.

Um dos maiores inimigos que nos separa destes limiares de oportunidade é sem dúvida a “mente errante”. Tanto é que, segundo nos revelam vários estudos, nós passamos cerca de 30 a 40% do nosso tempo na posição de “piloto automático”.

Viver uma vida rotineira onde nos transformamos em meros passageiros em vez de comandantes é como deixar a nossa própria felicidade nas mãos do destino.

Isso não é o mais adequado. Por isso, propomos que você faça algumas mudanças. Te convidamos a incluir no seu dia a dia essas cinco chaves para ver resultados diretos em 15 dias.

  1. Seja receptivo às suas emoções, o melhor momento para lidar com elas é AGORA

O Mindfulness é, acima de tudo, uma filosofia de vida; uma ferramenta para desenvolver uma consciência mais plena com o nosso momento presente e o que acontece nele.

  • Nada disso teria sentido se não prestássemos atenção nas nossas emoções. Aspectos como a decepção, o nojo, a contradição ou a raiva não podem ser colocadas dentro de uma pasta do disco rígido do nosso cérebro.
  • Nós devemos geri-las, entender essas emoções, tomar o controle desse mundo interior sem adiar.
  1. O Mindfulness ensina a parar de julgar

Aprenda a viver sua própria realidade sem julgar. Os outros têm todo o direito de fazer, entender e viver sua vida como desejam.

  • A sua vida é sua, seja responsável por ela e evite fazer julgamentos sobre os universos alheios ao seu. Algo tão simples permitirá que você disponha de um estado de calma e equilíbrio adequado a partir de hoje.
  1. Seja receptivo, escute, aprenda a estar presente

Faça isso, apague neste exato momento o som incessante e repetitivo dos seus pensamentos.

  • Agora abra os olhos, mas não só para olhar: “veja” com maior calma tudo aquilo que o rodeia.
  • Diminua o ritmo da sua vida, pare e respire.
  • Agora, aprenda a escutar. Você tem “ouvido” sons durante muito tempo, mas é hora de sentir, de ver e ouvir com o coração, com o centro da sua mente.

“Em um coração livre de tensões, o amor flui em todas as direções.”-Maharishi-

Da mesma forma, outra ferramenta excepcional para aprender a estar mais presente é gerir melhor o nosso tempo. Se você deseja ter uma vida mais plena, é necessário aprender a aplicar filtros mentais adequados e a concentrar todas as suas energias e recursos pessoais nesse propósito de vida que tem em mente.

  1. Deixe de lado o “EU TENHO QUE SER” para praticar o “EU SOU”

Nós passamos grande parte da nossa vida sendo o que os outros esperam de nós. Nos esforçamos para agradar, para ser o que os outros querem… Tudo isso é fonte de sofrimento desnecessário que nos leva a uma dura infelicidade.

  • Faça mudanças. Substitua o “eu tenho que ser” pelo “eu sou”.
  • A meditação pode ser uma grande aliada para lembrar-nos de quem somos e entrarmos em contato com o nosso verdadeiro eu no momento presente.

Não podemos nos esquecer de que a ferramenta essencial do Mindfulness é, sem dúvidas, a meditação.

  1. Pratique a aceitação

Praticar a aceitação no nosso dia a dia não significa nos rendermos diante de tudo aquilo que acontece ao nosso redor.

  • Significa, em primeiro lugar, aceitarmos a nós mesmos e as nossas emoções presentes.
  • A aceitação também nos permite entender realidades alheias às nossas e a respeitá-las.
  • Da mesma forma, saber aceitar é falar o idioma do coração onde se conjugam a tolerância e a compreensão. Só assim seremos capazes de iniciar mudanças, de abrir as portas em direção ao nosso bem-estar interior.

Para concluir, estas cinco chaves são como janelas que espreitamos todos os dias para ver e entender a vida de outro modo.

O Mindfulness é o melhor marco para nos aproximarmos de uma felicidade mais plena e mais autêntica.

Não hesite em aproveitar suas ferramentas, em permitir-se ser guiado por especialistas da área.

A formação é sempre o modo mais simples e prático de conseguir resultados diretos em pouco tempo.

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16/09/2017 Posted by | Autoconhecimento, Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário

Não mendigue a atenção de ninguém, e muito menos o amor

Não mendigue o amor de quem não tem tempo para você, de quem só pensa em si mesmo. Nunca faça isso. Quem faz você se sentir invisível e insignificante diante de uma indiferença não te merece. Só te merece quem, com atenção, faz você se sentir importante e presente.

O amor deve ser demonstrado, mas nunca, jamais, deve ser mendigado. O fato de haver necessidade de mendigar amor é o mais fiel reflexo de uma injustiça emocional, de um desequilíbrio do sentimento que sustenta a relação.

Merece seu amor aquele que diz menos, mas faz mais. Não te merece quem só te procura quando precisa, mas sim quem está ao seu lado quando você precisa, e não só quando o interesse pessoal permite. Merece seu amor quem, sem esperar nada, leva esse sentimento dentro de si e faz você sentir que é importante.

Não existe falta de tempo, existe falta de interesse

Dizem que não existe falta de tempo, mas sim falta de interesse porque, quando realmente se quer, a madrugada se transforma em dia, terça-feira se transforma em sábado e um momento se transforma em oportunidade.

Também dizem que quem espera muito, se decepciona e sofre. Assim, temos que checar nossas expectativas e colocar na cabeça o ensinamento:não espere nada de ninguém, espere tudo de você mesmo”.

Quando percebemos o que os outros fazem ou dizem como mentiras, obviamente sentimos dor. Uma dor emocional que a nível cerebral se comporta da mesma forma que uma dor física.

Por que deveríamos ignorar a dor emocional então? Não podemos simplesmente deixar que o tempo cure, temos que trabalhar sobre a dor e extrair dela os ensinamentos cabíveis do mesmo modo que deixaríamos de tomar chocolate quente se descobríssemos que é ele a causa da nossa dor de estômago.

Isso é muito importante porque socialmente há a falsa crença de que o mal-estar psicológico é sinal de fraqueza e que, ao mesmo tempo, o tempo curará as feridas sem necessidade de desinfetá-las, nem de fazer curativos ou cuidados para evitar que sangrem.

Valorize-se, queira bem a si mesmo

Dedique tempo às pessoas que merecem e que fazem você se sentir bem. Não mendigue atenção, amizade, nem amor de ninguém. Quem quiser estar com você demonstrará sua intenção, cedo ou tarde.

Por isso, se você está vivendo uma situação de injustiça emocional angustiante, lembre-se:

– Não procure quem não o procura e não responde aos seus chamados. Não busque quem não sente sua falta. Não sinta a falta de quem não te busca. Não escreva a quem não te escreve, não se submeta ao castigo da indiferença que fica clara diante de mensagens ignoradas ou silêncios infundados.

– Não espere quem não te espera, valorize-se e deixe de mendigar e de implorar por amor. Porque, como dissemos, o amor deve ser demonstrado e sentido, mas jamais implorado. Guarde seu carinho para quem te quer e te compreende sem qualquer julgamento.

– E, sobretudo, não se esqueça do valor do seu sorriso diante do espelho, ame a si mesmo e valorize-se por tudo o que você é, e não pelo que alguém que não te merece faz você pensar de si mesmo. Ame-se e compreenda que o fato de que alguém o trata mal não quer dizer que você não deva fazer o impossível para rodear-se de pessoas que te fazem o bem e te querem bem.

14/08/2017 Posted by | Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário

Conheça as 8 chaves da paz

Primeira chave: SILÊNCIO.

O silêncio é uma forma de bater na porta do salão da verdade. Ele é a base que te prepara para qualquer prática; é o alicerce do edifício da consciência. Tudo que é belo e verdadeiro nasce do silêncio.
Um instante de silencio é suficiente para exorcizar todos os demônios, porque os demônios são os pensamentos. Se existe um pensamento compulsivo constantemente assombrando a sua mente, é porque você deu muita atenção a ele, ou seja, você o alimentou acreditando nele. Mas, ao aquietar a mente, todos os fantasmas desaparecem. Não importa quão antiga seja a escuridão,
uma pequena fresta de luz dissipa toda escuridão porque ela é somente a ausência de luz. O silêncio invoca a luz. Quando a mente se acalma, tudo se acalma.
O preço para a realização espiritual é a solidão. Em algum momento você vai ter que encarar a si próprio. Por isso é fundamental aprender a ficar sozinho e em silêncio. Você também pode chamar esta prática de meditação. Mas, eu não quero que você se perca no labirinto das idéias e conceitos, na ginástica do intelecto. Permita-se apenas ficar retirado e em silêncio, observando a grama crescer. Abandone toda a pressa e todo o desejo de chegar a algum lugar.
Feche os olhos e focalize no ponto entre as sobrancelhas. Brinque de cultivar o silêncio.

Segunda chave: VERDADE.

Falar a verdade não quer dizer que você vai sair por aí dizendo aos outros tudo o que pensa ser verdade, desconsiderando o fato do outro não estar pronto para ouvi-la, o que pode gerar mais conflito, mais guerra. Seguir a verdade significa ouvir o chamado do seu coração.
Se ainda há desconforto e sofrimento na sua vida, significa que ainda há uma camada de mentira te envolvendo. Seja corajoso para encarar suas mentiras. Sem coragem você não será capaz de encarar a verdade. Procure identificar quando você ainda não pode ser honesto com você mesmo e com a vida; quando você tem que usar uma máscara e não pode ser autêntico e espontâneo; quando você tem que fingir que é diferente do que é. Dê uma olhada nas diversas áreas da sua vida.
Você terá algum trabalho, mas é um bom trabalho. Lembre-se que “a verdade vos libertará”.

Terceira chave: AÇÃO CORRETA.

Isso não tem nada a ver com moralismo. A ação correta, ou ação consciente, não se baseia no que está fora, ou seja, não depende da aprovação do mundo externo. Não é seguir um manual com regras sobre o que está certo ou errado. É uma ação determinada pela intuição, que é a voz do silêncio. É ter coragem de ser você mesmo, autêntico e espontâneo. Agir conscientemente significa colocar o amor em movimento, ou seja, trilhar o Caminho do Coração.

Quarta chave: NÃO VIOLÊNCIA.

A não violência é a ação sem ego. É a atitude não contaminada pela vingança e pelo ódio. É não dar passagem para a maldade que provoca sofrimento no outro, não importa em qual nível.
A não violência ou ahimsa, como é conhecida na tradição do hinduísmo, não é cruzar os braços e ficar esperando que as coisas aconteçam. Ela, muitas vezes, envolve ação, atitude. Mas, é uma ação que nasce do coração – é espontânea e sempre vem com sabedoria e compaixão. Não é o ódio ou o medo se manifestando.
Eu mesmo já questionei o poder de ahimsa. Parece que só deu certo com Gandhi, na Índia. Mas, não é verdade. Ahimsa é o remédio que esse planeta precisa. A compaixão é o remédio e ahimsa é compaixão.

Quinta chave: AMOR CONSCIENTE.

Eu uso esta palavra ‘consciente’, porque a palavra amor foi degenerada. Nós demos a ela tantos outros significados que não têm nada a ver com a sua essência. Para o senso comum, o amor está ligado ao egoísmo, a uma satisfação pessoal. Ele é confundido com a paixão, com o sexo e até mesmo com o ódio. Isso acontece de uma forma inconsciente: a entidade acredita estar amando porque não tem consciência do que é amor.
Não é possível definir o amor com palavras, mas eu posso dizer que amar inclui um desejo sincero de que o outro seja feliz. Inclui ver o potencial adormecido no outro e dar força para ele acordar. É querer ver o outro feliz sem querer absolutamente nada em troca. Em última instância, amar conscientemente significa amar desinteressadamente.
Mas, para que possa utilizar essa chave se faz necessário que você reconheça o seu desamor.
Procure identificar em quais situações e com quem você ainda não pode ser amoroso. Aonde e com quem o seu amor não flui livremente? Em que situações o seu coração se fecha? Aí há uma pista para você. Vá atrás dessa pista e você descobrirá muito sobre si mesmo. Essa é uma forma de trazer paz para esse mundo: aprendendo a ser amigo do seu irmão; amigo do seu vizinho.
Aprender a não julgar os erros do outro. Antes de levantar o seu dedo para acusar o outro, olhe para si mesmo, e pergunte: “Será que eu não tenho um defeito igual, ou outros até piores?” “Será que o meu vizinho não tem nada de bom para eu focar a minha atenção?” Comece a focar no bom que o outro tem. Essa é sua grande missão.

Sexta chave: PRESENÇA.

Estar presente significa estar total na ação. É lembrar-se de si mesmo a cada instante. Quando você pode experienciar a presença, a sua energia cresce e você percebe o amor passando por você. Se puder sustentar esse estado de alerta, você terá a percepção de que tudo é sagrado, e a partir dessa percepção, poderá expandir sua energia conscientemente na direção do outro.
Eu sugiro uma prática bem simples para o seu dia a dia. Habitue-se a perguntar: Onde estou? O que estou fazendo? Permita-se parar, apenas por alguns segundos, absolutamente tudo o que você está fazendo. No meio da ação, pare e pergunte-se: Quem está fazendo? Assim você interrompe a
imaginação e volta para o seu corpo, para a presença, para a totalidade na ação. Esse é o caminho.
A presença é a chave mestra. Mas, porque não vamos diretamente para ela? Porque nem todos estão prontos para usufruir dela. Poucos estão maduros para abandonar o pensar compulsivo, já que isso lhes dá um senso de identidade. Então, em muitos casos, é necessário um trabalho de purificação que é este trabalho de transformação do “eu inferior”, para que você esteja pronto para ancorar a presença. Para isso, o corpo é o portal. Sinta-se ocupando o corpo. Sinta seu campo de energia e mova-se a partir dessa percepção.

Sétima chave: SERVIÇO DESINTERESSADO.

Servir desinteressadamente significa colocar seus dons e talentos a serviço do amor. É quando você pode se doar verdadeiramente ao outro, sem máscaras, sem necessidade de agradar ou fazer o que é certo com a intenção de ser recompensado. O único objetivo é ver o outro bilhar. Você se torna o amor que se move em direção à construção.
Acordar pela manhã, consciente de que está acordando para servir, ilumina a alegria de viver. Naturalmente, a consciência do serviço aumenta a conexão com o divino, porque, por mais que cada um tenha seus talentos e dons individuais, ou seja, uma forma particular na qual o amor se expressa através de você – é o próprio amor que está se expressando. No serviço, você se
torna um canal do amor. Por isso, eu digo que o serviço é uma forma de manter a chama da conexão acesa. O amor e a felicidade passam por você para chegar ao outro, não importa o que você esteja fazendo, se está cuidando do jardim, construindo uma casa, cozinhando, cuidando de
uma empresa ou de uma pessoa.

Oitava chave: LEMBRANÇA CONSTANTE DE DEUS.

Lembre-se de que Deus está em tudo: dentro, acima, abaixo, dos lados – em todos os lugares.
Ele é a vida única que age em todos os corpos e é o seu Eu Real. Essa percepção de que tudo é Um e de que a energia espiritual se manifesta em todas as formas de vida, promove um profundo contentamento. Não há palavras para descrever essa experiência, ela só pode ser vivida. A sua vida se transforma numa prece, numa oferenda a Deus. Pode passar um tsunami, mas você não se esquece de Deus. Pouco a pouco, a sua fé se torna constante e inabalável, até que possa sustentar a eterna conexão com Deus.
A partir dessa conexão, você olha para o outro e enxerga além das aparências, porque você vê somente Deus e assim pode reverenciá-lo. Este é um sincero namaste: a divindade que está em mim saúda a divindade que está em ti.
Se verdadeiramente utilizar essas oito chaves na sua vida, inevitavelmente você irá experienciar a paz. Essa é a minha experiência.
Durante a fase do desenvolvimento da consciência que eu chamo de “ABC da Espiritualidade” ou purificação do “eu inferior”, muitas vezes, descobrimos verdades pouco agradáveis sobre nós mesmos. Durante esse processo, enfrentamos obstáculos que precisam ser removidos. Aos poucos, nós aprendemos a identificá-los e removê-los e, ao removermos aquilo que não nos serve mais, podemos nos tornar canais do amor divino, para que ele flua livremente através de nós.”

Prem Baba

24/07/2017 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Essa mania de ter sempre razão vai acabar matando a gente

Não vai ser por território, petróleo ou por hegemonia econômica. A terceira guerra mundial vai brotar da cada vez mais ferrenha disputa pelo título de dono da verdade. Bombas e mísseis cairão sobre os que ousam não concordar com a sentença sacramentada como certa por quem recorre ao ataque para defender seu ponto de vista. Se não bastar o argumento bem elaborado, estará permitido lançar mão de foices e fuzis para saciar o ego daqueles que, incomodados com a divergência, exterminarão na força bruta as discordâncias do caminho. Por fim, restará ao vencedor erguer em praça pública o troféu de senhor da razão.

Essa é apenas uma tola profecia apocalíptica, mas nem tão distante das agressões verbais e ofensas raivosas que têm permeado a internet, os debates televisivos e as salas de jantar. Pode ser que minha memória, tendenciosa a dourar o passado, esteja me traindo. No entanto, não me recordo de conviver durante a infância com essa agonia desenfreada que desestabiliza quem não consegue dar a última palavra. A maioria das discussões era diluída por uma piada qualquer ou um afazer doméstico que dispersava o foco do tema controverso. Hoje, basta um singelo questionamento ao outro para que se inicie uma interminável maratona de duelos.

Discutir é bom. Aliás, só assim a gente abre um pouco essa mente acomodada. Mas discutir só é bom quando estamos tão interessados em ouvir quanto em falar. Há a impressão de que, iniciada a defesa da própria tese, revê-la à medida que as ponderações opostas se mostram mais sensatas é render-se à humilhação. Dar o braço a torcer cada vez dói mais. É como se estivessem em jogo a inteligência e o poder. Perder a discussão equivaleria a perder a própria honra.

E isso serve para a famigerada batalha política que tem nos maltratado e para os embates familiares sobre a hora ideal para o filho dormir. Serve para os desentendimentos sobre conflitos étnicos e sobre a cor da parede do quarto. Ser contrariado machuca no âmago. Nós nos desacostumamos a ter o desejo negado e os ideais rebatidos. No momento da objeção, cai por terra a fantasia de que podemos ter o que quisermos ou conduzir o mundo da forma que nos for mais aprazível. E aí começa uma luta à exaustão para retomar essa gostosa sensação de ter nas mãos controle e soberania.

Ironicamente, nunca se falou tanto em tolerância. E nunca houve tanta picuinha por besteira. Estamos viciados em polemizar. Inclinados a rivalizar, na marra. Às vezes por pura pirraça. Parece um passatempo divertido, mas é só um jeito de prejudicar o miocárdio. Reza a lenda que o homem mais velho do mundo passou a vida dizendo “tudo bem, você está certo” a quem procurava briga. Perdia a discussão, ganhava tempo para completar o livro de palavras cruzadas, regar as plantas e curtir uma soneca.

Não que valha a pena construir a trajetória dizendo “sim” para o mundo e “não” para si mesmo. Defender as próprias vontades é questão de sobrevivência. Mas quando está em jogo apenas o triunfo da vaidade, compensa deixar para lá… Virar as costas para o ringue, poupar desgaste irrelevante, fazer um chá de camomila e degustá-lo com um pacote de bolachas assistindo ao filme preferido. (Sim, não é biscoito. O certo é bolacha. Mas não vamos discutir).

21/07/2017 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Você energiza tudo aquilo que dá atenção

Somos criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo o que pensamos e sentimos!

O funcionamento de nossas células está diretamente ligado aos pensamentos que criamos, sendo constantemente modificados por eles.

A qualidade do funcionamento de nossas células é diretamente proporcional a qualidade das ondas de pensamentos que criamos.

E a qualidade das ondas de pensamentos que criamos está ligado a eles se forem produzidos por baseados no medo, ou no amor.

Se foi produzida baseada no medo, foi produzida pelo ego; suas ondas são baixas e distorcem as ondas harmônicas que entram em contato.

Se foi produzida baseada no amor, então foi produzida por um ego subjugado pela auto-aceitação divina, alinhado à produção de energia magnética do coração, servindo somente à essas ondas cardíacas e sendo instruído pela consciência superior.

Um surto de depressão, por exemplo, pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.

A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.

A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.

Quem está deprimido por causa da perda de um emprego, projeta tristeza por toda parte no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro é reduzido, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.

A boa notícia é que todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa mudar o seu foco de atenção e a fonte de produção de suas ondas de pensamento, permitindo que sua consciência superior opere em seu sistema através do amor, usando o ego somente como o seu instrumento de apoio.

Acessar a consciência superior e alia-la às ondas de energia cardíaca, para manifestar o funcionamento e a imunidade biológica que realmente você deseja ter, é o primeiro passo para começar a refinar e purificar a saúde em todos os seus 4 corpos.

Você quer saber como esta seu corpo hoje? Lembre-se então do que pensou ontem!

Quer saber como estará seu corpo amanhã? Então olhe seus pensamentos hoje!

Lembre-se:

Ou você abre seu coração agora, ou algum cardiologista o fará por você!

Deepak Chopra

20/07/2017 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Por que as pessoas inteligentes preferem menos amigos?

Muitos de nós já nos perguntamos, vez ou de outra, o que faz uma vida bem vivida.

Ser cercado pela família e um monte de amigos?

Pode ser cercado por um punhado seleto de pessoas em sua vida?

Você já observou uma pessoa realmente inteligente em sua vida e os amigos com os quais se cerca?

E a quantidade de pessoas ao seu redor?

Acontece que as pessoas mais inteligentes preferem menos amigos e aqui está o porquê.

O que faria a maioria das pessoas feliz

Uma nova pesquisa, publicada no British Journal of Psychology, trata de questões sobre o que exatamente define uma vida bem vivida. Acontece que, os estilos de vida “de caçadores” de nossos antepassados formam a base do que nos faz felizes agora.

A pesquisa entrevistou aproximadamente 15.000 pessoas entre as idades de 18 a 28 anos de idade.

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas relataram menos satisfação com a qualidade de sua vida. A próxima conclusão sugere que quanto mais frequentes nossas interações com amigos próximos, mais melhoramos a nossa felicidade autorelatada.

Pessoas inteligentes são uma exceção

No entanto, existe uma exceção. Para aqueles com quocientes de inteligência mais elevados, essas correlações drasticamente diminuem. “O efeito da densidade populacional na satisfação com a vida era, portanto, mais de duas vezes maior para os indivíduos de baixo QI”. Assim, quanto mais inteligente você é, menos está satisfeito com a vida se socializando com os amigos com mais frequência. Mas por quê?

Pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo

As pessoas com QI mais elevado e capacidade de usarem sua inteligência, são menos propensas a gastarem tempo socializando. Por quê? As pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo. São obrigadas, e talvez um pouco mais orientadas a usarem sua inteligência para criarem algo maior do que elas mesmas.

Por exemplo, pense em alguém que você conhece que fez pós-graduação ou começou seu próprio negócio. Ao perseguir suas ambições e objetivos, esse alguém teve de minimizar interações sociais para permanecer na tarefa de alcançar seu objetivo. Uma pessoa inteligente, na busca de alcançar algo maior e melhor do que ela mesma, pode considerar a interação social como uma distração, algo que a afasta de objetivos a longo prazo, o que, por sua vez, podem afetar seu bem-estar geral.

Quando buscando um objetivo a longo prazo, o indivíduo mais inteligente prefere ficar em casa e trabalhar no sentido de seus sonhos e ambições, em vez de sair em um sábado à noite com alguns amigos. Não é que ele não valoriza a amizade, mas quando está à espreita de alcançar a grandeza, julga a socialização como distração.

Como as pessoas inteligentes se desenvolveram de forma distinta durante a evolução do cérebro humano

O cérebro humano evoluiu para atender as demandas do nosso ambiente ancestral na savana. A densidade da população era baixa e subsistíamos por um estilo de vida caçador-coletor. Durante estes tempos, ter contato frequente com os amigos ao longo da vida era necessário para a nossa sobrevivência e posterior reprodução da nossa espécie.

Nos dias de hoje, a nossa vida mudou drasticamente, assim como nossas interações com o outro. As pessoas inteligentes podem ser mais capazes de lidar com os novos desafios que a vida moderna nos lança. Ou seja, essas pessoas têm uma melhor capacidade de resolverem problemas evolutivos e novos e mais facilidade de lidarem com novas situações.

Quando você é mais inteligente, é mais capaz de se adaptar às coisas e tem mais facilidade em fundir suas predisposições ancestrais com o mundo moderno.

Pessoas inteligentes valorizam relacionamentos de uma maneira diferente

As pessoas inteligentes valorizam amizades e relacionamentos como qualquer outra pessoa, mas tendem a ser mais seletivas com a forma como gastam o seu tempo. Não é que elas não valorizam amizades e socialização, é que também valorizam os seus interesses pessoais.

Luiza Fletcher

19/07/2017 Posted by | Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário

Coisas sobre as mulheres que os homens acham desagradáveis

É sempre bom saber a percepção do outro em relação a nós mesmos, isso cria uma oportunidade de crescimento e aperfeiçoamento se estivermos dispostos a mudar.

Contudo, sempre há oportunidade de repensar comportamentos, principalmente quando comportamentos desagradáveis acontecem entre companheiro e companheira. Ambos podem, com base nos conselhos do cônjuge, melhorar atitudes que são desagradáveis à vista do parceiro.

Alguns comportamentos femininos dos quais os homens reclamam são:

  1. Mulheres que usam palavras de baixo calão

Os “palavrões” não ficam bonitos na linguagem de ninguém, porém, quando mulheres fazem uso deles em sua comunicação ficam ainda mais terríveis. Eles criam um linguajar vulgar e conflitam com a feminilidade tão apreciada pelo sexo masculino.

  1. Mulheres fofoqueiras

Homens não gostam de mulheres fofoqueiras, que fazem questão de falar da vida dos outros e espalhar informações muitas vezes mentirosas. Quanto mais discretas, melhor.

  1. Mulheres vulgares

Mulheres que são vulgares em sua maneira de agir ou de vestir também não são levadas a sério pela maioria dos homens. Elas podem até chamar atenção em um primeiro momento, mas não criam uma boa impressão.

  1. Mulheres descuidadas

Homens gostam de mulheres que se cuidam, que estão preocupadas em manterem-se limpas e bonitas para seus companheiros. Muitas, depois que se casam, passam a esquecer de si mesmas em prol da casa ou da família e esse tipo de atitude não agrada ao sexo oposto. Cuidar-se em todos os aspectos é uma característica feminina que os homens admiram.

  1. Mau humor

As variações de humor tão características do período de TPM são algumas das grandes queixas masculinas.

  1. Mulheres folgadas

Aquele tipo de mulher que se oferece para jantar na casa de uma amiga e faz o marido passar vergonha também não é muito admirado pelos homens. As mulheres discretas, ao contrário, são muito admiradas.

  1. Mulheres críticas

Mulheres que só têm palavras de repreensão e críticas e que não sabem admirar e fazer nenhum tipo de elogio são reconhecidas como chatas e ranzinzas.

  1. Mulheres consumistas

Este tipo de comportamento pode levar ao fim de um relacionamento. Pode até mesmo ser considerado uma doença.

Uma grande parte dos homens, felizmente, entendem que as mulheres sofrem com as variações hormonais tão comuns no sexo feminino e sabem também que muitos destes comportamentos são agravados devido a isto, eles estão dispostos a oferecer ajuda quando solicitados porque querem o melhor para suas companheiras.

Se você se identificou com algum tipo de atitude que possa desagradar seu companheiro, uma boa dica é conversarem a respeito para que possam se ajudar e assim melhorarem ainda mais o relacionamento.

Renata Finholdt

01/07/2017 Posted by | Comportamento | Deixe um comentário

Pessoas Suaves

“Toda elegância é discreta, assim como toda virtude é silenciosa…” – Luiz Felipe Pondé

Existe uma classe de pessoas cuja maneira de viver, de agir e de pensar despertam especial admiração àqueles cuja sensibilidade permite percebê-las.

São seres singulares, não encontradas amiúde, tampouco com grande frequência.

Raridades!

Reservadas e discretas deixam suas marcas por onde passam, sem ser forçado e muitos que cruzam seus caminhos não compreendem a razão de serem tão atraentes.

Fazem-se notar sem pretensão de fazê-lo, sem afetação, apresentam-se com autêntica humildade.

Não necessitam subterfúgios artificiais para destacar-se e não possuem qualquer necessidade de estar em evidência, são naturalmente seguras.

Podem ser inteligentes e cultas, ou simples, mas sábias. Elegância discreta, tom de voz adequado e sempre munidas de gentileza e simpatia.

A bondade e a empatia não permitem que façam julgamentos sobre quem ou o que quer que seja. São abertas e desprovidas de preconceitos.

Falam o necessário, porém com eloquência, o que as tornam interessantes. Normalmente não são pessoas contidas, ainda que sejam expansivas, conseguem, com sua leveza, ser agradáveis.

Aplicam a dose certa de sensatez a seus modos ao que pensam e ao que falam, em condutas e comportamentos retos.

Sabem quando falar e quando calar, e colocam-se em seu devido lugar não sendo jamais levianas, indiscretas ou invasivas.

28/06/2017 Posted by | Comportamento, Estilo | Deixe um comentário

Gratidão

A gratidão é o maior princípio do reconhecimento que nós podemos ter. Quando recebemos algo, faz todo sentido demonstrar nossa gratidão.

Os benefícios da gratidão são maravilhosos!

A gratidão não é moeda de troca, é gentileza. É sentir necessidade de dizer “obrigado”, é beijar no rosto de alguém carinhosamente, é se expressar em gestos, qualquer atitude, com um sentido abraço.

A gratidão traz junto dela uma série de outros sentimentos, como amor, fidelidade, amizade e muito mais. A gratidão é um sentimento muito nobre!

É muito importante lembrar que onde você foca a sua Gratidão, lá estará a sua felicidade. No casamento, no trabalho, família, pais, filhos, amigos, financeiro.

Vamos dizer que você tem um trabalho onde 90% do tempo você se sente feliz, realizado e motivado, porém tem 10% que não é tão bom.

Se você focar nos 90% positivo você terá mais coisas boas e sentirá bem. O contrário também pode ocorrer se você observar só os 10% ruins você terá mais coisas negativas, problemas, enfim tudo que não era para acontecer irá acontecer.

Quando você aprende a focar em coisas boas e começa a agradecer por elas, a mudança será positivamente avassaladora.

A Gratidão vem de dentro. Precisamos senti-la verdadeiramente em nosso coração, vivenciá-la com os gestos, olhares e principalmente com as palavras.

Muitos têm o sentimento de gratidão em seu coração, mas não “colocam” para fora dizendo: muito obrigada, sou grato.

O que nos impede de sermos Gratos:

◾Sentimento de inferioridade e de vitimização extrema;

◾Autossuficiência

◾Mágoa e ressentimentos

◾Inveja e comparação

◾Dificuldades de mostrar afetos

É importante reforçar a necessidade de ter a Gratidão dentro e fora, buscando usar palavras e termos gentis e educados, pois sabemos que o Universo absorve nossos sentimentos, ações e palavras.

Quando você alcançar esta maneira de pensar e de se sentir grato, você perceberá que coisas extraordinárias irão acontecer em sua vida e ao seu redor.

28/06/2017 Posted by | Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário

Não agrade os ingratos, nem sirva os folgados

Passamos muito tempo fazendo a coisa certa para as pessoas erradas, sofrendo as consequências das péssimas escolhas pelo caminho, sofrendo à toa por coisas inúteis e gente sem conteúdo, alimentando vãs esperanças em relação ao que não tem a menor chance de vir a acontecer.

Perdemos muito tempo investindo no vazio, esperando retorno do que não volta, aguardando sorrisos de quem nem nos olha direito. É preciso focar no que é real, pois, mesmo que não haja muito de verdadeiro nesses terrenos, esse pouco bastará.

Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, às pessoas descontentes e incapazes de receber algo de fora. Existem indivíduos que se encontram por demais fechados ao acolhimento do que não se encontra dentro deles, do que não faz parte daquele mundinho em que eles se fecham, presos a crenças e sentimentos que não mudam, não são repensados, não saem do lugar. Tentar alcançá-los é inútil.

É necessário evitar a servidão aos folgados, aos aproveitadores, a quem não sai do lugar por si só, a quem foge a qualquer tipo de responsabilidade, pois sabe que alguém sempre fará por ele.

Temos que ter clareza quanto ao que realmente devemos e poderemos tomar para nós, ou acumularemos cargas de bagagens que não são, nem de longe, relacionadas às nossas vidas. Muita gente precisa de ajuda, sim, mas muitos precisam é de vergonha na cara.

Não podemos nutrir amizades duvidosas, com pessoas que não expressam a menor necessidade de nós, como se tanto nossa presença quanto nossa ausência fossem a mesma coisa, algo sem importância, invisível, dispensável.

Nem todos de quem gostamos irão gostar de nós, o retorno da estima e da afeição nunca é uma certeza, portanto, há necessidade de que adentremos exclusivamente os encontros verdadeiros.

Não é fácil nem tranquilo conseguirmos acertar quanto ao que poderemos regar com a certeza de retorno e reciprocidade, uma vez que as pessoas, os acontecimentos, a vida, tudo é imprevisível.

Embora muito do que acontecerá em nossas vidas não possa ser controlado, mantermos sob controle nossas verdades e a certeza de que merecemos ser felizes nos tornará mais fortes diante dos tombos, sem que desistamos de nossos sonhos.

28/06/2017 Posted by | Comportamento, Psicologia | Deixe um comentário